História Mais um Clichê - Capítulo 12


Escrita por:

Postado
Categorias Agustín Bernasconi, Carolina Kopelioff, Karol Sevilla, Michael Ronda, Ruggero Pasquarelli, Sou Luna, Valentina Zenere
Personagens Ámbar Benson, Gaston, Luna Valente, Matteo Balsano, Nina, Simón
Tags A Nerd, Lutteo, Mais Um Clichê, O Popular, Romance
Visualizações 175
Palavras 2.144
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Musical (Songfic), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 12 - Chapter Eleven


Dez minutos. Vinte minutos. Meia hora. Jim esperava impacientemente a volta da amiga. Olhava a cada dois minutos o relógio da sala de aula. Dando uma olhada geral na sua classe, Jim vê que não só Luna estava faltando naquela sala, mas sim Nina não esta estava também. A ruiva encontra o olhar incógnito de Matteo e balança os ombros como um gesto de não saber onde está a amiga.

Batendo para o segundo período da aula de geografia Nina Simonetti  entra na sala com a desculpa esfarrapada que tiveram que ajudar um aluno novo. O professor engoliu a mentira, mas Jim conhecendo a, sabia que a filha da diretora estava envolvida pelo desaparecimento de Luna.

Preocupada e nervosa, Jim levanta a mão e pede para o professor a ir ao banheiro.

- Agora senhorita Medina? – ele pergunta cruzando os braços.

- Sim professor, é que estou naqueles dias e... – antes da menina terminar o professor a liberou, não querendo saber sobre seus ‘problemas de mulher’.

Saindo da sala com vários olhares acompanhando, a garota ruiva correu em direção ao banheiro, onde Luna falou que ia. Abrindo a porta, encontrou a garota desacordada. Desespera e angustiada, Jim chega perto de Luna e começa a chamar:

- Acorda Luna! – fala Jim sacudindo a mesma e se segurando pra não chorar ao ver o estado da amiga. – POR FAVOR LUNA ACORDA! – sem respostas Jim se levanta e corre para a sala. Lágrimas desciam dos olhos da ruiva e ela estava com o coração na mão.

“O que aconteceu come ela?” – perguntou Jim para si mesma enquanto corria e soluçava nos corredores.

O professor de Geografia é interrompido quando a porta é aberta com brutalidade e uma Jim com os olhos banhados a lágrimas e que fungava chegou perto do professor gritando:

- A LUNA PROFESSOR... A LUNA.. – fala Jim puxando o professor que ficava parado. - ME AJUDE A LUNA ELA TA.. ELA TA..

O professor irritado com a garota segura os ombros da garota e bufa:

- Quem é Luna? E o que aconteceu explica direito.

Jim irritada olha para a classe que se segurava para não rir e grita desesperada.

- UMA ALUNA SUA ESTA NO BANHEIRO FEMININO DESACORDADA E SANGRANDO PROFESSOR ME AJUDA PORRA! – o professor arregala os olhos e todos da sala fazem a mesma coisa e ele pergunta para a garota:

- Onde ela esta? Me leve até ela. – Jim concorda e saí chorando correndo e o professor vai atrás dela.

Todos os alunos começam a sussurrar sobre o que poderia ter acontecido somente Nina que sabia da verdade assoviava e encarava as unhas. Matteo bruscamente levata-se de sua cadeira e fica frente-a-frente com a morena.

- O que você fez? – pergunta entre dentes encarando Simonetti. Nina olha debochada para o garoto e lhe lança um sorriso sem mostrar os dentes.

- Fizemos um bom trabalho. – fala Nina com orgulho, Matteo balança a cabeça negando, ele sai da sala correndo atrás da morena de olhos verdes. No fundo o sentimento de culpa o dominava e ele sentia pena da garota, Simonetti era terrível.

 

Na sala do terceiro ano, estava tudo em silêncio, a não ser pelo barulho das canetas sendo passadas por cima das folhas dos cadernos. Estavam na aula de Produção Textual, uma das favoritas de Simón. O tema do texto era recordar uma lembrança boa que tiveram com alguém especial, e Simón escrevia uma lembrança na qual sua irmã Luna estava presente.

A porta é aberta com força e Jim Medina do segundo ano aparece com os olhos inchados e rosto vermelho. Todos da sala a encaram e seguem cada gesto que ela faz com os olhos.

- RÁPIDO SIMÓN! VEM LOGO.. – fala Jim se aproximando da mesa de Simón o tomando pela mão e tentando o puxar, mas o mesmo não saia do lugar a achando maluca.

- Senhorita Medina, não deveria estar na aula? – perguntou a professora Estela – Volte imediatamente para sua aula.

- EU NÃO VOU FAZER PORRA NENHUMA OKAY?! – grita Jim explodindo de vez – A MINHA ÚNICA AMIGA DESSA ESCOLA E IRMÃ DESSE PANACA QUE NÃO QUER SE MEXER, ESTA NESTE EXATO MOMENTO NO BANHEIRO FEMININO DESACORDADA. ENTÃO NÃO ME MANDE VOLTAR PRA MERDA DE AULA ALGUMA. CARALHO SIMÓN VAMOS. – diz Jim saindo da sala juntamente de Simón e a professora Estela deixando todos curiosos. Menos uma garota e um garoto que se encararam e sorriram.

 

O professor de geografia, Érick junto com Matteo entram no banheiro e encontram Luna desmaiada e sangrando. O moreno vai mais rápido que o professor e a pega no colo estilo noiva levando-a para fora do ban Assim que saiu ele se depara com professora Estela, Simón e Jim. Simón encara a irmã desacordada e seus olhos se enchem d’água.

“Se eu estivesse com ela isso não teria acontecido. Se eu não estivesse um ano a frente, eu poderia ter cuidado dela. Eu devia ter exigido ficar com ela.” – com esses pensamentos Simón passa sua mão pela bochecha de Luna e enxerga o sangue sair de sua barriga. A palidez da irmã e os olhos fechados deixaram o coração de Simón aceleredadíssimo e uma dor no peito aumentava a cada instante. Chorando, o irmão mais velho começa a pedir pra Luna acordar.

- Acorda Luna. Não me deixa. – desesperado ele começa a gritar. – EU TO COM MEDO LUNA! ACORDA! FICA COMIGO!. EU PRECISO QUE ME DE AQUELES ABRAÇOS QUE ME PROTEGEM QUANDO ALGO DA ERRADO, AQUELE SORRISO QUE ME DEIXA MELHOR. AQUELE OLHAR CÚMPLICE. EU PRECISO DE VOCÊ IRMÃ! – Jim abraça Simón.

Colocando a mão no peito de Luna a professora fala:

- Leve-a agora para enfermaria, os batimentos estão lentos. Vá agora. – Matteo saí correndo com Luna para a enfermaria, o moreno não queria que nada de mal acontecesse com a pequena Benson, o seu coração se apertava. Enquanto isso Simón com sangue nos olhos vai para a sala do segundo ano, querendo respostas.

Simón Benson não estava com humor para palhaçadas ou brincadeirinhas naquela hora. Entrando na sala do segundo ano seguido de Jim fechou a porta com força, fazendo todos os alunos o encaravam.

- Vou pergunta só uma vez. QUEM FOI QUE MACHUCOU A LUNA? – perguntou Simón

- Por quê por acaso é namorado daquela nerd? – perguntou Benício, um dos alunos do segundo ano.

- ELA É MINHA IRMÃ SEU FILHO DA PUTA. E SE CHAMAR ELA DE NOVO DE NERD, VAI VER O CÉU MAIS CEDO, ENTENDEU CARALHO?

Simón respirou fundo e olhou para turma com os olhos cheios de lágrimas.

- Desculpa. – ele pede – Mas não quero que machuquem a minha irmã. Ela é a minha única família. A única pessoa do mundo que em ama, me entende e que é importante para mim, então..hamm... – Simón coça a nuca envergonhado – Se souberem qualquer coisa, por favor me avisem. – e envergonhado sai da sala junto de Jim.

- Que gato, se com a irmã é assim, tão protetor, imagina com a namorada! – fala uma das garotas da sala e depois várias comentavam sobre Simón Valente.

Naquele mesmo instante Matteo larga Luna em uma das macas da enfermaria. A enfermeira chegou e exclamou surpresa ao ver Luna daquele jeito.

- O que aconteceu com ela? – perguntou a enfermeira usando o estetoscópio e escutando os batimentos de Luna ficarem lentos.

- Eu não sei, Jim a achou neste estado. – responde o moreno se afastando da maca.

A enfermeira apertou um botão vermelho que estava na parede e com isso uns cinco minutos depois médicos entraram e atenderam a paciente. Colocaram uma máscara  de oxigênio em Luna e a colocaram no soro.

Os dois professores e os três alunos esperavamm aflitos e ansiosos no corredor. Mônica foi informada e ela junto de Tino e Miguel chegam desesperados. Matteo estava num canto da sala de espera com as mãos no rosto e preocpado, Jim abraçada a Simón o consolando e dizendo que não era a sua culpa. Todos estavam preocupados e a cada minuto que passava sem saber de nenhuma noticia, o desespero aumentava.

- Onde esta minha pequena Simón? Onde esta Luna? Ela esta bem? – pergunta Mônica chegando com Tino e Miguel atrás dela.

- Ela esta lá dentro junto com os médicos, ainda não sabemos de nada. – fala professora Estela e na hora um médico sai da enfermaria

- A senhorita Velente já está acordada e relativamente bem. Ela teve uma hemorragia e se tivesse ficado por mais dez minutos no banheiro estaria morta. Ela teve uma concussão, mas agora já está bem. Tem que ficar de cama o dia todo e tomar os remédios que irei passar. Ela poderá vir a aula na segunda-feira, porém com supervisão.

- Eu ficarei com ela. – fala Simón se levantando.

- Mas você vai perder a aula. – retruca Miguel.

- Não vou não. Peço para Nico fazer uma vídeo chamada comigo e mostra a aula.

- Podem entrar e ver a senhorita Valente. – diz o médico saindo da porta e dando acesso a sala. Todos entram com um furacão na enfermaria e Simón abraça primeiro a irmã e chora.

- Desgraçada, olha o que você faz comigo. – fala Simón que dá uma risada fraca.

Todos dão um abraço em Luna e por último fica Matteo. O garoto devagar vai ao encontro da maca e se senta nela. Os dois se olhom por uma eternidade. O moreno dá um beijo no topo da cabeça da morena e fala que tudo vai passar e que estaria ali por ela. Luna se sentiu protegida e deixou que a dor em seu peito diminuissi e chorou no peito de Matteo. Depois com dificuldade Luna se levanta da maca com ajuda de Matteo. Simón a leva para a limousine, os dois só queriam ir embora, porém antes Jim e voltaram para as salas e pegaram as coisas dos irmão.

Chegando em casa, Simón pega Luna em seu colo e a leva para o quarto. A morena falava que sabia andar e que conseguia andar, mas o irmão teimoso a leva no colo do mesmo jeito. Estando os dois, sozinhos no quarto de Luna, Simón olha para a morena e comenta:

- Seus olhos estão sem seu brilho. Luna o que aconteceu? Quem foi que fez isso? – perguntou o irmão. As lágrimas começam a descer dos olhos de Luna, e ela se lembra da surra que tomou antes e a mesma surta.

- NÃO POSSO FALAR SIMÓN OU DA PRÓXIMA É PIOR! – ela grita as mesmas palavras de Gastón e o Simón com lágrimas nos olhos abraça a irmã e a deixa tirar todas as angustias no choro.

  - Me conta Luna. Por favor. – insiste o irmão chorando com a garota.

- Foram eles. – diz Luna chorando no peito do irmão. – A Ni-nina, o Gast-ton e a Emi-emilia. – fala a morena abraçando o irmão.

- Temos que fazer alguma coisa, Luh. – diz Simón se separando da irmã e olhando para o fundo dos olhos verdes.

- Eu vou acabar com eles! – exclama a pequena Benson, sentindo um ódio pelos garotos que a machucaram.

- Mas Luh. E quanto ao nosso acordo? – questiono  o moreno, preocupado.

- Luísa não se importaria. Estamos fazendo um favor para aquela escola. – diz Luna cega pelo desejo de vingança. O irmão mais velho concorda. Não queria que tudo se repetisse, mas se a dexa-se bem, então ele a ajudaria.

 

Já no final das aulas, os três amigos que fizeram um estrago e tanto na pobre Luna Benson vão para a mansão Perida, comemorando o seu mais novo troféu. Ou o que eles achavam que seria.

- Aquela vadia mereceu. – falou Nina enquanto se atirava no sofá da sala.

- Da próxima acho que ela merece um tapa naquela bunda. – fala Gastón dando um sorriso safado e escutando risadas das garotas.

- Acho que exageramos. – falou Emilia pela primeira vez. Sim foi bem merecido, porém eles nunca haviam feito um estrago e tanto. – Talvez devêssemos pegar mais leve.

- Se você quiser pegar mais leve Emilia, tudo bem, mas então você pode sair do nosso grupo. A amizade acaba. – fala Nina – Quem mandou ela nos tratar naquele jeito no Roller? Ou mentir alguém que não é? E além disso foi mais pesada porque é a primeira surra.

Gastón concorda com Simonetti, Nina puxa o melhor amigo do ex-namorado e os dois se divertem a tarde inteira, enquanto a garota loira repensava no que fez com a Benson. Não era isso que ela queria continuar fazendo. Sabia que era errado, porém Nina fazia lavagens cerebrais. Decidida, Emilia iria continuar no grupo, porém se mais uma vez eles tratassem Luna mal, estaria fora.

A loira não parava de pensar nos olhos verdes esmeraldas da garota morena que maltrataram naquela manhã. Emilia ficou muito preocupada com a menina, ela sabia como era se sentir como um lixo e de ser maltratada, mas nunca admitiria.


Notas Finais


Eu sei que era para ontem, mas não deu. Sorry. Minha irmã não vai mais se mudar e comemoramos.
Desculpa pelos erros ortográficos.
Muchos besitos e TCHAU


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...