História MAGIA: Os Múltiplos - Capítulo 8


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Categorias Histórias Originais
Tags Bruxaria, Fantasia, Magia, Romance
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Palavras 3.526
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Fantasia, Ficção Adolescente, Magia, Mistério, Sobrenatural
Avisos: Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 8 - Nova Historia e um Salto no Tempo - Capítulo VIII (8)


Fanfic / Fanfiction MAGIA: Os Múltiplos - Capítulo 8 - Nova Historia e um Salto no Tempo - Capítulo VIII (8)


                                                                         XXX - 1289 
                                                                    Dimensão T-E-R-A

Atenção "XXX" vai dizer uma quebra no tempo ou uma volta no tempo que mostra algo que ocorreu no passado, depois terminara com "XXX" para continuarmos a historia na era atual.
                     A partir de agora, uma nova historia começa, mas antes, vou contar tudo que aconteceu, pelo meu ponto de vista, o ponto de vista de João Polo Encante. Um rasgo foi feito com uma maldição lançada por mim, mas não era pra ser assim. Era para ter levado todos daquela terra e juntado mas só nos, e não outras pessoas de lugares diferentes, dimensões diferentes e levando todos há um mundo diferente.
                      João Polo Encante é o nome dado pelo feiticeiro Kratzum, meu avo a muito tempo, meu nome verdadeiro é João Pedro, e pra quem não conhece a historia dos Encantes, eis aqui um pequeno "resumo" de como funciona nossa gerações: Quando um Encante esta em sua vida normal ou seja no final dela, ele escolhe alguém de sua família para herdar todo o poder dado pela flor encantada de Lotus Cristazul, (uma junção de cristal e azul). Para a escolha do herdeiro, é feito um teste em os jovens da família com 14, 16, 18, 20, 21 e 22 anos, um padrão de idade que nunca entendi. O teste era feito em cinco partes que eram identificar uma entidade de um simples fantasmas, se errássemos por exemplo, dizer que o fantasma era a entidade, nossa vida era tirada e dada para aquele espirito que teria a chance de vivar novamente, se falarmos que a entidade era o fantasma, ela iria nos possuir e teríamos que lugar para nos livramos dela e voltar a ser quem somos, mas se voltássemos nossa alma era carbonizada e nunca teríamos a chance de reencarnar novamente.
                         A segunda parte tínhamos que mostrar o quão forte eramos, sentimentalmente, e sacrificar algo inocente, mas preste atenção, não dizia ser uma vida, e sim algo inocente, um objeto, afinal aquilo não era explicado, perdi dois primos nesse segundo teste, o de 14 e a de 21, eu me lembro de todos nós com algo na mão, um dos meus primos o de 14 anos se chamava Thomas, apelido Tommy, ele tinha em sua mão um ovo ganço em suas mão com um feto dentro, e a de 21 que se chamava Evangeline, ela tinha um gato preto e branco. Eu tinha em minhas mãos um boneco de pano dado por um velho maltrapilho que me deu quando tinha 10 anos, em uma floresta vazia e sombria, era algo tão inocente, pelo o ambiente e por naquela época ter surgido um suposto assassino em nossa vila, aquilo foi um simples presente inocente, de alguém inocente, que pediu em troca apenas um sorriso de uma criança. Assim que todos sacrificamos o que tínhamos uma especie de sombra veio da floresta sombria. Meu primo tinha o ovo de ganço quebrado em suas mão, e minha prima segurava pelo pescoço do gato, ela torceu o pescoço do pequeno sem ao menos sentir pena. Quando as sobras os tocaram minha prima teve seu pescoço torcido e arrancado e meu primo sua cabeça esmagada, ao mesmo instante o gato voltara a vida e o ovo de ganço se mostrou intacto, eu e meus primos vimos a cena que foi tão rápida, nossos rostos tinha a expressão de puro pavor, restou então eu de 18, minha prima de 16, o de 20 e a de 22.
                         A terceira parte do teste era um pouco difícil e desafiadora, tínhamos que enfrentar nossos medos, encara-los e vencer eles. Meu medo era e sempre será, aranhas. Sim aranhas, eu sei, porque quando o demônio veio até minha casa e não me atacou em forma de aranha? Ryan já tinha esse medo, ele não podia usar o mesmo tipo de medo. Meus outros primos não sabia qual era meu medo e nem eu o deles. Nosso avo fez aparecer 4 cabanas, uma para cada um. Eu entrei na minha e la tinha uma mesa com uma tarantula grande demais para o seu tamanho, uma cadeira e me sentei encarando aqueles grandes olhos, por um segundo achei que ia morrer, mas fiz algo que achava ser contra as regras. Peguei sem ninguém um pedaço de tijolo que parece que surgiu do nada, mas ele já estava ali, o lodo em volta dele mostrava isso. Voltando de meus pensamentos a aranha fez um barulho e pra mim foi o suficiente, peguei aquele tijolo e comecei a esmagar ela, sem nenhuma piedade, eu gritava, achei que aquilo me mataria e que tinha feito errado, quando parei de socar aquele tijolo naquela aranha que agora estava amaçada e despedaçada, fui dando pequenos paços para traz, saindo da minha cabana vi meu avo e minha prima, meu avó pediu para mim se aproximar deles e assim fiz, logo apos ver todas as cabanas pegarem fogo, tinha sobrado agora só eu e minha prima. Carla e Marceus era o nome dos meus outros primos que morreram, dessa vez queimados.
                              Com um rápido gesto com suas mãos, meu avo fez o lugar em nossa volta mudar, era uma gruta, escura, com apenas uma tocha iluminando um pouco o lugar, na minha frente apareceu uma mesa toda feita de pedra, com duas adagas, uma virada para mim e outra virada para minha prima, que se encontrava do outro lado da mesa na mesma direção que a minha, esqueci de dizer que seu nome era Giovanna.
                              A quarta parte do teste era a seguinte, descobrir como passar o poder de Lotus para nos, e de alguma forma, senti em meu ouvido algo sussurrando, mas não tinha mais ninguém ali alem de mim, Giovanna e meu avo, mas ainda sim ouvi "Deve se banhar no sangue do mais poderoso neste local e receba a benção da flor fatal", olhei assustado para os dois, não sabia se tinha entendido direito o recado, porem apanhei a adaga na minha frente e olhei para meu avo, que sorriu e assentiu com a cabeça, dando me a conformação do que tinha ouvido era oque tinha que fazer, Giovanna ainda olhava para adaga pensando no que fazer. Então ouvi de novo "Sua lagrima não deve ser derramada, pela morte do ente querido ou a benção a você não sera concebido" e de novo "E se a adversaria chorar a adaga deve sua garganta cortar ". Num impulso fui pra cima de meu avo, sem dizer nada, Giovanna viu a cena com horror. Eu comecei cortando sua garganta, assim que ele caiu no chão, comecei a dar apunhaladas em seu peito e barriga, quando me dei conta sua roupa estava toda rasgada e ele havia sido estripado praticamente. Peguei seu sangue e comecei a jogar em meu corpo, rosto e cabelo. Olhei para minha prima ela chorava, levantei e fui em sua direção ela tentou correr, mas em um segundo, vi as laminas da adaga passarem em sua carne, e seu sangue jorrar em meu peito, vi seu corpo desabar no chão. Não senti nada diferente, mas então um vento forte fez com que todo o local se transformar-se em uma fumaça cinza e por fim me deparei no local aonde estava no teste anterior, e la estava meu avó em pé e vivo, eu estava todo ensanguentado mas não via Giovanna.
- Parabéns. - disse meu avo com um tom triste, ele não parecia querer se despedir daqueles poderes.
                        Por fim a quinta e ultima parte do teste, que era sobreviver a magia se penetrar em mim e minha forma existencial, ou seja minha alma. Assim que meu avo explicou, não tive tempo de pensar ou pensar em me preparar, só senti um forte raio atingir meu peito com força, minha visão ficou turva, minhas pernas bambas, me fazendo cair de quatro no chão, sem parar aquele raio que entrava em mim. Com poucas forças, puis-me de pé novamente, ainda cambaleando, fiquei em pé recebendo toda aquela força, que parecia me queimar por dentro. Aquilo doía e muito, mas em alguns segundo aquilo parou e a dor sumiu instantaneamente e cai por estar com poucas forças, olhei para meu avo que vinha em minha direção, ele sorriu e se ajoelhou na minha frente, e encostou o dedo indicador em minha testa, senti minha cabeça saindo do lugar, e vi em minha mente tudo, literalmente tudo. Quando voltei a mim e vi meu avo na minha frente percebi o que ele tinha feito, o resto de magia que sobrou nele, ele usou para me dar todo o conhecimento, não o conhecimento dele, e sim sobre tudo, magias, feitiços, vidas, etc. Um dos feitiços que aprendi foi desfazer e trazer algumas coisas, fechei meus olhos, cerrei meu punho e assim que o desfiz e abri os olhos, quase que juntos, uma luz amarelada saiu dele e se expandiu por todo lugar, meu avo olhou em volta e ficou orgulhoso do que tinha feito, tinha trazido meus primos todos de volta, embora pude entrar em suas mentes e ver que nenhum teria feito o mesmo, não me arrependi, percebi que Giovana não tinha retornado, não entendi, fiz o mesmo de novo e nada aconteceu. A expressão de meu avo era triste, pois ele sabia que Giovanna não voltaria. Por fim fomos todas de volta ao vilarejo, minha tia mãe de Giovanna, não entendeu o porque dela não ter voltado junto, meu avo foi até ela e disse algo, e minha tia pois-se a chorar, mas pude ouvir de longe, uma das bençãos de Lotus "Giovanna foi sacrificada no ultimo teste, e foi em uma dimensão diferente, não pude traze-la morta de la sinto muito".
                             Fiquei triste ao perceber que o quarto desafio não era aquele que foi dito e sim que era um sacrifício. Se com o tempo eu descobrisse como tirar ela de lá, iria fazer isso, meus pensamentos foram interrompidos por meu avo, que se aproximou com algo em suas mãos velhas e arrugadas, por um instante me dei conta de que já estava em casa, sentado na mesa de jantar. Meu avo entrega o que tinha em suas mão, que era um livro grande muito grosso, tinha umas 3000 paginas ou mais, e tinha, paginas infintas. Olhei em sua capa e só tinha uma coisa nela, a letra D.
- Faça bom uso, e a partir de agora não se chama mais João Pedro. - fiz uma cara de curiosidade - Se chamara João Polo Encante. - disse ele, que meu deu um beijo na testa e se retirou do ambiente. Eu tinha gostado desse novo nome, e fique sendo chamado assim, até o dia em que usei a maldição e nos levei a uma nova terra, um novo mundo, onde voltaram a me chamar de João Pedro.
                                                                                     XXX - 2017
                                                                                    Planeta Terra

                          Abri meus olhos e não sabia ao certo para aonde a luz que tinha saído das paginas de D havia nos levado, estava tonto, senti que tinha despencado de um prédio de uns 10 andares e colidido com o chão. Olhei a minha volta, via Gloria, Ryan, Kauan e Gabriel, tirando Ryan todos os outros estavam conscientes assim como eu. Gabriel me olhou e assim como todos, ele também parecia estar cheio de dor, e com poucas forças foi se levantando.
- Argh...- resmungou Gabriel. - Oque...foi que aconteceu?
- Era pra ser uma viagem pelo tempo. - respondia me levantando com dor também.- Mas, argh...parece que D nos levou para algum lugar cheio de arvores...- disse olhando pra cima e em seguida ao chão.- e chão de cristal. Gabriel me olhou confuso e começou a olhar em sua volta, eu via sua mente viajando, e lia seus pensamentos, sentir seus pés em outra terra, um ar diferente, um mundo diferente, e para ele era ótimo estar ali, sua sensação foi de nostalgia.
-Ei!- disse Kauan se levantando também- Estamos em Asgard?.
- Não tinha uma pergunta mais patética que essa não? - disse Ryan ao acordar e se levantar, com algumas dores, mas sem deixar o seu senso de humor.- Tem que parar de assistir filmes amigão.- disse Ryan dando dois tapas em suas costas, fazendo Kauan sentir dor.
- Eu só estou preocupado com o lugar onde estamos.- disse com um pouco de medo. - Precisamos achar um lugar para nos abrigar e tentar sair o mais rápido possível desse lugar. Vamos!
- Espera...- disse Gloria. - Não sabe aonde estamos? - Sua expressão era preocupante.
- Infelizmente não. - todos bufaram assustados e preocupados- Mas eu vou arrumar um jeito de tirar a gente daqui, agora vamos logo.
                                                                                      XXX - Alguns dias depois
                      Estávamos naquele lugar há 5 dias, para nossa sorte, achamos algo que pareceu surpresa para todos, menos pra mim. Era uma pequena casa na arvore, e em sua volta haviam varias arvores como Mangueiras, coqueiros, pessegueira, macieira, bananeira, e muitas outras arvores com frutas. Oque estava me deixando com, como diz a expressão, um pulga atras da orelha, era que a aquele solo era de cristal, e como aquelas arvores estavam la, suas raízes tampadas por aqueles cristais, parecia que não chovia a um bom tempo, nenhuma vida, mas o cheiro daquele lugar era bem familiar, um cheiro que trazia a sensação de nostalgia, algo que um dia me fez feliz e não era mais. Eu subi naquela arvore entrando na casa que era bem no seu topo, tinha uma pequena varanda, me sentei la. Fiquei pensando que talvez tinha invocado algum tipo de portal, e sabe lá aonde nos levou, foi ai que eu vi, de longe, vindo em nossa direção, uma fumaça azulada com um pouco de fumaça verde, minha maldição ainda corria e percebi na hora que precisávamos sair de la e agora.
- HEEY! - gritei, chamando todos.- PEGUEI SUAS COISAS AGRA, PRECISAMOS SAIR DAQUI. - Desci daquela casa tão depressa que não me lembro se pulei da varanda ou escorreguei pela escada, passei por todos e apontei na direção daquela coisa que vinha em nossa direção.
- Que porra é esse?- Disse Kauan.
- Algo muito, muito perigoso- disse, ando alguns passos para trás- vamos CORRAM!
                          Começamos a correr pela floresta, corríamos feito loucos, alem de mim, ninguém sabia oque era aquilo, e nem se lembravam da sensação da maldição quando ele tocava em nossa pele, porem eu lembrava. Finalmente de tanto correr chegamos a um pequeno penhasco, na nossa frente, a maldição, comecei a pedir para que D nos tirasse de la, o que foi em vão. Aquela fumaça, se aproximava de todos nos e percebi que ela vinha por todos os cantos lados, etc, e comecei a pensar em 1001 maneiras de tirar todos nos de la, só que existia só uma maneira, e não tiraria todos de lá. Olhei para Gloria, Ryan, Gabriel e Kauan, senti o maior peso na minha consciência pelo que teria que fazer, cerrei meu punho, girei o mesmo deixando meu pulso para cima, uma tatuagem apareceu no meu pulso, do tamanho médio, era um apanhador de sonhos, suas linha brilhavam com uma luz amarela. Me aproximei de Kauan e Gabriel.
- Gabriel eu peço que me desculpe. - disse segurando em sua mão - Mais isso só ira piorar oque pensa de mim, mas preciso apagar sua memoria de novo.
- Oque? Espera porque tem que fazer iss...- Toquei sua testa, não deixei terminar de falar, uma luz amarela sai de sua testa e vinha para o apanhador no meu pulso. Quando sumiu ele desmaiou e o segurei e coloquei ele no chão, agora era a vez de Kauan, e não tinha que apagar a memoria dele.
- Kauan...- minha voz falhou. - Eu sinto muito, você foi o melhor amigo que tive. - Eu segurei em seus braços e o abracei.
- Hey! Calma, tudo bem apagar minha memoria. - olhei para ele e o mesmo sorria bobo, com certo desanimo.
- Queria que fosse fácil assim. - fiz algo que doeu muito em mim, porem doeu mais no Kauan, eu o empurrei do penhasco, ele nem gritou, sua reação foi tão curta que mal deu tempo para gritar, em questão de segundos seu corpo já havia colidido com com as rochas pontudas abaixo do penhasco, as lagrimas escorriam pelo meu rosto, mas não tinha tempo para lamentações. Estiquei meu braço e aos poucos fui drenado sua alma, era uma essencia rosada e brilhante, aos poucos formou uma bola em fumaçada e meio deformada. Gloria e Ryan olhavam para mim com horror e lagrimas nos olhos, só consegui sussurrar um " me desculpem". Soprei a tatuagem e as lembranças de Gabriel se misturou com a alma de Kauan, logo aquela bola, começou a soltar uma fumaça laranja e se expandir entre mim, Gabriel aos meus pés, Gloria e Ryan que se abraçaram com medo, ao me tocar senti toda minha pele formigar, em um instante, a fumaça sumiu e eu estava na minha nova casa, na sala. O corpo de Gabriel estava no sofá, Gloria e Ryan estavam a minha esquerda, ainda me olhavam do mesmo jeito.
- Porque fez aquilo? - disse Gloria - João! A família dele.
- Isso não vai ser um problema. - movi minhas mãos, um forte campo de força se expandiu, fazendo Gabriel sumir, Gloria me olhava com desgosto.
- O que você vez? - disse ela.
- Algo útil - falei andando. - Kauan nunca existiu, Gabriel na casa dele sem gostar da Bia, o pessoal da escola me ignorando como se eu não existisse, eu sozinho porque é o que quero agora e movi o tempo, para um ano a frente. - disse quando cheguei perto deles.- E agora, sumam da minha casa. Estalei os dedos e os dois tinham sumido, mandei eles para suas casas, fui até a sala aonde tínhamos sido teletransportados e encontrei D no chão, me aproximei e peguei. Tinha alguma coisa de errado com ele. Ele estava sem sua luz, não estava falando, aquilo me preocupou.
                           Na manhã seguinte, estava na escola, todos que passavam perto de mim me olhavam e cochichavam algo, davam ombrada, estava torcendo para alguém me dar motivo para vaporizar cada um ali. Cheguei perto dos armários, era uns armários cinza com uns 60 centímetros, não era para todos, porem tinha um premio para os alunos que se comportavam bem e tinham notas boas tinham um armário próprio por um mês, pelo meu feitiço, tinha o mesmo por 3 meses seguidos, isso fazia com que as pessoas da minha sala odiasse, não me importava. Eu guardava minha mochila, e pegava meu material para a primeira aula, minha mente viaja pensando em varias coisas, me tirando dali por um instante, foi quando percebi que tinha um garoto ao meu lado, só reparei nele quando ele me disse algo.
- Não sei porque te eles não gostam de você. - disse ele me olhando.
- Oque? - peguntei como se não tivesse prestado atenção no que ele disse.
- Esse pessoal da escola - disse ele - não entendo o porque não gostam de você.
- Prefiro assim, melhor temido e odiado do que amado.- eu disso voltando meu olhar para o armário.
- Eu não temo a você, e acho que eles também não. - disse ele fechando meu armário, fazendo eu o olhar no mesmo instante.
- Mas...- me aproximei dele. - Acho que você devia, solta a porra da porta do meu armário. - Ele ficou sorrindo e tirou sua mão da porta do armário.
- Eu só to querendo dizer...- disse ele fechando seu armário. - que eu não acredito no que falam de você, e que é besteira você deixar prolongarem isso.
- Como assim oque falam de mim? - perguntei intrigado.
- Que você mexe com bruxaria. - disse ele. - Você pode achar que eles não fazem ideia que você existe mas eles te notam, e pensam que te conhecem.
- Ninguém me conhece, não podem dizer no que acreditar ou não sobre mim. - disse olhando para ele. - Só eu me conheço e sei quem e o que sou, e isso basta.
- Se quiser pensar assim, porem digo que não é bom não ter alguém com quem conversar e que...
- E quem disse que quero alguém pra conversar garoto? - disse interrompendo ele. - E quem é você para querer me dizer algo?
- Eu? - disse ele sorrindo. - Me chamo Leonardo, mas pode me chamar de Léo se quiser conversar. - ele sorriu e saiu andando, não sei o porque, mas gostei daquele sorriso, por alguns instantes, logo voltei a mim, tranquei meu armário e me dirigi para o patio para esperar o sinal tocar e ir para a sala, enquanto isso ficava la e vendo as pessoas passando e me olhando. Já não me importava, só devolvia a encarada e eles logo desviavam os olhares com medo de mim. Por fim o sinal bateu e me fui direto para a sala, todos abriram caminho para mim passar primeiro, isso eu gostava, me sentia um rei e que eu mandava neles.
 



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