História MagiNation: Maravilhas de um mundo de lendas - Capítulo 16


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Categorias Histórias Originais
Tags Mundo De Magia
Visualizações 11
Palavras 1.144
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Violência
Avisos: Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oieee gente! Estou passando mais uma vez para deixar mais um capítulo, cumprindo a minha promessa de dois capítulos ontem e dois capítulos hoje. Deu trabalho hein kkkk. Muito obrigado pela colaboração de vocês! Leiam até as notas finais!

Capítulo 16 - Ajuda amiga para começo de massacre


Fanfic / Fanfiction MagiNation: Maravilhas de um mundo de lendas - Capítulo 16 - Ajuda amiga para começo de massacre

Já tinha visto de tudo mas chefe de família adolescente era outra história. Do alto da escada o garoto veio descendo cada degrau com um sorriso no rosto e falando alegremente coisas do dia a dia como “ah, temos visitantes” ou “forasteiros! Uuh! Que excitante!”.

-Quem são vocês meus caros e de onde vem?

Explicamos que éramos de Maginia e estávamos em uma jornada norte mas antes tínhamos passado por um vilarejo que comentou sobre a família do mesmo.

-Ahh! Você deve estar falando de SmallTown, sim, é a nossa família que tenta ajudar a cidade não ser varrida pelo mapa. Parece que até o nome dela já está sendo esquecido, que lástima.

-Olha, meu senhor senhor -James tomou a frente e já ia falando até que o garoto o para.

-Senhor não! Me chame de Akame, estamos todos entre amigos.

-Ah sim, claro, Akame -ele assente com a cabeça- as pragas que vem atacando SmallTown por acaso alguma ligação com o norte?

A sala inteira parou, os funcionários pararam de trabalhar e nos fitaram com olhares curiosos, esperando o que seu líder ia dizer.

-As pragas foram modificadas por magia demoníaca, a minha família vem tentando há algum tempo arranjar uma solução mais viável do que barrar o avanço, por que a todo momento ele está me modificando e ficando melhor- ele repousa as mãos na cabeça. O título que lhe foi atribuído trazia uma grande responsabilidade e não podia vacilar com seus companheiros e tripulação.

-Ele falou a verdade -Benjamin estava com seus olhos brilhando e quando ele pisca, eles voltam ao normal.

-Espera um pouco… você não tem só a habilidade de provocar ilusões mas também consegue ver se a pessoa está mentindo -falo analisando.

Benjamin olhou para mim e vi aqueles olhos com um tom azul tão fortes como mar. Ele disse que tudo era possível apenas por causa do seu catalisador, uma pulseira negra com uma caveira prateada bem estampada e fazendo uma cara de afrontamento (até os catalisadores não se davam bem uns com os outros). Ele não revelou muito do mecanismo mas deu uma explicada.

-Se lembra de quando nos enfrentamos? Há tipos de ilusão, usei o mais simples com você para que César tomasse logo o veredito dele.

-Não me lembre daquilo, me deu muita dor de cabeça e trabalho para sair daquela armadilha.

-Gente, tenham foco por favor! Estamos aqui para resolver os problemas dos cidadãos daquele vilarejo! -disse Heleonora novamente. Ela pouco tinha falado na viagem mas ela parecia bem.

-Sim, sim é claro! -digo eu- Akame queremos te ajudar a achar o que está causando todos os seus problemas e garantir a sobrevivência de SmallTown.

Akame abriu um sorriso e riu de felicidade agradecendo a todos e dizendo que não se achava mais pessoas prestativas no mundo. Tivemos que preparar um plano (na verdade, analisar mais um plano do “Livro de Planos” do Benjamin) e esquematizar situações de conflitos. O que tiver eu esteja ameaçando aquele vilarejo, irá receber suas devida lição.

Ao cair da noite todos saímos em direção à floresta. O capitão Smith nos acompanhou e deu alguns avisos. Eles disseram que nuvens de pragas passavam por um trecho da estrada com força o suficiente para derrubar milhares de casas. Não sabíamos de que praga estavam falando mas para ter um potencial destrutivo desse tipo tinha que ser algo no mínimo muito grande, um enxame, uma nuvem de praga.

Armamos acampamento no local, teríamos que esperar por mais um tempo até que a lua ficasse em uma altura considerável (que acabaria sendo às sete horas). Estávamos todos nos ajeitando, eu limpava e verificava a manopla enquanto falava com Samael, Benimaro faria golpes no ar com a sua espada (fomos descobrir mais tarde que a antiga “velharia de museu” na verdade se chamava Inner Self), Heleonora amarrava o cabelo com um elástico enquanto verifucava o livro de magia que trazia com ela, James nos apresentou o seu martelo (diferente das ferramentas de Hélio, James usava um martelo de combate, quase uma clava) o Unique Smash, ele estava amarrando faixa nos braços para melhorar a pegada na hora do combate. Benjamin estava um pouco recluso de todos nós, ele tinha olhado os mapas mais cedo para prever a direção da nuvem de praga mas agora estava quieto, de olhos fechados em concentração.

Já estava perto do horário previsto. Eu já tinha as minhas coisas sob controle, tinha batido um papo com Samael sobre o que eu poderia fazer em um combate corpo a corpo e em combate a distância, montado algumas estratégias etc. Eu vi Heleonora ainda lendo o livro que ela tinha trazido, por algum motivo do além eu tive a vontade de ir até ela.

-Oi -falei tentando ser o mais frio possível.

-Oi.

-Tudo bem?

-Tudo. E você?

-Tudo.

O diálogo era quase um monólogo. Eu sentei do lado dela com medo dela se afastar ou me atacar, mas nada aconteceu. Via ela concentrada lendo aquele livro é uma dúvida passou por minha cabeça.

-Err.

-Se for importante, fale logo.

-Olha, eu não quero ser intrometido… mas, esse livro é seu catalisador?

Um silêncio permaneceu por uns quarenta segundos. Parecia que ela pensava na resposta que ia me dar, que variava entre uma patada qualquer ou um “não te interessa” que na realidade, é uma patada de qualquer jeito.

-Não.

-Não? -fiquei surpreso por ela não ter mandado eu ir me ferrar ou algo do tipo.

-Não -disse ela de um modo engraçado, como se tivesse aguentando uma risada mas era uma pessoa séria demais para rir.

-Entendo… bem… e qual é o seu catalisador?

Ela parou um pouco de ler o livro e me olhou nos olhos. Nunca tinha reparado de perto nos olhos daquela loira. O verde de sua íris era um degradê indo do mais escuro nas bordas até o mais claro perto de sua pupila. Eu queria elogiar os olhos dela mas provavelmente iria me mataria logo depois. Eu estava corado e ela tinha uma cara que não expressava reação nenhuma, mas no fundo ela se sentia estranha naquela situação. Ela foi colocando a mão na mochila dela até que fomos interrompidos.

-A PRAGA ESTÁ AQUI!

Todos os marinheiros agora estavam entrando em suas posições, um barulho infernal incomodava a todos, era um bater de asas ininterrupto, de cem asas, mil asas, dez mil, não… muito mais que um milhão!

-Você verá ele em combate -Heleonora se levantou rapidamente com um sorriso no rosto e foi para a linha de frente.

-Uhum! -fecho o punho da manopla e sinto ela esquentar- agora não é hora de fazer feio Will!

Correria na direção do combate, ao lado de Heleonora e reunindo com toda a equipe para enfrentar a nossa primeira ameaça real, não era mais um teste, não estávamos mais perto da escola, era tudo ou nada.


Notas Finais


Muito obrigarem por terem lido tudo! Não se esqueça de compartilhar nas suas redes sociais! Quanto mais vocês demonstram que gostam, mais eu dou retorno! Até amanhã!


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