História MagiNation: Maravilhas de um mundo de lendas - Capítulo 15


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Categorias Histórias Originais
Tags Mundo De Magia
Visualizações 10
Palavras 929
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Violência
Avisos: Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oieeee! Tudo bem pessoal? Estou passando para deixar mais um capítulo! Mais tarde sai mais um!!

Capítulo 15 - O jornada esconde surpresas


Fanfic / Fanfiction MagiNation: Maravilhas de um mundo de lendas - Capítulo 15 - O jornada esconde surpresas

Amanheceu. Um dia se passou de nossa jornada, faltava ainda treze para chegarmos ao nosso destino ao norte, a fogueira tinha apagado por falta de combustível, todos estavam acordando e tivemos uma surpresa.

-Tinha que ser com a gente? -Hélio pergunta isso enquanto caçadores armados estavam apontando suas armas para nossas fuças, cerca de vinte, com o dedo no gatilho para fazer um estrago.

-Podemos resolver isso na conversa -disse Benjamin.

-Ou na porrada -disse Benimaro.

-Do jeito que vocês quiserem -eu disse

-Calem a boca! -todos os caçadores disseram.

Todos carregaram as armas e reapontaram para nossas cabeças.

-As armas não estavam carregadas?! AGORA LASCOU! -Hélio podia ser um gênio mas demorava para sacar as coisas.

-Todo mundo calado! -disse um dos caçadores- vocês usurpadores de terra não vão usar de nossas terras para seu sustento! -ele era já um senhor de idade, vestia roupas de camponês e a espingarda dele parecia velha, mas do mesmo jeito, mortal- ouviram!? Não vão!

-Meu senhor -levantei as minhas e levantei, com medo de atirarem em mim- estamos apenas de passagem, somos viajantes.

-Se são viajantes, por que não foram até a cidade para o vilarejo e se alojarem lá? -disse um caçador, dessa vez gordo e com um bigode cheio, seguido de vários “É mesmo? Por que?” ditos pelos seus companheiros.

-Por que… -pensei por um momento e vi a neve do local- ah! Vocês sabem! A neve… o frio! Isso, o frio! Estávamos com muito frio e cansaço, nossos corpos tremiam e decidimos parar aqui para nos recuperar.

Todos da equipe assentiram como se fosse a mais pura verdade, por que era a mais pura verdade na verdade, e sorrimos. Os caçadores também não fizeram trabalho para entender, questionaram se os casacos não nos esquentavam e dissemos que não o bastante. Depois de uma conversa amigável decidiram nos levar até o vilarejo e prover água e comida para nós. Estávamos na parte de alimentação do hotel, todos sentados à mesa com os caçadores e rindo muito com o velho caçador que descobrimos o nome, Billy.

-Então, é você que lidera a cidade Sr. Billy? -perguntou Benimaro enquanto comia um pedaço de carne assada que tinham o oferecido.

-Não, eu não lidero a cidade, só provenho a comida que podemos caçar -ele ajeitou o chapéu e continuou- sou o caçador mais velho do vilarejo e esse é meu dever enquanto os Goulding garantem nossa existência no mapa.

-Goulding? Quem são eles? -perguntou Hélio.

-É uma família da Cidade do Porto, ela nos ajuda a manter a economia da cidade. Com a tecnologia que nos fornecem, cuidamos para que as nossas plantações não sejam infestadas por pragas. Essas pragas de hoje em dia… parece até que foram criadas do inferno!

Eu ouvia aquela história com atenção e fui assimilando alguns pontos a outros. O vilarejo estava em época de inverno e como aquelas pragas poderiam atacar até na estação mais rigorosa do ano? Pois é, era bem estranho.

-Ben, pode me dizer se podemos desviar o nosso curso para a Cidade do Porto? -perguntei.

-Olha, eu não sei… -ele parou para pensar- entendo, daria sim, eu calculei caso tivéssemos um imprevisto de quarenta e oito horas, a Cidade do Porto fica na diagonal da nossa trajetória, isso quer dizer que não vamos perder tanto tempo.

-O que vocês pretendem fazer lá? -perguntou um caçador da mesa.

-As pragas que atacam suas plantações tem que ser mágicas de alguma forma, por que nenhuma aguenta o frio daqui. Nós iremos para ajudar os Goulding a resolver essa questão.

Dito e feito. Logo de manhã partimos para o litoral, reabastecidos e com um porto seguro caso acontecesse alguma coisa com a equipe. Doze dias agora era o nosso prazo e não poderíamos arriscar nada, tínhamos que resolver o caso do vilarejo e garantir o sucesso da missão.

Chegar na cidade foi fácil, tivemos apenas que virar na direita ao invés da esquerda na última encruzilhada. A Cidade do Porto era bem grande é magnífica, ficava atrás de Maginia em recurso mas do mesmo jeito muito bela. A economia era muito ligada ao porto cidade e das mercadorias que os navios traziam, era um escoadouro para todo o país do leste. Demos algumas voltas até pararmos e estacionarmos a nossa carroça na praça da cidade. Fomos atrás de informações para saber onde ficava a família Goulding, descobrimos que eles trabalhavam nas docas como pescadores e partimos para lá.

Avistamos um navio descarregando mercadorias no cais e decidimos por nos aproximar. Todos os trabalhadores vestiam as mesmas roupas, um uniforme de marinheiro com um casaco bem reforçado (as tempestades marítimas são as piores) e um emblema dourado de um “G”. Associamos a letra com a família e fomos atrás do capitão. Foi fácil achar o líder daquela embarcação, ele tinha uma barba grisalha, prevalente pela idade, e um quepe diferente dos de todos.

-Senhor, com licença, é o capitão desse barco? -Perguntou Benimaro.

-Sim, Capitão Smith às suas ordens!

Conversamos um pouco com o capitão e ele nos guiou até a casa dos Goulding, que na verdade era uma mansão bem elaborada e com detalhes marinhos como pilastras com decorações de recifes de corais e por aí vai. Fomos bem recepcionados e comunicaram ao chefe a nossa presença. Sete minutos se passaram e vimos a o patriarca descendo as escadas e se colocando em nossa frente.

-Boa noite senhoras e senhores, o que vieram fazer em nossa humilde casa? Me digam! -disse um garoto com traços asiáticos de possivelmente dezesseis anos vestindo uma roupa de comandante.


Notas Finais


Obrigado por terem lido! Gostaram da história? Estão gostando do rumo que ela está tomando? Deixa o seu comentário se acha que posso melhorar! Até mais tarde! Não esqueçam de compartilhar, quanto mais vocês mostram que gostam da obra mais eu tento dar o meu máximo!


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