História Maite Al Duzu? - Capítulo 13


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Categorias La Casa de Papel
Personagens Personagens Originais
Tags Álvaro Morte, Amor, Itziar Ituno, La Casa De Papel, Professor, Raquel
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Palavras 1.897
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ok... Vamos começar com: "Eu sou muito ridícula escrevendo hot" 😂😂😂
Então se você não curte hot, pode ler até a metade e aguardar o finalzinho da Fic nos próximos ou próximo capítulo. Minha vida é um meme, até na hora de fazer amor, então como não sei escrever hot, e todo mundo estava ocupado demais pra me ajudar a ficar escrevendo sacanagem, eu foquei na presepada que é o que eu faço de melhor. É isso aí!
Boa Leitura 😘
(Dona Duda, já sabe né 🙈😂😂😂)
(Larissa toma vergonha na cara também 🤦🤦)

Música Inspiração pra esse capítulo
Henrique e Juliano - Na hora da Raiva
"Naquele segundo
Eu pensei que até te odiava
Mas respirei fundo
E vi que eu te amava
Mas foi na hora da raiva
Na hora, na hora da raiva "

Capítulo 13 - Amor e Ódio


Fanfic / Fanfiction Maite Al Duzu? - Capítulo 13 - Amor e Ódio

PoV Itziar

Fiquei ali sentada deixando a água rolar por mais uns 30 minutos até conseguir me acalmar. Segui até o quarto, coloquei um vestido simples e me derrubei na cama, estava com uma dor de cabeça terrível. O pior aniversário da minha vida. Desisti de sair de casa, eu só queria dormir e mais nada. Após uns 10 minutos tentando calar meus pensamentos a campainha tocou.

PoV Álvaro

Acordei com raiva de mim mesmo. Porque não falei com Itziar? Sou algum garotinho, um adolescente idiota? Ela estava lá, na minha frente, e eu não fui homem o suficiente pra encarar ela, isso não era o meu perfil. E não poderia deixar as coisas como ficaram, eu teria que ir embora logo cedo, mas em vez de fazer isso eu passei o dia á procura de alguém que pudesse me dar informações para encontrar Itziar. Consegui contato com uma das atrizes que trabalharam na peça com ela. Me arrumei e fui até o apartamento onde Itziar morava.

Apertei a campainha, e ela demorou alguns segundos para abrir, mas para mim pareceu uma eternidade.

-Álvaro?

-Eu queria…

E antes que eu terminasse de falar ela ia fechando a porta na minha cara. Segurei a porta e entrei mesmo assim.

-Precisamos conversar

-Isso é uma invasão? Ótimo, chamarei a polícia

Ela pegou o telefone

-Porque seu rosto está vermelho? Estava chorando?

Itziar desistiu do telefone.

-Ta bom, vamos acabar com isso aqui e agora. Porque está aqui?

-Pra te pedir perdão

-Já pediu, pode ir embora agora

-Mas você também tem que me pedir perdão

- Ped… o que? Como? O que você está falando? Agora você foi longe demais, vim aqui na minha casa, me obrigar a olhar pra sua cara e me dizer que lhe devo desculpas?

-Como você pôde dormir todas as noites ao lado dele sabendo que não era eu?

-Dele quem?

-Roberto! Você voltou pra Bassauri, voltou pra banda, faz viagens com ele, aliás ontem eu o confrontei e ele não disse nem que sim, e nem que não. Como pode aguentar a sua consciência te lembrando todos os dias do meu cheiro, do meu gosto e saber que aquele do seu lado, não sou eu?

Itziar veio em minha direção e me deu um tapa com fúria, e com toda a força que ela poderia colocar em suas mãos.
-Desconfiou de mim no ataque contra sua ex-esposa, me deixou sair pela porta da frente da sua vida e vem aqui me atormentar na minha própria casa, Você tá pensando que é quem, pra falar assim comigo, que tipo de demente é você?
-Uma vez você me disse que eu ia ferrar a sua vida, talvez eu seja esse cara, o tipo que ferrou a sua vida a ponto de você nem poder ir pra cama com outro sem lembrar dele, quando você fazia amor com ele você pensava em mim, você via meu rosto, e fingia orgasmos?
Itziar me deu mais um tapa dolorido.
Então a peguei pela cintura, e levei seu corpo até a parede. Coloquei  um braço na parede a encurralando e a outra mão permaneceu em sua cintura, e eu a apertava.
-Já descarregou a sua raiva? Agora me manda ir embora.


PoV Itziar

A campainha tocou e tomei coragem para ir abrir. E pra minha surpresa Álvaro estava parado na minha frente, meu coração disparou e enquanto ele falava, meu consciente estava totalmente desligado, tentei fechar a porta mas ele entrou mesmo assim. Ameacei chamar a polícia, mas ele percebeu meu rosto inchado, então enfrentei aquela situação de peito aberto, acabar com aquilo de vez, ainda que eu fosse chorar por um ano inteiro. Mas depois de trocar algumas palavras, Álvaro me confrontou de uma forma que eu não poderia me defender. A cada palavra que ele proferia minha ira subia, e então sem pensar eu lhe dei um tapa. Mas não foi o suficiente porque suas provocações ficaram cada vez piores e por fim lhe dei mais um tapa. Álvaro num impulso me jogou na parede e me encurralou, seu corpo e respiração estavam o mais próximo de mim possível.

-Já descarregou a sua raiva? Agora me manda ir embora.Diz que você não quer nunca mais olhar na minha cara, que você não quer nunca mais que eu te toque como homem, que eu te deseje, diz que você me odeia, e que eu te magoei a ponto de você não me amar mais.

Aquelas palavras me enchiam de fúria, mas eu não poderia dizer elas, porque não era o que eu sentia. Álvaro estava me desarmando. As lágrimas começaram a descer sob meu rosto.

-Não posso

-E por que não pode Itziar?

Ele passou sua mão sobre minha face, e secou as minhas lágrimas, e então me beijou. Um beijo quente e excitante, fervoso e intenso, mas com carinho. Porém eu o empurrei.

-Você aparece aqui como se nada tivesse acontecido, me dá um presente ridículo, depois me fala todas essas idiotices, e me beija, não é assim que as coisas acontecem Álvaro

-Eu queria que você ficasse com raiva de mim, e eu queria ficar com raiva de você, eu queria que nós brigássemos pra nunca mais voltar. Mas você está aí na minha frente chorando.

-De raiva de você, e de saudades, de amor e de ódio

-Então eu não vou medir forças, pra matar a suas saudades.

Álvaro me agarrou de novo e me beijou com intensidade, e mais uma vez ele me desarmou, e eu não revidei, me deixei levar. Estava cansada daquilo tudo e de brigar com ele. Estava cansada daquele drama todo que se estendeu por um mês inteiro, eu só o queria.


PoV Álvaro

Depois de tanto discutir, eu estava disposto a encher Itziar de amor e paixão, fazer ela esquecer aquela raiva que ela estava sentindo por mim e transformar isso no melhor sexo que poderíamos ter depois de tanto tempo separados.

A beijei com vontade, enquanto minhas mãos passeavam a sua bunda e á apertava. Puxei seus cabelos e mordi seu pescoço, já podia sentir sua respiração ofegante, a virei de costas  e novamente puxei seus  cabelos de lado deixando o seu pescoço livre para a minha boca morder, chupar e lamber. Meu pênis já estava ereto e eu fazia questão de movimenta-se sobre a bunda dela, pra que ela pudesse sentir o quanto ela estava me excitando. Enquanto me movimentava por trás dela, minha mão corria seu corpo até chegar ao seus seios, eu a apertava, e mordia sua orelha enquanto meus lábios sussuravam sacanagens no seu ouvido,

Itziar já esfregava a sua bunda voluntariamente no meu pênis, e levou minha mão até a sua intimidade. Levantei a sua perna e já pude sentir ela totalmente molhada. Comecei a masturba-la estimulando o seu ponto de prazer, e ela já começava a soltar gemidos arrastados, minha mão começou a ficar molhada pelo seu líquido, e em certo momento ela sussurrou quase que gemendo.

-Enfia o dedo em mim

Aquele pedido me excitou mais ainda, eu mordi as suas costas e movimentei um dedo dentro dela, e lambi a sua orelha e movimentei dois dedos dentro dela, Itziar já não se controlava de tesão, eu chupei seu pescoço e já começava a sentir que ela estava chegando ao orgasmo, mas eu queria mais, queria fazer melhor. Peguei ela no colo e a levei até o seu quarto, deitei ela na cama e retirei o seu vestido, por cima da calcinha dei mordidas de leve no seu clitóris, desci sua calcinha até seus pés e envolvi minha boca em sua intimidade arrancando espasmos involuntários e gemidos arrastados, com a ponta da minha língua brincava com ela, mordia e lambia, chupava e a penetrava, Itziar agarrava os lençóis e empurrava minha cabeça pra dentro de si, como se estivesse pedindo pra ir mais profundo com minha língua dentro dela, e então minha cabeça se perdeu em suas pernas. Levantei sorrindo enquanto a olhava ofegante na cama, de olhos fechados, curtindo cada segundo das sensações do seu orgasmo. Retirava minha roupa, enquanto ela voltava a si.

Me debrucei em cima dela e com a cabeça do meu pênis, pincelava sua intimidade, me aproveitando de sua lubrificação,á penetrei só com a cabecinha uma três vezes e quando me preparava para ir mais fundo ela me pediu para não fazer ainda.

-Agora sou eu quem quero te agradar.

Eu sentei na cama e Itziar se ajoelhou pra mim, ela jogou seu cabelo para o lado e eu segurei pra não perder a visão, primeiro ela lambeu meu pênis, e depois colocou ele por completo na boca quente, a visão da sua cabeça de movimentando, as minhas mãos se perdendo em seu cabelo, tudo isso estava me deixando louco.

-Itziar eu quero você agora.

Ela se levantou lambendo seus labios, com um olhar safado, virou de costas pra mim e sentou cima do meu pênis sem penetra-la, como um jogo de provocação, minha barba tocava a pele das suas costas e isso fazia seu corpo arrepiar por completo,ela rebolou para mim, rebolou pra me deixar louco, ou talvez para simplesmente me castigar por deixá-la tanto tempo sem meu corpo. E quando menos esperava ela me colocou dentro dela, e se movimentou, com gemidos, atrás de gemidos, tesão atrás de tesão.

Quando ela cansou, deitei na cama, e ela subiu em cima de mim, ela cavalgava e rebolava, enquanto  eu lhe dava tapas estralados, o barulho acabava por deixar Itziar, com mais vontade ainda de fazer amor comigo. Então a puxei pra perto e a prendi em meu abraço, queria sentir seus seios tocando em mim.


PoV Itziar

Finalmente estávamos nos entregando outra vez . Eu estava louca de tesão e de paixão depois de tanto tempo separada de Álvaro, eu me entreguei por completo aquele momento de prazer. Álvaro puxou o meu corpo pra perto de si, e me prendeu em seu abraço, nos beijávamos quando ele jogou um lençol em cima de mim, e nos cobriu por inteiro.
-O que é isso Álvaro? Porque está fazendo isso? Quer nos matar de calor?
-Se for pra morrer nos seus braços
-Álvaro não é hora pra gracinha
Tirei o lençol, mas ele puxou novamente.
-Deixa assim, eu quero sentir você suar em cima de mim, quero sentir nossos corpos quentes, e nossa respiração quase em falta de ar, e quando você não tiver mais fôlego eu deixo você puxar o lençol.

Dei risada das loucuras dele, enquanto me entregava ao prazer e tesão do momento.

-Diz que me ama
-Álvaro novamente não é hora pra isso
-Diz que me ama
-Eu tô fazendo amor, cala a boca e deixa eu me concentrar
-Eu também tô fazendo amor, e com a mulher mais gostosa do mundo, agora fala que me ama!
-Que coisa mais brega
-Diz!

Fui vencida pelo cansaço.
-Te amo Álvaro Antônio


PoV Álvaro
Eu queria vê-la entregue pra mim novamente, queria ouvir dos seus próprios lábios cada pedacinho de sentimentos que nós guardamos por tanto tempo.
Te amo, significavam mais que palavras, significavam entrega, afeto, saudades, a união de dois corpos em um só, como amigos, amantes que se entregavam ao prazer de corpo e alma, cumplicidade, o peso daquelas palavras me faziam querer amar mais e mais aquela mulher, encher ela de tesão até que ela não pudesse ter mais forças,

-Diz!

-Te Amo Álvaro Antônio

-Alvinho pra você

A penetrei com mais força, a levando a um estado de loucura. Então ela sussurrou mais uma vez.

-Te Amo, te amo, te amo
Dei risada.
-Você está falando isso porque realmente quer dizer agora, ou porque você está sendo sem vergonha pra mim te fazer sentir mais prazer

Itziar riu.
-Os dois

Então me movimentei com mais rapidez até chegarmos ao nosso ponto alto do prazer.


Notas Finais


Já podemos nos despedir de "Maite Al Duzu?" Até o final do dia daremos tchau para essa história, E agente tá como? Sofrendo 😭, lógico! Nunca mais na minha vida vou escrever, não sei se é drama da minha parte, mas gostaria de saber das autoras de outras Fics se elas sofrem assim também?! Como é difícil se despedir de algo tão gostoso de fazer. Sentirei saudades. Muitos beijos pra vocês, não deixem de ler os capítulos finais. E comentem! Quero tchau de todo mundo hein!! 😘😘😘


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