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História Mais que amigos - Capítulo 2


Escrita por: Sakura_Adachi

Notas do Autor


Olá bombons!! Vim aqui trazer um novo capítulo de Mais que Amigos, confesso que fiquei brava e triste nesse capítulo, espero que vocês gostem tanto quanto eu gostei <33333

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Enfim, boa leituraaa <333

Capítulo 2 - Lembranças


Fanfic / Fanfiction Mais que amigos - Capítulo 2 - Lembranças

 Busan, 2017.

A manhã estava quente e prazerosa. Jimin apertou o passo, olhando rapidamente para o relógio. Não podia se atrasar. Tinha acordado tarde nessa manhã.
Parou no ponto de ônibus, olhando ansiosamente a curva da rua, mas nada do coletivo chegar. Se esse ônibus pudesse chegar logo! Pensou ele. A bolsa que carregava estava pesada e ele colocou-a na calçada.
Longos cinco minutos se passaram e, o ônibus finalmente havia chegado,e ele subiu, sentando-se no banco de trás com sua bolsa em seu colo. O veículo estava cheio, mas ele não se importava, iria descer no ponto final.
Ah!É mesmo! Pensou ele. Feliz Aniversário para mim!. Acomodou-se o melhor que pôde nos bancos duros do ônibus, de vez em quando alguns dos passageiros esbarravam nele, tentando equilibrar-se de pé.
A viagem era longa, mas ele ignorou, estava acostumado a levar este caminho até o colégio desde que seu pai faleceu, quando Jimin tinha apenas 14 anos de idade e saiu de casa...
Ji-hoon era um advogado importante . Quando casou-se com Takio Hiroshima montou uma bela casa onde nada faltava, com 3 crianças felizes e bem cuidadas, Park Jimin ( o filho caçula), Byeol  Hiroshima ( a filha do meio) e Ha-jun Hiroshima (o filho mais velho). Os três cresceram em meio ao conforto e amor de seus pais. Seu pai desejava mais um menino, ja que dizia que não teve sorte na segunda gravidez de Tákio, quando nasceu Byeol.
Ji-hoon era um homem maravilhoso, gentil, amável, honesto e fazia de tudo pela família. Porém, com o tempo descobriram nele uma grave doença... A amnésia, com isso Ji-hoon  parou de trabalhar e ficou anos e anos a tomar remédiosparou de trabalhar e ficou anos e anos tomando remédios para melhorar, com todo este problema Takio teve que trabalhar o triplo para conseguir sustentar a sua família sozinha. De vez em quando tinha que viajar por longos dias á trabalho que acabavam virando semanas, meses e anos, e todos os meses, mandava grandes quantias de dinheiro para os filhos que eram administrados por Ha-jun já que era o filho mais velho.
Com o tempo Ji-hoon estava melhorando, o médico dizia que era por causa dos remédios, as crianças rapidamente avisaram a mãe que voltou para a coréia Do Sul para conseguir conversar com o marido sem que ele se esquecesse do que estavam a falar.
O primeiro dia após a volta de Takio e a melhora de Ji-hoon, as crianças jantaram fora e passaram a noite juntos assistindo filmes na televisão, para matar a saudade. Entretanto Takio começou a se sentir indisposta, com enjoos constantes. Então em uma noite quando todos pareciam estar dormindo, Ha-jun chamou:
 —  Mãe - falou em um sussurro - ,precisamos conversar.
Takio foi até o filho e os dois sentaram-se no sofá.
 —  Fala Filho - falou Takio em um bocejo.
 —  Achou que eu não perceberia mãe?
 —  Perceber o que filho? - falou ela num tom de voz confuso.
 —  Você esta grávida mãe?
Takio levantou de um sobressalto com uma expressão de indignação.
 —  Como pode achar isto de mim!? Eu jamais trairia seu...
 —  Como é!? - falou Ha-jun levantando-se também - Eu não falei em nenhum momento que o filho não era do papai... Mãe?... Você traiu meu pai?
Takio não respondeu, apenas ficou paraa com a perplexidade estampada em seu rosto, estava suando frio e suas mãos  estavam trêmulas.
 —  Você traiu meu pai?
Takio despencou no sofá atrás de si, colovou as mãos suadas no rosto e desabou em lágrimas.
 —  Eu não acredito... Como pôde? Vocês viveram anos juntos, ANOS!
 —  Por favor meu filho - falou Takio num som de súplica - não conte para os seus pais, nem para os seus irmãos
 —  Ho!Ho - falou Ha-jun num tom irônico - eu não vou contar... Por que quem tem que fazer isso... É você
 —  Eu não vou conseguir fazer isso filho... Eu não quero esta criança, posso tirá-la de mim...
 —  Faça o que você quiser... Só espero... Que não se arrependa do que você esta fazendo
Ha-jun virou-se de costas e subiu as escadas da casa em direção ao seu quarto, Takio  continuou a desabar em lágrimas no sofá, ela tirou o celular do bolso e discou o número; e ligou.
 —  Oi, que bom que você atendeu, preciso falar sério com você.
 —  O que foi? Pode falar - ouviu-se uma voz grossa e suave.
 —  E-eu te falei, que eu estava g-grávida... Não foi?
 —  Sim! Eu lembro meu amor! - animou-se a pessoa do outro lado do telefonema - Eu comprei vária roupinhas e sapatinhos, lençóis e...
 —  Lionel... Escuta... Eu não quero este bêbê
 —  Como é!? O que você quer dizer com isso Takio!?
 —  Lionel... Não posso arriscar o futuro da minha família, preciso tirar esta coisa de mim.
 —  Isso não é uma coisa, é meu filho, pela sua família você vai tirar uma vida!?
Um silêncio percorreu a sala e a ligação, enquanto Takio pensava numa resposta.
 —  Lionel preciso que você me entenda, estou grávida do meu amante, como meu maridos e meus filhos vão rea...
 —  O que houve aqui!?
Takio se virou e viu a pessoa que mais temia que ouvisse o que ela falava.
 —  O que está havendo Takio!?
 —  Amor... E-e... eu p-posso explicar.
 —  Explicar o que!? Que esta grávida de um cara qualquer? Onde você o conheceu!!!
 —  Na Inglaterra, numa viagem de trabalho.
 —  É tão astuta que ficou grávida de um homem de outro país, assim eu nunca iria suspeitar não é!? Foi isso que você pensou!? - ele não esperou uma resposta - Se acha que pela a minha doença vou esquecer disso, tire o seu cavalinho da chuva, pois posso lhe garantir que isto eu jamais esquecerei isso, nem que seja a última coisa que eu faça!!
 —  M-Meu amor - falou Takio com lágrimas nos olhos - F-falei baixo... As cri-crianças
 —  Não acredito  - riu Park do Hwa irônico - , agora você se preocupa com os seus filhos!? Mas quando foi engravidar de um carinha quaiquer ninguém nem existia para você!!
Takio e Park ficaram se encarando por instantes, até que ouviram a voz de um de seus filhos.
 —  Mamãe, isso é verdade?
 —  F- filho... Olha, sobe lá... Que a m-mamãe já conversa com v-você tá - disse limpando as lágrimas e colocando um sorriso radiante no rosto.
 —  Mãe eu não sou uma criança, quero que me digam o que esta acontecendo! - gritou o garoto em um tom ignorante
 —  Park Jimin! Não fale assim com a sua mãe! - gritou Park para o filho caçula.
Jimin lançou um olhar frio com um fundo de indignação para o pai, que sustentou o olhar com agressividade correndo pelas veias.
 —  Agora a pouco pai, você disse que essa mulher não ama a gente, mas agora defende ela? Essa mulher não me ama... Então não vou respeitá-la.
 —  F-filho... N-não fala assim
 —  Cala sua boca!! Voc~e não é nada para mim! NADA!
Com Takio chorando aos prantos, Park passou em sua frente com sangue nos olhos e deu um soco no rosto de Jimin que o fez cair no chão e sua boca sangrar.
 —  Filho! - gritou Takio jogando-se no chão para ver o filho, que a empurrou para o lado assim que ela ousou tocá-lo.
 —  Você não deve falar assim  com a sua' mãe!! Foi assim qye lhe ensinei!? Não importa o que haja... Respeite-a!
De repente Park colocou uma mão em seu peito, sua expressão era de dor, ajoelhou-se no chão ainda com dor Jimin foi até o pai que despencu no chão.
 —  Chama a ambulância!! - gritou Jimin para Takio - Ele está tendo um infarto!1
Takio levantou- se do cjão e pegou seu celular para ligar para a ambulância.
 —  Ta tudo bem pai... - disse Jimin chorando esquecendo-se completamente da discussão anterior - Vai ficar tudo bem.
 —  Por favor, venham  rápido!! -  Falou Takio ao telefone e depois falou com o filho - Eles estão vindo.
 


Notas Finais


Espero que tenham gostado deste capítulo, nos veremos no próximo, até mais


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