História Papéis por Busan (Jikook) - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Park Jimin (Jimin)
Tags Bangtan Boys, Bangtan Sonyeodan, Bts, Jikook, Jimin, Jungkook, Kookmin, Yaoi
Visualizações 36
Palavras 1.601
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Sim, eu editei esse capítulo mas não vai alterar muito na Plot, okay?
nada a comentar sobre esse capitulo
Beijinhos e boa leitura ~

Capítulo 2 - Segunda-feira, árvores verdes e saudáveis


Fanfic / Fanfiction Papéis por Busan (Jikook) - Capítulo 2 - Segunda-feira, árvores verdes e saudáveis

 

Jimin deixou seu sono esvaziar e ceder à vibrações constantes em baixo de seu travesseiro. A visão embaçada por conta do sono impossibilitava-o de enxergar perfeitamente, mas sabia de fato que a cabeleira morena deitada ao seu lado, era Jungkook. Sua cabeça latejava por conta do sono e por ter bebido um pouco demais no dia anterior, mas nada muito alarmante. Suspirou cansado e virou-se de encontre à Jeongguk, em busca de contato do namorado. 

Estava quase voltando ao seu sono quando as vibrações reiniciaram, resmungou algo inaudível e tateou de leve por baixo de seu travesseiro. Deveria ser algo bem importante para acorda-lo às sete e quinze da manhã, mas se existia algo em que Park Jimin fazia questão de verificar, eram mensagens e ligações; não sabia quais eram importantes e quais não, por isso esforçava-se em ouvir os áudios de três minutos e meio que Taehyung mandava, mesmo que fosse de um motivo bobo, algo poderia acontecer no meio do áudio, não poderia?

Puxou o aparelho e a claridade da tela fez o garoto arrepender-se de liga-lo. Respirou profundamente e verificou as... sete mensagens de Taehyung, o que de fato surpreendeu Park. O Kim geralmente acordava bem tarde, geralmente junto de seu namorado. Preocupado, o ruivo passou a ler atentamente as mensagens.

Ah, oi Chim.

Poderia passar na farmácia para mim? 

Minha avó está meio doente e estou cuidando dela...

Estou preocupado pra cacete, vc tá dormindo?

Chiiiiiiim!

Vai logo, cara.

Jimin desligou novamente o celular e colocou-o sobre o criado mudo. Levantou-se lentamente da cama e foi em direção ao banheiro arrumar-se, escovou os dentes, lavou o rosto, arrumou os cabelos e voltou ao quarto para trocar de roupa. Se vestiu e sentou novamente na cama para colocar os sapatos, sendo surpreendido por um abraço pela cintura. De imediato assustou-se com o contato mas riu ao perceber a forma carinhosa em que estava sendo tratado.

— Aonde vai tão cedo, mochi? —  A voz manhosa e carente de Jungkook tremia em grave contra a camiseta de Jimin. Foi preenchido de selares pelas costas e ombro quando virou-se e beijou o garoto calmamente. Roçou seus narizes de leve e lhe deu um curto beijo.

 —  Tae me pediu para ir a farmácia, quer ir comigo?  —  Respondeu sorridente e se afastou para continuar a se arrumar. Jungkook gemeu manhoso e jogou-se novamente na cama negando o pedido do namorado.  —  Ah, Kookie, vamos. Podemos ir em algum lugar depois.

 —  Estou cansado, fazemos quando você voltar  —  afundou o rosto no travesseiro e fitou o ruivo  —  e nem precisaremos sair de casa.  —  Jeon sorriu pervertido e fez Jimin rir.

Jimin levantou da cama e agachou-se para selar os lábios do namorado, sussurrando um "tchau" ao passar pela porta do quarto. Pegou as chaves do carro e dirigiu-se à porta de casa. Andou rapidamente até o automóvel e sentou-se no banco do motorista. Mais mensagens chegaram ao celular de Park e já tinha uma ideia de ser Tehyung porque bem... Só ele estava acordado a essa hora.

Jimin, minha avó piorou.

Pode vir ao hospital?

Então era realmente grave a situação. Encarou perplexo as mensagens e dirigiu rapidamente pelas ruas. Seu melhor amigo precisava de apoio e mesmo estando precisando de ainda mais apoio, fez questão de ir ajudar o Kim, aliás, amigos serviam para isso. Pisou fundo no acelerador e ultrapassou alguns sinais vermelhos, provavelmente levaria algumas multas, mas quem se importa?

Chegou em frente ao Inje University Pusan Paik Hospital próximo das sete e quarenta, então havia algumas vagas embora movimentado fosse o segundo nome do hospital. Estacionou próximo da entrada e correu até a sala de espera, encontrando seu amigo agachado contra a parede cabisbaixo, Tae estava realmente triste e o mais velho não pensou duas vezes antes de correr e abraçá-lo. As lágrimas que escorriam do rosto do loiro, deixavam a camiseta de Jimin encharcada, mas nesse ponto, Park estava mais atento à situação do melhor amigo.

 — Está tudo bem, Tae...  —  acariciou os cabelos do Kim e o agarrou com força. A boca de Taehyung tremia ao ombro de Jimin e soluços tortos escapavam de seus lábios, mãos trêmulas agarraram o ombro do amigo e o apertaram contra si. O loiro sabia que tinha sorte por ter um amigo assim, que o apoiava em qualquer ocasião e o ajudava quando mais precisava.

Soluços preencheram o silêncio da sala e olhares calorosos vindos dos pais de Tae encontravam com o do ruivo, incentivando-o a ajudar ainda mais seu amigo. Taehyung estava aflito com a situação, sempre gostou de sua avó e vê-la naquela situação deixava-o sem chão, tinha medo de perdê-la e mesmo que não quisesse, sempre deixava isso transparecer aos outros, inclusive à seu melhor amigo. 

É pra isso que amigos servem..., pensou Jimin.

(...)

 — Está tão grave assim a situação, mochi?  — Jungkook questionou à Jimin enquanto o garoto sentava-se ao lado do moreno. 

 — Parece que sim...  —  suspirou Jimin  — mas vamos falar sobre outras coisas, certo?

 — Por exemplo...  

 Jimin sorriu ao notar a visível animação do namorado, pensou em seu planejamento e logo falou:

 — Por que não vamos ao bosque?  — Sugeriu Jimin e logo se arrependeu; o brilho nos olhos de Jeongguk desapareceu instantaneamente.  — O que foi, bebê? Não gostou?

 Jungkook tombou a cabeça para o lado e mordeu o lábio inferior, fitando profundamente o garoto.

 — Pensei que... Iriamos fazer outra coisa.  — Sugeriu Jeon.

 — Podemos fazer os dois, hm?  — Riu Jimin da perversão e audácia do mais novo.

(...)

 — Jimin, você está mesmo me levando para o meio do mato, sem sinal e wi-fi, sem internet, sem energia alguma, sem vídeo-game, sem porra nenhuma?  — Perguntou Jungkook aflito enquanto caminhava pela longa trilha junto ao namorado. Tinha sido retirado de se recanto sagrado para... Andar? 

 — Vamos, Kookie, não é tão ruim assim. Prefere seus jogos do que a mim?  — Puxou a mão do mais alto para si.

 — Claro que não, mas prefiro ainda mais você quando estamos em casa, jogando vídeo-game, assistindo séries ou transando. Fala sério, Jimin! Estamos no meio do nada! Você ao menos sabe onde vamos?

Claro que não, pensou Jimin.

 — Óbvio que sim.

Cansado de ouvir o namorado reclamar, Park puxou Jungkook para um beijo longo e profundo, sentiu o namorado rir durante o contato e separou por falta de ar. A mão de Jungkook desceu-lhe até suas costas e o abraçou durante um tempo. Jimin separou-se o suficiente para encostar em sua pele macia e gritar:

 — Tá com você!

E sair correndo pelo bosque atrás de diversas árvores.

Jungkook riu pela ação do namorado, mas sem hesitar um segundo, correu atrás do garoto até se cansar.

(...)

 — Jimin-ssi... Estou cansado...  —  apoiou-se em uma árvore e sentou na superfície plana. Jimin andou até o moreno e sorriu ao vê-lo deveras cansado, suas bochechas coradas davam-lhe uma aparência fofa e convidativa. Sentou próximo à Jeongguk e o mesmo fez-lhe um gesto para sentar-se em seu colo.  — Disse que poderíamos fazer as duas coisas...  — Puxou a nuca do ruivo e beijou o mesmo, arrastando sua boca para seu pescoço. 

 — Em casa, Kookie... Estamos... No meio do mato.  — Advertiu Jimin.

  — Deixa, é um fetiche meu.

Park deu uma risada longa e alta, estava a quatro anos com Jeon Jungkook e apenas nos últimos dias de seu relacionamento, descobre que um dos fetiches do namorado é transar no meio do nada. Bom, se é uma vontade do garoto, o que custa realizar?

Jimin colocou os joelhos em volta do mais novo e rebolou contra sua intimidade, beijando-o em seguida. reprimiu um gemido mordendo o próprio lábio ao perceber o quanto Jeon estava duro. O membro ainda coberto pelo moletom roçava contra suas nádegas e quanto mais se mexia, mais excitado ficava. Mas era esse o objetivo.

Puxou a camisa do namorado por cima dos braços e a atirou em algum lugar que seria pouco provável acharem-na depois, espalmou o peitoral definido de Jungkook e lambeu-lhe o pescoço, foi mordendo e provocando alguns gemidos no moreno até que as mãos do mais novo pararam na traseira de Jimin. Apertaram-na com certa força e deixaram um gemido rouco escapar pela garganta. 

 — Porra, Jimin... — Gemeu Jungkook quando Park desceu lentamente pelo abdômen do namorado. Mordeu o cós da calça provocando-o até que finalmente tirou o moletom do garoto e nada surpreendido com o fato de que Jeon estava sem sua boxe, aliás, tinha prometido que iriam transar. Jimin deu leves selares no membro rijo do namorado e passou sua língua por toda a extensão.  — N-não enrola...  — Segurou os cabelos do namorado e empurrou sua cabeça contra seu pênis.

O ruivo não teve outra alternativa se não enfiar toda a extensão de Jungkook na boca e arrastá-la pela garganta enquanto esforçava-se para não raspar seus dentes no membro do namorado.

Tudo bem, é só um boquete no meio do mato, ninguém pode nos ver, certo?

Errado, pobre Jimin, absolutamente errado.

 — Mamãe, o que aqueles moços estão fazendo?  — A voz de uma garotinha ecoou pelo outro lado da trilha e uma cabeleira loira saiu de trás das árvores.

Puta merda..., pensou Park.

 — Merda, Jungkook! — Jimin levantou-se rapidamente e subiu a calça do namorado enquanto escutava gritos horrorizados de mulheres vindos de trás.  — Toma, veste! — Jogou a camiseta para Jungkook que vestiu depressa enquanto pegava o mais velho no colo e corria o mais rápido o possível para o carro.

Abriram a porta rapidamente e Park não pensou duas vezes em ligar o carro e dirigir novamente até a estrada. O casal se entreolhou e riu até esvaziarem o pulmão.

 — Meu Deus. — Jungkook soltou quando pararam em um sinal e, iniciando uma nova crise de riso de ambos os garotos

 


Notas Finais


A avó do Tae, cara...
Fiz esse finalzinho para não ficar tão sad esse capítulo, espero que não tenha ficado forçado <3


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