História Mais Que Vingança - Capítulo 27


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Categorias Ally Brooke, Anna Kendrick, Camila Cabello, Cole Sprouse, Dinah Jane, Hailee Steinfeld, Halsey, Harry Styles, Lauren Jauregui, Liam Payne, Little Mix, Louis Tomlinson, Niall Horan, Normani, Shawn Mendes, Tyler Hoechlin, Zac Efron, Zayn Malik
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Allybrooke, Camilacabello, Camren, Dinahjane, Laurenjauregui, Normani
Visualizações 18
Palavras 4.371
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, LGBT
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 27 - 2.7


Fanfic / Fanfiction Mais Que Vingança - Capítulo 27 - 2.7

Valley House, Bakersfield, CA - October 25, 2018. 06:22 AM.

— Bom dia, mãe.

— Bom dia. - Lauren prendeu o riso quando Aria passou por ela com o cabelo todo para cima, como se tivesse brigado com um animal. - Que ca... Que cara é essa?

— Passei a noite acordando e dormindo porque a minha cama está quebrada, é impossível dormir nela. Sem contar que o quarto fica estalando a cada três minutos.

— Que péssimo. - Lauren encarava o cabelo de Aria se perguntando por quanto tempo mais conseguiria segurar o riso. A menina era um cosplay quase perfeito da Marge Simpson, só faltava pintar o cabelo de azul. - Não me importo de dormir no quarto barulhento. Quer trocar comigo?

— Ou pode trocar comigo, seja lá o que for. - Camila surgiu olhando diretamente para Lauren e seu rosto vermelho, entendendo o motivo quando Aria levantou a cabeça para olhá-la. - Virou a Mary Shelley?

— Quem?

— A noiva do Frankenstein. - Lauren que tomava seu suco, cuspiu tudo sobre a mesa, afastando Aria e Camila da mesma. - Que nojo, Lauren.

— A culpa foi sua. Estou me segurando para não chamar ela de Marge Simpson e você solta um noiva do Frankenstein?

— É sério vocês duas zombando de mim? - As duas nada responderam, elas queriam rir e mostrar que eram péssimas adultas em certas horas. - Eu não sei o que aconteceu com o meu cabelo, tá legal? Acho que virei muito na cama e ele ficou assim. Podem rir, eu sei que querem continuar zombando da minha cara.

— Não estamos zombando de você, filha. - Tentou soar séria. - Vai trocar comigo ou com a Camila?

— O quarto já faz barulho sozinho, imagine com uma de vocês duas andando de um lado para o outro igual fizeram essa noite?

— Eu não ouvi os passos da sua mãe e não sabia que os meus passos estavam tão altos assim.

— Digo o mesmo da Camila. Como sabe que ficamos andando no quarto?

— Infelizmente não estou dormindo em uma suíte, então tenho que sair do quarto para fins maiores.

— Tive algumas horas de insônia, sinto muito por não te deixar dormir, Ari.

— É difícil dormir bem quando não é a sua cama, Aria. Pode deixar que vamos dormir essa noite.

— Depois que eu descobrir qual cama é a melhor, eu desculpo vocês duas. - Deu os ombros. - O que temos para hoje?

— Estava esperando você e a Camila descerem para me dizer.

— Podemos ficar aqui, tia Mila? Estou mais cansada que o normal. Não quero sair andando pelos lugares. Não hoje.

— Por mim tudo bem, amor. Lauren?

— Até prefiro não sair. Se quiserem ir nadar, já deixei tudo pronto na piscina.

— Isso é ótimo, vou relaxar até os fios rebeldes do meu cabelo. Ter dezesseis anos não é fácil.

Apesar das várias piadas sem graças que Lauren e Camila faziam enquanto tomavam seu café da manhã, Aria não esconder a alegria que sentia ao ver as duas sendo sem graças juntas. Sua mente trabalhava a cada minuto, seus planos tinham que dar certo antes de voltarem para casa.

Quando terminaram de comer meia hora depois, Camila subiu para colocar seu biquíni e Aria fez o mesmo, mas desceu primeiro que Camila. O que resultou Lauren a jogando na piscina e pulando em seguida.

— First I blame you, then I want you, fucking hate you, then I love you, I can't help myself, no. When I have you, wanna leave you, If you go, that's when I need you, I can't help myself, no. You come in waves, waves, waves. Every hour, every day, day, day. You come in waves, yeah...

— Que música é essa?

— Escutei a tia Mani cantando. - Aria olhou por cima do ombro de sua mãe, colocando um sorriso enorme no rosto, o que deixou Lauren curiosa para ver o motivo e quando viu Camila caminhando até a água sua boca foi parar no fundo da piscina. - Que coisa linda.

— Muito linda.

— Que?

— O que? - Lauren a olhou perdida, não sabendo que a menina estava se fazendo de sonsa. - O que foi?

— Não ouvi o que disse.

— Você disse que ela é linda...

— Não, eu disse que coisa linda.

— E qual é a diferença, garota?

— A diferença é que estou falando do biquíni dela. Será que ela me leva para ir comprar no mesmo lugar? Eu amei.

— Quando você tiver os peitos do tamanho dos da Camila, quem sabe?!

— Mãe? - Aria bateu com as mãos na água, chamando atenção de Camila. - Vou me retirar antes das duas se juntarem de novo.

— Deixa de fazer drama, assim que voltarmos eu te levo para comprar quantos biquínis quiser.

— Você não me engana, sei que vai sair me gritando pela loja toda enquanto balança um biquíni das princesas. Não, obrigada.

Lauren gargalhou quando Aria saiu resmungando para o lado de Camila, que as olhavam sorrindo. Não seria tão fácil com Spencer e toda a sua rebeldia.

A manhã das três estava sendo divertida para Aria ver como sua mãe e Camila não se alfinetava em nada, nem pareciam as mesmas pessoas de quando se conheceram. Quando ela se cansou de tirar fotos com as outras duas, ela sumiu para dentro dizendo que precisava fazer algumas coisas.

— Lauren? - Elas se olharam, ainda mantendo uma distância desde a hora que Aria tinha saído. - Pode me responder alguma coisa?

— Você quer saber o que o O'Brien deixou na sua casa. - Camila assentiu, diminuindo a distância delas. - É um caso importante que não pode ficar no mesmo lugar que a Spencer. Sei muito bem porque ela quis trabalhar.

— Precisa mesmo deixar longe dela?

— O mais longe possível, já tivemos problema com ela e esse caso um tempo atrás. Posso tirar se quiser.

— Não, o seu policial parecia preocupado com aquela caixa. Ela ficará bem escondida no fundo do meu closet.

— Obrigada, Camila.

— Mãe, tia Mila, eu preciso falar uma coisa muito séria.

— Está com fome. - Disseram juntas e sorrindo. Até pareciam uma família feliz.

— Exatamente, podemos fazer o almoço? Eu quero comer algumas coisas e essas coisas podem demorar se eu for fazer sozinha.

— Acho que você pode ir separar as coisas que quer comer enquanto Camila e eu nos secamos. Assim será mais fácil.

— Fácil é apelido. É maravilhoso ter duas mães na mesma casa. Comida em dobro, carinho em dobro, brincadeiras em dobro e castigos em dobro... Vamos deixar sem a última parte.

— Aria... - Lauren a chamou um tanto quanto desconfortável, mas sua filha correu para dentro, deixando ela falando sozinha. - Tenho que cortar o açúcar dessa garota, ela ficou muito elétrica.

— Podemos fazer uma comida forte que corte o efeito do açúcar no sangue dela. Qualquer coisa, menos os seus aspargos secos e quase queimados.

— Os meus aspargos ficaram péssimos, mas eu tenho certeza que eles me ajudariam depois de algumas taças de vinho.

— Aquilo ficou tão ruim que o álcool não teria chance de permanecer no seu sangue.

— Ainda bem que sobrou bastante.

Lauren foi a primeira que saiu da piscina, pegando duas toalhas para elas. Quando entraram na cozinha, Aria mexia em algumas panelas e já tinha separado tudo o que iam precisar, era só fazer.

O almoço delas não demorou para ficar pronto, nem mesmo quando Aria derrubou o molho da carne. Nenhuma das duas acharam ruim como ela pensou ao pedir desculpas várias vezes, pelo contrário, fizeram outro melhor.

O começo da tarde estava ótimo, assim como o final e o começo da noite. Aria queria mais, muito mais que aquilo, mas poderia ficar para o outro dia.

Já colocando seu plano em prática, Aria correu para o quarto barulhento, o deixando pior antes de se enfiar no quarto de sua mãe, trancando a porta.

Mais horas foram se passando, a madrugada já estava presente quando a cama que Lauren dormia afundou, bem no meio. Ela ainda tentou se debater para o colchão cair por completo, sem sucesso e com muita raiva. Sua raiva se multiplicou quando os estalos começaram, um atrás do outro a cada três minutos.

O sofá era a sua segunda opção, o que também não rolou. Ainda mais irritada e com sono, Lauren segurou todos os palavrões em sua garganta quando sentiu o sofá encharcado. Os dois. Tentando não fazer muito barulho, Lauren subiu para dormir com Aria, ela só não contava que a porta estaria trancada.

Camila rolava de um lado para o outro atrás de uma posição melhor para dormir, ou pelo menos tentar descansar. Resmungando extremamente baixo, Camila rolou mais uma vez, caindo para fora da cama ao ver Lauren parada na porta.

— Que caralho, Lauren. - Se levantando rapidamente, Camila procurou por Lauren, que ainda estava no mesmo lugar. - O que faz parada aí? Parece uma múmia.

— Posso dormir aqui? Aquele quarto tira qualquer um do sério, os sofás estão ensopados e a Aria resolveu trancar a porta. Posso dormir com você?

— Pode procurar o meu coração antes? Ele saiu e eu não vi para onde.

— Você ainda está falando, então está bem viva. Deixa de fazer drama e volta pra cama. - Lauren falava de um jeito engraçado, revirando os olhos quando Camila se jogou na cama e pegou o espaço maior. - Por que não foi viajar?

— Leigh-Anne me ligou para avisar que a nossa viagem ficaria para outro dia.

— Ela te deu um bolo?

— Ela não é mulher de dar bolo em ninguém. - Camila não se afastou quando Lauren deitou ao seu lado, a encarando. - Somos médicas e colocamos nossos pacientes em primeiro lugar. Ela foi fazer um transplante de coração em uma criança que já estava esperando há anos.

— Além de linda, ela também tem um coração bonzinho, não é? - Talvez Lauren não conseguisse segurar o sarcasmo por muito tempo. - Legal.

— Exatamente. Ela vai ficar fora o mês todo, talvez um pouco mais se a criança não se recuperar como deve.

— Super Leigh-Anne. Está com insônia?

— Não é insônia, meu corpo ainda não se acostumou com a cama.

— Que triste, eu vou dormir. - Como uma criança de quatro anos, Lauren mostrou a língua e fechou os olhos, não vendo Camila arquear as sobrancelhas. - Poderia deixar um espaço maior para mim.

— Não. Vai dormir nesse canto e se reclamar, eu te chuto para fora da cama. Já pode ir dormir.

— Preciso da sua ajuda para dormir.

— Que tipo de ajuda, Lauren?

— Meu corpo relaxa depois de gozar... - Com os olhos bem abertos, Lauren riu da cara de Camila. Com certeza ela tinha quatro anos. - Mas não é essa ajuda que eu quero.

— Fala de uma vez o que quer.

— Pode fazer o mesmo que fez lá em casa? No meu cabelo e com os dedos.

— Você é bem folgada. - Lauren assentiu mordendo o lábio inferior, só esperando Camila dizer que sim. - Vem aqui.

— Obrigada.

Lauren não perdeu tempo em grudar no corpo de Camila, escondendo seu rosto na curva de seu pescoço, que tinha um cheiro ótimo. Seu corpo todo relaxou quando sentiu as mãos de Camila em si, aquilo era ótimo.

Aria terminava o terceiro filme quando olhou no relógio, já era tarde e já tinha um bom tempo que sua mãe tinha ido dormir com Camila. Saiu de seu quarto com cuidado, usando esse mesmo cuidado para entrar no quarto ao lado.

Mais que ver Lauren grudada em Camila, Aria queria deixar tudo registrado para um futuro próximo. Quando a sétima ou a oitava foto foi tirada, Camila sentiu o incomodo do flash mesmo dormindo, se virou na cama na mesma hora que Aria se jogou no chão e quando a menina se levantou, era Lauren que abraçava Camila. Era a foto que faltava para o seu mega álbum.

[...]

— Lauren?

— Não vou te soltar, Camila.

— Mas eu preciso levantar, daqui a pouco Aria acorda e ainda estamos aqui.

— Ela sabe fazer torrada, não é difícil.

— E vamos ficar aqui o dia todo?

— Escuta? - Camila tentou se soltar, mas desistiu e foi ouvir o que Lauren queria. - Isso é chuva, podemos ficar na cama o dia todo. Sem contar que não são nem sete da manhã.

— Que tal começar o dia com sexo? - Lauren soltou o corpo de Camila, se equilibrando sobre o braço. - Assim você me solta, né? Safada.

— Não sou safada, você que falou de sexo. Ninguém finge que está dormindo quando é chamado para fazer sexo.

— Prefiro dormir do que fazer sexo. Prefiro comer do que fazer sexo.

— Meus ouvidos, meus dedos e minha boca se sentem ofendidos quando uma mulher gostosa fala uma coisa dessas. Eu também me sinto assim, Camila.

— Tudo isso é você.

— Pois é, eu todinha me sinto ofendida com o que disse. - O corpo de Lauren caiu sobre o de Camila, que se viu presa naquelas órbitas verdes. - Vamos transar para te fazer mudar de ideia.

— Deixa de ser tarada.

— Se eu fosse tarada, minha mão estaria dentro da sua calcinha e não cada uma de um lado do seu corpo.

— Acontece que eu não estou usando calcinha. - Sorrindo de lado com a expressão de Lauren, Camila a empurrou e saiu da cama. - Sem nada.

— Não acredito que a sua bunda pelada estava tão perto e eu dormi. Volta para essa cama agora, Camila. Eu trabalho com provas e tenho que ver para acreditar.

— Vai ficar querendo. - Sabendo o que ia acontecer em seguida, Camila tirou a única peça que usava, jogando diretamente no rosto de Lauren. - Preciso de um banho, tive um sonho erótico que nossa senhora, não sei como a cama não ficou encharcada.

— Filha da puta.

Lauren se apressou em tirar suas roupas quando Camila caminhou até o banheiro, dando uma última olhada antes de entrar e deixar a porta aberta. Se aquilo não era um convite, era uma ordem. Foi o que Lauren pensou ao ouvir o barulho do chuveiro.

— Espero que não se importe em dividir o chuveiro, Mila. O planeta agradece por economizar água comigo.

— Eu me importo sim, cai fora. - Camila nem ao menos se virou, do mesmo jeito que não usou firmeza em suas palavras. - Sai, Lauren.

— Não posso. - E também não queria. Tanto não queria, que juntou seus corpos, deixando suas mãos pararem na cintura de Camila. - Agora eu sei porque você tremeu de madrugada. Eu fui bem legal em te abraçar a noite toda e tenho certeza que seu sonho foi comigo, até porque sua bunda não parou quieta.

— Tenho gente melhor para sonhar.

— Isso é você que diz, mas pessoalmente eu sei que não tem ninguém melhor que eu. - Suas mãos subiram até os seios de Camila, os apertando levemente. - Posso ou não tomar banho com você?

— O que eu ganho com isso?

— Prazer. Deixo você escolher se quer nos meus dedos ou na minha boca, com a minha língua dentro de você.

— Depois eu que sou a filha da puta?

— Você continua sendo uma baita filha da puta... - A virou. - Uma filha da puta gostosa pra caralho. Escolhe, Camila. Dedos ou boca?

— Quero os dois. - Camila colou seus lábios nos de Lauren, sorrindo ao cravar suas unhas naquela pele clara, que ficaria marcada de seus ombros até sua bunda. - Quero ver você explicar isso para Aria.

— Fácil. Vou fingir um tombo na piscina. Eu quero ver você explicar como bateu o pescoço e mais alguns lugares do seu corpo.

— Se você marcar o meu pescoço, eu vou fazer pior com você. Muito mais que só as marcas das minhas unhas em você.

— Vou querer. - Lauren segurou o rosto de Camila, olhando em seus olhos. Sua outra mão desceu, alcançando seu objetivo. - Eu sempre quis ser aquele tipo de pessoa que transa falando coisas sujas até o final.

— Por que....

— Quer ouvir o que guardo para mim?

— Quer me xingar? - A boca de Camila se abriu quando Lauren a penetrou com dois dedos, começando um movimento vagarosamente. - O que está esperando? Fala logo.

— Quero te fazer gritar igual uma vadia.

— Como você é fraca.

— Fraca? Eu? Pensei que era forte o suficiente para te foder em todos os lugares. É isso que você quer hoje? Quer ser fodida por mim? Quer que eu te como até cansar?

— Tenho certeza que é ao contrário, porque toda vez que me olha, parece que quer abrir as pernas como um convite para te foder igual a vadia que você é.

— Não tenho vergonha de dizer que ama ser chupada, amo quando estou com as pernas abertas, mas isso não me faz passiva, faz de mim esperta. O prazer vem acima de qualquer rótulo.

— Não te coloquei rótulo, querida. Agora mexe a porra desses dedos direito ou me deixa te mostrar como se faz.

— Só tiro os meus dedos depois de te fazer gozar. - Camila mordeu o de Lauren quando os movimentos foram ficando mais rápidos e fundos, estava muito cedo para gritar. - Quero te ouvir gemer meu nome, me pedindo para ir mais fundo, mais rápido, para não parar, que quer gozar.

— Lauren... Você é uma puta... Que fode muito bem...

— Desse jeito você joga o meu ego nas alturas, Camilinha. Desde quando te comi no chão da sua casa que eu sabia que não era a nossa última transa. Todas as nossas horas de sexo sempre dizia que não íamos parar por ali e olha a gente aqui.

— Não quero pensar no antes, quero pensar no agora e o agora eu quero gozar... Não falta muito.

— Então goza, mas me deixa te ouvir. Por que está guardando os gemidos só para você? Não estou te comendo direito? Vou precisar te colocar de quatro bem aqui no banheiro?

— Você... - Camila quase gritou quando Lauren tirou e colocou seu dedos com força, batendo as costas na parede gelada. - Sua puta, assim você me rasga.

— Doeu muito? - Lauren perguntou preocupada, porém, não parou com seus movimentos.

— Falei que assim você me rasga, não que doeu. Faz de novo.

— Você é uma vadia completa. - Rindo, Lauren parou e se afastou de Camila, que a olhava sem acreditar.

— Por que parou?

— Fala o que eu quero ouvir.

— Eu não... Não sei. Tira os dedos, vou terminar sozinha.

— Eu ia adorar ver isso, mas o orgasmo que estava vindo foi proporcionado por mim. Fala o que eu quero ouvir e eu te faço gozar lindamente. - Camila gemeu quando sentiu os dedos de Lauren entrar e sair dela, gemendo ao sentir sendo preenchida novamente.- Fala, baby. Eu sei que você sabe o que eu quero ouvir.

— Mas eu... Meu Deus... Não para...

— Quero você falando que eu sou melhor que ele. - Camila tenta se soltar, mas Lauren não deixa. - Fala que sou melhor que ele. Que sou melhor que eles dois. Fala que goza mais comigo.

— Sabe que não precisa disso... Esse momento é seu e meu, não tem eles.

— Mas eu quero ouvir. Me deixa te ouvir dizer isso? - Lauren estocou mais fundo, sentindo Camila tremer. - Diz?

— Eu gozo mais com você do que com eles.

— Isso, isso mesmo. Não sabe como é bom ouvir isso de você.

— Para de falar e me faz gozar de uma vez, caralho.

— Você vai gozar. - Lauren tirou seus dedos mais uma vez, se ajoelhando para colocar uma perna de Camila sobre seu ombro. - Só eu te dou o trato que merece.

— Só... - Os olhos de Camila se fecharam quando a língua de Lauren foi até sua outra entrada, logo sentindo seus dedos que não entraram. - Porra...

— Sinto que seria muito bem recebida por aqui, mas hoje não. Você pediu os dois.

— Que dois?

— O tesão é tanto que ficou desnorteada? - Camila assentiu olhando para baixo. - Você disse que queria gozar na minha boca e nos meus dedos. Eu vou te chupar com força, com a mesma força os meus dedos vão entrar em você.

Camila mordeu a própria não quando sentiu a boca quente de Lauren a chupando e seus dedos indo até o seu interior com vontade. Entre gemidos e o nome de Lauren, avisou que estava gozando e ao contrário das outras vezes, Lauren não tirou a boca do meio de suas pernas, muito menos os dedos. Um segundo orgasmo chegava quando Lauren tirou seus dedos para segurar Camila, que gozou em sua boca de novo.

— Preciso te chupar até gozar mais vezes, você é deliciosa. - Lauren se levantou segurando o corpo mole de Camila, a pegando no colo depois de desligar o chuveiro. - Agora você vai dormir mais um pouco.

— Você nem...

— Eu gozei te ouvindo chamar meu nome. Não é qualquer uma que me faz gozar sem me tocar. - Com um sorriso bobo no rosto, Lauren caminhou até a cama, qual deitou Camila e se juntou a ela. - Se quiser me acordar com um oral, eu vou adorar.

— Safada.

— Qual é. Vai me dizer que não é bom acordar assim? Logo você que já teve minha língua no meio das suas pernas bem cedinho?

— Vou pensar no seu caso.

— Isso é melhor que um não. Agora dorme, vai. - Nenhuma das duas queriam admitir, mas sentiam uma sensação boa quando se abraçaram na cama, como estavam agora. - Dorme.

— Você é péssima no sexo sujo.

[...]

Glass House, Riverdale, CA - 08:55 AM.

— Emily? Eu não aguento mais esse seu celular tocando. Atende de uma vez.

— Eu vou matar um, mas não para. - Mesmo não querendo, Emily pegou seu celular do chão, voltando para a posição que estava. - Alô.

Acordei a boneca? Que bom. Liguei para dizer que tudo se acabou em água.

— Que... - Por alguns segundos, Emily esqueceu de Harry do outro lado da linha, fechando seus olhos. - Meu Deus... Que água?

Foi ele mesmo que mandou água. A previsão do tempo para Riverside é de chuva e muita chuva. Estou dentro do carro da minha mãe porque estamos indo embora. Essa chuva toda só vai parar na quarta.

— Não entra em crise, Styles. - Ainda sem abrir os olhos, Emily mordeu seu lábio inferior para conter quaisquer coisa que queria sair. - Vou te passar um endereço e todo mundo passa o restante do feriado lá.

— A casa é grande? Porque se for, ninguém vai embora.

— Ninguém precisa ir embora, cabe muita gente aqui. - Com um beliscão de Verônica, Emily se tocou onde tinha errado, encontrando os olhos arregalados de sua professora. - Cabe bastante gente lá na casa. Vou te mandar o endereço.

Manda. - Emily digitou rapidamente, tudo o que ela queria era finalizar aquela ligação. - Chegou, deixa eu ver.

— Quanto tempo você leva para chegar lá?

Espera. - Algumas vozes surgiram na ligação, ouvindo Harry reclamar junto. - Esse endereço não é estranho, mas não importa. Já estamos no meio do caminho de volta para casa. Acho que chegamos lá em umas duas ou três horas.

— Tomara que seja três horas e não duas. - Verônica a beliscou mais uma vez, rindo. - Assim da tempo de mandar alguém ir limpar a casa. Quando tiver faltando mais ou menos uma hora e meia, você me avisa que eu vou para lá.

— Vai ir com os seus avós? Amiga, não vai ser uma coisa boa de se vê. Os garotos tem muitas bebidas e seus avós vão ficar loucos vendo as loucuras deles.

— Não. Vou pegar qualquer carro aqui e vou para lá... Eu... Aí... Eu preciso desligar... Vou arrumar minhas coisas.

— Depois de se arrumar, tenta ligar para a Iglesias, vou chamar a Smith. Será que cabe mais duas lá? Elas podem ir hoje porque vamos estar mais perto de casa.

Vou fazer de tudo com a Verônica... Digo. Vou fazer de tudo para trazer a Verônica.

Amiga, acorda. Você está dormindo e não está falando coisa com coisa. Acorda, se arrumar e inferniza a Iglesias até ela ir. Quero ela.

Eu também quero... Também quero todos juntos. Preciso desligar para ir tomar um banho, só assim eu vou acordar de vez.

Vai de uma vez, estranha. Se não estivesse na casa dos seus avós eu diria que está transando.

— Harry! - Emily estava ocupada demais para ouvir Harry apanhando.

— Nossa, gente. Não está mais aqui quem falou que a Emily transa.

— Harry!

Cuida da sua vida, Harry. Me avisa. - Sem mais um pingo de autocontrole, Emily finalizou a ligação, voltando a jogar o celular. - Você quase não me deixou falar.

— Ninguém mandou o Styles ligar no meio do que estávamos fazendo e foi você que mandou continuar.

— Ainda bem que não parou, ainda não estou cansada.

— Os seus amigos estão vindo para cá. Tenho que ir embora, Emily.

— Pensei que ficaria aqui também.

— Acha que ninguém vai perceber nada? Eles não são idiotas.

— Eu também não. Depois eu vou jogar as minhas coisas no outro quarto e ninguém vai notar nada. Não quero ficar longe de você, Vero.

— Vou pensar.

— Temos quase três horas até eles chegarem, o mesmo tempo que tenho que te convencer a ficar. Onde paramos? 


Notas Finais


Oláááá, demorei, mas cheguei.
Eu deveria ter aparecido mais cedo, porém tive que correr na creche da minha nenê.


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