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História Mais Que Amigos - Dramione - Capítulo 9


Escrita por:


Notas do Autor


Oiii, decidi voltar mais cedo. Amei os comentários do capítulo anterior e por conta disso não resisti a postar mais um. Espero que gostem do capítulo!!!!

Capítulo 9 - Jantar quase harmonioso


Pov Hermione:

 

Eu estava em casa, sozinha, meus pais haviam ido para a casa da minha tia que morava em outro estado, mas não quis acompanhar. Não estava em clima de viagem, muito menos de escutar minha tia me criticando a cada minuto pelo meu corpo, escolha profissional e como meus pais eram irresponsáveis com minha educação por eu passar mais noites dormindo com Draco do que sozinha, afinal “que escândalo seria se isso se espalhasse”. Grande besteira. 

No entanto, indo contra meus planos para o fim de semana, ficar só estava me deixando claustrofóbica. O apartamento era grande de mais, a sala com lugares vagos de mais, a cozinha silenciosa de mais. Com tudo isso meu refúgio virou meu quarto, todavia, cada minuto que se passava me fazia lembrar que a noite estava a caminho e eu ficaria sozinha. Dessa forma, não vendo outra alternativa, peguei o telefone e disquei um número, eu sabia que seria bem recebida.

-Oi Mione! - disse ela do outro lado da linha, mais que contente.

-Tia Cissa! - falei feliz em escutar sua voz. -Está em casa? - perguntei direita.

-Claro, porque você não vem jantar aqui? - ela fez a pergunta que eu queria, ela me conhecia e sabia que estava sozinha em casa.

-Vou sim, só vou trocar de roupa e estou indo! - falei animada já levantado da cama. 

Levantei correndo já jogando a roupa em qualquer lugar pelo quarto, tomei um banho e coloquei uma calça preta e uma camiseta amarela de coraçõezinhos azuis, estava confortável, afinal estava indo para a casa do Draco, onde morava Tia Cissa e Tio Lucius, lá em me sentia em casa, não havia motivo para colocar outro tipo de roupa. Sabendo que tinha pijamas no quarto de Draco e caso não tivesse eu sempre poderia usar as camisas de Draco. Apenas peguei minha bolsa e mandei uma mensagem para minha mãe avisando para onde estava indo e assim fui.

Draco não morava muito longe, mas tranquilamente de carro davam bons 20 minutos, por conta do trânsito pesado nesse horário. Atravessei o jardim e toquei a campainha esperando para entrar, logo Tia Cissa abre a porta toda contente. Por mais que Draco fosse uma miniatura de seu pai, Tia Cissa me lembrava muito ele, o sorriso fácil, olhar brilhante, e os abraços esmagadores como ela me deu no exato momento que me viu.

-Eu já estava morrendo de saudade de você! - ela disse e soltando.

-Também estava com saudade Tia. - disse me abraçando em seu braço, enquanto entrávamos na grande casa.

-Lucius me ligou não faz cinco minutos e adivinha! - ela falou animada - Virá para o jantar! Eu até preparei uma lasanha, sei que é seu prato favorito. - ela falou me guiando para a cozinha.

-Não precisava Tia, mas vou confessar que amo sua lasanha. - disse e depois me lembrei da minha alimentação controlada. - Será que posso comer? - perguntei receosa, ela sabia de tudo, de toda a situação que eu estava enfrentando. Ela era como uma segunda mãe para mim e assim não havia o porque eu não expor meus medo para ela.

-Antes de fazer liguei para a Jane, está liberada para se acabar na lasanha mocinha. - ela falou enquanto verificava o forno.

-O Draco ainda não está em casa? - perguntei procurando os pratos para arrumar a mesa.

-Ele disse que ia passar em um lugar. - ela falou pensativa. - Não disse onde, mas você conhece ele, tem hora para sair no entanto não para chegar. - falou um pouco irritada. - Odeio isso nele. - falou fazendo uma careta.

-Também odeio Tia. - falei deixando os pratos sob a ilha.

Eu e Tia Cissa colocamos a mesa, mas nada ainda de nenhum dos Malfoy’s chegar, resolvemos deixar a lasanha dentro do forno para não esfriar. Nos sentamos na sala e ficamos conversando. Era bom, a conversa entre nós fluia, principalmente se era sobre falar mal do Draco. O primeiro a chegar foi Tio Lucius, sempre elegante, seu terno perfeitamente alinhado ao corpo que revelava que por mais que a idade tenha o atingido ainda era um homem bonito e conservado. 

-Minha princesinha! - ele falou quando me viu, vindo em minha direção e me abraçando. - Fiquei muito contente quando Cissa me contou que viria para o jantar. Afinal sempre nos desencontramos. - falou apertando meu nariz, assim como fazia quando era pequena.

A verdade é que o casal Malfoy teve muitas dificuldade em ter Draco, não conseguiam engravidar e antes de Draco houveram alguns abortos espontâneos. No nascimento de Draco houveram complicações severas e Tia Cissa precisou passar por cirurgia para retirada dos ovários e útero. Os dois sempre quiseram um casal de filhos e por diversas vezes me disseram que eu era a filha mulher que não tiveram. 

-Estava com saudade também Tio. - falei feliz. - Como foi o trabalho hoje? - perguntei realmente interessada. Ele era dono de uma construtora, formado em administração e engenharia civil, sempre me contava o andamento das obras e isso me fascinava mais que qualquer coisa. 

A conversa estava tão boa que nem percebi o tempo passar, Tia Cissa havia ligado a televisão e estava assistindo sua novela, enquanto eu e Tio Lucius continuávamos a falar de plantas e construções. A porta abriu-se e por ela passou Draco, sorri ao vê-lo chegar, no entanto meu sorriso foi se desfazendo aos poucos ao ver que ele estava acompanhado.

-Oi família. - ele falou segurando a mão da menina que imediatamente não gostei. Olhei para os lados e seus pais estavam iguais a mim, espantados com a cena. - Essa é a Dafne. - ele falou apresentando a menina de roupas coladas e maquiagem perfeita, seus cabelos lisos e sedosos eram longos e dourados, em contraste perfeito com seus olhos incrivelmente verdes. 

A primeira pessoa a ter uma reação foi Tia Cissa, que se levantou com um sorriso trêmulo olhando a menina alta mas que mesmo assim abusava de um salto extremamente desnecessário.

-Olá Dafne, seja bem vinda. - Narcisa falou educada. - Sou a mãe do Draco, Narcisa. - falou estendendo a mão a certa distância. 

-Olá. - a garota falou em sua voz fina. - Draco falou muito bem da Senhora. - Ela terminou.

Conhecendo Tia Cissa o “Senhora” havia doído muito mais que um tapa, vi sua expressão surpresa e tentando suavizar completou.

-Não esperávamos ninguém de visita para o jantar. Espero que goste de lasanha. - falou com falso sorriso, ainda magoada com a “Senhora” proferida. 

Tio Lucius vendo a situação delicada levantou-se para cumprimentar a “convidada”, enquanto eu permanecia sentada apenas observando a cena. Draco me viu sentada no sofá e veio em minha direção ainda segurando a mão da menina.

-Abelhinha! - ele disse soltando a mão da menina, segurando as minha para me levantar do sofá. - Já com saudade? - perguntou ele irônico. - A gente jantou juntos ontem. - ele disse me dando um beijo na bochecha. - Quero que conheça, essa é a Dafne. - ele disse me mostrando a garota.

-Oi. - disse simplesmente.

-Hermione, muito prazer já ouvi falar muito de você. - ela disse com um sorriso forçado.

-Imagino. - disse sorrindo, mas pela expressão do Tio Lucius eu mais parecia estar com dor de barriga. Draco sempre tinha seus casos, mas não me lembrava de algum que ele tinha apresentado para a família. No máximo levado para dormir em seu quarto e despachado durante a madrugada, mas jantar… Eu não me recordava.

-Vamos jantar? - falou Tia Cissa.

Nos direcionamos para a sala de jantar e como de costume cada um foi indo para seu lugar de costume. 

Tio Lucius sentou-se na ponta da mesa, Tia Cissa foi buscar a lasanha, mas todos sabíamos que ela sentava-se a direita do marido, Draco a esquerda. Meu lugar, era o mesmo desde que fui aquela casa pela primeira vez, ao lado de Draco, no entanto a garota que o acompanhava segurou a cadeira no mesmo momento que eu. Nos olhamos e fiquei a encarando para ver se ela saía e ia sentar-se em outro lugar.

-Esse é o meu lugar. - disse olhando em seus olhos.

-Como? - ela perguntou me olhando. Por conta da altura eu precisava erguer a cabeça e ela olhava para baixo com superioridade.

-É, que a Abelhinha senta do meu lado desde que éramos pequenos. - disse Draco sem perceber o clima tenso instalado no local. Eu ainda não tinha largado a cadeira, assim como a garota. - Não que ela tenha crescido muito. - não era momento para piadas, mas nem me incomodei de responder.

-Mas Draco, eu não vou sentar do seu lado? - ela perguntou manhosa, com a voz fina me causando enjoo.

-Bem… - ele disse coçando a nuca. - Acho que a Mi não vai se importar de sentar ao lado da minha mãe hoje. - ele falou me olhando. 

-Vou sim! - respondi sem pensar, em uma voz quase ofendida encarando Draco. 

-A lasanha ainda está quentinha. - disse Tia Cissa chegando a sala de jantar. Rapidamente olhando para todos percebeu que algo estava errado. 

-Princesinha. - disse Tio Lucius. - Vamos fazer diferente, hoje você senta ao meu lado. - ele disse firme, olhou para Draco que estava sentado e completou. - Levante-se Draco, agora. - Disse sério encarando o filho.

-Não precisa se incomodar Tio. - falei envergonhada.

-Hermione, você vem aqui a mais de dez anos. - disse ele calmo. - E sabe que a consideramos como uma filha. - ele falou me olhando carinhoso. - E tem mais, faz muito tempo que não conversamos e suspeito que ainda não terminamos nosso assunto. - ele falou sorrindo. - Então senta aqui do meu lado. - ele falou apontando para a cadeira, a qual ainda estava sentado um Draco surpreso.

Draco levantou-se me dando espaço para sentar em seu lugar, a menina ainda não tinha retirado a mão da cadeira e assim sentou-se ao meu lado, Draco foi sentar-se ao lado da mãe, mas Tio Lucius o interrompeu.

-Draco, a moça já disse que quer sentar-se ao seu lado. - ele falou em um tom igual ao de Draco quando queria irritar alguém, o que esticou um sorriso em meu rosto. Por isso eu amava aquela família, quando necessário eles sabiam ser extremamente maldosos, sem perder a compostura. Sem mais opções Draco sentou-se ao lado de sua amiga, ficando completamente deslocado do restante dos ocupantes da mesa.

O restante do jantar passou-se tranquilo comparado a colocação dos lugares. Eu e os pais de Draco emendamos um assunto em outro. Tia Cissa era design de interiores, não trabalhava diretamente na empresa, mas vistoriava todos os projetos de decoração, era notável pela decoração de sua casa que ela era incrível na profissão escolhida.

-Mal posso esperar para começar arquitetura. - falei sonhadora.

-Eu que mal posso esperar para você trabalhar com a gente. - disse Tio Lucius. - Já que o desnaturado do meu filho não quis fazer nada na área da família. - falou olhando para Draco brincalhão.

-O que posso fazer. - disse o loiro jogando as  mãos para cima.

-E você Dafne, está cursando alguma faculdade? - Tia Cissa perguntou, sendo educada com a convidada. Eu sorri internamente, afinal normalmente Draco nçao era conhecido pelo Q.I. de suas amiguinhas.

-Sim. - a garota disse orgulhosa. - Fui aprovada em medicina, vou começar semestre que vem! - disse orgulhosa.

Ótimo, pensei comigo, a garota era inteligente, não poderia mais pensar nela como uma desqualificada burra. Agora seria apenas a desqualificada exibicionista e inteligênte. 

Nesse momento a única coisa que eu conseguia ver com clareza era a lasanha no centro da mesa quase gritando para que eu a devora-se. E era óbvio que isso iria acontecer enquanto eu estava repetindo a 8ª maravilha do mundo a Doutora perfeição já havia terminado, pois estava fazendo regime. Dane-se se eu usava 42 e ela um 36, a lasanha estava maravilhosa e eu iria comer.

Ao terminar o jantar, fui ajudar Tia Cissa a retirar a mesa e secar a louça. Ao entrarmos na cozinha, ela olhou para todos os lados e disse quase em um sussurro.

-Não sabia que você e o Draco tinham brigado. - falou me olhando.

-Não brigamos. - falei para tranquilizá-la.

-Então porque ele trouxe aquela….. - ela parou de falar e apontou para a sala, onde Draco, o pai e a menina estavam sentados conversando. - garota? - ela me perguntou em um tom de voz baixo, ainda espiando os três na sala.

-Tia, eu e o Draco não temos nada, somos só amigos. - falei baixo também.

-Um cacete! - ela disse exaltada esquecendo que a conversa era silenciosa.

-Tia! - a repreendi pelo palavrão.

-Desculpe querida. - ela falou tampando a boca, depois me olhando e voltando a falar baixo. - Mas não me venha com essa que vocês não tem nada, eu não sou boba. - falou terminando de secar a pia.

-Eu desisto Tia, você e mamãe são impossíveis. - falei terminando a louça.

-Isso é porque amamos nossas crias e queremos o melhor para elas. - disse me abraçando e caminhamos até a sala. - E no caso do Draco o melhor não é aquela loira exibida. - disse séria olhando para a sala.

Ao chegarmos na sala Tio Lucius estava assistindo a televisão enquanto a Doutora roupas coladas, estava praticamente sentada no colo do Draco, enquanto conversavam.

-Então… - disse tentanto não chamar muita atenção, mas todos viraram para mim. - Eu vou indo. - falei pegando minha bolsa que estava na poltrona.

-Você não vai dormir aqui? - Draco perguntou levantando-se de imediato.

-Não. - disse mais fria do que pretendia, então para me redimir completei. - Deixei meu ursinho sozinho e você sabe que ele tem medo de escuro. - disse sorrindo.

-Não é só ele. - Draco disse rindo fraco.

-Enfim eu vou indo. - Disse acenando sem ainda ir definitivamente. - Obrigada pelo Jantar, estava maravilhoso como sempre Tia Cissa. - Disse a abraçando. - Tio a gente precisa se encontrar mais vezes! Ainda quero saber o final daquela obra de esquina. - disse para ele.

-Mas… Eu pensei. - Draco disse inconformado com minha partida.

-Amanhã nos encontramos Draco. - falei o cortando, não queria ser rude na frente dos seus pais. Ao mesmo tempo não me importava minimamente em ser na frente da Doutora grandes saltos.

-Filho, acompanha a Mi até lá na frente. - Tia Cissa disse amorosa, mas claramente dando uma ordem ao filho.

-Claro, claro. - Draco disse caminhando em minha direção, pegando em  minha mão e me conduzindo para frente da casa.

Ao chegarmos na frente da casa o clima estava tenso e pela primeira vez na noite isso era perceptível para Draco.

-Achei que fosse dormir comigo. - ele disse me olhando.

-O lugar ao seu lado já está ocupado hoje. - disse firme, lembrando que ele me trocou no jantar.

-Ela não vai dormir aqui. - ele falou indo para minha frente. - Logo, vou levar ela para casa. - falou tentando me convencer.

-E eu tenho cara de step Draco? - falei agora ofendida. - Quando a sua diversãozinha da vez sai, eu ocupo o seu lado, mas quando você está com alguém eu sento ao lado da sua mãe? - perguntei.

-Eu não disse isso. - falou se defendendo.

-Desculpe então, entendi errado no jantar. - falei irritada.

-Tudo isso por conta de um lugar estúpido? - ele me perguntou da mesma forma irado.

-Era o meu lugar. - falei firme. - E você sabe que isso representa muito mais do que simplesmente onde sentar a mesa. - falei o olhando mais severamente que em toda minha vida. - Como se sentiu saindo do lado do seu pai? - perguntei firme, já pegando a chave na bolsa. Olhei para frente e ele estava de cabeça baixa.

-Você está com ciúmes. - ele disse, me olhando no fundo dos olhos. - Eu compreendo, também não gostava da presença do Comarco. 

-Isso não tem nada a ver com o Comarco. - falei tentando fugir do assunto, que Draco sabia que eu não gostava de falar. - O seu lugar na minha vida sempre foi fixo, independentemente de com quem eu estivesse. Mas por conta da sua transa do dia você me jogou para escanteio. - fechei a bolsa e comecei a andar em direção ao carro, mas antes me virei. - É bom saber o lugar que ocupo na sua vida.

E assim fui embora, magoada, triste, as lágrimas escorriam sem comando em meu rosto. Eu queria o colo da minha mãe, queria os concelhos desaforados da Gina, o olhar carinhoso de Luna, a ira do meu Pai por alguém me magoar, mas acima de tudo queria o cheiro de Draco, no entanto dessa vez ele era o causador da minha dor e por isso eu não o teria.

No caminho avistei um posto de gasolina e sem mais pensar nas consequências estacionei. Eu precisava disso, ou a dor iria me consumir. Eu já sentia a palpitação em meu peito, o peso no coração a sensação de ser jogada em uma enorme piscina sem escadas e a certeza que o amanhã demoraria uma infinidade para chegar. A fome já era presente e eu precisava saciá-la, nenhum remédio seria o suficiente diante daquela angústia, meu sonífero apenas adiaria tudo. Eu sabia o que precisava e estava dentro da loja de conveniência daquele posto.

Sai do carro e caminhei decidida até a loja, fui até a geladeira e peguei um grande pote de sorvete de chocolate branco, ao lado peguei uma calda de chocolate e fui até o caixa. Não me senti culpada, era uma questão de saúde praticamente, e eu já havia comido lasanha, um pouco a mais um pouco a menos não me faria diferença. 

Dane-se se eu iria engordar, dane-se se doces ampliaram meu problema de ansiedade, dane-se meu falho auto controle sobre minhas emoções. Eu só queria que a dor passa-se que minha respiração de regularizasse e eu conseguisse dormir no fim de tudo isso.

E assim, fui para casa, sabendo que amanhã seria um dia melhor.

 


Notas Finais


Esse capítulo foi tenso…. O que acham agora da Dafne? E o Draco, ele agiu errado? E a reação do Lucius? E a Narcisa?
No próximo capítulo terá muita coisa, inclusive momentos fofos…..
Comentem, favoritem e compartilhem a fic, vamos fazer ela crescer.
Beijossss e até o próximo capítulo!!!!


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