História Magi: Gerações - Capítulo 6


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Categorias Magi: The Kingdom of Magic, Magi: The Labyrinth of Magic
Personagens Aladdin, Alibaba Saluja, Baal, Hinahoho, Ja'far, Judar, Morgiana, Personagens Originais, Ren Hakuryuu, Sinbad, Yamraiha
Tags Brigas, Deuses, Djjin, Família, Ja'far X Oc, Lutas, Romance, Sinbad X Oc, Spoiler, Yamuraiha
Visualizações 33
Palavras 2.160
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Survival, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Necrofilia, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 6 - Capítulo 6- "Onde estamos?".


Fanfic / Fanfiction Magi: Gerações - Capítulo 6 - Capítulo 6- "Onde estamos?".

∆× POV Autora ×∆

As luzes clareavam surpeficialmente suas pálpebras e obrigando a garota forçar os olhos e abri-los lentamente, sua cabeça latejava e se sentia perdida como se tivesse sido jogada para outro lugar.

Se lembrava que estava em casa com seus irmãos e de repente Nara começou a ser atacada por algo e logo desaparecendo ao cair no chão, Akira se levantou para ajudar ela mas acabou sumindo também. Sua visão estava ficando embaçada e viu de canto como se alguém estivesse ali dentro além deles. Tudo aquilo passou quando várias vozes começaram a circular pelo ambiente e todos irem para o mundo do inconsciente.

Abriu os olhos e viu que estava em uma sala deitada no que parecia uma maca e luzes estavam ao seu redor como se aquecesse seu corpo, tentou levantar mas estava cansada demais para tal ato, ouviu alguém murmurar algo e logo sair da sala que estava.

— Chamem o diretor! — Disse uma delas e a outra saiu rapidamente pronta para cumprir seu dever.

Estava tão confusa que mal conseguia raciocinar, aonde estava? Onde estava seus irmãos? O que aconteceu com todos eles e especialmente com Nara?

Alguns minutos depois as portas foram abertas e delas aparecendo um garoto jovem de longos cabelos azulados trançados usando uma roupa branca com algumas peças azuis e um cordão dourado perto da cintura e segurando um cajado de madeira com algumas folhas na ponta.

Ele se aproximou da maca e observando a garota de longos cabelos negros ofegante como se tivesse acordado de um pesadelo vivido, colocou a mão na testa dela e fechando os olhos e ao redor surgindo alguns pássaros dourados ressonantes.

— Ela foi vítima de depravação.

— O quê!? — Indagou as empregadas assustadas.

— É algo relacionado com o que aconteceu ontem diretor?

— Provavelmente, mas não há nada do que temermos, ela está enfraquecida e também nenhuma parte de seu rukh foi tingido de negro.

— Recebemos a notícia de que ela não é a única que chegou nesse estado em nosso mundo.

— Aquela pessoa me notificou.

Se afastou da maca e chamando algumas empregadas consigo, a garota virou a cabeça para o lado e vendo que estava em um ambiente deveras interessante com detalhes desenhados nas paredes e algumas prateleiras com remédios que nunca viu.

Uma das empregadas se aproximou para colocar um pano molhado na testa da jovem e ela retirou forças para fazer a pergunta que tento lhe angustiava.

— Moça. — A chamou com dificuldade.

— Sim?

— Onde... Estou?

— Sabia que iria perguntar isso. — Colocou a toalha na testa da jovem e afastando alguns fios espalhados pelo seu rosto. — Você está na Academia de Magnostadt.


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∆× POV Ryota ×∆


Beleza, um dia eu sou atacado por um espírito maligno que invade nossa casa e leva todos os meus irmãos pra não sei aonde e no outro acordo na Grécia. Apenas mais um dia normal na vida de um garoto que por conhecidencia da vida e do universo tem que viver com mais de seis irmãos dentro de uma casa minúscula que de grande só tem o quintal.

Tudo que me lembro foi de estar sendo sufocado por algo e acabei dormindo, quando acordei estava em um quarto de luxo com várias mulheres ao meu redor mexendo no meu cabelo e colocando algumas ataduras em mim — por um segundo pensei que havia dormido em um harém mas depois lembrei que eu estava em casa com meus irmãos, então aquela possibilidade desapareceu.

Agora eu estava na varanda do quarto observando a cidade da Grécia e vendo que as pessoas estavam bem felizes e algumas estavam cabisbaixas, —aconteceu algo recentemente que as deixará assim tão tristes?

Sai de meus devaneios assim que ouvi batidas na porta, me virei e vendo que um dos guardas que guardava meu quarto entrou e me olhou fixamente um tanto quanto imprevisível.

— Nosso Grande Sacerdote deseja vê-lo.


•••


Andamos pelos vastos corredores bem decorados do palácio até chegarmos em uma sala que era trancada por uma porta de madeira robusta, os guardas abriram as portas e ao fundo da sala era possível ver um trono, ao lado dele um homem de tamanho mediano de pele morena e cabelos brancos encarava a entrada do salão com desdém. Ao seu lado, um homem alto de cabelos ruivos compridos usando uma armadura de gladiador  dourada com um sorriso meio cínico na cara.

Dei passos hesitantes até eles e quando me aproximei deles pude ver que tinha uma garota de longos cabelos loiros sentada no trono usando um vestido branco e tinha olhos azuis, tinha um báculo dourado bem bonito ao seu lado que ela segurava.

— Curve-se. — Sussurou o guarda ao meu lado.

Me agachei e ficando com um joelho no chão e o outro apoiando meu braço e mantive a cabeça abaixada. Um estalo de língua foi ouvido dentro do salão e do outro lado portas sendo fechadas.

— Seja bem vindo. — Cumprimentou a Sacerdote.

Era uma voz um tanto quanto grossa pra uma garota e aquilo estava me deixando curioso. Levantei levemente minha cabeça e procurando ser o mais rápido possível pra responder.

— Agradeço pela hospedagem, mesmo sem saber aonde estou.

— Perdoe-me por não ter sido direto, você está no império Reim.

— Império quê?

— Império Reim não ouviu? Você é surdo por acaso!? — Vociferou o moreno ao lado da Sacerdote.

— Acalme-se Sphintus, é normal que ele tenha dúvida para saber aonde está. Por isso tenha a calma. — Disse o ruivo recebendo apenas um estalo de língua do moreno que cruzou os braços e virou a cara.

Ouvi uma risada vindo de trás do trono e todos que estavam  perto do trono se viraram para ver quem era, uma garota de cabelos curtos ruiva com dias tranças sobre os ombros e de roupa simples apareceu com um sorriso resplandecente para a sacerdotisa.

— Marga! O que faz aqui? Já te falei pra não andar por aqui quando eu estiver em uma reunião!

— Desculpa Titus-kun, eu estava tão ansiosa pra ir brincar que acabei ignorando o que me disse mais cedo, me perdoa? — Fez uma expressão fofa retirando um suspiro... Da mais velha?

— Fique até terminar.

A garota dos olhos azuis e cabelos curtos ruivos olhou em minha direção e dando um sorriso tímido e retribui da mesma forma. A Sacerdotisa se levantou e veio na minha direção estendendo sua mão para mim e me permitindo levantar.

— Vamos, irei mostrar nosso império para você.


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∆× POV Yasu ×∆


Neste exato momento eu estava dentro de uma carruagem com minhas  roupas imundas de areia e olhando pra a janela evitando olhar pra as pessoas que estavam comigo, do lado de fora pessoas saiam e entravam de dentro de suas casas ou lojas com as cabeças abaixadas e algumas com expressões temerosas, outras faziam reverência quando a carruagem passava perto e outros apenas se afastavam.

— Já estamos chegando. — Disse um dos guardas presentes.

— Ah... Sim. — Assenti.

Não demorou muito até pararmos, olhei pela janela e vi que estavamos na frente de um majestoso palácio que era guardado por centenas de guardas que trajavam armaduras vermelhas estilo samurai.

O primeiro a descer foi o guarda e logo seguida eu, depois de mim desceu a pessoa mais estranha que estava comigo, uma pessoa de estatura média que tinha longos cabelos ruivos soltos e usava uma roupa beje com as calças vermelhas e sapatos dourados. Subimos as escadas para o palácio e quando entramos éramos recebidos com reverências e cochichos curiosos a meu respeito.

Quando paramos na frente de uma enorme porta, a pessoa estranha que nos acompanhava se aproximou de mim e sussurrado para mim.

— Quando pararmos no centro da sala, você se abaixe e fazendo reverência para a vossa excelência.

Engoli seco em pensar que estaria de frente logo com uma pessoa de tamanha importância.

As portas foram abertas e lá dentro tinha uma platéia de cada lado da sala e mais a frente um trono, nele estava sentado um homem alto cujo corpo demonstra ser bem robusto, cabelos rasos ruivos e trajava uma roupa imensamente grande e com vários detalhes de um digno imperador.

Como a pessoa estranha havia me dito ao chegar no centro da sala me ajoelhei e fazendo reverência abaixando minha cabeça, sentia como se as pessoas que me olhassem me julgassem e com a atmosfera pesada do local era como se eu conseguisse ouvir o que eles falavam.


"Será que foi ele?".

"Mais uma besta".

"Como permitiram que uma pessoa como ele ousasse entrar no palácio?".

"Tem que ser muito ousado".


A pessoa estranha que me seguia logo se dirigiu a frente se colocando ao lado do imperador, sussurrou alguma coisa e o imperador deu um sorriso cínico que me deixou aflito.

— Tragam a prisioneira. — Ordenou um dos guardas levantando sua lança na direção da porta.

As portas se abriram e revelando a última cena que eu esperava ver na minha vida, ela estava com um vestido branco todo rasgado e seus tornozelos estavam sendo segurados por correntes assim como seus pulsos, ao seu lado dois guardas que vinham segurando ela por outra corrente que estava em seu pescoço e até mesmo era puxada algumas vezes forçando ela levantar a cabeça.

Me manti estático até ela se ajoelhar do meu lado com a cabeça lavantada e um dos guardas que a acompanhava segurar sua cabeça e empurra-la para baixo obrigando ela a se render.

— Está de frente ao imperador, deve respeito.

Ela murmurou algo sujo e apenas se manteu em silêncio. A chamei fazendo movimentos com a boca e ela entendia o que eu falava.

Como você veio parar aqui?

E eu sei lá porra.

De qualquer forma... Apenas faça o que eles mandarem...

— Que comecem o julgamento! — Berrou uma pessoa da plateia.

— Vocês dois agora estão diante do membro da família real de Kou que tanto batalhou por anos para este império se tornar o que é hoje. Ren Kouen! — Apresentou o homem de branco na direita sobre o que parecia um palco.

Todos se levantaram e fizeram reverência para o tal Ren Kouen, depois de segundos eles se sentaram e a euforia tomou conta da plateia que logo foi acalmada por batidas que fez todos se calarem.

— Vocês seram julgados por terem uma presença estranha em nosso mundo.

— Como assim presença estranha!? — Vociferou Akira levantando sua cabeça na direção do homem que dera início ao julgamento. —Não temos culpa se fomos jogados em um mundo completamente diferente do nosso e sermos julgados por isso!

— Garota, você deve respeito em frente a vossa excelência! — Exigiu o homem.

— Quero que vossa excelência vá pra puta que pariu, não devo satisfação pra ninguém só quero conversar com o tinhoso pra ele me mandar de volta pra minha casa, apenas isso. — Falou Akira sem quaisquer barreiras de medo perante uma pessoa que podia mata-la apenas com um olhar.

— O que você disse garota!?

— Tu tem cera no ouvido desgraça? Opa, me esqueci que velho é surdo e no tempo que estamos não tem aparelho auditivo. — Deu de ombros de modo sarcástico.

— Akira...! — Chamei pelo seu nome de modo arrasfato e imperativo.

— Essa garota deve ser julgada! — Gritou um dos homens da plateia.

— Além de ser uma possível invasora se atreve a falar com vossa excelência com tamanha audácia!

Akira se levantou empurrando o guarda atrás dela e encarando as pessoas com ódio.

— A única coisa que vocês sabem fazer é mandar as pessoas serem presas e mortas!? Eu não tenho culpa se eu e meu irmão fomos enviados pra esse império e agora estamos sendo julgados injustamente! Vão pro inferno! — Berrou sem pudor em frente a centenas de pessoas que eram obviamente de cargos maiores que os nossos.

O guarda que ela empurrou logo puxou sua corrente no pescoço e jogando a mesma no chão pisando em sua coxa e o outro vinha atrás e dando chutes em suas costas. Ela não se intimidou e continuou com uma expressão raivosa no rosto.

— Se arrependerá do que fez mulher! — Disse o guarda.

Akira já irritada de tanta humilhação decidiu reagir. Ela passou a perna por debaixo de um dos guardas e derrubando o mesmo no chão, este segurava sua corrente e a soltou quando caiu no chão assim dando uma abertura para que ela revisasse. Akira se levantou rapidamente assim que foi solta e segurando a corrente e usando a ponta como arma, começou girar a ponta da corrente e ganhando velocidade no ataque. O guarda pegou sua espada e partiu para cima de Akira que a mesma apenas retirou a espada da mão dele ao lacear a corrente na ponta da espada e joga-la longe. Distraído, ela acertou uma joelhada no estômago do mesmo e despencando para trás desnorteado.

Akira puxou meus cabelos e me obrigando a levantar e ficando de pé ao lado dela.

— Que belo irmão você é.

— Você é doida em lutar desse jeito!

Akira se voltou para o imperador e apontando seu dedo indicador na direção do mesmo com um olhar desafiador.

— Você será o próximo! — Desafiou.


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