História Magic Shop - Capítulo 10


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Jikook, Namjin, Sope, Taekook, Taekookmin, Taeminkook, Vkookmin, Vmin, Vminkook, Yoonseok
Visualizações 264
Palavras 2.666
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Fluffy, Lemon, LGBT, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Slash, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Agradecemos aos favoritos e a todos que comentam!!! :D


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Capítulo 10 - Capítulo 10


Fanfic / Fanfiction Magic Shop - Capítulo 10 - Capítulo 10

 

Namjoon observava Seokjin com o lábio inferior projetado para frente e não podia deixar de pensar como ele ficava adorável daquela maneira.

— Estou preocupado! Já são onze horas e nada dele!

— Ai, Jin… Ele é adulto. — Namjoon suspirou pesado. — Deve ter ido passear um pouco…

— Como você pode ser tão descansado?! E se Kookie estiver em perigo?!

— Ele mata o perigo.

Seokjin bufou, revirando os olhos e pegando um pedaço do bolo que tinha feito. Não queria admitir, mas estava uma mistura de preocupação e inquietação, não só por conta de Jungkook, mas de tudo.

— Você está se mexendo demais…

— Sinal que estou vivo! — disparou o mais velho.

— Não, sinal de que está ansioso.

O mago estalou a língua e largou o pote que mexia, dando a volta na mesa e virando Seokjin na sua direção. O moreno pareceu querer resistir, contudo nada fez, somente fitou o mais alto de uma vez.

— Jin, vamos sair.

O mais velho piscou confuso. Como assim sair? O que Namjoon estava querendo dizer com aquilo?

— Sair para onde? E Jungkook?

— Você está ansioso — repetiu o loiro. — E eu sei uma forma de relaxarmos juntos.

— O último que me disse isso, eu comi bonito.

Namjoon fitou o filósofo por alguns segundos, somente para mostrar com a piada tinha sido ruim e depois se virou, pegando o seu chapéu.

— Vamos, não temos o dia todo.

— Que ir com você o que?! E Jungkook? Temos que esperá-lo!

— Não! Ele é adulto e vai chegar na hora que quiser — afirmou o loiro. — Vamos indo!

— Eu não vou!

A fala de Seokjin foi pausada, mas não gerou nada em Namjoon, que somente segurou no braço do outro e o fez fitar.

— Você pediu minha ajuda, não foi? Então, por que dificulta tudo?! — perguntou o loiro, o mago irritado. — Pede para eu pegar a caixa e tem medo de abrir. Pede para eu te ajudar com as loucas paixões, mas tem medo de descobrir o seu passado. Mas, advinha? É a única maneira, então pare de atrapalhar algo que é para o seu bem e me ajude a te ajudar.

Seokjin ficou surpreso e confuso. Da onde tinha saído aquela chama interna em Namjoon? Era engraçado, mas não sabia muito do loiro e agora estava curioso. Parecia uma boa chance de descobrir um pouco sobre o mago e também sobre si, certo?

Ele esperava que sim, pois não demorou para estarem fora daquela casa, seguindo em direção ao centro da cidade.

Mas, Seokjin não estava muito contente. Ele tinha medo do que poderia acontecer com Jungkook quando estivesse fora ou então o que poderia acontecer consigo mesmo quando realmente descobrisse sobre o seu passado. O que faria se tudo fosse ainda pior do que estava sendo? Não saberia lidar com as coisas se elas piorassem ainda mais.

— Não faz essa cara eu quero te ajudar — afirmou o mais alto. — Acho… que tenho um feitiço para nublar o seu poder.

O mais velho arregalou os olhos e fitou Namjoon de uma vez. O loiro sorriu, mudando a marcha do carro e fingido não perceber o mais velho pronto para começar a gritar dentro do automóvel.

— Como assim?! Você disse que não sabe a origem do meu poder! Você descobriu?! Namjoon, por favor, e-

— Calma! — pediu o loiro, olhando de relance para o outro, que pareceu perceber e respirou fundo. — Eu ainda não sei de onde vem o seu poder, de verdade, mas…

— Mas?

— Acho que descobri um feitiço para disfarçar seus… atrativos?

— Você vai me deixar feio?!

Namjoon riu alto e logo viu Seokjin cruzar os braços e projetar o lábio inferior outra vez para frente. De certa forma, o mago amava quando o professor reagia daquela maneira as coisas que o irritavam.

— Eu provavelmente seria preso por crime contra a humanidade se te deixasse feio, Jin.

A fala de Namjoon foi tão tranquila que o mais velho o fitou surpreso e logo em seguida sentiu as bochechas esquentarem. Era estranho ouvir um elogio verdadeiro, que não fosse de alguém apaixonado por um poder estranho que tinha dentro de si.

— Não vou te deixar feio, mas… é tipo um repelente — explicou o loiro. — Como se tivesse uma camada de proteção na sua pele, sabe? É usada mais para proteger contra feitiços, mas ‘tô pensando em fazer uma versão mais leve para você e testarmos se funciona.

Seokjin concordou com a cabeça, surpreso.

— Mas e as pessoas que… eu já toquei?

— Então, eu estava estudando, diferente de você e Kookie que não leem os livros que eu pedi para ler. — O mais alto viu Seokjin pronto para rebater a bronca, mas sacudiu uma das mãos para que o moreno nada falasse. — Enfim, eu estava lendo sobre poderes do toque… e acredito que o que você tem, emana de dentro de você, sabe? Tipo uma força atrativa, então acho que se esse feitiço der certo, vai cortar os efeitos. Pensei em testarmos na sua vizinha, eu ia te levar mais tarde e tal…

O professor quis chorar. Ele tinha sim pago uma quantia alta para Namjoon, mas ele estava tentando e por vezes ficava até tarde no escritório pensando em algo ou lendo livros e mais livros para ajudá-lo. E, agora, talvez tivesse uma solução para o seu problema e nem sabia como agradecê-lo por isso.

— Você não vai chorar, né?

— Quê? Não! — Seokjin falou, passando disfarçadamente os dedos abaixo dos olhos para evitar que a lágrima escorresse de uma vez. — Eu… não tenho como agradecer, Joonie.

Namjoon sorriu.

— Você ainda nem sabe se dará certo…

— Mesmo se não der… você está tentando e é tudo o que eu preciso saber.

A música lenta que partia do rádio tinha atingido o seu ápice e Namjoon não pode deixar de fitar Seokjin com outros olhos naquele instante. Até o momento, tinha o visto como alguém desesperado e depois, protetor com Jungkook, também havia a faceta que fazia piadas ruins, contudo agora o via como um amigo, como alguém que não se importava em ajudar, pois sabia que seria retribuído quando necessitasse. Ele então sorriu consigo mesmo, afinal há bastante tempo não tinha amigos.

— Jin?

— Sim… — Seokjin fitou o mais alto, que em seguida estacionou o carro no parque. — Eu acho esse parque lindo, há um tempo não venho… com medo de machucar as pessoas.

O mago piscou confuso.

— Você não machuca as pessoas, Jin.

— Machuco sim. Olha minha vizinha, ia se separar do marido… por mim? — Seokjin suspirou pesado. — Eu ia destruir uma família por causa dessa coisa. Isso não é certo, Joon.

— Eu prefiro Joonie.

O filósofo pareceu confuso por um instante, mas acabou sorrindo e concordando com a cabeça. De alguma maneira, Namjoon sempre o fazia sorrir, mesmo que fosse um pouco e também era agradecido por isso.

— Jin, esse seu poder, não é sua culpa — afirmou o mais alto. — Você não faz de propósito.

— É…

— Ei! Nada de desânimo! Vamos fazer isso dar certo!

O professor sorriu e concordou. Era bom ter alguém o animasse daquela maneira.

— Okay, agora eu preciso saber de algo sério — afirmou o loiro, passando a língua no lábio inferior. — Você gosta de mim, Jin?

Seokjin franziu a testa, confuso.

— Como assim?

O mago suspirou pesado.

— Você leu o livro que te dei sobre o poder do amor?

— Sim…

— Você leu todo?

— Algumas partes — afirmou o mais velho. — Espera, aquilo é real? Achei que era tipo uma ficção de magos e feiticeiras?

Namjoon revirou os olhos.

— Não é ficção, é a realidade — garantiu o mago. — A magia fica mais forte quando as pessoas que a manipulam sentem algo pelo outro, mesmo amizade.

— Uau… espera, aquilo do poder do beijo e do sexo… aquilo tudo é real?!

O mais alto concordou com a cabeça.

— Okay, hora da confissão — disse o mago. — Eu tinha um amigo e nós treinávamos juntos nossa magia, né? De início estava okay, mas depois queríamos tentar feitiços mais fortes e começamos a nos beijar…

— Eu já sei onde isso termina — comentou Seokjin, rindo. — Com vocês arranjando desculpa para transar dizendo que era para os feitiços.

— Mas era! — Namjoon acabou rindo da forma como Seokjin parecia se divertir com a história. — Contudo, certo dia ele me pediu em namoro e cara, nossa magia ficou super foda e forte.

O mago sorriu com a lembrança e nem percebeu que fitava um dos anéis que tinha no dedo. Seokjin imaginou se tinha sido o outro mago que tinha lhe dado a joia.

— E cadê ele agora?

— Somos de mundo muito diferentes — afirmou o mais alto. — Ele tem uma grande família e um grande clã, eu… sou eu.

O professor pareceu confuso. O que Namjoon queria dizer com aquilo?

— Não entendo, o que família e clã tem relação com isso tudo?!

Namjoon riu.

— Tem tudo a ver, Jin — disse o mais alto. — É como no mundo dos comuns, você não vê ricos se envolvendo com pobres.

— Mas… você não é pobre.

— Não importa para eles, eu só sou um dono de lojinha sem nome ou família para eles.

Seokjin não soube o que realmente dizer, mas não gostou de ouvir aquilo. Namjoon não merecia um tratamento daqueles somente por causa da forma como outros o julgavam. Era muito errado e odiava saber que aquele maravilhoso homem tinha sofrido tais coisas.

— Enfim, então você sente carinho por mim, certo? — Namjoon viu o outro concordar com afinco. — Então, vamos. É sempre mais fácil fazer feitiços assim, próximos da natureza, ela sempre dá uma forcinha e um pouco de magia a mais.

O mais velho concordou, saindo do carro em seguida, porém sua mente ainda estava cheio de dúvidas, ainda voltando a história sobre Namjoon não namorar aquele homem que tanto parecia gostar somente por conta de família e clã; era tanta idiotice; odiava esse tipo de coisa.

— Ei… Você não é só dono de uma lojinha — Seokjin disse, quando caminhavam para o ponto onde Namjoon sempre fazia seus feitiços, quando necessário. — Você não disse era o Chefe Regional? Isso parece ser uma grande coisa, ainda mais na sua idade… Eu acho.

Namjoon sorriu, jogando seu cabelo para trás com a mão. Seokjin percebeu que era a primeira vez que o via sem chapéu do lado de fora; dentro da casa obviamente já tinha ocorrido algumas vezes. Ele não sabia se o uso do chapéu era obrigatório ou não para magos e feiticeira, contudo sabia que o outro ficava lindo com ou sem o acessório.

— Sim, eu sou o Chefe Regional, mas o pai dele…

— Não importa, foda-se o pai dele, Namjoon! — interrompeu o mais velho, irritado outra vez com a família daquele tal namorado.

— O pai dele é o Imperador — completou o loiro.

Seokjin arregalou os olhos e parou no lugar, surpreso. Como assim o Imperador?!

— Eu disse, são mundos bem diferentes.

Namjoon voltou a caminhar e Seokjin se sentiu mal. Ele não queria trazer lembranças ruins ao mago, na verdade, seu instinto era de também protegê-lo assim como fazia com Jungkook, então perceber que o outro estava magoado, fez com o que seu coração se apertasse um pouco.

— Não importa que seja Imperador, grande merda!

O loiro parou de repente e segurou o braço de Seokjin de supetão, não foi com força, mas o moreno acabou se assustando com o impacto do seu corpo contra o do outro.

— Jin, não fale isso alto, você não sabe quem está escutando — afirmou Namjoon, com a boca bem próxima do ouvido do outro, que ficou um pouco assustado com o aviso. — Se você for preso por traição, eu não tenho como te salvar e… eu não quero isso.

O filósofo então fitou o mais alto, engolindo a seco. Tinha seriedade na expressão de Namjoon, contudo tinha algo a mais, uma certa preocupação e o professor também jurou perceber o carinho. De alguma maneira, foi bom notar que não precisava do seu poder para que as pessoas gostassem dele somente como amigos.

— Desculpa…

— Viu? Se você lesse as coisas que mando, não teria errado.

O mais alto voltou a andar e Seokjin estalou a língua, arrependendo-se de ter se preocupado com o outro — nem tanto, mas resolveu tentar enganar sua mente a afirmação.

Quando chegaram no ponto indicado, Seokjin olhou em volta, sorrindo para as árvores. Ele sempre gostara da natureza e de admirar cada aspecto dela; será que tinha relação com a magia dentro dele? Aquilo era uma outra coisa que ainda não sabia dizer.

— Joonie?

Hn? — O loiro estava distraído ao retirar algumas coisas da bolsa. — Que foi?

— Existe… só um Imperador?

O mago riu. Seokjin realmente não tinha lido o livro que dera para ele.

— Você, como um filósofo, é um leitor bem preguiçoso.

— Ah, que absurdo! Eu estava lendo o livro do amor lá, okay? Por sinal, essa coisa é bem espinosista, hein?

— Espinosa era mago.

Seokjin arregalou os olhos e levou a mão a boca, surpreso.

— Sério?!

— Muita gente importante era possuidora de magia — afirmou o mais alto. — Platão, Beethoven, Da Vinci… Por sinal, muitos renascentistas eram magos, por isso eram tão inteligentes.

Wow! Van Gogh era mago?!

— Não, ele não.

— Ah, triste — comentou o mais velho, tirando um sorriso do loiro. — Achei que vocês, quer dizer… nós ficássemos escondidos no mundo, para ninguém descobrir das coisas, entende?

— Olha, não muito… Agora nos disfarçamos em grandes empresários. Por exemplo o Imperador dos países Asiáticos, para os comuns, é um grande empresário multimilionário. Ah, e isso responde sua pergunta: existe mais de um Império; eles são separados por continentes.

— Nossa… quem comanda a África e a América deve ter um trabalhão.

— Sim, eles têm, mas em compensação são os Impérios Mágicos com mais forças.

— Opa, até que fim os humilhados foram exaltados.

— Quem comanda a América é um estado-unidense.

Seokjin estalou a língua.

— Que merda, então é igual ao mundo comum, sem graça demais.

— Cuidado com o que você fala, Jin. Sério — alertou o mais alto. — Lá em casa está liberado, por aqui em um espaço aberto, é melhor não falar essas coisas, tudo bem?

O mais velho expirou com força.

— Isso parece mais uma ditadura do que qualquer outra coisa.

— Seokjin! — Namjoon gritou dessa vez, aproximando-se do mais velho, fazendo-o o fitar no mesmo instante. — Isso não é brincadeira, okay? O que você acha que aconteceu comigo por me envolver com o filho do Imperador, hein?! Do nada minha loja começou a ser atacada, clientes nunca mais voltaram… e eu quase perdi tudo! Então, pare de falar essas coisas, por favor!

— D-desculpa.

Namjoon bufou e somente se virou, voltando a sua bolsa. Agora, estava irritado! Ótimo!

Seokjin ficou sem saber ao certo o que fazer, então se recostou em uma árvore e permaneceu em silêncio, sentindo-se culpado por ter feito Namjoon, que quase não ficava irritado, ficar irritado. Tinha que aprender a escutar os outros para coisas como aquelas não voltarem a acontecer.

Os minutos seguintes os dois ficaram calados, Seokjin pensando em como faria para pedir desculpas e Namjoon preparando tudo para o feitiço. O mago queria poder dizer que estava doido para se livrar logo do professor, contudo não era exatamente a verdade; no final das contas, gostava do filósofo.

— Você conhece o trabalho de Espinosa, certo? — Namjoon questionou, ainda e costas para Seokjin.

— Sim… Meu TCC foi sobre ele.

Hm.

O mais velho esperou mais alguma coisa, mas Namjoon nada disse e somente se virou realmente para o moreno minutos depois, com um frasco de vidro na sua mão.

— Vem cá, Jin.

O filósofo assim fez, ficando de frente para o mais alto, passando a língua no lábio inferior, um tanto nervoso com o que quer que fossem fazer; confiava em Namjoon, contudo ainda tinha um grande medo em relação a tudo aquilo de magia.

— Nós vamos começar o ritual agora.

Seokjin concordou com a cabeça, pedindo a quem quer que fosse, que finalmente pudesse se livrar daquele poder que sinceramente era mais um fardo do que qualquer coisa.

Ele somente queria a sua vida de volta e torcia para que dessa vez tudo desse certo.

Tinha que dar certo.

 

***

 


Notas Finais


O mapa do início com qualidade um pouco melhor:
https://twitter.com/giseledute/status/1193196531572232196

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E, por favor, deixem comentários com as suas opiniões; amamos lê-los.

Até amanhã ;*


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