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História Magic Flowers - Imagine Kakashi e Obito - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Mochi Mochi!
boa leitura💜🦋

Capítulo 1 - Chapter I- Apresentation-


Fanfic / Fanfiction Magic Flowers - Imagine Kakashi e Obito - Capítulo 1 - Chapter I- Apresentation-

Chapter I- Apresentation-

Meu nome é S/n Uzumaki, tenho 16 anos e sou irmã de Naruto Uzumaki, . Somos muito diferentes pelo que as pessoas ao meu redor me falaram, eu nunca conheci o meu irmão apenas ouvi histórias sobre um garoto loiro jinchuuriki que apenas trazia problema para suas vidas, sinceramente, eu tinha nojo dessas pessoas.

Ok ok, vamos começar direito. Tudo começou a algum tempinho atrás, tipo um bom tempo atrás mais especificamente 16 anos atrás, na data do meu nascimento.

-Uma garotinha linda e saudável! – a parteira anunciava alegre com o neném recém-nascido chorando em mãos.

- Com licença, minha filha- Dizia meu pai com braços esticados e olhos lacrimejados – parecendo cachoeira-  tentando pegar a criança dos braços da mulher . Dramático como sempre – Olha Kushina, olha olha! Ela parece ter seu cabelo! Será que não vai ter nenhum traço meu não?? – ele fala parecendo decepcionado mas logo depois a coloca ao lado da mãe no travesseiro.

- Oi minha linda, você é nossa pequenina. Te amamos – Kushina sussurrava ao ouvido da criança que agora dormia tranquilamente logo imitando a atitude da mais nova membro da família.

Bem... naquela época tudo estava maravilhosamente bem.

- Amor! – minha mãe gritava do banheiro que a mesma havia ido devido a um enjôo, coisa que havia se tornado frequente. Meu pai que antes comia na mesa conversando sobre seu dia comigo  largou o prato na mesa e correu mais rápido do que a luz em direção ao banheiro onde minha mãe se encontrava, deixando apenas uma criança rindo por tamanha velocidade e desespero de seu pai.

Alguns minutos depois-

- Eu estou grávida! – minha mãe anunciava ainda no espaço pequeno do banheiro mas pulando de alegria

A cena era hilária pra quem via de longe mas pra mim era normal. Minha mãe pulava e gritava alegre pelo banheiro enquanto meu pai estava parado na porta com uma kunai na mão – que seria usada pra caso o grito da ruiva fosse de socorro – provavelmente raciocinando.

- Eu vou ser pai de novo? – ele repetia baixinho pela provavelmente décima vez – Eu vou ser pai!!- agora parecia que a ficha caiu e ele rapidamente pegou a ruiva pela cintura a girando no ar – Eu não poderia estar mais feliz ainda! Vão ser agora dois pestinhas correndo pela casa.

- Falando em crianças, você esqueceu a nossa filha lá em baixo de novo né? – Kushina dizia irritada pelo ato comum do marido esquecido que suava frio por partes que era melhor nem saber.

E lá foram os dois contar para a pequena garotinha que estava quase tão alegre quanto a mãe e ria a cada vez que seu pai gritava que iria ser pai como se a ficha caísse apenas naquele momento e sua mãe o repreendia falando que ele já havia falado aqui muitas outras vezes. Mas tudo parou, Minato parou de chorar de felicidade – por uma breve momento- e Kushina de repreende-lo quando escutaram a garotinha dizendo: - Eu vou amar ter um maninho! E ele pode se chamar Naruto como antes? – perguntava com um sorriso mais brilhante que o próprio sol.

Minato chorava mais ainda enquanto apertava sua filha apertado contra o peito.

Mas nem tudo é mil maravilhas...

Se passaram 8 meses da gravidez e de muita alegria para a família, além é claro de muita espera pelo garotinho – isso mesmo era um menino – seu nome seria Naruto, escolhido por sua irmã. Que logo que aprendeu a falar e ler melhor, quando saía da creche esperando por sua mãe ouviu pessoas comentando sobre a lenda de um herói da mitologia Japonesa que se chamava Naruto ( Autora- provavelmente não existe mas eu inventei ) a menina logo se encontrou com a mãe e lhe disse que tinha algo pra contar assim que chegassem em casa e encontrassem seu pai.

(Flashback On)

Em casa

- Papai, Mamãe, eu quero que meu maninho se chame Naruto! – disse ela sorrindo

Os pais estranhando a ação logo perguntaram:

- Por que filha? – Minato perguntou e a ruiva menor logo subiu na mesa que antes se apoiava para falar na altura do rosto dos pais

- Porque quando eu estava saindo da escolinha ouviu outras mamãe falando da lenda de um herói chamado Naruto, que tinha passado por muita dor e superou tudo se tornando um grande herói e meu maninho vai ser igual! Ele vai ser o meu herói e eu a sua heroína Dattebanya! – Falando logo correndo sobre a mesa abraçando o pescoço da mãe que soltava lágrimas de alegria

- Claro que ele vai se chamar Naruto minha pequena!

- Com certeza, é um lindo nome filha!

Aquele dia havia terminado com kushina e Minato convidando os avós da pequena garotinha que gritava de empolgação ao saber que viria seus avós paternos novamente. Jiraiya e Tsunade não demoraram muito pra arrumarem tudo e partir em direção á casa de seu filho Minato que brincava com s/n para acalmar a mesma. Logo chegaram e todos riram e se divertiram horrores, encerrando a noite com chave de ouro, quero dizer, com chocolates quentes, pipoca, coberta e filmes de comédia infantil que acabavam divertindo todos.

(Flashback Off)

Outro mês havia passado voando tão rápido que nem seu pai havia visto, esse havia sido mais difícil, por ser o último mês de gravidez as dores ficaram cada vez mais fortes e Naruto nasceria a qualquer momento. Meu pai era o yondaime e ficou muito ocupado com seu trabalho, por mais que implorasse para o conselho alguns dias de folga para ficar com sua família o mais velho sabia que tinha que fazer aquilo pois era seu trabalho como hokage e protetor da vila.

- Não se preocupe Kushina, são coisas normais que acontecem durante o último mês, sei que não é fácil controlar as dores mas logo tudo ficará bem e teremos uma outra criança bagunçando a casa – dizia Tsunade tentando acalmar a Nora que reclamava das insuportáveis dores em sua barriga gigante digna dos nove meses.

- Aqui meu amor, achei o que estava procurando – Jiraiya falava adentrando a sala com um sapinho em mãos estendendo para a garotinha ruiva que brincava com alguns carrinhos quietamente no cantinho da sala – como prometido – falava se referindo á promessa de meses atrás falando que iria achar seu brinquedo favorito de mais novo e restaurá-lo para sua netinha.

- Uau vovô é tão fofinho- dizia com seus olhos brilhando correndo em direção ao avô pedindo colo – eu posso brincar?

- Claro que pode, vem cá! – se sentou em uma cadeira e puxou a pequena para seu colo – o sapo chefe vai te pegar hahah – fazia cócegas em sua barriga se delirando com a risada fofa de criança.

Dia 10 de Outubro –

Havia chegado o dia tão esperado, o dia que assim que minha mãe acabou de cozinhar o almoço quase caiu no chão se não fosse meu pai com sua velocidade a segurando. Uma das frases que todos queriam ter escutado foi dita: A bolsa estourou!

Minha vó e meu vô  estavam em casa, na verdade passaram aqui os últimos dias/meses auxiliando minha mãe e ajudando a cuidar de mim. Todos correram para o hospital e logo foi iniciado trabalho de parto, eu estava do lado de fora balançando meus pés ansiosamente enquanto segurava forte o sapo do vovô inalando o cheirinho doce de sabão e doces que tinha.

Naquele dia eu estava muito feliz, a enfermeira havia chegado e avisado com alegria estampada em seu rosto: 

-É um garoto muito saudável, faremos alguns exames e acalmaremos o pai da criança e logo todos estarão aqui pra verem o bebê.- Agradecemos a jovem que logo se retirou e esperamos com ainda mais ansiedade.

Mas ao invés da minha mãe e meu pai chegando felizes na nossa frente a única coisa que chegou á nossos ouvidos foram choros de criança e altos barulhos de explosão e destruição vindo da vila o que significava apenas uma coisa: a vila estava sendo atacada.

Meu avô logo saiu correndo desesperado querendo saber o que houve e minha vó tentava me ajudar com as lágrimas que não se cansavam de cair imaginando o pior.

E o pior realmente aconteceu, meus pais acabaram morrendo na minha frente pela raposa de nove Caudas. Cujo a mesma foi selada em nós dois, metade em cada um assim Naruto não sofreria sozinho e eu poderia também ajuda-lo pois com a Kurama em nós dois estávamos sempre ligados, como um fio mágico que poderia se embaraçar mas nunca se romper.

Minha avó logo tratou de adotar eu e Naruto e ela cuidou de nós por maravilhoso três anos mas infelizmente, meu avô Jiraiya não podia ficar sempre cuidando de nós três. Ele e Tsunade acabaram se separando, minha avó me pegou e cuidou de mim pelo fato de eu ser considerada uma prodígio do clã Uzumaki, seria mais fácil pois não tinha a mesma disposição para cuidar de uma criança e o mesmo serve pra Jiraiya ,afinal, mesmo estando com ótima saúde ainda eram idosos e cuidar de crianças dava trabalho então deixaram meu irmão sob os cuidado do terceiro Hokage da aldeia da Folha, eu não confiava naquele velhote de maneira nenhuma mas o que uma criança de 7 anos poderia falar contra um hokage escolhido pelo segundo?

Eu viajava sempre com minha vó pelas aldeias e vilarejos, eu até gostava daquela vida... ah esqueci de falar, essa é a história de como eu me tornei a maior kunoichi da geração ninja ou como alguns me chamam:

A rosa de Konoha 


Notas Finais


Arigato


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