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História Mais do que minha própria vida ( Uma história Supercorp) - Capítulo 18


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Notas do Autor


Opaaa..
Voltei meus amores, com mais um pra vcs

BEBAM ÁGUA E FIQUEM EM CASA...

Capítulo 18 - XVIII


Depois de me despedir de Lena com um beijo nada casto e algumas mãos bobas, entrei na cozinha e fui prepara alguma coisa para comer, fiz um macarrão e modéstia a parte estava divino, comi com calma e tranquilidade ouvindo uma música da minha playlist aleatória. Depois disso subi para tomar um banho e relaxar assistindo uma das melhores séries que já vi na vida, Friends é claro. Assisti três ou quatro episódios antes de pegar no sono.

Sonho on 

Tinha acabado de chegar da escola e estava cansada e queria tomar uma belo de um banho, mas antes percebi que minha garganta estava seca. Me dirigi para a cozinha e enchi um copo de água, comecei a beber masi tinha alguma cisa errada com aquela água. Dei um cheirada no copo e foi ai que percebi que não era água e sim alvejante, sai correndo para o banheiro na intenção de tirar o gosto ruim da boca, coloquei pasta de dente na escova e quando comecei a escovar senti mais uma vez um gosto ruim. Tirei a escova da boca e olhei descofiada para ela depois olhei para a pasta e nela estava escrito " Pasta de Bicarbonato de Sódio ". 

-- Anta de duas pernas... Kara Danvers você é oficialmente e pessoa mais burra do mundo -- Quase gritei para mim mesma. 

De repente tudo ficou escuro e estranhamente calmo, aos poucos uma luz ia crescendo e do nada uma variação de cores me atingiu eram tantas que eu nunca tinha visto, comecei a ver também muitas árvores de espécies diferentes, também nunca havia visto pelo menos não por NC.

-- Kara... Kara...- "Que voz é essa?" " Espera eu conheço essa voz"-- Kara...Kara... Venha até mim... sou eu Alura Zor-el sua mãe minha pequena campeã.

-- Mãe? Onde você está? 

-- Venha até mim...

-- Eu vou só me fala onde você está?

-- Estou ai dentro. -- Senti meu coração esquentar, eu entendi o que ela disse ela estava no meu coração 

-- Mamãe o que aconteceu?

-- Está tudo ai dentro Kara você só precisa achar.

Mas uma vez eu estava na escuridão, sozinha e por incrível que pareça eu sentia frio. Novamente um jogo de cores se fez presente na minha cabeça só que desta vez acompanhado por sons alegres como se fossem música, meus olhos logo se acostumaram com o jogo de luzes e formados iam sendo definidos, silhuetas de pessoas iam se formando. Eram pessoas dançado, pareciam estar comemorando alguma coisa de repente um estrondo faz com que todos fiquem quietos, ninguém se mexeu até sentir o próximo estrondo.

-- Kara minha filha precisamos ir agora.

-- Para onde mamãe?-- Perguntei como se tivesse decorado as falas de uma peça.-- Mamãe o que tá acontecendo?

-- Vai ficar tudo bem minha filha. Você vai ficar bem. -- Minha mãe parecia querer se convencer com suas próprias palavras -- Vamos, filha... você lembra de quando conversamos de que quando Kripton tremesse você teria que ir embora junto com seu primo?

-- Sim mamãe. -- Senti imensas lágrimas se formarem em meus olhos, eu de alguma forma sabia o que ia acontecer.-- Mas eu não quero ir, quero ficar com você. Por favor mamãe...

-- Você sabe que não pode... Seu dever é... -- Ela esperou eu completar a frase.-- Vamos eu sei que você lembra.

-- Meu dever é proteger o meu primo da mesma forma que é proteger o povo da Terra do que não é bom. -- Senti o peso das minhas palavras serem postos nas minhas costas. Aquele era meu dever. Era minha função como última filha de Kripton.

-- Isso mesmo minha pequena guerreira. -- Vi lágrimas escaparem de seus olhos e por instinto as limpei.

-- Mamãe não chore por favor. Assim não terei forças para continuar lutando por nós.

-- Tá bom minha filha, fique aqui e vá entrando eu irei chamar seu pai para você dizer tchau, tá bom?

-- Tá bom mamãe. -- Deu para sentir que a última coisa que ela queria era me deixar sozinha, mas ela tinha que ser forte, vi sua silhueta desaparecendo pelas paredes, observei tudo ao meu redor. Percebi que se passava de uma lembrança, Kripton estava com o céu em tons de vermelhos deixando o planeta com o ar de fim de mundo.

-- Kara...

--PAPAI. -- Eu podia não conhecer, pelo menos a Kara Danvers não o conhecia mais a Kara Zor-el amava aquele homem. 

-- Filha você sabe que nunca mais nos verá não é?-- Lágrimas escorriam pelo meu rosto atrapalhando minha visão 

-- Sim papai.-- Senti um nó em minha garganta.

-- Então filha nós queremos te pedir só uma coisa... Nunca esqueça de quem você é de verdade e nunca, por favor. -- Ele disse em um tom quase suplicante.-- Esqueça de nós.-- O choro de minha mãe era muito mais alto do que antes e meu pai não estava segurando as lágrimas.

-- Eu prometo papai, sempre vou amar você e nunca jamais irei esquecer vocês.

-- Cuide do seu primo e honre a casa de El.

Nos abraçamos um última vez e mais um estrondo foi sentindo, meu pais me colocaram na nave e depois de breves acenos de minha parte a nave levantou voo. De longe vi Kripton explodir, vi meu pais, amigos e todos pelo qual eu tinha apresso morrem de uma das formas que eu mais acho horrível. Ser morto pelo fogo, queimando.

Sonho of

Acordei sem saber nem quantos anos eu tinha, logo a lembrança do sonho veio atona e lágrimas invadiram meus olhos, eu havia quebrado  a promessa que tinha feito aos meus pais, eu tinha me esquecido deles. Eu tinha esquecido de fazer uma das únicas que eles tinham me pedido. E sim, eu me sentia péssima com isso, ouvi a porta do meu quarto ser aberta, talvez alguém tenha chegado e me escutado chorar, evitei olhar para cima não queria que me achassem fraca ou idiota. Senti braços me rodearem o perfume de Eliza invadiu meu quarto, devolvi o abraço e liberei mais ainda o choro que estava preso em minha garganta a dias talvez meses. Minha mãe não falou nada e nem perguntou nada, uma coisa que aprecio nela, ela não sai enchendo a outra pessoa de perguntas, ela simplesmente espera o tempo certo.

Me acalmei depois de um tempo, também com o abraço de mãe quem não aclama né?

-- Filha o Clark está te esperando, se você quiser ir depois nós conversamos ok?  

-- Tá bom, fala para ele que já estou descendo só vou bota uma calça e pegar meu casaco.-- Minha mãe terminou o abraço e me deu um beijo na testa e depois saiu do quarto.

Levantei e troquei de roupa, coloquei uma calça jeans e botei um moletom sem blusa por baixo, resolvi deixar meu celular em casa, até por que meu primo disse que lá na Borboleta da Solidão não pega wi-fi então não teria nem por que levar. Desci as escadas como se tivesse todo tempo do mundo, estava ouvindo e sentindo as coisas ao meu redor de uma forma diferente. Dentro de mim uma voz ecoou: Você é uma El... não esqueça quem você é.

Entrei na sala quem essa frase se repetindo na minha cabeça. Acho que tinha a ver com o fato de eu não querer ser a Super-girl.

-- Bora Kara pensei que não ia dar o ar da gra... Você está bem.

-- Sim só tive um sonho um pouco estranho depois eu te conto... Pode ser?

-- Claro... claro. -- Meu primo pareceu não muito convencido mias respeito meu espaço.

-- Vamos né?

-- Sim, só espera eu terminar de comer esse bolo pelo amor de Rao. -- Meu primo disse com cara de boco

-- Quem é Rao?

-- Já já você vai saber...

Ele terminou de comer e foi escovar os dentes, em menos de dez minutos estávamos voando pelo céu de NC . Meu primo ai na frente abrindo o caminho, mas logo fiz questão de estar ao lado dele.

-- Então onde fica a Borboleta da Solidão?

-- A o que?

-- Borboleta da Solidão ué.

-- Kara é Fortaleza da Solidão sua tapada.-- Ele disse rindo.

-- Sabia que não era borboleta.

-- Sabia nada, tenho certeza que você ia morre falando borboleta da solidão.-- Ele disse em uma péssima imitação da minha voz.

-- Idiota.

O resto do cominho todo eu passei contado o meu lembrança sonho para meu primo que passou o tempo todo ouvindo e fazendo algumas caretas estranhas, mas acho que é por que eu divagava de mais.

 

 

 

 

O QUE VCS ACHARAM???????????????????????????????????????? 

 

 

 

 



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