História Magnetismo - Capítulo 3


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Taehyung (V), Park Jimin (Jimin)
Tags Jeongguk, Jungkook, Kooktae, Kookv, Otp, Taehyung, Taekook, Vkook
Visualizações 42
Palavras 1.051
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: LGBT, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Heeelloooo, everybody!!!
Feliz estou e cá trago outra cap hihihi
De antemão, desculpa qualquer erro...
Boa leitura!! ❤️❤️

Capítulo 3 - Parte II: Traiçoeiro


Se há algo em todos os meus dias que considero de suma importância, isso, com certeza, é o fato de o meu irmão mais velho, Jimin, e meu melhor amigo, Jung Hoseok, decidirem me ignorar boa parte do tempo em que estão estamos juntos, ou melhor, que Jimin simplesmente decide se juntar a mim e meu BFF da vida, não que eu considere ruim de verdade eles serem bastante amigos, mas poxa, eu também existo!

Resmungo baixinho os observando fofocar sobre algo qualquer, parei de prestar atenção no momento em que meu milk-shake chegou, porque sim, meu milk-shake é muito mais atrativo do que ouvir Jimin falar sobre seus milhares de crushs para o Hoseok.

Bom, era... Até eu ouvir um nome em questão.

- Hobi, ele sequer sabia que eu existia até o começo do ano e agora vive conversando comigo, tentando se aproximar, até me acompanha para sala. Ele é tão maravilhoso, como Jeon Jeongguk foi gostar logo de mim?

Paro de mexer os canudos das bebidas alheias instantaneamente.

- Jeon Jeongguk, Jiminnie? Como?! – grito, abismado.

- Não é inacreditável? – se vira para mim, os olhinhos brilhando, reluzindo a luz arroxeada que brilha acima de nós.

- Não, imagina, você é incrível, Jimin. – desvio, não, eu não posso estragar o conto de fadas dele, não posso.

Jimin sorriu para mim e voltou a tagarelar com Hobi, tão distraidamente, tão apaixonado. Jimin nem mesmo consegue disfarçar, como eu queria que ele conhecesse qualquer um, menos ele. E no fim não posso mantê-lo longe, Jeon Jeongguk sempre me encontra com sua sujeira.

O sino da porta toca preenchendo a lanchonete quase vazia com a presença negra do único que tira meu sono (da pior maneira possível) boa parte das noites. Sua cara fechada muda instantaneamente ao notar a presença do garotinho (que apesar da idade não tem nada que mostre que tem 18 anos) ao meu lado, iluminando sua feição tal qual a de Jimin fica ao citá-lo.

O demônio chega para capturar sua presa e, pela primeira vez, eu não estou preocupado em me ferir.

- Jimin, será que você pode me acompanhar? – a voz grossa interrompe a matraca ambulante que tenho como irmão, fazendo seus olhos se arregalarem e o nervosismo claramente tomar conta de suas mãos, que passaram a tremer. Quase ri de si, quer dizer, como ele podia ter esse tipo de reação logo com o Jeon? Isso é um absurdo!

- C-claro. Eu já volto, gente.

Quando Jimin voltou nada mais era igual, seus lábios estavam avermelhados demais, seu sorriso tão amplo que quase me deu vontade de pôr todas as minhas batatinhas para fora e, ah, como eu não queria ter notado o colar do Jeon pendurado em seu pescoço como se fosse algo completamente comum.

Depois daquele dia Jeon Jeongguk passou a frequentar minha casa, o quarto de frente ao meu e toda a rotina de fim de semana que eu tinha, seguindo meu irmão, fazendo dele parte interina de seus dias, seja por mensagens de texto ou abraços calorosos trocados entre as aulas.

Porque querendo eu ou não, os dois estão namorando e, de alguma forma que ainda não compreendi, Jeongguk faz meu irmãozinho feliz como nenhum outro cara fez.

Estranho, não?

Agora, voltando ao atual momento da minha vidinha complicada, para não falar tediosa, encaro as portas duplas do laboratório de química pensando seriamente em desistir da tarefa que Min Yoongi me passou. Eu não sou obrigado a fazer isso, certo? Certo! Não, não sou, provavelmente só irei perder a vaga de fotógrafo do jornal se não fizer. Apenas. Nada demais. Nadinha.

Ai merda, meus pontos extras. Ok, eu consigo, não é nada demais invadir o laboratório, imagina. Todo o mundo faz isso pelo menos uma vez na vida.

Só preciso entrar, tirar as malditas fotos do possível esconderijo da lista de amados e odiados da escola e cair fora, não vou nem quebrar uma unha, nem surtar, nem morrer.

Agarro os puxadores, surpreendentemente me deparando com a sala completamente aberta, acredite, eu mais do que tudo queria chegar ao Yoongi e dizer que não consegui entrar. Como eu posso ser azarado até nisso?

O escuro percorre cada cantinho da sala, nem parece que há janelas percorrendo todo o fundo dela, a Lua deve estar se escondendo, me imitando na cara dura.

Respiro fundo, o medo quase não sendo tragado junto da saliva. Bem que eu queria ser uma pessoa mais corajosa, sabe? Mas é tão difícil, acho que eu não nasci para isso. Nem um pouquinho.

Vasculho as gavetas, a parte de trás dos pôsteres presos na parede, as torneirinhas estranhas sobre as bancadas, vasculho até o lugar que guardam os potes com animais mortos, quase morrendo de nojo.

Desabo sobre uma das banquetas, cansado. Não acredito que não encontrei nada! Yoongi tinha praticamente certeza que aqui era o esconderijo da lista original da vez, só poderia ser aqui. Perdi minha sexta à noite para na-da.

- Tá fazendo o que aqui, patinho? – dou um sobressalto com a voz alta que invade a sala, tão conhecida e tão irritante.

- E-eu? Nada. Você não me viu aqui. – Jeongguk riu, balançando a cabeça negativamente. Me afasto de si, pegando minha bolsa.

Jeongguk tirou um cigarro do bolso de sua calça e o cigarro de seu colar, bem conhecido por mim. Revirei os olhos, como ele tem a cara de pau de fumar aqui?

- Jeongguk! - Ele gargalha, se engasgando um pouco com a quantidade de fumaça que sai de sua boca, ele é inacreditável. Jeongguk fica brincando com seu isqueiro como se fosse a coisa mais normal do mundo ficar brincando com fogo, na minha frente, enquanto me encara. Eu, o invasor e ele, o fumante babaca.

Jeongguk me oferece o cigarro. Certo, certo eu sei que não deveria ter pegado e, fique sabendo, leitor, que eu não faria nada demais com a droga daquele cigarro, eu juro, iria para o lixo no minuto seguinte. Mas, ao que parece, não fechar aquelas torneirinhas direito não era uma coisa boa e, mais do que isso, elas não eram apenas de enfeite.

Apoiado na bancada, brincando com a torneira, vi o instante exato em que a explosão aconteceu, diante dos meus olhos, enquanto os orbes de Jeongguk sorriam para mim.

Tudo virou breu.


Notas Finais


Espero que tenham gostado <3
Até a próximaaaaaa 💙


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