História Magnetismo Inescrutável. - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Aluna, Bangtan Boys (bts), Bts, Escola, Hentai, Hot, Kim Taehyung, Professor, Romance, Violencia
Visualizações 19
Palavras 2.138
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Hentai, Policial, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá! Tudo bem com vocês?! ☺️

Bem, eu já possuo duas fics ativas, e acreditem, todo meu tempo livre, que não é muito, eu me dedico à elas.( Deixarem o link delas nas notas finais, caso alguém tenha o interesse de ler.)
Eu não tinha planos de iniciar uma terceira, mas as coisas são imprevistas.
Eu estava jantando quando a ideia dessa fic me veio à mente, não, não foi só uma ideia e sim, a fic, praticamente, toda. Tentei ignorá-la, pensando em deixar para começá-la quando terminasse alguma das outras duas fic. Entretanto, não consegui, sempre que tentava escrever os capítulos das outras duas, eu só conseguia pensar nesta. Suspirei em derrota e passei os últimos seis dias escrevendo, feito uma lunática, essa fic. Já possui vários capítulos prontos, então não demorarei para postá-los.

Falei(digitei) demais. kkk Minhas desculpas se alguém se incomodou.

Desculpa qualquer erro!

Espero que gostem! Boa Leitura! 😊

Capítulo 1 - Flagrante.


Encaro o seu céu por uma das grandes janelas da sala de aula, estudo em uma escola de tempo integral. É bem cansativo, mas eu gosto de passar meu dia inteiro na escola, afinal, minha casa está vazia, meus pais só chegam do trabalho à noite.

  Observo alguns pássaros voando despreocupadamente quando sou chamada a atenção pelo professor.

  - Senhorita Myoh, preste atenção na aula. – Repreende-me seriamente.

  Sustento aquele olhar por alguns segundos e depois assinto com a cabeça, volto toda minha atenção para os slides. Hoje a aula de biologia é teórica, por isso, infelizmente, não fomos ao laboratório. O professor Kim continua sua explicação, concentro-me nas imagens e em suas falas.

  Ele sossegou com as trocas de cores de cabelo, voltou a usar sua cor original. Uma pena, eu tinha tantos apelidos para ele, Teletubbies, unicórnio escroto, Faber-Castell, entre outros. Ele veste uma calça jeans claro e uma blusa social branca por cima da calça, calça um sapato social preto. Não sei o porquê a diretoria o permite vir dar aula nestes trajes, os outros professores usam calça social, uma blusa social por dentro da calça e uma gravata com o brasão da escola. Se o diretor fosse mulher, eu diria que ele está comendo ela, mas este não é o caso.

  Eu não sou uma pessoa de ficar julgando os outros, mas o senhor Kim é um escroto, sem caráter. E essa praga só pede a mim favores, parece até que só tem eu como aluna. Hoje já fui à sala do diretor entregar uns papéis assinados pelo Kim. Só eu sei o tamanho da minha indignação.

  Eu me relaciono bem com todos os professores, os respeito, mas esse Kim não é digno do meu respeito, afinal, ele dorme com, praticamente, todas as suas alunas. Até a Sun-Hi, minha melhor amiga, já deu em cima dessa coisa, porém foi rechaçada, parece que ele só se relaciona com as putas. 

  O que aumenta ainda mais minha revolta com esse serzinho é que ele dá uma boa nota para as putas que ele come. Eu passo horas estudando para obter uma boa pontuação e essas vadias só abrem as pernas e a mágica acontece em seus boletins.

  Escuto o sinal soar, finalmente essa aula chegou ao seu fim e eu irei para casa. Sun-Hi e eu sempre vamos para casa juntas, às vezes meu motorista nos leva e outras vezes é o dela. Levanto-me arrumando minha mochila.

  - Senhorita Myoh, antes de ir quero falar com a senhorita. – Informa-me.

  Suspiro pesadamente.

  - Te espero no corredor. – Sun-Hi me avisa.

  Assinto com a cabeça e caminho lentamente até a mesa do professor, não dou mais de trás passo, já que eu sento na primeira cadeira. Paro em frente sua mesa, com minhas pernas juntas e minhas mãos enlaçadas em frente ao meu corpo.

  - O que houve ? – Pergunto sem encará-lo.

  Ele não me responde, continua concentrado fuçando sua pasta de couro marrom. Fico em silêncio, esperando que ele ache logo o que procura. Reviro os olhos desimpaciênte, já possui um tempinho que estou em pé esperando.

  - Aqui. – Coloca folhas em cima da mesa, parecem ser uma prova. – Sua prova. – Confirma meu achismo.

  Pego a prova e olho a nota, eu fiz 100 pontos. Não me surpreendi, eu gosto da matéria e tenho uma grande facilidade em aprendê-la.

  - Devolva-me. – Soou mais como uma ordem.

  Faço o que ele diz. O Kim pega uma caneta hidrográfica vermelha, risca o número cem e abaixo escreve o número zero. Devolve-me a prova e eu a fito sem entender nada.

  - O que significa isso ? – Indago confusa.

  - Você esqueceu-se de assinar seu nome. – Informa-me. – Se não tem seu nome, então não foi você que fez a prova. – Seu tom é um pouco debochado.

  Olho, indignada, para ele.

  - Não tem o meu nome, mas como sabia que era minha prova ? – Pergunto com um olhar desafiador.

  - Você foi a única que eu não tinha corrigido ainda. – Dá de ombros.

  - Vai zerar minha pontuação só porque me esqueci de assinar meu nome ? – Questiono com minhas mãos sobre a mesa e meu corpo inclinado em sua direção. Essa praga está conseguindo despertar a minha raiva.

  - Deixar de assinar o nome é uma falta grave, interprete como um aprendizado. – Finge complacência.

  Não vou discutir com essa praga, amanhã irei levar esse assunto ao diretor.

  - Okay, tudo bem. – Forço um sorriso.

  Dou as costas e caminho em direção à porta, quero chegar em casa o mais rápido possível e tomar um bom banho quente. Abro a porta e noto minha amiga me esperando ao lado da mesma.

  - Você demorou, o que aconteceu ? – Pergunta levemente preocupada.

  Eu consegui me segurar e dei um sorriso ao Kim, porém assim, que dei as costas uma enorme carranca apoderou-se da minha face.

  - Não quero falar sobre isso agora, vamos ? – Só quero esquecer isso por hora, amanhã tudo será resolvido.

  - Tudo bem. – Assente e me lança um sorriso de apoio.

  Caminhamos em silêncio pelos corredores, indo em direção da saída.

  - Miga, eu esqueci um dos meus livros de biologia no laboratório... – Interrompo-a.

  - Não tivemos aula no laboratório hoje. – Observo sem animo.

  - Eu fui lá com a Whan para darmos uma estudada na hora do intervalo. – Argumenta. – Você pega para mim ? Está em cima da mesa que eu sempre uso. – Pede em tom fofo, ela sempre faz isso quando pede algo para algém.

  - Vá você, eu te espero aqui. – Discordo.

  - Eu quero ir ao banheiro, enquanto isso você vai lá rapidinho. – Argumenta. – Você quer nos atrasar mais ainda ? – Pergunta colocando uma mão na cintura.

  - Vai logo ao banheiro, eu já vou ao laboratório. – Digo exasperada.

  Minha carranca só fez aumentar, caminho a passos pesados e enfurecidos. O laboratório fica um pouco distante de onde estou, ele fica no terceiro andar. Certamente, está vazia, todos os alunos já correram para suas casas como se estivessem fugindo do presídio.

  Subo os lances de escadas rapidamente, quero ir para casa! Ando até o fim do corredor, pela parte de vidro da porta confirmo que está vazia, as luzes estão apagadas. Abro a porta, olho para a mesa que minha amiga sempre usa e acho seu livro. Caminho, aproximando-me da mesa. Paro minha caminhada, escuto vozes baixas e alguns gemidos ? Parecem vir detrás de umas estantes que ficavam ao lado direito do laboratório. Ando sorrateiramente, não faço barulho. Sons, realmente, de gemidos e suspiros. Vou até a mesa do professor, quando ia me abaixar para me esconder rapidamente, tropeço e bato meu joelho direito no chão, mordo meu lábio inferior para reprimir um palavrão que já estava pronto para sair da minha boca. Consigo me esconder e encaro para de onde vêm os barulhos. 

  Arregalo meus olhos em tamanha surpresa com a cena que vejo. Uma calcinha rendada rosa bebê ao chão, sapatos espalhados, uma garota deitada sobre uma mesa com as pernas abertas e o professor Kim no meio delas. Logo hoje não trouxe meu celular, seria uma ótima forma de fazer essa coisa se submeter a mim. “MERDA!!!” Praguejo em pensamentos.

  - Não me torture mais... – Pede fingindo melosidade.

  A voz dessa garota faz meu estômago embrulhar. Sempre achei a voz da Sang-puta, a chamo assim, um saco, forçando melosidade nem se fala. Faço uma careta.

  - Então implore. Implore putinha para eu te foder. – Ordena com a voz ríspida.

  - Não faz isso comigo, daddy. – Pede fingindo estar chorando.

  - Se você não implorar... – Ele pega um tubo de ensaio. – Você não terá o que quer. – Ameaça.

  Meus olhos arregalam ainda mais, ele não vai fazer o que eu estou pensando. Porém ele faz, introduz o objeto na vagina da garota, que geme feito uma cadela no cio. Estou pasma, jamais passou pela minha cabeça algo deste tipo e olha que eu já li alguns hentais.

  - Está tão geladinho... – Geme.

  - Isso mesmo putinha, gema igual a cadelinha que você é. – Vejo-o sorrindo com sadismo.

  - Agora eu quero seu pau, ele é tão quentinho... – Pede toda melosa.

  - Você sempre o quer, sua vadiazinha. Mas, antes... – Ele a puxa brutamente, a fazendo ficar de joelhos no chão. – Dê aquela mamada que você faz muito bem, putinha. – Ele começa a desabotoar a calça.

  Esse é o meu limite, preciso sair daqui agora, não quero ver o pênis desse ser insignificante. Dá mesma forma que me escondi ali, saio de lá. Sorrateira igual à uma gata. Saio do laboratório e começo a caminhar para onde fiquei de encontrar a Sun-Hi. Estava tão empenhada em ir para longe daquela cena que nem percebi que o meu joelho doía demais, paro de andar e dou uma conferida nele, está vermelho feito um tomate. Preciso de gelo, ficará um hematoma roxo enorme, suspiro cansadamente.

  Chego e não encontro a Sun-Hi. Era só o que me faltava, EU SÓ QUERO IR PARA CASA E TOMAR UM BANHO QUENTE! Grito em pensamentos. Começo a andar de um lado para outro, onde essa garota se meteu, até ignoro a dor no meu joelho.

  - Miga! – Grita do início do corredor.

  Ela vem correndo e noto o livro em sua mão.

  - Caralho, esqueci o livro. – Sussurro para mim.

  Se ela pegou o livro, então ela viu aquela cena ? Preciso me certificar, mas espero, profundamente, que ela não tenha visto. Esse é meu segredo. Quando ela está próxima de mim, me dá uma livrada no ombro.

  - Quer ser indiciada por agressão, sua doida ? – Indago olhando seriamente para ela.

  - Você não faria isso. – Debocha.

  - Somos amigas há muito tempo, entretanto acho que você não percebeu que quem bate sou eu. – Digo de forma ameaçadora.

  Ela me lança um olhar de surpresa.

  - Nem sei o porquê eu sou sua amiga. – Finge lamentar-se.

  - Porque você é cheia de defeitos. – Zombo.

  Nós duas caímos na gargalhada. Caminhamos em direção da saída, hoje meu motorista nos levará para casa.

  - Sun-Hi... – Começo.

  - Por que não pegou meu livro ? – Questiona.

  Penso rápido e uso minha queda para me sair dessa situação.

  - Eu caí... – Aponto para meu joelho. – Fui à enfermaria ver se tinham alguma pomada para a dor. – Minto maravilhosamente, se bem que não é difícil enganar a Sun-Hi.

  - Está bem vermelho, não acha melhor irmos ao hospital ? – Propõe preocupada.

  - Não é para tanto. – Reviro meus olhos.

  - Você que sabe. – Dá de ombros.

  Já estamos ao ar livre, quase passando pelo portão da escola.

  - Você pegou o livro no laboratório ? – Pergunto como quem não quer nada.

  - Eu estava andando, indo ao laboratório, já que você estava demorando. Porém, me encontrei com o senhor Kim no corredor, ele estava com meu livro e me entregou. – Responde.

  - Você ainda gosta dele ? – Questiona e não escondo minha voz de pena.

  - Não precisa ficar assim, eu só tinha uma paixonite, como poderia ter por um grande ator de Hollywood ou um grande astro do K-pop. – Responde e percebo sua voz um pouco triste. – Não fico abatida por ele, é que ser rechaçada dói um pouco, sabe ? – Força um sorriso.

  Assinto com a cabeça.

  - Não finja entender, você nunca recebeu um fora. – Protesta.

  - Nunca passei por essa situação, mas você é minha amiga. Entendo sua dor. – Dou um abraço nela.

  - Você é a melhor amiga de todas. – Fala rindo.

  Pyun já estava em pé, nos esperando.

  - Nos atrasamos um pouco, esperou muito ? – Pergunto levemente preocupada. Só porque ele trabalha para minha família não significa que não me importaria.

  - Tempo não é um problema, senhorita Myoh. – Fala cordialmente.

  Entramos no carro. Trocamos algumas conversas bobas sobre as aulas, não demora muito e chegamos à casa de Sun-Hi.

  - Tchau, até amanhã. – Despede-se antes de fechar a porta do carro.

  Não morávamos longe uma dá outra, quinze minutos depois Pyun estaciona o carro na vaga da garagem. Desço apressadamente e tomo o elevador privado. Entro na cobertura, vou direto para meu quarto, me despido e entro no box. Tomo um banho bem quente.

  Depois de já estar devidamente vestida vou até a cozinha, faço um sanduiche e o como. Sigo para meu quarto, começo a fazer as tarefas da escola. Quando já estava quase acabando meu celular vibra. O pego e percebo ser uma mensagem da minha mãe.

  “Houve um imprevisto no trabalho, chegarei mais tarde que o de costume. Alimente-se direito e durma cedo.

  Eu te amo!”

  Ótimo, meu pai já tinha avisado no café da manhã que chegaria mais tarde, agora a mamãe. Bufo descontente. Decido terminar minha atividade e dormir logo em seguida. Quero estar bem descascada e relaxada para minha conversa com o diretor amanhã sobre o professor Kim.


Notas Finais




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