História Make Me - Capítulo 1


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Categorias Eldarya
Personagens Erika, Ezarel, Jamon, Miiko, Nevra
Tags Amor, Eldarya, Ezarel, Gruta, Hentai, Lendas, Maldição, Nevra, Sexo
Visualizações 742
Palavras 4.759
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fantasia, Hentai, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


OLÁ TODO MUNDO!
Bem vindos a minha primeira one fic!
Eu fiz com a ajuda da minha melhor amiga virtual, Serena <3
Então, é o meu primeiro hentai e com certeza precisava ser com o Nevra♡
LEMBRANDO QUE EH +18
Se você for menor, de boas pode ler hihihi!
Essa one foi feita através da música "Make Me' da Noah Cyrus, eu amo demais essa música!
Boa leitura♡

Capítulo 1 - Capítulo único - Faça me


Amor por favor, não me faça chorar.


Já se faziam horas que Érika andava pela floresta com o líder da sombra. A missão era simples, Miiko avisou que foram vistos pedaços do grande cristal na gruta do Crânio quebrado. Para a faery passar tantas horas assim com quem sempre foi apaixonada, desde que chegará em Eldarya, era satisfatório, mas as borboletas no estômago não poderiam passar em branco. A humana estava em pânico. Mesmo que essa não seja a primeira missão que fazem juntos, sim, existiu outras, mas essa fazia Érika carregar um sentimento ainda mais estranho. Algo que ela não sabia decifrar. 

 Nevra parou de andar no mesmo instante, ficando em frente a uma muralha velha repleta de buracos. Pela sua aparência, ela parecia ter mais de 2.000 anos, a faeliene se aproximou um pouco mais com os olhos tomados de curiosidade, mas despertou quando sua mão foi segurada bruscamente, virando seu rosto na direção do vampiro repentinamente, viu que o mesmo estava sério. 

 — Você nunca pode tocar nessa coisa Érika. — Nevra disse, e puxou um pergaminho de sua mochila abrindo imediatamente. —  Senão fizermos esse ritual que Ezarel nos deu para quebrar a muralha, teremos nossas almas armazenadas. —  A íris cinza fitou Érika de uma maneira que todo o corpo da jovem congelou, a outra era coberta pelo tapa-olho, se com apenas um olho Nevra a deixa em choque, imagina com dois.

 —  E-E se algo der errado, Nevra? —  A humana não queria ser pessimista, mas se até mesmo seu chefe estava nervoso. Quem seria ela na fila do leite?

 —  Não vai. —  O vampiro tentou tranquiliza-la. —  Mas se algo acontecer, quero que corra imediatamente para o Q.G, ouviu bem? —  Érika não quis responder aquela ordem, não poderia jamais deixar Nevra para trás. —  Érika, você tem que me prometer que vai correr. —  O moreno se aproximou da humana com um semblante muito mais sério, a garota tremeu da cabeça aos pés. 

 Antes que Érika pudesse responder, a muralha começou a rachar e Nevra se afastou apressadamente, começando a ler o pergaminho de Ezarel. 

 —  Droga, eu sou péssimo em alquimia. —  Nevra soltou um palavrão baixo.

 —  Deixe-me ver. —  Érika pegou o pergaminho das mãos de seu chefe e começou a analisa-lo, ela passava  mais tempo com o elfo do que em seu lugar na guarda, conseguia decifrar cada código do mapa do alquimista, parecia que Ezarel havia feito o mapa especialmente para ela. Nevra a observava atentamente, e Érika corou ao perceber tal cena pelos cantos dos olhos. —  “Acima da montanha, a névoa nebulosa é filha dos céus, nas florestas de Eldarya todo ser vivo é filho de Gaia, a mãe natureza reina perante todo o mal, eu ordeno que abra o caminho das almas presas em nome do espírito do grande cristal!” —  Depois de recitar todo o encantamento Érika encarou a muralha e a mesma nem ousou sem mexer. —  MAS QUE DIABOS?! —  Disse incrédula dando um pequeno chute naquele orifício.

 —  ÉRIKA! —  Nevra se jogou sobre o corpo da jovem a derrubando no chão. 

 A muralha tremeu, abrindo um buraco imenso, jorrando uma luz forte e branca como se fosse todas as almas presas se libertando. Érika permanecia debaixo de Nevra sendo abraçada e protegida pelos braços do vampiro. Quando a muralha se desfez em vários pedaços no chão, levantando uma desagradável camada de poeira, Érika encolheu o rosto para proteger os olhos ametistas, dando de cara com as íris nebulosas de Nevra. O rosto dos dois estavam tão próximos que qualquer movimento poderiam unir seus lábios de uma vez. 

—  Vamos levantar ou prefere ficar nessa posição agradável? —  A humana resolveu "brincar" um pouco, mesmo que seu coração esteja acelerado a mais de mil por hora, por um instante ela pareceu ter visto Nevra corar. 

 —  Eu acho que prefiro ficar aqui. E você? —  Nevra sorriu de lado com seu mesmo jeito provocador.

 Érika empurrou o peito de Nevra revirando os olhos. O vampiro gargalhava alto e se retirava de cima do corpo da jovem, estendendo a mão, ajudando-a levantar em seguida. Érika assim que percebeu o seu estado e de Nevra, riu alto levando as mãos ao estômago. O corpo do vampiro estava coberto por uma grande camada de poeira por cima das roupas pretas.

  —  Isso é bem engraçado, não? —  Nevra riu e levou as mãos aos cabelos negros, esfregando os mesmos fazendo com que uma fumaça transparente saísse de si. 

—  Deixa eu te ajudar. —  Érika se aproximou já parando de rir, bagunçando os cabelos do vampiro com suas pequenas mãos, enquanto o olhar apedrejante dele estava grudado em cada movimento dela. Érika corou violentamente e se afastou de imediato, batendo suas mãos para tirar o excesso das mesmas. —  Acho que está bom. —  Disse dando um pigarro.

—  Obrigado, bela dama. —  Nevra sorriu ao ver o nervosismo de sua subordinada.  

 Os dois andaram pelo caminho de pedaços que a muralha havia deixado para trás. As pedras eram imensas e às vezes Nevra precisava ajudar Érika a descer. Mas assim que terminaram todo o percurso, se depararam com mais um obstáculo: a montanha que deixaria diretamente na porta da gruta. Para  chegar no topo da montanha o casal teria que enfrentar uma escada velha de madeira prestes a desmoronar, mas infelizmente esse era o único trajeto.

 Érika mordeu o lábio olhando para Nevra.

—  Nevra, eu não vou conseguir! 

—  Fique tranquila, vá andando na frente, eu estarei bem atrás de você. —  O líder tentou passar autoconfiança para a garota, mas a mesma não conseguia espantar o fantasma de seus medos. —  Érika. —  Nevra se aproximou tocando as costas da faery para acalma-la. —  Eu estou aqui. 

Érika soltou um suspiro, o vampiro havia lhe passado um pouco de confiança. Se virou para ele sorrindo, quando voltou a observar a ponte, o sorriso murchou, mas ela não estava disposta a desistir agora. Deu o primeiro passo naquela tábua velha de madeira enquanto as mãos se arrastavam pelo corrimão feito de corda. Já andando ela sentia a presença de Nevra atrás de si, isso a deixou mais confortável para continuar.

Já havia andado metade da ponte, aos poucos o medo ia passando, principalmente com a presença de seu amado bem atrás.

—  NEVRA! —  gritou ao sentir seu pé pisar em uma tábua tão velha, que partiu. 

—  Calma... —  O moreno sussurrou suavemente em sua orelha. —  Você está indo bem. —  Depositou um beijo atrevido na nuca da humana que gaguejou mil palavras na mesma hora. 

Ao terminar o trajeto da ponte, Érika pisou no chão ainda com as pernas meio bambas. Ela nunca ficou tão feliz em pisar no chão. Levantando a cabeça percebeu que já haviam finalmente chegado na gruta, seus olhos brilharam, aquela entrada escura, grande e tão misteriosa, parecia que pedia para ser explorada. Nevra achou graça e em seguida puxou sua espada da cintura segurando-a firmemente em mãos. 

—  Érika, preciso que fique atrás de mim. —  Ela sabia que não tinha como protestar era uma ordem, então tratou de ficar atrás de seu chefe. —  Vamos indo, fique bem atrás de mim. —  Avisou, ele ficava ainda mais sexy. 

—  Nevra, a Miiko disse que não devemos confiar na gruta, o que ela quis dizer? —  Érika perguntou enquanto os dois já podiam sentir a claridade da luz do dia desaparecer. Por sorte o local não era muito escuro, as pedras preciosas iluminavam o caminho magicamente. 

—  Há muito tempo essa gruta tem sido procurada pelos ambiciosos. —  Disse o vampiro. —  Todos queriam explorar sua beleza e as pedras mágicas que brilham pelo percurso. —  Érika prestava bastante atenção.

—  E eles conseguiram? —  Indagou.

—  Nunca, essa gruta carrega um mal, diz a lenda que se ela for adentrada por belas damas, ela se apaixona perdidamente e a mantém aqui. —  Brincou abrindo um sorriso de lado, Érika como estava atrás  si, não podia vê-lo sorrir, mas já tinha uma ideia.

—  É sério Nevra! —  A faeliene retrucou.

—  Quando eu era criança, diziam que quem passasse por perto, a gruta seduzia com promessas e as vezes assumia a forma do que você mais deseja, para te capturar. —  Começou ele, parando de andar se virando para a garota. —  Mas essa opinião mudou, quando um garoto entrou aqui na inocência após a gruta chama-lo, nunca mais foi visto. Alguns dizem que a gruta devorou ele e outros, que ele simplesmente se perdeu para sempre. —  Érika engoliu em seco, a expressão vaga que Nevra fazia a deixava com medo.—  BOOM! —  o vampiro gritou, fazendo com que Érika desse um pulo pelo susto.

—  Nevra! —  Disse irritada retomando a postura. —  Não brinque assim. 

—  Nada vai acontecer, essa gruta não é visitada há muitos anos. —  Disse segurando o queixo da faeliene, os olhos lilases piscavam diversas vezes ao encontrar a face divertida do vampiro. —  Se estiver com medo, pode segurar a minha mão. 

—  Não, obrigada. —  Afastou o vampiro com delicadeza, tentando não demonstrar seu interesse naquela proposta indecente.

Os dois voltaram a caminhar passando por diversos trajetos daquela gruta. Ficava cada vez mais abafado lá dentro, e de vez em quando Érika precisava enxugar o suor que caía em seus olhos irritando-os. Nevra parou de andar e percebeu que até ali já bastava para a garota continuar. Por mais que ele também não aguentasse mais, iria se culpar se algo acontecesse com a faery. 

—  Aconteceu alguma coisa? —  Érika perguntou confusa, o vampiro ainda encarava o nada, aquilo preocupava a humana, ela estava com medo de que algo estivesse errado.

—  Érika, você vai precisar ficar por aqui. —  Finalmente Nevra havia abrido a boca, pela sua expressão, alguma coisa o perturbava. 

—  O que? Por quê? —  A faeliene indagou, ainda sem entender. —  Estamos juntos nessa. 

—  Sim, mas preciso que você fique aqui. —  Nevra respondeu já pronto para caminhar mais adentro da gruta, mas teve seu braço segurado. 

—  Nevra, eu não vou deixar você ir sozinho, eu vou com você! —  Érika sentia um certo nó na garganta enquanto ainda segurava firmemente o braço do vampiro. —  Precisamos pegar os cristais juntos.

—  Isso é uma “ordem”, não estou falando como seu amigo e sim como seu chefe. —  Nevra disse arrogante e frio, Érika largou seu braço, aquele não era o vampiro que ela conhecia. —  Eu volto logo.

O moreno se afastou sumindo na escuridão da gruta. Érika permanecia parada observando-o agora, apenas a solidão. Seu coração batia acelerado, Nevra nunca havia a tratado daquela maneira dura e fria. Mas ele era o seu chefe e ela apenas a subordinada, ela tinha que obedece-lo mesmo que lutasse contra isso. 

 Ela resolveu esperar o retorno de Nevra. Enquanto isso olhava ao redor da gruta e todos aqueles crânios e chifres dos faeries que ousaram se aventurar nela. Eles eram tão idênticos ao corpo humano que poderia até ser confundido. Horas e horas haviam se passado e Érika estava com sono, só faltava cair, mas rapidamente tomava a postura de pé. 

Érika

Uma voz farfalhada ousou tocar seus ouvidos como uma melodia, assustando a jovem.

—  Nevra? —  Respondeu a faery procurando o vampiro.

Érika


—  NEVRA! —  A garota correu na direção do vampiro abraçando-o fortemente com seus pequenos braços. —  Graças a Deus, eu estava tão preocupada! 

O homem nem sequer se mexeu. 

—  Nevra? —  Érika se afastou para olhar melhor o vampiro. —  O que houve? —  Indagou.

O líder não respondeu, apenas abaixou a cabeça tomando os lábios de Érika em um beijo de tirar o fôlego. A garota arregalou os olhos surpresa sem esperar tal ato, empurrava os ombros do vampiro, mas acabou parando e cedendo a seus encantos. 

—  Nevra... —  Disse descolando seus lábios dos dele ainda meio zonza. —  Eu...

—  Vem comigo. —  Nevra deu-lhe um breve selinho. 

—  Para onde? E o Cristal? —  Tantas perguntas, na mente de Érika havia um turbilhão de questões.

—  Venha... —  Nevra sorriu puxando-a delicadamente pela mão para o fundo da caverna. 

Érika estava cada vez mais intrigada a medida que andava junto a Nevra. O que havia acontecido para ele ficar tão doce de novo? E aquele beijo? Será que Nevra nutria sentimentos por ela, assim como ela nutria por ele? Passando sua mão livre pelos lábios, ela abriu um sorriso bobo sentindo o coração palpitar. 

—  Eu quero que você seja só minha, Érika. —  Nevra a empurrou para uma parede mais próxima aproximando seus corpos. 

—  Nevra... —  Érika sentiu seus olhos se encherem de lágrimas, sempre esperou por esse momento. —  Eu quero ser sua. 


—  ÉRIKA


A garota olhou por cima do ombro do vampiro avistando outro igual a ele. Seu cérebro deu um nó, o que estava acontecendo ali?

 —  SE AFASTE DELA! —  Nevra empurrou Nevra para longe da humana.

 Érika estava imóvel com aquela situação, dois Nevras? Isso significa que um era falso! A garota olhou para o primeiro Nevra, que sorriu seduzente confortando-a, enquanto o outro segurava firmemente sua espada com o rosto tomado pela raiva. 

—  Érika, ele é o falso! —  Disse o da espada. —  Não consegue me reconhecer?

—  Bela dama, eu jamais mentiria para você. —  O outro disse. —  Ele é o falso! Vamos mata-lo e pegar o cristal! 

—  Não acredite nele Érika, sou eu, Nevra!

—  Você é o falso!

—  Érika não acredite!

Érika não conseguia responder tamanha confusão.

—  Me prove que você é o real Nevra! —  Érika se virou para o primeiro Nevra. 

—  Eu fiz uma piada hoje de manhã sobre o quanto você fica linda nessa blusa curta. —  O mesmo respondeu ainda sorrindo seduzente. 

- Como sabe disso? - O Nevra da espada perguntou chocado.

- Eu sou o real Nevra.

Érika coçou a nuca se virando para o outro Nevra. 

—  E você?

O vampiro suspirou. 


—  Eu não tenho como provar, mas sei que você destruirá o certo. Confio em você. —  Piscou.

Érika se aproximou dos dois Nevras e sem enrolar, deu um tapa forte no Nevra sedutor, na mesma hora o próprio se transformou em um monstro negro e abominável. Érika correu para trás de Nevra e o vampiro apontava a espada na figura do monstro que caminhava na direção do casal, não tinha a menor chance de montar um plano de ataque ali, Érika já sentia o sabor da morte, e daqui alguns segundos iria morrer junto a quem mais ama. Foi quando que por um milagre, a criatura se desfez como se fosse fumaça. 

—  Jamon cumprir missão. —  O ogro sorriu ainda com seu grande machado em mãos. 

Nevra e Érika se entreolharam, trocando olhares cúmplices.

—  Jamon! —  Érika correu para abraçar o ogro. 

—  Miiko te enviou? —  Nevra guardou sua espada. 

—  Vocês ficar aqui durante 3 dias. Miiko mandar. Jamon conferir. —  Disse Jamon, Érika e Nevra se assustaram na mesma hora.

Haviam se passado 3 dias e eles ao menos notaram, apenas pareciam horas.

—  Eu consegui os cristais. —  Nevra mostrou os três pedaços azuis para o homem-javali. —  Temos que voltar logo e entrega-lo para Miiko. 

—  Érika se sentir bem? —  Jamon virou-se para a faery que assentiu levemente com a cabeça.

- 3 dias. - Mumurrou ela, ainda sem acreditar em tudo que havia acontecido.

Quebra de tempo


Tudo havia corrido bem. Nevra, Érika e Jamon haviam retornado para o Q.G com os pedaços perdidos do cristal. Érika ainda se sentia confusa por todo aquele episódio que havia passado na gruta, a jovem passava a maior parte do tempo em seu quarto, lendo alguns livros que pegava emprestado por Ykhar. Érika apenas queria evitar perguntas que fizesse aumentar aquela lembrança de que foi enganada por uma sombra falsa de Nevra. Toda vez que a jovem parava para pensar no assunto, seus olhos se enchiam de lágrimas. Ela via o vampiro poucas vezes, e quando se viam, trocavam poucos diálogos, fazia um bom tempo que ele não flertava ou dava em cima dela, tudo parecia estar errado. 

Já era de madrugada, Érika lia mais um livro sobre os contos de Eldarya. Esse era sobre um menino que se perdia da mãe. A leitura estava boa, até as batidas na porta da jovem atrapalhar. Levantando da cama com um pijama curto, a faery abriu a porta dando de cara com o líder da Sombra.

—  Nevra. —  Disse surpresa o nome do vampiro. —  O que deseja? 

—  Eu posso entrar? —  O moreno pergunta e a garota dá espaço concedendo passagem.

Agora já dentro do quarto, Érika fecha a porta trancando-a virando-se para o vampiro. 

- O que houve Nevra? 

- Érika, eu quero conversar com você sobre o que aconteceu na gruta. - Disse ele, seu ar soava incomodado.

Érika hesitou, mas caminhou para sua cama convidando o vampiro. Os dois se sentaram de frente para o outro, se encarando, como se quisessem desvendar cada mistério que um esconde dentro de si. 

- Pode dizer. - Érika apoiou o cotovelo na perna e a mão no queixo, esperando Nevra.

- Logo após que sai de perto de você. - Nevra deu uma pausa abaixando a cabeça. - Eu queria voltar porque sabia que a forma que falei não havia sido boa. - Érika assentiu. - Mas, eu escutei você me chamar, e eu acabei indo a seu encontro, você estava mais linda do que você já é. - Abriu um sorriso e a jovem corou.   —   Eu me aproximei para me desculpar, mas acabei sendo surpreendido por um... beijo.  —   Nevra levantou seu olhar cinzento e penetrante para a garota.  —   Eu acabei me deixando levar até me dar conta de que estava sendo enganado. Por sorte, eu consegui derrotar a “ilusão” e achar os cristais.  —   continuou.  —   Na volta, eu encontrei você com o outro Nevra, assim como eu, você havia se tornado uma submissa na gruta. 

Então assim como ela, Nevra também foi vítima da gruta.

Lágrimas vazaram dos olhos de Érika e Nevra tentou acariciar a face da faeliene com carinho. 

 —   Você é o meu maior desejo Érika, eu não consegui dormir direito desde que voltei imaginando que eu possa ser o seu também.  —   As palavras do vampiro perfuravam Érika de uma só vez, ele estava se declarando para ela naquele momento.  —   Eu preciso ouvir de você, senão nunca irei descansar. 

—   N-Nevra... 

 —   Eu sabia, é melhor eu ir.  —   O homem se levantou da cama pronto para ir embora, sua expressão era de tamanha decepção. 

Érika se levantou puxando Nevra pelo tecido de sua blusa.

 —   Eu sempre fui apaixonada por você Nevra, desde que entrei na guarda. Desde que virei sua subordinada. Desde que você me salvou. Desde que você flertava comigo. Desde sempre!  —   O peito de Érika subia e descia com a respiração acelerada.  —   Eu nunca precisei de  você, tanto quanto eu preciso agora... e nós...

Érika foi calada ao sentir os lábios macios do vampiro sobre sua boca. Ela esperou por muito tempo aquele toque. Passou gentilmente os braços ao redor do pescoço do líder e as mãos do mesmo desceram gentilmente para suas nádegas, suspendendo Érika no ar fazendo com que as pernas dela fossem de encontro a seu quadril. 

- Eu posso estar errada se dizer que te quero agora? - Diz ela, ainda ofegante.

Nevra selou seus lábios mais uma vez. Eles eram um só, e dessa vez, sem dúvidas, tudo era real. Cada gosto. Toque. Sensação.

Nevra foi andando em direção a cama, despejando o pequeno corpo da garota sobre o colchão macio, fazendo o móvel ranger. Ambos se separaram para recuperar o fôlego, mas ainda mantinham os rostos próximos. Naquela noite seria os olhares Ametista e Cinza na mesma intensidade.

 —   É isso mesmo que você quer?  —   Nevra murmurou parando de encarar os lábios rosados de Érika, mirando agora nos olhos da faery. 

 —   Isso é o que eu deveria ter escolhido há muito tempo.  —   Érika sorri, puxando o vampiro pela echarpe, ela cola seus lábios nos dele outra vez. - Eu quero que você seja o primeiro e último Nevra. - Murmurra.

A humana sentiu uma onda de calor passar pelo seu corpo. As línguas circulavam em sincronia mas tiveram de se separar relutantes porque o ar deu falta. Os lábios ágeis de Nevra escorregaram para o pescoço de Érika onde distribuía beijos, chupões e mordidas. O vampiro se divertia com os gemidos de sua amada e por isso, fazia cada vez mais, descendo as mãos para as fartas coxas dando fortes apertos.  

 —   Nevra...  —   Érika corou ao soltar um gemido.

 —   Ainda dá tempo de desistir.  —   Disse o moreno, mordendo levemente o ombro de sua subordinada. 

Érika entendeu tal provocação. Empurrou Nevra trocando de posição com ele, ficando por cima do mesmo. Claro que, o olho livre do vampiro ficou assustado, com certeza não esperava tal ato vindo de uma garota como ela. 

Nevra sentou na cama com Érika sobre o seu colo. Ambos se encaravam, até a humana começar com movimentos inexperientes sobre o membro ereto coberto pela calça do vampiro. Érika corava e sorria tímida ao ver as expressões e os sons de prazer que saíam do líder. Os filmes e as séries eróticas valeram muito a pena. O vampiro, colocou as mãos sobre o quadril da subordinada, apertando com nem um pouco de delicadeza. A mão de Nevra, vai ao pescoço da garota, enquanto aproximava a face do ouvido de Érika. Ela cora quando o líder geme roucamente no seu ouvido, fazendo-a sentir uma quentura entre as pernas.

 O líder inicia pequenos selares pela pele da menor, deixando um beijo demorado na clavícula. Procurou pela borda do seu pijama, e tirou lentamente, tornando aquele momento ainda mais sexy. Nevra admirado, observa o corpo que a guardiã escondia por debaixo de suas vestes, Érika sente as bochechas queimarem. Nevra, tira o olhar dos seios da garota, e a mira no rosto, e aquela forma de a olhar fez todo o corpo da subordinada arrepiar.

 — Você é uma perdição garota. — Diz com a voz inebriada de desejo. O líder a puxa para um beijo selvagem e rápido, a colocando novamente deitada na cama.

 Érika não conseguia formar palavras porque nenhuma vinha em sua mente, nada que pudesse incentivar, ou tornar aquele momento ainda mais quente. Quer dizer, em filmes eróticos já tinha ouvido algumas frases, mas não eram tão fáceis para a subordinada dizer. Nevra sopra o ar pela boca, extasiado. Ele retira suas vestes de cima com cautela, ficando sem camisa. Érika pendeu o ar por alguns instantes, e logo soltou lentamente pela boca, passando as mãos pelo abdômen do líder. Nevra solta um sorriso safado, e se agacha voltando a atenção para o busto da menor... 

 Seu olhos estava preso nos seios da garota, ele aproximou sua boca do colo de seu seio, dando uma leve sucção e a fazendo gemer seu nome e palavras incoerentes. Ele sorri contra sua pele.

 — Diga meu nome novamente. — Érika sente as bochechas entrarem em febre pela vergonha. Nevra, segura o seio direito da garota em uma de suas mãos, e dá um leve aperto, antes de começar a massagear carinhosamente. — Você ficou tão manhosa, bela dama. Isso me excita demais. — A última frase foi mais para um sussurro rouca, que demandou espasmos pelo corpo de Érika.

 — N-Nevra... — Gemeu o nome do líder, apertando o lençol com as mãos. 

 O vampiro sorri, e sabe que era o momento certo para se livrar das peças íntimas da subordinada. Então, retirou o sutiã com pressa, e o membro que ainda estava escondido dentro das calças, pulsa. Como Érika o deixava se sentindo dessa forma? Como um adolescente ainda na puberdade? De uma forma que ninguém nunca conseguiu antes, e Nevra odiava confessar isso. Mas estava enlouquecendo, enlouquecendo pela sua subordinada, que tinha uma beleza inexplicável. 

 Nevra, inicia um caminho de selares dos seios da garota, passando sua barriga com os curtos beijos quentes, e parando no ventre. A mão do vampiro, vai até a borda da peça íntima da garota, e ele escorrega pelas coxas, indo para a parte interna. O líder, usa o indicador e o médio para acariciar a intimidade de Érika por cima do tecido da peça. A menor morde os lábios tentando conter os gemidos, os lábios estavam doloridos e avermelhados. 

 — Vou te mostrar a diferença, para você nunca me confundir outra vez. — Nevra usa o polegar para puxar os lábios da garota levemente para baixo. Fazendo com que a menor gemesse alto, pelo encontro do indicador do maior no ponto mais sensível.

 Nevra sente o membro pulsar fortemente, clamando para sentir a garota, em luxúria. Os olhos de Érika revirou-se em puro prazer, e o líder se cansou de enrolar, então com pressa agarra a borda da peça íntima e retirou lentamente, torturando a subordinada ainda mais, deixando-a necessitada. A garota agarra os cabelos escuros de Nevra, e sente cada fio entre os dedos, seus cabelos eram macios e suaves.

 O toque de Nevra, fazia a subordinada simplesmente pirar, ele estava levando ela à uma loucura sem volta. O vampiro, após se livrar de sua peça íntima, aproximou-se da cintura de Érika, puxando a pele com suas presas levemente, levantou o olhar como se pedisse permissão. Fazendo um pequeno orifício, a dor não foi sentida por conta da série de prazer que o líder proporcionou. O sangue de Érika era a droga mais saborosa que já provará. Nevra se desaproximou, tirando as suas últimas vestes que restavam, e depois voltando-se para ficar encima da jovem.

 — Está preparada, bela dama? Eu não sou um cara legal... — Disse com um sorriso satisfatório nos lábios, o que o tornava extremamente atraente.

 Érika olhou para baixo, vendo o membro ereto do parceiro, parecia que necessitava daquilo. Nevra deslizou os dedos na intimidade da garota, acariciando seu clitóris e abrindo seus grandes lábios. Érika umedeceu os lábios, e passou lentamente a língua entre eles, o que fez o vampiro gemer o nome da menina. A deixando com um sorriso nos lábios.

 — Vale a pena arriscar, chefe. — Nevra riu com escárnio, e retirou os dedos. Aproximando o membro pulsante da intimidade da garota, que se encontrava nervosa. 

 Nevra acariciou a entrada da garota com seu membro, e como a intimidade já se encontrava úmida, foi quase nula a dor e fácil do membro do vampiro deslizar para dentro da menor. Érika soltou um gemido alto, e rolou os olhos, apertando os cabelos de Nevra com força. Sua pureza estava se quebrando aos poucos, até o líder conseguir entrar por completo. A humana arranhou fortemente as costas do moreno, ambos gemeram pelo prazer. Nevra se movimentava lentamente, com leves estocadas, sabia que Érika ainda era uma virgem e queria que tudo fosse especial. 

 —   N-Nevra....  —   Érika sentia seu ápice próximo conforme o vampiro aumentava seus movimentos.  —   P-Por favor.

Érika já sentia as paredes de sua intimidade apertarem o membro de Nevra, ela já sabia que estava quase no seu limite. Isso excitou ainda mais o vampiro que aumentou ainda mais as estocadas, Érika puxou o líder para um beijo molhado mordendo o lábio inferior do próprio, soltando uma sequência de gemidos em seguida. Nevra parou para admirar a luxúria que habitava Érika naquele momento, assim como ele. Apertando os dois seios da jovem, o vampiro sorriu travesso. A humana sentiu os espasmos e suas paredes se contraírem jorrando seu líquido sobre o membro do vampiro. Nevra permaneceu ainda estocando, até liberar seu jato quente dentro  Érika. 

Saindo de cima de sua subordinada o vampiro se deitou ao seu lado, abraçando-a com seus fortes braços. O cheiro de hortelã, morango e sexo impregnava o ar. 

 —   Te amo mais que tudo Nevra.  —   Com a cabeça no peito do parceiro, confessou Érika. 

 —   Eu sabia que você iria me dizer isso um dia.  —   O líder brincou soltando um pequeno riso humorado.  —   Eu te amo muito Érika. 

 —   Se isso for algum sonho, eu vou ficar muito triste se eu acordar.  —   Érika fez beiço, soltando um suspiro.

 —   Se isso for um sonho, eu farei questão de te trazer ao mundo real, bela dama.  —   Nevra beijou o topo da cabeça de Érika, apertando-a ainda mais forte.  —   Você me pertence, desde a primeira vez que eu a vi.  —   Sussurrou a última frase, percebendo que a faery já havia pegado no sono.  —   Minha dama.


Notas Finais


OBRIGADA POR LEREM!
Espero que tenham gostado!♡♡
Desculpem pelas partes tristes kllkkkkk


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