História Mágica - Capítulo 1


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Categorias GWSN
Personagens Lee Seoryoung (Seoryoung), Miyauchi Haruka (Miya)
Tags Circo, Gwsn, Irrá, Miya, Namoradinhas, Seoryoung
Visualizações 6
Palavras 1.155
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: FemmeSlash, Ficção, LGBT, Magia, Musical (Songfic), Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Mais uma vez eu fazendo fic depois de ouvir música. Eu comecei a gostar de gwsn um pouco antes do último comeback, então decidi fazer uma fanfic delas. Acho que vai ter no máximo uns cinco capítulos, e parece que vai ser minha primeira fic que não é uma one shot que eu termino. Espero que gostem :)
P.s: ainda não sei fazer uma boa formatação pelo celular affe
P.s.2: a procura de uma capista, pq eu não queria deixar a fanfic sem uma imagem e só deixei essa foto.

Capítulo 1 - O começo


Fanfic / Fanfiction Mágica - Capítulo 1 - O começo

O circo Gongwon Sonyeo estava tendo mais uma das suas apresentações. Adultos e crianças riam do número atual, os palhaços contavam piadas e brigavam entre si, até que o número terminou com um dando um tapa na cara do outro e correndo para fora do picadeiro.

O mestre de cerimônias chegou logo em seguida, com seu típico colete vermelho, cartola e microfone com fio. Ele se chamava Kang Junghoon e estava nos seus quarenta e poucos anos.


- E esses foram o Bimbop e o Bimbap! - sim, nomes não muito originais - engraçados não? Agora querem ficar impressionados? Vamos lhe mostrar um número de escapismo com o Mágico Haru e sua assistente Miya!


O senhor Haru se apresentou com sua típica roupa de mágico e sua preciosa capa. Miya usava uma roupa parecida, mas sem a capa, e em tons de vermelho e vinho. Os dois eram pai e filha, e se apresentavam juntos desde que ela era criança, a mãe de Miya era a antiga assistente, mas não fazia muito tempo que ela havia morrido depois de ter ficado muito doente.


- Boa noite senhoras e senhores, hoje eu irei tentar escapar de um baú, e eu estarei acorrentado dentro dele em menos de cinco minutos! Miya por favor, traga os objetos.


A garota foi nos bastidores e trouxe o baú de madeira numa espécie de carrinho de metal, pois ele era pesado. Dentro dele estavam as correntes, os cadeados, uma ampulheta e um grande pano preto.


- Precisamos de alguns voluntários para ver se os equipamentos são verdadeiros, alguém gostaria de vir me ajudar?


 Várias mãos estavam levantadas na platéia, Miya trouxe apenas quatro pessoas, duas garotas e dois garotos, o quarteto parecia estar nos seus quinze ou dezessete anos.


- Digam os seus nomes por favor jovens. 

- Eu me chamo Ae-ra, e essa é minha irmã Boram - Boram estava atrás da irmã - ela é um pouco tímida.

- Eu me chamo Bonkuk.

- E eu Sangho.

- Palmas para os nossos voluntários!


O barulho dos aplausos encheu o circo. Todos pareciam animados para ver o que aconteceria.


- Por favor, olhem e toquem os objetos.


As meninas decidiram começar pelo baú, elas o abriram e começaram a tocar ele por dentro e por fora, com certeza procurando algum fundo falso. Sangho puxava as correntes tentando ver se uma delas quebrava facilmente, e Bonkuk verificava todos os cadeados, puxando a parte da alça, também vendo se eles podiam ser destruídos. 


- Já acabaram senhores e senhoritas? - todos eles concordaram - muito bem, obrigado meus jovens, palmas para eles pessoal!


Miya estava surpresa com o quanto aquelas pessoas tinham disposição para bater palmas.


- Okay, agora vamos começar o show!


Uma música tocava no fundo para animar o número. Miya colocou as correntes nos braços e pernas do pai, e depois colocou os cadeados. Para demonstrar que ele estava preso ele tentou se mexer, não conseguindo. Ela tirou o pano e a ampulheta e ajudou Haru a entrar no baú e depois o trancou com um cadeado, para logo em seguida virar a ampulheta, que marcava os cinco minutos. Quando toda a areia desceu para o recipiente de baixo Miya pegou o pano e subiu no objeto de madeira, deixando ela e o baú cobertos. Depois de balançar o tecido por alguns segundos ele cai, deixando todos surpresos. Haru estava em cima do baú com as correntes enroladas no corpo. Ele desceu e abriu o baú, com sua assistente saindo dali, fazendo o público reagir fervorosamente. Ambos se curvaram em agradecimento, recolheram tudo e saíram dali.


- Vamos filha?

- Espera pai, eu quero ver uma coisa.

- Eu sei muito bem o que você quer ver - o homem riu, fazendo Miya revirar os olhos - eu vou para o trailer fazer o jantar, pode ficar no meu lugar na hora do encerramento.


O senhor Kang voltou com o microfone, pronto para anunciar o próximo número.


- Impressionados não? Até eu fiquei nervoso - mentiroso, Miya pensou, afinal o senhor Kang via esse número mesmo antes da garota nascer vinte anos atrás - agora vamos ao nosso último número - um coro de desapontamento encheu o lugar - infelizmente tudo que é bom dura pouco, agora vamos ver a nossa equilibrista, Seoryoung!


Ela apareceu sorrindo, com seu body rosa de mangas longas, uma saia no meio das coxas, uma tiara cheia de espirais e um pequeno guarda chuva. 

Um sorriso cresceu no rosto de Miya, Seoryoung havia chegado fazia cinco meses, ela foi introduzida como sobrinha do senhor Kang, e nova equilibrista do circo. Desde então ela conquistou o coração da filha do mágico, mas Seoryoung não falava com quase ninguém do circo, apenas com o tio e com a Soso, a taiwanesa malabarista, e isso deixava Miya com um pouco de inveja da estrangeira.

O número começou com um instrumental de balé, com a equilibrista subindo na escada do poste onde uma fina corda estava amarrada à outra coluna. Abrindo seu guarda chuva, ela começou a andar na corda fazendo graciosos passos de balé. Todos que estavam embaixo estavam focados em cada movimento dela, até uma hora em que parecia que ela iria cair, causando espanto e alguns suspiros assustados, mas era apenas uma pirueta, o que causou alívio. No final ela chegou à outra ponta e fez sua curva de agradecimento, recebendo os aplausos dos espectadores.

Depois que ela desceu o mestre de cerimônias veio para fazer o encerramento do espetáculo.


- Bem, esse foi o nosso espetáculo, gostaria de agradecer a todos os presentes, nós sempre nos esforçamos o máximo para levar alegria para aqueles que vêm apreciar o nosso trabalho, e mais uma vez, muito obrigado!


Então todos que tinham se apresentado no dia vieram para o agradecimento final, quando seguravam suas mãos e faziam todos juntos uma curva de agradecimento, fazendo as palmas finais acontecerem. Depois de todos irem embora, as pessoas no circo se dividiram. As responsáveis pela limpeza e manutenção ainda estavam dentro do picadeiro, enquanto os outros iam na direção da parte de trás, onde vários trailers e tendas estavam. Era onde os artistas descansavam, e parecia uma mini vilarejo. No caminho para ir ao seu trailer, Miya viu o pequeno guarda chuva rosa de Seoryoung no chão. Ela abriu e fechou para ver se ainda funcionava, e sim, estava funcionando. Será que ela tinha deixado cair? Miya foi em direção à tenda da outra garota, feliz que finalmente poderia falar com a equilibrista. Ela estava tão empolgada que nem pensou em bater no sino que tinha na tenda azul de Seoryoung, entrando com tudo.


- Seoryoung, eu achei o seu guarda chuva e …


As palavras sumiram no momento em que Miya a viu. A outra estava usando apenas uma camisola de seda, mas esse não foi o motivo do silêncio repentino. Foi o choque em ver todos os roxos e machucados que Seoryoung tinha nos braços.


Notas Finais


Obrigada se leu até aqui e views em red sun: https://youtu.be/nRXqf7mBJtY


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