História Maktub - Capítulo 5


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Categorias Diego Ribas da Cunha, Francisco "Isco" Suárez, Marco Asensio, Paolo Guerrero
Personagens Personagens Originais
Tags Corinthians, Flamengo, Gabriel Girotto, Guilherme Arana, Tiffany Alvares
Visualizações 354
Palavras 1.355
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


boa leitura! Obrigada pelos comentários e favoritos ❣

Capítulo 5 - Jantar com o Paolo


Fanfic / Fanfiction Maktub - Capítulo 5 - Jantar com o Paolo


Anne Ferraz.

Olho-me pela décima vez no espelho, eu já tinha trocado de roupa umas cinco vezes e voltava sempre para o mesmo, eu estava com um vestido preto colado em meu corpo, ele tinha alcinhas finas, tinha no pé o meu scarpin preto da Louboutin, minha correntinha com um coração da Tiffany & Co que tinha ganhado do meu pai, uma pulseira simples, em meu rosto havia uma maquiagem não muito forte já que a minha boca estava destacada com o batom vermelho que eu tinha passado.

- Minha mamãe está tão linda — Olho para trás e vejo Dudu com a chupeta na boca, abaixo e dou um beijo em sua testa.

- Lindo é você meu amor — Passo a mão em todo seu rosto, ele tinha os traços do Guilherme. — Você obedeça aos seus avós ok? 

- Tudo bem mamãe — Ele sorri e beija minha bochecha — Eu vou obedecer os meus avós. 

- Muito bem — Beijo sua testa — Daqui a pouco o seu tio Paolo está aqui. 

- O titio vai vir aqui te buscar? — Assinto — Que legal mamãe. Não volta tarde, não consigo dormir sem você — Meu coração se aperta ao ouvir aquilo e na hora quero desistir do jantar. 

- Eu não irei voltar tarde — O pego no colo — Prometo meu amor. E ainda irei trazer um negócio para você. 

- Ebaaaa!!!! — Dou risada e recebo um monte de beijos do meu filhote. 

Ouço a campainha tocar, coloco Dudu no chão, pego minha pequena bolsa onde tinha meu celular, carteira e documentos, vou para a sala, abro a porta e dou de cara com o Peruano ali parado e sorrindo. 

- Paolo — Puxo ele para um abraço e o aperto — Já estava com saudades, desculpa.

- Minha Ann — Ele beija o topo da minha cabeça — Você está linda— Ele diz fazendo o sotaque, sorrio quase derretendo.

- Oi titio — Olho para baixo e vejo Eduardo, Paolo entra e pega meu filho no colo.

- E aí carinha — O Peruano fala — Vou levar sua mãe pra sair, mas ó, ela não volta tarde. 

- Tudo bem tio — Ele sorri, cumprimenta meus pais, despeço dos três.

- Então vamos Ann? — Paolo pergunta, assinto, pego em seu braço e saímos da minha casa indo em direção ao seu carro. 


(...) 


- Estou desconfortável — Falo olhando para o cara na minha frente. 

- O que? Mas por que? — Ele pergunta curioso.

- Ah, tem muita gente me olhando — Coro, ele pega minha mão e a beija.

- Isso é fácil, o motivo pelo qual todos estão te olhando é porque você está linda! — Sorrio morrendo de vergonha. 

- Faz tempo que eu não venho para o Brasil, imagina o bafafá que irá ser para as revistas de fofoca — Reviro os olhos "Mãe do filho do Arana sai em jantar com o craque do Flamengo" 

- Ah meu bem — Ele dá risada — Se for assim você não vive, por que não volta para o Brasil de uma vez? 

- Eu estudo lá — Suspiro — Estou acabando já e quem sabe eu não volto, o Eduardo é louco pra voltar.

- Então Anne, e outra, o Dudu não pode crescer sem um pai presente — Reviro os olhos — Não que eu ligue para o Arana, por mim ele não tinha nem assumido.

- Eu sei que não — Dou risada.

O garçom traz a comida que tínhamos pedido, enche nossas taças com vinho, pede licença e se retira. 

Começo a comer devagar apreciando o gosto maravilhoso da comida, ainda olhando para Paolo reparo em suas expressões enquanto comia, sorrio levemente para ele que retribui rapidamente.

- Depois — Começo, ele levanta a cabeça e me olha — Podemos passar na sorveteria?

- Claro Anne, vontade de sorvete? — Nego.

- Para o Eduardo, prometi que levaria algo para ele — Sorrio lembrando do meu filhote que estava em casa.

- Você não gosta muito de ficar longe dele né? — Nego — Dá pra perceber, você está inquieta. 

- Desculpa — Dou risada — Não é nada pessoal é que eu não consigo me desligar do meu filho, passo vinte e quatro horas por dia com ele.

Paolo apenas sorri, terminamos de comer rapidamente, bebemos o vinho e assim que terminamos tudo, ele pede a conta, paga tudo, eu levanto e pego em seu braço.

- Tudo bem, agora vamos em uma sorveteria — Sorrio — Saudade do sorvete do Brasil, é totalmente diferente lá na ilha. 

- Eu imagino que seja — Ele dá risada, abre a porta do carro, entro, coloco o cinto e espero Paolo. 


(...)


Encosto no carro ainda ouvindo ele falar como a relação com a sua namorada estava cada vez pior, cruzo os braços na altura dos meus seios e automaticamente os olhos de Paolo foram para eles. 

- Os meus olhos são aqui em cima — Falo levantando a cabeça dele, dou risada e o encaro —Tudo bem, continue.

- Anne, Anne... — Ele vai chegando perto, pega minha cintura, cola o corpo dele no meu, chega bem perto do meu rosto, meu coração estava disparado, certeza que eu estava com uma puta cara de babaca Você pode até ser minha amiga, mas é muito gostosa e eu sou homem, não resisto a você. 

- Não precisa resistir Paolo — Falo com os lábios roçando nos dele Eu também quero. 

Assim que eu falo isso, Guerrero puxa meu meu rosto e encosta nossos lábios delicadamente, dando início a um beijo lento, cheio de vontade, minhas mãos vão para seu pescoço, passo minhas unhas ali, sinto ele arrepiar, suspiro enquanto ele apertava minha cintura com vontade, Paolo morde meu lábio e eu sem querer solto um gemido baixo, ele separa nossos lábios, nos olhamos e sorrimos um para o outro.

- Eu preciso entrar — Falo — De verdade.

- Vai lá Anne — Ele beija a ponta do meu nariz — Amei sair com você. 

- Eu também Paolinho — Passo a mão em seu rosto fazendo um carinho leve — Podemos sair qualquer dia.

- Podemos sim — Sorrio de lado — Faça uma boa viagem de volta meu bem, nos vemos em breve.

- Nos vemos em breve — Assinto — Mande um tchau pro meu afilhado lindo. 

- Mando sim — Selo nossos lábios gostando da sensação — Se cuida meu bem. 

Eu separo dele, abro o enorme portão, ouço o motor do carro e ele acelerando, entro em casa ainda pensando no que eu tinha acabado de fazer.

Assim que acendo a luz da sala, dou de cara com o Eduardo dormindo, todo encolhido no colo do Arana, vou até ele e o cutuco. 

- O que você está fazendo aqui? — Pergunto tirando os brincos, a pulseira e o colar. 

- Vim ficar com o meu filho — Respiro fundo — Já que você saiu com o Paolo. 

- Vá embora Arana, eu já cheguei — Tiro o salto, pego Eduardo — Eu levo ele. 

- Tudo bem, depois eu te mando mensagem e conversamos — Ele olha para o meu rosto — Você continua a mesma Anne. A mesma Anne de alguns anos atrás, a minha Anne. 

- Por favor, vá embora — Vou em direção a escada e subo com um pouco de dificuldade, abro a porta do quarto, coloco meu filho na cama, fico passando a mão em seu rosto, ele tinha muitos traços do Guilherme, ele era a cara do Arana e isso me deixava com o coração apertado, eu ainda tinha um sentimento pelo Guilherme preso, guardado a sete chaves no fundinho do meu coração, mas a mágoa era bem maior que tudo, por isso eu não gostava que mencionavam no nome dele, eu ainda tinha sentimentos pelo pai do meu filho, mas jamais iria admitir aquilo. 

- Mamãe — Olho para o Dudu que estava meio dormindo — O papai disse que gosta de você ainda — Meu coração começa a disparar, meus olhos enchem d'água, beijo sua testa, deito na cama e começo a chorar. Chorar de saudade. 


Notas Finais


espero que tenham gostado!
e ai, vocês são #TeamPaolo
ou #TeamArana???????
beijosssss


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