História Mais que Amigos (Imagine Park Jimin) - Capítulo 12


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Kim Namjoon (RM), Kim Taehyung (V), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bangtan Boys (BTS), Imagine, Imagine Jimin, Jimin, Namjoon, Park Jimin
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Palavras 1.866
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 12 - Capítulo 12


Fanfic / Fanfiction Mais que Amigos (Imagine Park Jimin) - Capítulo 12 - Capítulo 12

Jimin

 

— Você primeiro — digo.

S/N põe as mãos na cintura.

— De jeito nenhum. Você primeiro.

Dou um sorriso, tirando a camiseta por cima da cabeça antes que ela termine de falar.

Eu a jogo no chão.

Os olhos dela se voltam para meu abdome descoberto.

— Você sabia que eu ia dizer isso — ela me acusa.

— Pois é. Agora é sua vez — insisto.

Ela não se move. Ficamos parados na frente um do outro.

— A porta está aberta — ela diz, toda puritana.

— Não tem mais ninguém aqui — respondo, com o que considero uma paciência admirável. — Só a gente.

— Mas…

Estou preparado para isso, então tiro eu mesmo a blusa dela. Por sorte, é uma camisetinha listrada fácil de arrancar.

— Jimin! — ela grita.

Jogo a blusa em cima da minha. Sucesso!

Só que não me sinto tão triunfante.

Porque, apesar do papo de barriga estufada e sei lá o que, do meu ponto de vista ela é absolutamente perfeita.

Pensei que estivesse preparado, mas ao ver sua cintura e os seus peitos fico com a boca seca, e meu cérebro não consegue funcionar direito.

Sem mencionar o pau duro.

Minha resposta ao corpo dela deve ter feito com que ganhasse mais confiança. Sua apreensão desaparece diante dos meus olhos, substituída por um sorrisinho malicioso.

— Sua vez — ela diz, toda meiga, voltando a colocar as mãos na cintura, mas dessa vez de um jeito lento e provocativo, enquanto inclina o quadril para o lado.

Meus movimentos não são tão naturais dessa vez.

Consigo abrir a calça jeans tranquilamente, mas, na pressa de tirar a roupa, esqueço que ainda estou de sapato, então preciso ir cambaleando até a cama para me livrar deles.

S/N ri da minha falta de jeito, e eu jogo a calça em cima dela.

Estou com tesão pra caralho, e com a impressão de que o sexo com ela pode ser divertido como nunca.

Jogo as mãos para trás, usando apenas uma cueca boxer ao me apoiar na cama. O riso dela morre aos poucos.

S/N leva o polegar à boca e morde a unha.

Está nervosa.

E eu vou mudar isso.

Fico de pé e vou até ela bem devagar. Ficamos cara a cara. Ela está com um sutiã preto de renda bem decotado, mas faço força para olhar apenas para seu rosto.

— Me beija — peço.

— Hã? — ela está olhando para minha cueca. Ou melhor, para o volume dentro dela.

— Me beija. — Dessa vez é uma ordem.

Os olhos dela encontram os meus por apenas um momento, como se procurasse uma confirmação. Então parecem encontrar, porque baixam pra minha boca e ficam nebulosos.

Eu me aproximo, inclinando a cabeça de leve para que fique mais fácil me alcançar.

— Me beija. — Agora é um sussurro.

S/N fica na ponta dos pés, levanta o queixo e devagar — bem devagarinho — encosta a boca na minha.

Então me beija.

Permito que assuma o controle. É o mínimo que posso fazer depois de praticamente devorar a garota na parede da cozinha ontem. É a vez dela de conduzir.

S/N segura meu rosto, e seus lábios separam os meus. Sua língua encontra a minha, a princípio com certa cautela. Solto um grunhido, degustando a sensação.

Os braços dela enlaçam meu pescoço, aprofundando o beijo e fazendo nossos corpos se encontrarem em um contato de pele contra pele.

Nesse momento, perco a cabeça. Meus braços a envolvem pela cintura e minhas mãos acariciam cada pedacinho de pele descoberta enquanto a beijo avidamente.

Levanto o queixo dela com o nariz enquanto beijo seu pescoço. S/N joga a cabeça para trás com um grunhido, fazendo seus cabelos lindos e macios chegarem quase até a bunda.

Entrelaço os dedos naquele ondulado escuro para que fique no lugar.

Ainda estou para ver uma mulher que não gosta de beijos no pescoço, mas S/N adora. Ela se esfrega toda em mim. Estou mais que duro, e ainda nem tirei o sutiã dela.

Por falar nisso…

Com relutância, meus dedos soltam seus cabelos e minha boca toma a dela enquanto subo as mãos por suas costas, até chegar bem perto do fecho.

Consigo abrir com facilidade, mas faço uma pausa antes de tirar a peça de renda, inclinando a cabeça levemente para trás para encarar S/N e garantir que estamos em sintonia.

Os olhos dela estão marejados de desejo e acesos.

Com certeza estamos em sintonia.

Com um sorriso malicioso, deslizo as alças pelos ombros dela, parando poucos milímetros antes que o sutiã caia, só para torturar nós dois, e então…

S/N Blanton está seminua na minha frente.

Meu sorriso se alarga quando olho para baixo.

— Acho que essa pode ter sido a melhor ideia que você já teve, Blanton.

— Mais ação, menos falatório. — A voz dela sai rouca e áspera.

Levanto as mãos, mas me interrompo antes de tocar.

— Pensei que você quisesse transar com seu melhor amigo exatamente pra poder conversar. Não foi isso que você falou?

Ela solta um grunhido de frustração, arqueando as costas para levar seus peitos às minhas mãos, então percebo que está mais do que certa.

Estou falando de mais e aproveitando de menos.

Seus peitos são firmes e perfeitos. Bem sensíveis também, considerando os gemidinhos que ela solta.

Deixo minhas mãos explorarem à vontade e aprenderem seus contornos antes de recompensar nós dois com uma carícia nos mamilos. Ela reage apertando minha bunda e me puxando para junto de si com um gemido suave.

Eu a beijo de novo, só uma vez, com força, e em seguida a empurro na direção da cama, fazendo com que sente.

Meus olhos não desgrudam de seus peitos maravilhosos enquanto meus dedos abrem os botões da calça preta que está usando. Eu a puxo por suas pernas compridas e a jogo na pilha de roupas descartadas. Agora S/N está só com uma calcinha preta minúscula e eu de cueca.

Não consigo parar de olhar para ela, o que não a incomoda, aparentemente. Ela está ocupada fazendo suas próprias observações, e em seguida tapa a boca para sufocar uma risadinha.

— É muita loucura fazer isso? — pergunta.

— Com certeza — respondo, apoiando um joelho na cama e uma mão em seu ombro para deitar seu corpo.

Se ela gostou da minha boca em seu pescoço, curte ainda mais quando encontra seus peitos. Ela fica louca quando a provoco com beijos de leve nas laterais, quando passeio com a língua entre os dois, ama quando abocanho um mamilo e começo a chupar.

Estou tão perdido em sua perfeição que não percebo que suas mãos tentam entrar freneticamente na minha cueca.

— Tem alguém com pressa aqui — comento, recuando um pouco.

— Três meses, Jimin — ela diz. — Faz quase três meses.

— Não precisa dizer mais nada.

Eu me livro da cueca em questão de segundos, mas tiro sua calcinha bem devagarinho, para aumentar a tensão, percorrendo com os olhos suas pernas compridas.

Então jogo de lado a última peça de roupa entre minha melhor amiga e eu.

E não me arrependo nem um pouco.

Ela pelo jeito também não, porque se apoia em um dos cotovelos e me puxa para um beijo mais do que acalorado.

Retribuo, e nossas línguas começam a se mover no mesmo ritmo enquanto minha mão vai baixando pelo seu corpo, passando pelo abdome (“barriga estufada” coisa nenhuma) até eu a sentir toda gostosa, molhada e quentinha na ponta dos dedos.

S/N morde meu polegar quando deslizo um dedo para dentro, o que destrói o pouco que me resta de autocontrole. Eu me levanto e corro para o criado-mudo como um homem morto de sede mergulharia em um lago.

— Onde estão as camisinhas?

Ela não responde. E não precisa, porque na gaveta não tem nada além de camisinhas.

— Puta merda, Blanton. Acho que você acabou com o suprimento de látex do planeta.

Ela morde o lábio e olha para mim.

— Passei no atacadão enquanto você estava na academia.

Só consigo balançar a cabeça enquanto pego uma entre oito milhões de embalagens.

— Uma garota que compra camisinhas por atacado… A gente devia ter feito isso antes.

Me volto de novo para ela e, apesar da urgência de poucos instantes atrás, procuro observar seu rosto.

É então que acontece.

O ponto de virada.

E, apesar de nunca ter tido tanta vontade de alguma coisa na vida como de me enfiar no meio das pernas dela, não posso arruinar nossa amizade. Preciso saber…

Ela estende os braços. Meu pau pulsa em sua mão. S/N o acaricia com movimentos firmes e fluidos, lambendo os lábios.

— Então tá bom — murmuro enquanto solto um grunhido e abro a embalagem da camisinha com os dentes.

Ela se ajeita na cama quando me aproximo, abrindo as pernas para eu me acomodar entre elas. Está ofegante agora. Eu também, e parece loucura não ter fantasiado com esse momento desde que a conheci, porque nunca senti um desejo tão forte.

Posiciono as mãos uma de cada lado de seu corpo. As dela pousam sobre as minhas, e espero o maior tempo possível para saborear o momento.

Meto nela e, nossa, está prontinha. Respiro com força indo ainda mais fundo, sentindo suas unhas se cravarem em mim, me puxando para mais perto enquanto resmunga algo que pode ser um “vem”.

Quando estou inteirinho dentro dela, faço uma pausa.

Saboreio o momento.

Eu não diria que apresso as coisas com outras garotas, mas, vamos encarar os fatos, uma vez dentro, a coisa vira uma corrida rumo à recompensa, certo? Sou do tipo pá-pum.

Mas com S/N é diferente. Por algum motivo é mais importante, então fico parado um instante, sentindo seu corpo, observando seu rosto, reparando em sua respiração.

Então escuto a voz dela de novo:

— Vem.

Eu me inclino sobre ela, encontrando seus lábios com os meus enquanto tiro tudo, depois me afundo por completo nela. Nós dois gememos ao mesmo tempo.

Mantenho um ritmo lento e constante, o máximo que consigo, querendo agradá-la, porque, como ela mesma disse… faz três meses.

Mas pelo jeito a seca a deixou empolgada e pronta para a ação, porque sua respiração se acelera num instante e seus quadris se remexem, me obrigando a acelerar o ritmo.

Sei que ela está chegando lá, então vou baixando a mão pelo seu corpo, e é o bastante; uma esfregadinha com o dedo e ela se arqueia toda, gritando e me apertando dentro dela ao mesmo tempo.

O som e a visão dela se desfazendo toda no orgasmo acabam comigo.

Só consigo dar mais duas estocadas antes de também chegar ao clímax, prendendo a pele macia de seu pescoço entre os dentes, de levinho, enquanto estremeço todo dentro dela.

Então desabo.

Ela me deixa deitar, tirando os braços das minhas costas e os deixando parados ao lado do corpo enquanto respiro pesadamente contra seu pescoço.

Não sei quanto tempo se passa assim. Segundos? Minutos?

Dias?

S/N vira a cabeça para colar a boca na minha orelha.

— Então.

— Então — digo, antes de me levantar só o suficiente para observar seu rosto, rezando para não encontrar nenhum sinal de arrependimento.

— Isso foi…

Ela se interrompe.

— Pois é — respondo. Porque eu entendo. Não dá pra explicar.

— Então… de novo? — Seu tom de voz é esperançoso. Abro um sorriso.

A gente devia mesmo ter feito isso muito tempo atrás.


Notas Finais


Me digam o que estão achando ~.~


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