História Magia é Poder - Capítulo 2


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Categorias Harry Potter
Personagens Draco Malfoy, Fred Weasley
Visualizações 44
Palavras 752
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Magia, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


gente, mil desculpas :C
Eu fiquei bem triste nos últimos tempos, por isso não postei. Meu notebook deu pau e eu perdi toda a historia. Graças ao Natal ganhei um novo, porem tenho que escrever tudo de novo.
Já que estou reescrevendo, irei acrescentar coisas novas <3 Espero que gostem.

Obs: Sempre que estiver em itálico e negrito é em ofidioglossia.

Capítulo 2 - Mérope Gaunt


        A luz da lua iluminava o que acontecia no meu jardim. Se é que podemos chamar esse lugar mau cuidado de jardim. A poção fervia no pequeno caldeirão e eu torcia para que Morfino não percebesse nada, ele faria um escândalo e outra vez Marvolo me faria sofrer. Meu nome é Mérope Gaunt, minha família é a última descendente viva de Salazar Sonserina. Meu pai tem orgulho de ser um dos últimos descendentes de Salazar, eu não. No momento não me orgulho nem de ser uma bruxa, nem de minha família e nem de mim. O amor da minha vida nunca me notaria, também quem notaria? Eu sou horrível, ninguém nunca se interessaria por mim, por isso estou fazendo isso.

Mesmo que isso dê certo, o que irei fazer? Oh Merlin, não consigo nem pensar no que fazer a seguir. Por que tudo tem que ser tão complicado? Meu pai e meu irmão não suportam nada relacionado a trouxas e eu infelizmente me apaixonei por um, Tom Riddle, um trouxa tão lindo. É por ele que estou me arriscando nesse momento. Olhei para a lista de ingredientes que tinha em minha mão, quase tudo completo. Eu já havia adicionado a pele de Ararambóia picada e já havia deixado ferver por vinte minutos. Retirei o caldeirão do fogo improvisado. Peguei o acônito e comecei a mexer em sentido horário, a poção começou a ficar com a cor lilás. Sorri animada, estava dando certo, pelo menos uma coisa na minha vida. Coloquei o caldeiro no fogo de novo e adicionei o bezoar. Agora era só esperar ferver por mais trinta minutos.

Tom Riddle sabia da minha existência, mas isso não mudava nada. Eu era vista como uma pobre garota, filha de um cara maluco. Ele nunca se importou em me cumprimentar ou sorrir quando passava por mim, o que eu fazia sempre que o via. Eu era completamente e loucamente apaixonada por ele. A poção estava ficando da cor vermelha e pelo o que está escrito nesse livro de poções, essa era a hora de tirar o caldeirão do fogo, de novo. Coloquei o segundo acônito e comecei a mexer no sentido anti-horário, mexi por uns dez minutos e ela finalmente ficou na cor verde brilhante. O cheiro que eu sentia era indescritível. Será que Tom tinha aquele cheiro? Menta e baunilha são meus cheiros preferidos agora. Coloquei a poção em um frasco e a guardei no bolso do vestido que usava. Tentei encobrir a bagunça que fiz. Pelo menos Morfino não iria perceber nada, o que deixaria meu pai de fora disso.

O barulho do trote do cavalo ecoava. Oh meu Deus, ele não pode me ver, não assim. Corri para dentro de casa e fui direto para a janela, esperando meu amor passar. Ele já havia deixado a trouxa que namorava em casa e estava voltando. Ele parecia um príncipe cavalgando em seu cavalo branco, uma pena que eu não seja sua princesa. Eu sou apenas uma bruxa. Muitas vezes elas são consideradas vilãs ou então ajudam as princesas, mas nesse caso eu não quero ajudar Cecilia a ficar com Tom, eu o queria pra mim.

- O que você está fazendo? – Morfino perguntou. Me assustei com a sua voz, o que me fez esbarrar acidentalmente na mesinha que ficava perto da janela e quase deixei um vasinho de planta cair.

- Nada! – Disse nervosa

- Você não ficaria assim se não fosse nada. – Ele ergueu a sobrancelha esquerda e sorriu cinicamente – É o trouxa, Mérope?

- Não, só estou admirando a lua... – Ele nem me deixou terminar e saiu correndo para o lado de fora da casa.

- AHAHA – Ele gritava enquanto eu ia atrás dele.

- Não faça nada, por favor – Eu implorava.

- CRUCIO! – Ele gritou e Tom que já estava um pouco distante caiu do cavalo.

- NÃO! – Gritei enquanto ouvia seus gemidos de dor – TOM! POR FAVOR, PARE!

- CRUCIO – Meu irmão ria enquanto Tom agonizava no chão – Furnunculus – Morfino me encarou sorrindo – Agora ele está tão fodido e feio, assim como você. – Ele me deu as costas e saiu pulando pela mata. Corri ate Tom, que estava quase inconsciente no chão

- O...O que foi i...isso? – Ele perguntou enquanto gemia

- Você vai ficar bem, você vai... – Disse enquanto chorava, tentando ajudar de alguma forma. Eu estava sem minha varinha, não podia fazer nada. – Me desculpe, mas eu não posso te ajudar. – Levantei- me e voltei pra casa chorando. Enquanto Tom ainda estava estirado no chão.     



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