História Mais perto do que você imagina 2! - Capítulo 4


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Categorias Histórias Originais
Tags Adolescência, Escola, Investigação, Mistério, Serial Killer
Visualizações 7
Palavras 1.054
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Mistério, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Demorei para postar porque tive problemas com meu celular, então não tive meios de postar, mas aqui está!
Boa leitura!!

Capítulo 4 - Segredos...


Fanfic / Fanfiction Mais perto do que você imagina 2! - Capítulo 4 - Segredos...

 

 "Se as pessoas soubessem o peso  das palavras, dariam mais valor ao silêncio."

Itachi Uchiha - Naruto

Esse batom... ele pode ser do assassino? Por quê? Primeiro ele não me mata, agora ele me manda um presente que justamente é sua assinatura, ele só dá isto para suas vítimas, então, isso sugere que eu serei uma vítima? É estranho, mas ele não se arriscaria tanto, ou ele não sabe que minha mãe é a investigadora do caso ou ele sabe e mesmo assim, quer mandar uma mensagem ou tem alguma intenção por trás. 

Esperei um pouco para sair da sorveteria, assim que saí pedi a Victor que me encontrasse. Assim que nos encontramos falei o que havia ocorrido e é claro que ele ficou surpreso, não só isso mas ele também me contou que com a morte de sua mãe, ele não tem como pagar o aluguel da casa, e amanhã será despejado. Pensei seriamente em ajudá-lo, eu quero, mas minha mãe seria contra e assim ela descobriria o porquê de nossa “amizade”. Eu liguei para ela perguntando quando voltaria para casa, como ela quase nunca está em casa, seria possível “ esconder” o Victor. Tudo certo, ele pegou suas roupas e alguns pertences, com relação aos móveis ele iria vendê-los e com o dinheiro disse que iria arrumar um emprego e um novo lar. Em minha casa não há quarto de hóspedes então ele teria que dormir no meu quarto, que também tem banheiro, o que facilita ainda mais. O resto do dia foi tranquilo mas o pior seria de manhã, quando minha mãe também está de pé e me leva para escola. 

No dia seguinte, antes de minha mãe sair, Victor saiu de minha casa e se dirigiu à escola. Logo após, eu e minha mãe saímos. Depois da escola passei na delegacia para pegar um dinheiro com minha mãe. Quando adentrei, notei uma certa movimentação dentro de lá. Perguntei para minha mãe o que seria, ela disse que era sobre um caso de assassinato, mas não poderia me dizer. Suspeitei que fosse o caso do assassino das prostitutas, agora o "Batom vermelho ". Quando estava prestes a sair de lá, cruzei com Edgar, ele não me viu mas estava acompanhado de policiais e entrou em uma sala cujo nome era "Interrogatório". Me pergunto o que ele fazia lá pois lá é a divisão de homicídios. Quando saí, Victor estava sentado em um banco e aparentava desgosto em sua face:

 - Aconteceu alguma coisa? - Perguntei 

 - Não, nada.

 - Então por que está com essa cara?

 - Só vi alguém que não queria ter visto.

 - Quem?

 - Prefiro que você não saiba. Vamos para casa, eu não posso ficar aqui por muito tempo!

 De lá fomos para casa. Ainda sim, me pergunto o que Edgar fez para estar lá. O resto do dia, eu e Victor observamos o "perímetro" das mortes: eram pontos distantes entre si mas tinham uma coisa em comum, eram sempre em becos. É claro e evidente que a polícia deve ter percebido isto, mas a área não é muito grande, provavelmente o assassino vai mudar de lugar. Ao todo foram dez vítimas, incluindo a mãe de Victor, todas mulheres, mas nem todas prostitutas, de 20 anos até 40 anos. Dizem que assassinos matam por algum motivo de seu passado, se este for o caso, o "Batom vermelho " teria alguma relação com prostitutas em seu passado, ou talvez uma presença feminina que o tralmatizou. Enfim, seja o que for, sempre, suas vítimas serão relacionadas a estes padrões. 

 No dia seguinte na escola, aproveitei uma aula vaga para ir até a biblioteca. Eu iria checar algo... Quando cheguei lá, ele ( Edgar) estava sentado digitando algo no notebook.

 - Com licença, sou eu, eu gostaria de encontrar um livro bom, você saberia de algum?

 - Violet! Sim eu sei. À propósito, você não deveria estar em aula?

 - Ela está vaga

 - Sim... Oh! Este aqui é um ótimo livro . 

- Obrigada. 

- Violet, no que seus pais trabalham? 

- Minha mãe é policial, meu pai morreu quando eu era criança em um acidente.

 - Sinto muito, você tem memórias?

 - Somente de sua morte, eu estava no carro quando aconteceu.

 - Deve ter sido difícil.

 - É difícil, eu desenvolvi alguns traumas, mas não se preocupe. Agora me conte de você , quantos anos tem? 

- 22, meu passado foi conturbado então não gosto de falar! 

 - Ontem eu vi você! 

 - Onde? 

- Na divisão de homicídios! O que fazia lá? Neste momento, seu olhar de vivo ganhou um ar sério e ele soltou um suspiro: 

 - Não posso te dizer, são coisas de adulto 

 - Tipo...?

 - Do tipo que se você souber vai se arrepender do momento em que perguntou.

 - É uma ameaça? 

 - Não, de modo algum! Sua mãe seria ... Marie? 

- Sim, você conheceu ela então ela deve ter te interrogado, não? 

 Seu olhar ficava cada vez mais sério, ele foi se aproximando aos poucos, como extinto dei passos para trás, mas não tanto para "ficar prendada sobre a parede". Olhando fixamente em meus olhos, ele começou a olhar para meu rosto, como quem olha algo em detalhes, soltou um leve sorriso e começou a olhar para meus lábios, foi se aproximando dos mesmos ...

 - Triiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiimmmmmm - sinal da escola 

Despertada pelo barulho, saí de lá correndo. O que foi isso, ele iria me beijar? No caminho para sala, vi Victor caminhar de un lado para o outro impaciente, quando me viu veio direto ao meu encontro:

 - Onde estava? 

 - Na biblioteca.

 - Uma aula inteira?

 - Bem... 

- O que estava fazendo lá? 

- Procurando livros.

 - Ele falou com você?!

 - Quem?

 - Edgar!

 - Sim, mas o que tem de demais?!

- Não fique próxima à ele, entendeu?!

 - Por quê?!

 - Ele só usa as pessoas ,principalmente as mulheres!

 - Como tem certeza? 

- Por que ele dormia com a minha mãe! Mas bastou ela dizer que queria um namoro e ele fugiu! - Disse com os olhos lacrimejados e pondo a mão na cabeça.

Espera... se Edgar dormia com a mãe de Victor e ela foi assassinada, então o motivo de ele estar na divisão de homicídios pode ser porquê ele pode ser o... Assassino!


Notas Finais


Hmmmm seria Edgar o nosso assassino?


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