História Mais uma vez você - Capítulo 3


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Categorias Detroit: Become Human
Personagens Connor, Elijah Kamski, Gavin Reed, Hank Anderson, Josh, Markus, North, Personagens Originais, RK900, Simon
Tags Fluffy, Hank Anderson, Hentai, Marcusxconnor, Nudez, Reed900, Romance, Shounem, Violencia, Yaoi(gay)
Visualizações 13
Palavras 2.197
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Fluffy, Hentai, Lemon, LGBT, Luta, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shounen, Slash, Steampunk, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Desculpe pelo atraso mas aqui esta mais um capítulo desta linda fic Amo todos vcs❤💖💖🌻

Capítulo 3 - Rk200


//07/09/2038//

Pov-Richard 

-Ei, aquele não é o Connor. 

- E ele mesmo, reconheço aquele terno ridículo em qualquer lugar.

- Parece que ele arranjou companhia, assim ele não se sente solitário, já estava começando a ficar preocupado, sabe semana passada vi ele conversando com um girassol. Acho que o Ralph ta fazendo mal pro  Connor, deveríamos afastar-ló.

- Vamos ver mais de perto - Gavin dissecom um ar de curiosidade.

- Ok.

Quanto mais nós aproximavamos, mais clara ficava a desconhecida silhueta do homem  que tinha a cabeça raspada e uma cor de pele mais escura(e também uma bunda linda, sorry não me aguentei) ele estava segurando a guia de Sumo enquanto falava algo para Connor, parecia assustado.

- Ei! Connor.

Pov-Connor - memorias passadas

-Hank! Não vai pra lá é muito perigoso, por favor.

- Tudo bem Connor, pelo menos este velho aqui vai servir para alguma coisa.

Hank corre para o meio do tiroteio.

- HANK!!NÃÃÃÃOOOO!!

Fim do flashback

O funeral do  Hank tinha sido cancelado pelo mal tempo, e é claro que eu fiquei muito desolado porque queria muito que o Hank tivesse um funeral "gatastrofico" pelo menos foi isso que ele me disse, sim eu sei que  é estranho, mas ele me disse uma vez que estava velho e um dia ele iria partir dessa pra melhor e que para o funeral dele o Sumo deveria estar vestido com uma roupa de dinossauro, ele estava bêbado, de qualquer jeito seu pedido não foi ralizado porque o agente funerario ligou para eu ir ao local, para conversar sobre oque estava acontecendo, antes mesmo de eu sair comprar a roupa do meu cão, então   Sumo teve que ficar em casa e me eperar.

Tinha demorado mais do que eu pensei, se não fosse pela carona dos meus amigos estaria super exausto, mas acho eles não ajudaram muito porque quase fomos atropelados. Ao chegar em casa, me despedi primeiro dos meus companheiros agradecendo novamente pela grande ajuda com os gastos, me deparei com um dos meus girassóis caído no chão despedaçado, abri a porta, com a chave um tanto velha e suja, e antes de entrar olhei em volta para ter certeza se não tinha nenhuma pessoa por perto que poderia me atacar, entrei em casa já trancando a porta  e vi Sumo correndo diretamente para mim com a cauda abanando ea lingua para fora, parecia que tudo estava ok.

- Oiii Sumo garotão lindão do pai, quem é o bom garoto quem é o bom garoto (mimos e apelidinhos carinhosos que nós damos para os nossos amados cães) como foi seu dia? Espero que tenha sido melhor do que o meu.

"Clinc" ouço um barulho direto da cozinha, me arrepiei até as costas com as possibilidades de um ladrão tivesse invadido minha residência para me assaltar ou ferir o Sumo, saquei a arma que estava no meu terno adentrei a cozinha correndo e com rapidez apontei ela diretamente para onde tinha ouvido o barulho, nada, estava tão vazia quanto bagunçada, realmente alguém tinha invadido minha casa, e parecia estar a procura de alimentos, deduzi isso quando olhei para os armários que estavam abertos sem nada dentro,mas acho que ele não ia encontrar nada já que nos armários apenas tinha panos, copos e a ração do Sumo, sou um androide não preciso comer. Mas quando eu abri a geladeira percebi que minhas bolsas de sangue azul sumiram, isso significa que o invasor era um androide, provavelmente estava ferido, procurei por pistas pela casa e encontrei pedaços de roupas no chão perto da porta do porão. Abri a porta do porão, que pela minha enorme sorte não tinha nenhuma fonte luz, precisei pegar uma lanterna para descer as escadas com um extremo cuidado para não cair, mexi em algumas caixas e então a porta bateu com força surdando meus ouvidos "BAM" corri pelas escadas com medo dele pegar meu cachorro(estou mais preucupado com o Sumo do que comigo) tentei abrir a porta mas acho que a pessoa estava segurando ela, até eu lembrar.

- Ahhhhhh ela abri pra dentro, que merda eu tinha esquecido - falei comigo mesmo com vergonha da besteira que eu tinha feito.

As luzes estavam apagadas, vi alguma coisa se mexendo  perto do sofá me aproximava em silêncio estava armado, quando ele sai de trás do móvel e pula em cima de mim tirando minha arma e a jogando para longe, lutamos no carpete da sala por um bom tempo mas eu consegui segurar as mãos que eram frias e macias, liguei as luzes de volta e finalmente a face do invasor tinha se revelado, ai porra ele era perfeito e super gato também era um androide, me distraí por alguns momentos pelo fato de ele estar sem camisa e  eu poder ver o definido tanquinho dele, mais que merda eu estava sentindo alguma coisa estranha em mim, eo rosto dele era perfeito também, ele tinha os olhos de duas cores, o direito era azul eo esquerdo era verde, m-muito sedutor, AFF SE CONCENTRA CONNOR, prendi ele em uma cadeira na cozinha.

- Então quem é você - disse ainda olhando para o corpo perfeito que aquele desconhecido tinha - Ei! Ta surdo, quem é você eo que veio fazer na minha casa.

- E-eu sou Markus, me desculpa por ter invadido sua casa mas eu precisei! De verdade - ele parecia super desesperado.

- precisou? Porque?

- Por que, por que tinha pessoas atrás de mim, humanos, eles estavam caçando androides por acharem que estamos roubando seus empregos 

- cara essa fase ja passou, você acha que eu sou o que.

- Eu sei mas precisa confiar em mim.

- Confiar em você, porque eu deveria confiar em você. Nunca iria confiar em alguém que invadiu minha casa e fez o cão de refém. 

- Não fiz ninguém de refém.

- isso não vem ao caso. - Estava tão nervoso que comecei a fazer perguntas ridículas - Onde estão os caçadores.

- Eles foram embora! Eu estava com amigos na floresta, e eles saíram de trás de árvores para atacar, só eu consegui fugir, estava atrás de abrigo e achei sua casa.

- O que vocês estavam fazendo na floresta?

- Nós e-estavamos...a-acampando! Acampando em uma floresta, com árvores.

- Você está ferido?

- Não mais, obrigado.

- Por que bagunçou minha cozinha então.

- Estava atrás de sangue azul.

- Fodasse vou te entregar para a delegacia lá eles vão dar um jeito em você. - disse isso procurando pelo número do meu trabalho nos meus contatos.

- Não! Espera me deixe ficar.

- O-oque!! Ce tá loco é, acho que beber tanto sangue azul não te fez bem.

- por favor moço, eu faço tudo que você quiser.

Aquilo por algum motivo mexeu comigo, não conseguia parar de pensar em coisas estranhas, coisas que eu poderia fazer com ele. AI MEU DEUS OQUE EU FAÇO. Que tipo de androide eu sou, provavelmente um dos mais defeituosos, maldita CyberLife pra que foram me criar, Kamski seu desgraçado PRA QUE CRIAR AS MERDAS DE ANDROIDES, os humanos estavam bem sem a gente. E se eu deixa-ló ficar, posso fazer ele meu amante ou até melhor, meu namorado....

- Ei, você tá parado ai me encarando a quase 5min, tudo bem.

- Ok, você pode ficar.

- Serio! Muito obrigado moço, você não imagina o quanto estou aliviado agora não vou mais precisar me preocupar tanto agora - Markus não parava de falar o que dificultava desamarra-ló da cadeira.

- Então, qual é o seu nome?

- Connor. Prazer em conhecê-lo Markus...- quando o ser se levantou, eu conclui o seguinte, ou ele é muito alto ou eu que sou muito baixo.

- Wow você é mais alto do que eu pensei - disse um pouco intimidado.

- (risadas nervosas do Markus) que nada, você que é muito baixo.

Aquilo me deixou constrangido por alguns segundos.

Mas não importava enquanto ele estivesse lá.




 



  

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Foi uma noite longa, Markus não parava de falar sobre os acampamentos que ele o seus amigos faziam anualmente. O moreno era uma pessoa gentil, compreensível, super gostoso e falante muito falante.

Me distraía as vezes com o movimento de seus labios que não paravam de se mexer, e seu corpo, pera ele ainda tá sem camisa.

- Markus.

- O que?

- Você está sem camisa.

- Ah! Puxa eu tinha esquecido disso.

- Vem eu te empresto uma. - me levantei da poltrona cor de pêssego, um pouco desconfortável,  e me direcionei ao meu quarto, que antes pertencia a Hank, abri o guarda-roupa, olhei por quase 4 minutos a procura de algo bonito mas confortável, o moreno parwcia meio desinteressado pela roupa que eu tinha escolhido. Então resolvi deixar ele escolher. - Se quiser...pode decidir qual vai ser sua roupa, até a gente comprar outras.

- Não precisa se preocupar com isso, eu nem preciso de roupas.

- Que nada, você e um ser humano como qualquer um, é um de nós.

Markus cora um pouco. Os tons de azulado aparecem em seu rosto lindo e joven mesmo sendo um modelo antigo, me pergunto como ele se manteve por tanto tempo, já que os humanos trocam seus androides depois de mais ou menos três anos, por que sempre querem os modelos mais recentes.

- Não vai eacolher Markus? 

- Claro! Eu vou sim...eh...pode ser esta aqui! Eu acho que ela vai servir em mim.

O sardento (sardas não sarna) se veste, admito fiquei um pouco triste pelo tanquinho dele não ser mais visível.

- Olha! Ficou boa, né?

- É, muito boa.



Depois das 23:48  Markus decidiu se retirar para os seus aposentos e descansar.

No dia seguinte, eu pedi a ele me acompanhar para dar um passeio com Sumo no parque e explicar melhor essa história.

- Eu ainda não estou muito convencido com o depoimento que você me deu. Pode contar mais?

- E-eu acho....que...

- Ei! Connor - uma voz familiar surge do nada e me faz dar um pulo de susto. Vejo Nines (para o Connor o Rich ainda e Nines, foi o Gavin que mudou o nome dele) e Gavin no carro do humano, provavelmente indo ao trabalho.

- Oi gente! - disfarço muito bem, perto deles, com uma voz amável para eles não desconfiarem dos meus problemas. Eu acho que Markus percebeu isso. Eles estacionam do meu lado e saem do automóvel.

- Quem é você. - Gavin fala com um tom de voz meio amargo.

- Gavin! Não seja tão rude. Quem é ele Connor. - Nines fala engrossando sua voz de um jeito e olhar assustador. Mesmo ele sendo mais novo, é bem mais alto do que eu.

- Bom dia pra vocês também. Este é apenas um companheiro que vai dividir minha casa comigo agora.

- Aonde arranjou um companheiro da noite pro dia.

- Eu estava fugin...- tampei a boca de Markus antes que ele falasse alguma besteira.

- Eu já tinha contatado varias pessoas para dividir minha residência e ajudar com as contas.

- Qual eo seu nome? - Nines pergunta.

- Markus. E um prazer conhece - ló.

- Queria dizer o mesmo.

- Ei, Nines que tal você ficar quieto por alguns segundinhos até os adultos terminarem de conversar, quem sabe depois eu possa te comprar um picolé - disse isso com ar de deboche afim de defender meu amigo. 

- ta então, quer carona pro trabalho? - E a vez de Gavin falar.

- Infelizmente vou ter que recusar sua oferta generosa.

- porque? Estamos a quilômetros da delegacia- Nines pergunta ainda olhando para Markus.

- Eu vou faltar hoje. Tenho que conversar melhor com o novo morador, sobre as regras da casa.

- E o novo caso Connor!! Temos menos de dois meses para resolve - ló. - Nines fala meio que gritando.

- Tudo bem, eu vou acumular só um pouquinho de trabalho, e também essa seria minha primeira falta deste ano.

- Ok, e uma decisão sua afinal. Ah! Connor eu quase esqueci, aqui seu presente que eu disse. - Disse Nines segurando um pacote com embrulho de cores variadas de verdes e um laço azul.

- Obrigado meu irmão, espero que isso não seja mais uma de suas piadas, porque eu não quero abrir este belo pacote para que dentro tenha vários gafanhotos , como você fez ano passado.

- Pffft, ae hahaha foi hilariante ver o Connor se contorcendo nas paredes e no chão tentando tirar os insetos da roupa - aquela lembrança ainda me infernizava, Nines contagiou Markus a rir de mim também

- Muito bem! Até mais pessoal.

- Não vai abrir seu presente?

- Mais tarde, eu e Markus estamos perturbando o trabalho de vocês.

- O que ? Não mesmo. - nines fala.

- Rich estamos meia hora atrasados. 

- Viu, esta atrasado. Vamos eu insisto entra no carro. - Digo empurrando meu irmão para dentro do veículo.

- Okay ,okay , até mais.

Os dois entram no automóvel e partem.

- Vamos Markus, perdemos um tempo preciosissimo.

Pov-Richard 

- Tudo bem amor - o humano fala um pouco preucupado.

- To sim Gavin. Só não confio muito naquele esquisito.




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Notas Finais


Pessimas noticias pessoal, vou ter que para por um tempo a história mas nao fiquem preucupados vai ser só por alguns dias. Espero que nao fiquem tristes amoooo muito todos vcs
Sunflower se despede com uma lagrima em seu rosto porque não pode mais escrever. 💖💖💖🌻😢


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