História Mais um cadáver - Capítulo 47


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Cadáver, Romance, Suspense
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), FemmeSlash, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, LGBT, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Slash, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 47 - Nossa primeira vez


-Por que!!? Por que acabar com uma vida?? Ele era uma boa pessoa e você acabou com a vida dele. Falava Hélio apontando a navalha para alguém.

-Você mais do que qualquer um deveria me entender, Hélio. Dizia a outra pessoa sentada na cama.

-Me diz o que ele fez pra merecer?

-Ele descobriu que eu matei a Adelaide.

-Você... Você o quê?

-Quase que o Leonardo me pegou, mas, agradeço por ele ser esquecido.

-Impossível você ter matado e amarrado ela no teto em tão pouco tempo.

-Acha?

-E você estava no salão. Quem ajudou você?

-Não duvide do potencial das pessoas para o mal.

-O que usou para matar o Donne?

-A mesma planta que a imbecil da Rebekah comeu.

-Olhos-de-boneca. Matou o Don porque ele descobriu que matou a Adelaide, mas por que matou ela?

-Ela estava espalhando o que viu, alguém precisava pará-la, e fui eu quem a parou. Não pode provar nada, vai sair e me deixar terminar meu plano.

-E qual é?

-Não teria graça se eu te contasse.

-Eu vou sair e espalhar pro mundo. Só me matando pra não ser pega.

-Não. Meu amigo vai fazer essa parte.

-Seu amigo? Sabia que não estava sozinha. Me diz, é o Michael, não é?

-Algum problema? Perguntou Harvey entrando no quarto.

-Não, pai. O Hélio já estava de saída, não estava? Falou Menova olhando fixamente para o garoto.

-É. Tenho que me arrumar pro baile. Antes de sair Hélio deixou a navalha que havia levado sobre a cômoda.

-Você vai ao baile? Perguntou o professor para a filha.

-Não. Ainda não me sinto bem, pai. Só quero descansar.

-Certo. Vou preparar o jantar. Te amo.

-Eu também. Quando seu pai saiu do quarto Menova se jogou na cama e deixou que as lagrimas escorressem.

******

Suzi descia às escadas com seu vestido império índigo, com seu cabelo trançada sobre o ombro direito. Ela estava indo para o baile, mas, quando chegou no andar de baixo percebeu Nathan sentado no sofá.

-Você vai assim? Perguntou a garota.

-Eu não vô. Respondeu o garoto se deitando.

-Por que não? Questionou a grávida se aproximando do rapaz.

-Por que? Porque o salão é do Tahri e o Tahri tentou me matar!!

-Desculpe. Eu vou trocar de roupa e ficar aqui com você assistindo TV, "tá"?

-Não. Não vai.

-Ahm!?

-Seus amigos estão lá e não quero que perca todas as suas oportunidades de diversão que possa ter.

-Vou me divertir ficando com você.

-"Tá" grávida, daqui a três meses vai tê-los e sua única responsabilidade vai ser cuidar deles, sem saídas, sem diversão com os amigos, mais nada, apenas bebês. Então você vai.

-Obrigada, Nathan. Agradeceu a garota abraçando o ex-namorado.

-Não precisa agradecer.

Depois do abraçou, Suzi desatava lentamente seus braços do corpo de Nathan, que a olhava ofegante. Os dois passaram alguns segundos se olhando, mas, logo a garota se afastou.

-Eu já vou indo. Tchau, se cuida. Falou Suzi antes de sair.

Depois que a garota saiu um sorriso discreto apareceu no rosto do rapaz.

******

Manuela usava um jaqueta preta assim como o resto da roupa e Vanya vestia um trapézio cereja quando chegaram ao salão. No local elas encontraram Leonardo usando um paletó fuchsia e Archie com um blazer verde.

-Amigo!! Dizia Vanya correndo para abraçar Leonardo.

-Senti tanto sua falta. Falava o fotógrafo abraçando com força a amiga.

-Como você "tá"? Perguntou Manuela.

-Bem. Archie é um ótimo animador. Falou o garoto de óculos olhando carinhosamente para o namorado.

-Assim eu fico envergonhado. Disse o garoto com o blazer com o rosto corado.

-Então... O que vamos fazer em relação a tudo? Perguntou a desenhista.

-Não! Não hoje. Vamos aproveitar à noite, nosso baile. Por favor. Pediu Leonardo.

-Certo, desculpa. Vamos entrar? Disse Manuela estendendo a mão para namorada. E logo depois Leonardo colocou o braço entre o braço do namorado e entraram no salão.

******

Eleonor e Santiago chegaram ao salão depois que o baile já havia começado. A música eletrônica tocava de fundo, a decoração rosa com vermelho chamava atenção. A garota levou o amigo para conhecer os outros amigos.

-Oi, pessoal. Esse aqui é meu novo amigo, Santiago. Falou a garota.

-Oi, Santiago. Disse Leonardo cumprimentando o rapaz.

-Se não ae incomoda, matou mesmo aquelas pessoas? Perguntou o garoto deixando seu cavanhaque crescer.

-Não os dois. Respondeu ele com seu paletó fuchsia.

-Ele matou só o rapaz. Não os dois. Concluiu Daphne.

Enquanto eles conversavam Suzi entrou no salão.

-Eu vou falar com ela. Disse Leonardo, que logo foi parado por Manuela.

-Deixa que eu vô. Vai ser melhor pra todo mundo. Falou ela.

-"Tá" bem. Concordou o garoto.

Leonardo, Archie, Daphne, Eleonor, Santiago e Vanya conversavam e como amigos, mas, o garoto com o paletó percebeu um olhar irritado de Archie para Eleonor.

******

Menova descia às escadas silenciosamente, mas, mesmo assim Harvey percebeu a garota.

-Aonde você vai? Perguntou o professor.

-Vou pro baile, não posso?

-Disse que não ía. Fiz o jantar pra nós dois.

-Hélio quer muito que eu vá. Ele não "tá" bem e eu quero ajudá-lo a melhorar.

-Agradeço todos os dias por ter uma filha como você.

-Obrigado, pai. A garota abraçou o pai e depois saiu.

******

Paloma estava no bar esperando que Lorenzo, um garoto mulato, com o cabelo escuro, trouxesse sua bebida.

-Onde está seu namorado? Perguntou Denver sentando no banco ao lado.

-Ele está estacionando o carro.

-Aqui, moça. Falou Lorenzo entrando a bebida.

-Obrigada. Agradeceu ela. -E a sua?

-Não namoro.

-O que vai querer? Perguntou o mulato para Denver.

-Um coquetel de framboesa, por favor.

-Claro. Só um minuto. Falou Lorenzo se virando para preparar a bebida.

-Coquetel de framboesa? Questionou Paloma.

-É pro Leonardo. Não "tô" bebendo nada.

-Nem bebida sem álcool?

-Nenhuma. Tenho amigos que sabem do meu problema e estão sempre do meu lado.

-Não abandonei você, Denver.

-Eu ainda amo você. Só fiz aquilo pra proteger o Léo, nada mais. Ele foi a primeira pessoa que conheci aqui em Ponte dos Mortos, meu melhor amigo. Tenho certeza que faria qualquer coisa pela Daphne, não é?

-Claro. Mas, minha dúvida é: por que ajudar alguém que você nem conhecido ia direito?

-Claro que conhecia ele.

-Sim. Conhecer você conhecia, mas, não a ponto de ter que dormir com alguém que você nem conhecia.

-Quer mesmo saber?

-Claro. Me diz: por que ajudar alguém que nem conhece?

-Ele "tá" te incomodando? Perguntou Pedro.

-Não, Pedro. Respondeu a namorada do garoto.

-Sua bebida. Dizia Lorenzo entregando a bebida.

-Obrigado, Lorenzo. Denver pegou a bebida e se distanciou do casal e do bar.

-Por que demorou? Questionou a garota.

-Se não percebeu o salão está cheio. Não tinha vaga.

-Que bicho te mordeu, parece irritado.

-Não "tô" irritado.

-Vai beber alguma coisa? Indagou Lorenzo mais uma vez.

******

Manuela se aproximou de Suzi que estava sentada uma mesa no canto do local.

-Por que não foi nos cumprimentar? Questionava Manuela.

-Desculpe, mas, eu precisava sentar. Faltam três meses e eu "tô" morrendo de dor nas costas. Senta aí.

-Já escolheu os nomes? Perguntou tou a desenhista se sentando.

-Eu queria que fosse alguma coisa que foi importante pra mim, sabe?

-Sim. Podia dar de Droga, Vagalume, Mortos, Convulsão, Traição, meu namorado é irmão da garota mais "loka" do mundo ou deixei o pai drogado que abandonou meus filhos e eu porque é um vagabundo endividado voltar pra casa, que tal?

-Manuela. Você não, por favor.

-O que acha que vai acontecer?

-Só quero que eles tenham l pai por perto.

-E onde está ele? Porque não o vejo.

-Ele estava com medo de que vocês reagissem exatamente assim.

-Ele é um traficante, e "tá" com medo de adolescentes?

-Entendo que seja revoltante depois de tudo que ele fez comigo eu aceitá-lo de volta, mas, eu quis e sempre vou querê-lo perto dos meus filhos.

-Posso odiar a ideia de ter que ficar ao lado daquele cara no dia do batizado, mas, eu vô "tá" lá, pelas crianças e por você, certo?

-Ultimamente não temos nos visto muito, mas, vocês são o que mais importam pra mim, claro, depois deles. Falou Suzi com a mão sobre a barriga.

-Ainda "tá" doendo?

-Não.

-Então vamos noa juntar aos outros. Disse Manuela segurando a mão da amiga e indo em direção ao grupo.

******

Daphne recebeu uma mensagem de Pete dizendo que queria conversar com a namorada. Quando o rapaz chegou, ele parecia cansado.

-Oi, Pete. Como você "tá"? Perguntou a garota percebendo o andar cansado do rapaz.

-Eu estou bem. Mas, não vim conversar sobre a morte do meu irmão e sim sobre nós.

-Sim. Pode falar.

-Isso não é um relacionamento saudável, o nosso relacionamento. Nem conversamos, entende?

-O que quer dizer?

-Se olhar direito pra mim percebe que sou... Sou diferente e estou exausto. Meu irmão morreu e eu não lidar com isso, não é a mesma coisa chegar em casa, não é a mesma coisa sentar na mesa pra tomar café, a banda não funciona sem ele aqui, não aguento passar um dia sem ouvir a voz irritante dele. Eu quero um tempo pra mim, pra tudo, eu quero dá um tempo pra tudo, entende? Às lagrimas do garoto brilhavam quando entravam em contato com a luz fo poste mais próximo.

-Claro que entendo.

-Obrigado. Quando, se um dia, eu passar pelas três fases do luto, quem sabe não tentamos de novo.

-Claro.

-Só mais uma coisa. O garoto segurou a mão de Daphne. -Cuida deles, cuida dos amigos, porque eles não estão seguros.

-O quê?

-Nem todo pássaro vermelho é fênix, mas, toda fênix pega fogo.

-O que isso significa?

-Fica de olho em quem se aproxima de seus amigos. Pois quando o inimigo vê que não pode te vencer, ele se une a ti. Pete soltou a mão da garota, entrou no carro e foi embora.

Daphne não estava entendendo nada, nem uma palavra que Pete havia dito e isso era assustador.

******

Paloma e Pedro estavam dançando quando o telefone do rapaz tocou.

-Alô? Eu não posso. Não. Eu posso agora. Dizia o garoto no telefone.

-O que foi? Perguntou Paloma.

-"Tá". Chego em menos de meia hora. Falou o garoto desligando o aparelho.

-Quem era?

-Minha mãe.

-Sua mãe? Achei que ela tinha viajado.

-Viajo, mas, voltou mais cedo e quer que eu a busque.

-Eu vou com você.

-Não.

-Por que? Assim eu finalmente a conheço.

-Eu quero que vá, ão quero que a conheça, não agora.

-Aconteceu alguma coisa? Eu fiz alguma coisa? É porquê eu entrei na sua casa?

-Eu pedi pra não entrar.

-Sério, Pedro?

-"Tô" indo. Tchau. O garoto saiu às presas e isso chamou a atenção de Dorothy e de João que foram atrás do garoto alemão.

******

Rebekah voltava para mesa onde estava com Lúcifer, mas, antes de se sentar foi recebida por uma pergunta estranha.

-O que vai fazer amanhã? Perguntou Lúcifer.

-Nada. É domingo. Respondeu a garota se sentando.

-Então por que desmarcou a consulta? Questionou o garoto com o celular da namorada em mãos.

-Mexeu no meu celular?

-Sim. Pelo seu bem. Precisa ir as consultas, temos um acordo.

-O pai do Léo disse que tenho aquilo que ele disse...

-Aneurisma cerebral.

-É. Ele disse, mas, não me sinto doente, eu estou bem.

-Não "tá". Vai acabar morrendo e eu quero que isso aconteça.

-Se fosse pra morrer, eu já tinha morrido quando caí da escada.

-Uma coisa não tem nada haver com a outra.

-Nem você com a minha vida e mesmo assim se intromete. Rebekah se levanta.

-Não na consulta?

-Já disse que estou bem.

-Então vou contar para todo mundo.

-Conta. E nunca mais eu olho na sua cara. Falou a garota antes de desaparecer na multidão.

******

Denver, Eleonor, Leonardo, Manuela, Santiago, Suzi e Vanya conversavam quando tudo se apagou, uma luz se acendeu no palco do salão, onde Tahri apareceu usando um terno roxo purpurina.

-Agradeço à presença de vocês, todos vocês. Eu já falei como me sinto em relação a essa cidade quando inaugurei o Cemitério Whisky, então essa noite não é pra mim e sim pra minha filha, Bárbara Whisky. Quando Tahri terminou a frase uma luz se acendeu na entrada do salão e lá estava Bárbara, usando um vestido prata brilhante, acompanhada de Sidney, que usava um terno na mesma cor.

-Não acredito. Falou Manuela vendo a cena.

-Eu vou pra casa. Disse Suzi desaparecendo na multidão.

-E é por isso que eu agradeço por se assexuado. Falava Santiago sorrindo.

-Leonardo. Posso falar com você? Perguntou tou Hélio segurando o braço do amigo.

-Claro. Concordou o garoto de óculos.

******

Dorothy e João seguiram Pedro até à casa de Yans, que esperava o garoto alemão na frente da residência.

-De onde ele conhece o cafetão? Perguntou João para namorada.

-Rebekah me disse que viu ele conversar com Tahri na pousada, e a filha do bandidão é amiga dele, então...

-É uma possibilidade.

-Mas o que ele vaio fazer aqui?

-Pra largar a namorada assim do nada, de ser importante. Depois de algum tempo em silêncio João retomou. -O que vamos fazer?

-Eu não sei. Só preciso que ele faça algo estranho. Não que encontrar um cafetão no meio da noite não seja estranho.

-Parece que começaram a discutir. Falou João segundos antes de Yans dar um tapa em Pedro.

-Que tapão. Dizia Dorothy rindo.

-De novela. Melhor irmos embora.

-É. Vamos.

******

Hélio puxou Leonardo para dentro do banheiro.

-O que foi? Perguntou Leonardo que não estava entendendo nada.

-Descobri quem matou a Adelaide, o Donne e prendeu o Lúcifer. O garoto de aparelho estava em ecstasy.

-Como?

-Lilith.

-Nem me fala quem é.

-Por que?

-Conhecemos a Lilith, e ela ainda é uma das grandes suspeitas de tudo, então não podemos tirar conclusões precipitadas.

-Mas essa pessoa confessou.

-E quem ti diz que ela. ão foi chantageada, usada e alguém, até mesmo a Lilith, está apenas colocando alguém em seu lugar, Hein?

-Tem razão. Já erramos antes, não podemos errar de novo.

-E nem eu quero voltar pra cadeia. Respira, bebe alguma coisa e se não quiser ficar eu já estava indo, pode ir comigo.

-"Tá". Já volto.

Quando Hélio saiu do banheiro Leonardo resolveu lavar o rosto, então retirou os óculos, ligou a torneira e molhou sua face, quando levantou viu Lilith atrás dele pelo reflexo do espelho, no mesmo instante ele colocou seu óculos e olhou novamente, mas, dessa vez não havia ninguém.

******

Rebekah estava sentada sozinha em um dos cantos do salão, quando Lilith se aproximou.

-Obrigada. Agradeceu a ruiva.

-Pelo que? A morena não havia entendido.

-Por ter falado com o Manuel, salvou demais.

-Salvei o seu e acabei com o meu.

-O que aconteceu entre você e o Lúcifer?

-Um briga boba.

-Logo se entendem.

-Quem sabe. Eu já vou embora.

-Por que não fica comigo e com o Manuel?

-Não. Obrigada. Eu vou pra casa. Rebekah foi em direção à porta e saiu.

******

Archie preparava o carro para ir embora quando Tahri se aproximou.

-Onde "tá" a mercadoria? Perguntou o homem mais velho.

-Do que "tá" falando?

-Da mercadoria que foi entregar hoje e que não chegou ao local destinado.

-Ah, eu cansei no meio do caminho então pedi pra um cara que eu vi na rua entregar.

-Aquilo era mercadoria preciosa e eu mandei você entregar.

-Pediu pro Sidney, mas, ele não pode, pois estava escolhendo roupa para o baile.

-"Tá" me desafiando?

-Não sei?

-Eu atirou na sua cara mocinho.

-Então atira, vai atira. Archie olhava sério para o homem.

-Você pediu. Falou Tahri tirando a arma e apontando para cabeça do rapaz.

-Tahri? Aqui não. Falou Dean segurando a arma.

-O que "tá" fazendo? Questionou o tatuado.

-Entra, entra agora. Falou Dean entrando com Tahri no salão.

Alguns minutos depois Leonardo e Hélio chegaram e o garoto percebeu o namorado um pouco ofegante.

-O que foi? Perguntou o garoto de fuchsia.

-Nada. Vamos? Respondeu Archie.

-"Tá". Disse Leonardo entrando no carro.

******

Vanya e Daphne conversavam no bar.

-Então vocês terminaram? Perguntou a violinista.

-Na verdade nunca namorados, não eramos como você e a Manuela seu fazem tudo.

-Menos relações sexuais.

-Cada um com seu tempo. Eu também nunca fiz nada e parece que nunca vou fazer.

-Sua hora vai chegar, nossa hora vai chegar.

-Aqui a bebida de vocês. Falou Lorenzo entregando a bebida das garotas.

-Mas, eu pedi um mate e você me trouxe um coquetel de rosas, por quê? Questionou Vanya.

-Foi a moça ali que pediu para te dar. Falou o barman.

-Que moça? Questionou a ruiva.

-Que moça, Vanya? Claro que foi a Manuela. Falou Daphne.

-Não, não foi a namorada dela. Foi aquela alí, cadê ela? Foi um garota. Dizia Lorenzo limpando os copos.

-Bebida de graça que mau tem. Falou Vanya virando a taça por inteira.

-Que isso, amiga? Questionou a cantora.

-Eu já vou embora, não posso enrolar. Tchau. Disse Vanya beijando a bochecha da amiga e indo embora.

******

Suzi chegou em casa e viu Nathan dormindo no sofá, ela se aproximou e cobriu o rapaz.

-Boa noite, Nathan. Falou ela beijando a testa do ex-namorado.

Depois que ela subiu às escadas, Nathan abriu os olhos, sorriu e colocou a mão esquerda dentro da calça.

******

Sidney estava indo embora do salão quando Bárbara, agora com uma roupa mais comum, apareceu e segurou o garoto pelos braços.

-Não ía se despedir de mim? Questionou ela.

-Você estava falando com seus amigos, não quis atrapalhar.

-Você nunca atrapalha. Quando ela terminou a frase, a garota beijou Sidney nos lábios, deixando-o todo marcado por causa de seu batom vermelho.

-Boa noite. Disse o rapaz correndo para seu carro e indo embora.

******

Depois de deixar Hélio em casa, Archie levou Leonardo para usa casa, pois queira mostra uma coisa para o namorado.

-O que vai me mostrar? Perguntou o fotógrafo.

-Vai ver quando chegarmos no meu quarto.

-No seu quarto?

-É. Vem. Falava Archie puxando Leonardo pelo braço enquanto subiam às escadas.

Quando finalmente chegaram no quarto do rapaz, estava tudo iluminado com velas perfumadas e uma grande luz marrom na parede.

-Por que tem uma luz marrom na parede? Questionou Leonardo.

-Você gosta de vermelho e eu de verde, resultando no marrom.

-E pra que isso?

-Eu amo você, você disse que me ama. Sei que não queria nada disso, mas, ficar longe de você mais uma vez foi horrível, eu quero ter você perto de mim pra sempre.

-Eu também me sinto igual. Mas, tem uma condição.

-E qual seria?

-Vai me prometer mais uma vez estar sempre comigo, pra sempre.

-Eu, Archie Capple, prometo estar sempre com você, Leonardo de Vitto, o amor da minha vida. Quando o rapaz terminou a frase o garoto de óculos o empurrou na cama e subiu sobre o namorado.

******

Eleonor estava saindo do salão junto de Santiago quando alguém chamou o nome da garota, ela reconhecia aquela voz, mas, não a escutava faz tempo.

-Daniel? Falou ela surpresa ao ver o rapaz.

-Senti sua falto. Falou o garoto.

-Eu vou pra casa. Tchau, Eleonor. Disse Santiago se afastando dos dois.

******

Manuela estava estranhando a namorada que parecia estar drogada. Quando as duas chegaram na casa da violinista, Vanya desceu correndo do carro e entrou em casa, Manuela preocupada foi atrás da namorada. A desenhista entrou no quarto e a violinista a esperava sem o vestido, apenas com a roupa de baixo.

-O que "tá" fazendo? Questionou Manuela.

-Quero que me possua. Falava a ruiva com a voz confusa.

-Você não está bem.

-Eu "tô" ótima. Me beija. Falou a garota tentando beijar Manuela que a segurou e jogou-a na cama.

-Eu não quero que seja assim. Você "tá" bêbada, vai ser como da primeira vez. Dizia a loira chorando.

Vanya ficou em silêncio, mas, logo correu para o banheiro e vomitou.

Depois de um tempo, Vanya saiu do banheiro, de banho tomado, vestida e sã. Manuela a esperava sentada na cama.

-Me desculpe. Não sei o que aconteceu comigo, eu juro. Falava a ruiva se aproximando.

-Tudo bem. Eu vou pra casa. Disse a desenhista se levantando.

-Não. Você vai ficar. Eu podia estar bêbada, mas, tudo que eu disse é verdade, quero me entregar a você, estou pronta, se for com você.

-Tem certeza?

-Em relação a você nunca tenho duvidas. Vanya passou os braços pelo pescoço da namorada e a beijou, Manuela retribuía o beijo com vontade.

******

Lilith estava parada na frente da cama onde Manuel estava deitado sem camisa. Ela olhou para porta, e saiu, chegando no andar de baixo a ruiva se sentou no sofá, segurou uma revista, olhou para a lareira e com um balanço da cabeça a acendeu.



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