História Mais Uma História - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Comedia, Nosense, Original
Visualizações 9
Palavras 2.469
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Comédia

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - Capitulo


Coé, não vou dizer meu nome, por questão de segurança, alguns boatos dizem que o FBI está atrás de mim, então podem me chamar de Sardinha. 
 Eu sou uma pessoa normal igual cada um de vocês que estão me lendo, caso você não seja normal, então sou diferente de você. Sou de São Paulo, interior, mais precisamente Sorocaba, lugar do capeta, uma coxinha custa 6,50$, em uma padaria renomada daqui. Sempre que passo perto desta padaria os seguranças me olham com a cara feia como se eu fosse roubar, puta preconceito, se eu fosse roubar algo seria um banco, pra comprar uma dessas coxinhas caras pra caralho.
 Meu bairro é um dos mais antigos da cidade, que aliás põe antigo, as coisas estão caindo aos pedaços, mais velho que isso só minha avó, minha avó está em melhor estado, e ela está morta. Falando nisso meu bairro tem dois cemitérios, que para voltar pra minha casa às vezes corto caminho por ele, uma vez voltando da balada de noite, muito louco, decidi pular o muro do cemitério e cortar caminho, porque fiz isso no que entrei qualquer barulho era fantasma, nóia, ou até o fantasma de um nóia, sai correndo fazendo parkour pelos túmulos, se tivesse salto sobre túmulo na olimpíadas eu pegava ouro, passando pelo cemitério inteiro eu pulei o portão, cagão que sou minhas pernas estavam tremendo, e cortei o pé na lança do portão, pra que lança naquela porra, quem tá fora não quer entrar, quem tá dentro não vai sair, só eu autista que corto caminho, fiquei puto mesmo com o pé todo fodido, literalmente parecia uma vagina menstruando, pra que ter uma lança tá afiada, ainda bem que bati o pé, se bato o cu fico empalado naquilo lá, então mesmo com o pé todo aberto, varou meu tênis, pô, tava mais triste pelo tênis quemeu pé, enchi de bicuda aquele portão, chutei tão forte que o derrubei, quase caiu em cima de mim, fazendo um estrondo de metal caindo no chão e deixei um rastro de sangue pelo caminho, para não ligarem os fatos com as pegadas que fui na minha casa, eu subi a rua, resultado, eu fodi o pé, perdi o tênis, ainda bem que não foi o pênis,  fiquei com medo e ainda andei mais do que andaria caso tivesse tomado o caminho certo. Cheguei em casa lavei meu pé, joguei álcool, ardeu pra caramba, eu poderia ficar com medo de infeccionar, pegar têtano, ebola, malaria, variola que já foi até erradicada, quase escrevi libélula, podia pegar varias doenças, minha maior preocupação era não virar um zumbi. Na minha cabeça The Walking Dead começou assim, um moleque chapado pulou em um cemitério de madrugada cortou o pé e não jogou álcool. 
 Na minha cidade como havia dito, cemitério é oque não falta, tem até cemitério parque, um cemitério de luxo, pra que? Pro gótico Nutella tomar sangue diet de canudinho enquanto escuta Magnolia sentado em um chão limpo! O cemitério tem brinquedos, pra que um escorregador no cemitério? Tá lá enterrando o pai do guri e alguém vai dar conforto, fala que '' Não chore, seu pai está indo em um lugar melhor.'', aí o moleque responde '' Não, tia, é que o Pedrinho não deixa eu brincar no escorregador, eu falei que quando o pai dele morrer eu não vou deixar ele brincar na balança'', duas outras coisas que tem muito na minha cidade são shopping e terminais de ônibus, e tem um shopping ao lado do terminal, isso volta ao cemitério, que uma vez o muro de trinta metros do shopping caiu em um  ônibus que saia do terminal e matou sete. 
 Chega de falar de morte, vamos falar agora de uma coisa mais alegre, drogas, a uns dois anos atrás meu bairro foi dominado por pseudos traficantes, meu amigo, que não vou dizer o nome, vamos chamá-lo de Paçoca, a vida inteira viveu de boa, aí um dia andando de bike na rua um outro amigo meu, vamos chamá-lo de Tigre, rio dele quando tentava empinar e não conseguia, Poçoca sempre foi um bosta, nunca fez nada da vida trampava de ajudante de papelaria, o moleque era meio autista às vezes deitava na calçada e cobria a cara com o boné e ficava falando sozinho, então nesse dia Paçoca pistolou com tigre, se eu me lembro bem, após rirem dele, o doidão desceu da bike, jogou no chão com força e disse '' Você não conhece meu passado, parça'', tigre era mais velho que nós já foi envolvido no crime, e praticamente viu Paçoca ser criado, alías, o pai do Paçoca era amigo do Tigre de longa data. Mas após isso as coisas foram mudando, dias se passaram e o autista não saia de casa, até que um dia desceu, deu uma volta no quarteirão e foi falar com nosso amigo, iremos chamá-lo de Carcaça, perguntando de sua Bike, então carcaça falou que tinha guardado, e foi buscar para o moleque, ao pegar a bike ficou quase um mês sem aparecer, até que depois de um tempo todo maloqueirão descia, todo dia passava empinando na frente a funilária que nos reuniámos quando estava fechada, todo dia sem excessão passava empindo, até descobrirmos que não era indireta, ela só ficava fazendo ronda pra ver se não vinha polícia e moiava os planos deles, não demorou muito paçoca foi preso, já era maior entrou no crime por errar ao empinar uma bike, esse é o nível do meu bairro, eu tinha uma amigo, ou melhor filho do meu antigo padrasto, nós não nos davamos muito bem, vamos chamá-lo de Tarantino, que era bem parecido, um dia Tarantino estava jogando futebol na rua, a gente jogava em uma quadrinha improvisada em frente a funilária, Tarantino era um bosta, ninguém respeitava, até que um gordinho mais novo que a gente, apesar que Tarantino tinha 27 anos na época, a faixa etária dos mais velhos do bonde, fora Tigre que já tinha uns 35 anos, vamos chamar o gordinho de Bola 8, Bola 8 era igualmente bobo, mesmo sendo mais novo tendo lá seus 13 anos, queria jogar bola conosco, era péssimo mas curtia fazer piadas ruins, Tarantino era todo desajeitado usava uns calções maiores que ele, e quando corria caiae ele tinha que correr e segurar o calção, grotesco, Bola 8 então faz uma piada, Tarantino querendo pagar de gatão e dar tirada chamou o gordinho de Fat Family,  aí na marotagem Bola 8 falou que ia chamar o irmão, todo marrento dizendo pode chamar estava o ser bizanho.
 Então o moleque enjoado do futebol subiu na inocência, na mior gastação o mano que trampava na funilária foi falar com Tarantino, vamos chamá-lo de macarrão, fino e comprido, macarrão falava que o irmão do Bola 8 era o pá, dominava o tráfico, maluco já tinha matado três por menos que aquilo, e que odiava falar com o irmão. Aí assustado o otário foi embora, chorava indo falar com o pai dele, que vamos chamar de bigodes, eu fui junto, lá Bigodes e Trantino conversavam eu estava lá de testemunha, no fundo eu queria rir e não podia, chegava a dar caimbra na bochecha, então bigodes disse que ia falar com o irmão do Bola 8, vamos chamá-lo de Fofão, implorando para não ir Tarantino o convenseu a ficar, o maluco chorou sem parar por três dias eu querendo muito rir, que é um otário, na época eu não estava com raiva dele, então saia junto em alguns lugares, praticamente obrigada já que o maluco era um inútil funcional, ele usava um óculos escuros pra esconder o inchaço nos olhos, iamos ao supermercado, quando encontramos Bola 8 no caminho, Tarantino praticamente pediu perdão de joelhos para o moleque, quando ele falou '' Que cê tá falando, doido? '', resumo, Tarantino ficou desesperado por uma coisa que Macarrão inventou, Bola 8 falou que Fofão não tá nem aí pra brincadeira de futebol e que ele só tinha subido porque tinha ficado com fome.
 Essa não é a primeira vez que Tarantino se fode, antes do casamento de minha mãe e Bigodes acabar, e eles se mudarem, o quarto dele ficava bem de frente ao portão e o meu aos fundos, eu não sei bem oque aconteceu, que eu estava em meu quarto jogando FIFA, mas escutei gritos altos, quando sai Paçoca e o primo dele, vamos chamá-lo de Napa, paçoca e Napa estavam gritando e zoando Tarantino e Carcaça, pelo que me contaram os dois estavam no quarto de Tarantino com as luzes acesas, oque fazia uma sombra e parecia que estavam se chupando. Eu não sei de nada, no outro dia, estavamos conversando, carcaça, um outro amigo meu, que tinha os dedos colados, vamos chamá-lo de Lontra, Carcaça, Lontra, Tarantino e eu estavamos na frente da funílaria, quando peguntamos ao Carcaça oque acontecia, ele falou que queria pegar um jogo que havia emprestado para o Tarantino, quando no exato momento Tarantino colocava as mãos na cabeça e dizia '' NÃO FAZ ISSO'', que ele havia contado outra versão depois disso ficaram um bom tempo conhecidos como chupetinha. 
 Falando de algo do começo do ano agora, ou melhor do final do ano passado, desde outubro minha prima, vamos chamá-la de Alistar, meu amigo, vamos chamá-lo trator, meu sobrinho, vamos chamá-lo de 4 olhos, e meu amigo, vamoschamá-lo de MC, e eu marcavamos de passar um ano novo épico, o melhor de todos, então desde outubro todo dia no zapp falando, terminou que chegou o dia minha família sempre passa as festas na casa da minha tia, chegando começou que MC tava com uma garrafa de Vedete limão, um curote de 51 e um suco tang de morango, a noite foi caindo e então decidimos misturar aquilo e ficarmos muito louco, minha prima bebeu um gole e chapou, andava cambaleando, enquanto minha irmã, vamos chamar de Chata, chegou e ficou forçando a Alistar a ficar com o Trator, e ficou falando pra eu não beber e dar vexame de novo, que o as ultimas fez eu bebi demais e fiquei brincando de Magikarp no próprio vômito, chamei minha mãe de Jonathan Joestar e tentei formar uma guilda de magos com desconhecidos, coisa normal, então depois de muita forçação de barra, deixamos os dois sozinhos, eles deciam uma rua até ficarem longe de nossa vista, até dobrarem a esquina, imitando um ninja fui correndo me escondendo atrás de todas as árvores, que eram quase arbustos que batiam em minha cintura, quando olhamos lá estava, um Alistar foi abatido, os dois se beijando no meio da rua, a calçada livre mais os dois autistas se pegando no meio da rua enquanto podia vir a qualquer hora um motorista bêbado e ir pra uns dos 800.870.000 cemitérios da cidade.
 Os dois ficaram num armorzinho tão chato, que decidimos ir todos para um lugar chamado praça das pedras, e deixar os dois lá, em primeiro lugar que nome é esse, mas aí MC disse que tinha lolis, lolis maiores de idade, lá, opa na hora mudei de ideia, mas antes MC decidiu ir na casa dele pegar uma garrafa de conhaque, pra que, tinhámos dois litros de cuba, mistura de suco, refrigerante e pinga, então subimos, ao chegar lá não tinha nada nem ninguém, antes parecia ter pessoas lá, no chão tinha latas de cerveja e camisinha usadas, fomos embora? Não, ficamos três retardados bebendo e fazendo disputa de rap, até eu pegar meu celular ao contrário filmar todo mundo de ponta cabeça chamando tudo de viado e mandar para meu amigo online Okita, depois de uma três hora sentados em pedras decidimos descer, Alistar e trator estavam deitados em um ponto de ônibus quando iamos desviar para eles não nos verem já era tarde demais, quatro horas da manhã fomos pra uma pracinha em frente a casa da minha tia, todo mundo já tinha ido embora e deixaram a gente, começamos a trocar ideia ai do nada veio o assunto Clarice Falcão, e eu disse que dançava ali mesmo com o PPF pau pra fora, todo mundo disse duvido, e eu dancei pelado em praça púbrica, depois disso minha prima ficou envergonhada e foi dormir.
 Sem nada pra fazer descemos a rua, até ficarmos a beira do corrego que divide o bairro dela, que era ligado ao zoologico, seguimos o corrego até chegarmos a aparelhos de ginástica para idosos, onde sentamo, dois de nós quatro, um deles eu, cairam de costas ao sentar onde devia se colocar os pés, matamos o conhaque e a vodca, e até o dia clarear ficamos falando de League of Legends, uma moça que vinha em nossa direção, voltou, subiu a rua, passou o quarteirão e desceu, provavelmente com medo de ser roubada. Já pras 6 da manhã um senhor careca fazia uma corrida de leve, eu só pra zoar fingi que corria atrás dele e o assaltava, o velho olhou pra mim e rio, 20 metros acompanhando eu deitei no chão por falta de fôlego, alguns minutos depois voltamos, ao chegar de novo na frente do portão da minha tia geral bêbado sentamos lá, meu sobrinho, 4-olhos foi trazer uma colher de açúcar pra MC e tentava filmar, chegando não tinha nada de açúcar na colher e ele segurava na lança da grade pra não cair, se fosse a do cemitério tinha perdido a mão. Depois de muito tempo parado pra levantar MC parecia o Ronaldinho dibrando o vazio ou o Michael Jakcson fazendo o Moonwalker, o pai do Trator veio busca-lo, a avó do meu sobrinho pistolou com ele de estar bêbado aquela hora e na rua, caso eu fosse embora apé minha família ia tretar, e seria o menor de meus problemas já que eu com certeza iria querer cortar caminho pelo cemitério e ia me foder, quem sabe ficava por lá, então decidi dormir na casa de MC, ficamos até as 11 acordados jogando LoL e fazendo disputa de rap mandando no grupo da família, que ele participava do grupo da minha família, altas putarias faladas no grupo, depois ficamos falando de uma moça que mandou nude, e ela era morena mas a teta era branquela e ficava morena de novo, chamamo de sorvete de napolitano, quando finalmente ia dormir, o avô dele me acorda, gritando '' Acorda vagabundo'', e chamando o MC, perguntando aonde ele tava a noite toda, respondeu '' Estou aqui Vô'', e assim nasceu minha smurf de jogar chapado no League of Legends, resumo, falei um ano todo que fim do ano seria epico, e no fim fiquei de vela, chapado de tang morango com pinga e refri de limão, enquanto conversava de League of Legends em aparelho de idosos. 
Fim gente, caso queiram eu conto mais histórias zoadas minhas e de meus amigois


Notas Finais


É tudo verdade, infelizmente


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