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História Malanie Potter-Hogwartes lendo Percy Jackson o Ladrão de Rai - Capítulo 6


Escrita por:


Notas do Autor


Descupa não ter postado antes a minha casa estava sem internet e só ligaram hoje.

Boa leitura

Bjs.

Capítulo 6 - Capítulo 4:Minha mãe me ensina a tourear


Fanfic / Fanfiction Malanie Potter-Hogwartes lendo Percy Jackson o Ladrão de Rai - Capítulo 6 - Capítulo 4:Minha mãe me ensina a tourear

-..... Minha mãe me ensina a tourear -  assim que Rachel leu as perguntas começaram.

Mesa semideuses/ oráculo

- Tia Selly sabe fazer isso? - Piper fala diretamente com agente desde que chegou.

- Eu não sei,Percy? - Melanie responde e pergunta ao mesmo tempo.

- Não, esse é o capítulo do mino....- antes dele terminar as meninas gritam.

- NÃO TERMINA - falam olhando para ele com uma expressão séria no rosto.

Todis olham para a mesa, elas se deram conta de que estavam em pé, sentaram e mandaram um olhar mortal para quem estavam a encarando.

- Continua Rach - fala Melanie.

Arrancamos noite adentro por estradas rurais escuras. O vento golpeava o Camaro. A chuva açoitava o para-brisa. Eu não sabia como minha mãe conseguia ver alguma coisa, mas ela mantinha o pé no acelerador.

Toda vez que um relâmpago produzia um clarão, eu olhava para Grover sentado ao meu lado no banco de trás e me perguntava se tinha ficado louco ou se ele estava usando algum tipo de calça felpuda. Mas não, o cheiro era o mesmo que eu lembrava das excursões do jardim de infância para o zoológico infantil – lanolina, como o de lã. O cheiro de um animal molhado de estábulo.

- Como? - Pergunta um aluno da Sonserina.

- Você já vai entender - Percy respondeu lhe mandando um sorriso.


Tudo o que pude dizer foi:
– Então, você e minha mãe... se conhecem?

- Sério que essa é a sia primeira pergunta? - Pergunta Piper.

- Você conhece ele não como se surpreende - responde Rachel e continua a leitura. Enquanto Percy fica com um olhar indignado e Melanie rindo da situação do melhor amigo.


Os olhos de Grover moveram-se rapidamente para o espelho retrovisor, embora não houvesse carro nenhum atrás de nós.

– Não exatamente – disse ele. – Quer dizer, nunca nos encontramos pessoalmente. Mas ela sabia que eu estava observando você.

- Observando a ele? - Pergunta um aluno ma foi ignorado com sucesso.


– Observando, a mim?
– Estava de olho em você. Cuidando que estivesse bem. Mas eu não estava fingindo ser seu amigo – acrescentou apressadamente. – Eu sou seu amigo.

- Pelomenos ele reforçou.


– Ahn... o que é você, exatamente.

– Isso não importa neste momento

– Não importa? Da cintura para baixo, o meu melhor amigo é um burro...

- Cara tu não falou isso! - Pergunta Rach, impressionada pela lerdesa do amigo e Piper e Melanie caem da mesa de tanto rir mas não dão muita importância.

- Como assim burro? - Pergunta Hermione que está começando a desconfiar de algumas coisas.

- Vocês vão ver - rssponde Piper se recuperando so ataque de riso junto a Melanie.


Grover soltou um agudo e gutural:
– Bééééé!
Eu já o tinha ouvido fazer aquele som antes, mas sempre achei que era um riso nervoso.

- Riso nervoso?! - Pergunta um lufano indignado pela lerdesa do Percy, enquanto o mesmo dá de ombros.

Agora me dava conta de que era mais um berro irritado.
– Bode! – exclamou.

– O quê?
– Eu sou um bode da cintura para baixo.

- Mas ele acabou de falar que isso não importava - diz Hugo.

- Finalmente alguém que pensa igual a mim, obrigado Zeus - Fala levantando as mão para o céu. Mas claro que a última parte não passou despercebida para muitos e agira a dúvida está plantada e logo será confirmada.

– Você acaba de dizer que isso não importa.

– Béééé! Alguns sátiros poderiam pisoteá-lo por causa de tamanho insulto!

- Sátiros tipo nos mitos? - Pergunta um corvino e de resposta só recebe um sorrisinho de cada um da quinta mesa.


– Opa. Espere. Sátiros. Você quer dizer como... os mitos do Sr. Brunner?

- Viu - falou o mesmo garoto que foi devidamente ignorado.


– Aquelas velhas na banca de frutas eram um mito, Percy? A Sra. Dodds era um mito?
– Então você admite que havia uma Sra. Dodds!

- Você lembro disso agora? - indigna um Sonserino.

- Ele achou que estava ficando louco - responde Melanie dando brecha para Rachel continuar com a leitura.

– É claro.
– Então por que...
– Quanto menos você soubesse, menos monstros atrairia – disse Grover, como se aquilo fosse perfeitamente óbvio. – Nós pusemos a Névoa

- Névoa? - Pergunta Rose.

- É o véu que impede vocês de verem o nosso mundo - Respondeu Piper.

- Como assim seu mundo? - dessa vez quem pergunta é Roxane.

- Sim, nosso mundo, vocês não sabem mas já vão entender agora já pode ler Rach - fala Melanie, mas antes que Rachel podesse abrir a boca outra pessoa pergunta.

- Mas como você sabe - Pergunta Harry como se ela lhe devesse satisfação de algo (de serta forma sim mas ele nunca se importou, pra que começar agora?)

- Porque ela também faz parte desse mundo, o senhor deveria saber já que é o pai dela - folou Percy como se o estivesse o acusando e era quase isso que estava fazendo só que de uma maneira mais sutil.

- Volte a ler Rachel _ Pediu Melanie depois que o clima ficou um "pouco tenso..... Ok quem eu quero enganar muito,muito tenso.

 diante dos olhos humanos. Tínhamos esperanças de que você achasse que a Benevolente era uma alucinação. Mas não adiantou. Você começou a perceber quem você é.

– Quem eu... espere um minuto, o que você quer dizer?
O estranho rugido ergueu-se novamente em algum lugar atrás de nós, mais perto do que antes. O que quer que estivesse nos perseguindo ainda estava na nossa cola.
– Percy – disse minha mãe –, há muito a explicar e não temos tempo suficiente.
Precisamos pôr você em segurança.
– Em segurança como? Quem está atrás de mim?
– Ah, nada demais – disse Grover, obviamente ainda ofendido com o comentário sobre o burro. – Apenas o Senhor dos Mortos e alguns dos seus asseclas mais sedentos de sangue.

- Nada descreto não é Grover?! Kkk - fala Jorge amenizando o clima do local. Assim muitos começaram a rir.

- Mas porque essa pessoa estava atrás dele? - Perguntou Hermione claramente interessada.

- Para matar ele - Rachel responde como se fosse óbvio, oque claramente era.

- Mas ele tinha um bom motivo ok? - fala Melanie emburrada.

- E você sempre defendendo o seu padrasto protegido - diz Percy - ele ia me matar! - fala indignado.

- Mas eu o parei antes não foi, e agora ele não quer mais, eu e o Nico já resolvemos isso de pois que saimos dá quele lugar - fala a última frase com um olhar sombrio e Percy a acompanha Rachel para poupar que os amigos relembrem de coisas ruins volta a ler imediatamente.


– Grover!
– Desculpe Sra. Jackson. Poderia dirigir mais depressa, por favor?
Tentei envolver minha mente no que estava acontecendo, mas não consegui. Sabia que aquilo não era um sonho. Eu não tinha imaginação. Jamais poderia sonhar algo tão estranho.
Minha mãe fez uma curva fechada para a esquerda. Desviamos para uma estrada mais estreita, passando com velocidade por casas de fazendas às escuras, colinas cobertas de árvores e placas que diziam “COLHA SEUS PRÓPRIOS MORANGOS” sobre cercas brancas.
– Aonde estamos indo? – perguntei.
– Para o acampamento de verão de que falei. – A voz de minha mãe estava tensa; por mim, ela estava tentando não parecer assustada. – O lugar para onde seu pai queria mandá-lo.
– O lugar para onde você não queria que eu fosse.

- Você também não ajuda - fala a diretora. Acho que despertou algum tipo de extinto materno hoje.


– Por favor, querido – implorou ela. – Isso já é bem difícil. Tente entender. Você está em perigo.
– Porque umas velhas senhoras cortaram um fio de lã.
– Aquilo não eram velhas senhoras – disse Grover. – Eram as Parcas. Você sabe o que significa... o fato de elas aparecerem na sua frente? Elas só fazem isso quando você está prestes a... quando alguém está prestes a morrer.

- Pre vejo discussão desnecessária - Fala Rachel sem nem olha o próximo parágrafo.


– Epa! Você disse “você”.
– Não, eu não disse. Eu disse, “alguém”.
– Você quis dizer “você”. Ou seja, eu.
– Eu quis dizer você como quem diz “alguém”. Não você, Percy, mas você, qualquer um.

- Eu disse - fala se vangloriando.

- Mas você não vale - fala Percy como se aquilo fosse óbvio e Rachel lhe manda a língua.


– Meninos! – disse minha mãe.

- Isso tia Selly bota ordem - grita Rachel se alto interrompendo. Mas percebe que fez papel de ridícula e volta a ler.


Ela puxou o volante com força para a direita e eu tive um vislumbre de um vulto do qual ela se desviara – uma forma escura e ondulada, agora perdida na tempestade atrás de nós.
– O que foi aquilo? – perguntei.
– Estamos quase lá – disse minha mãe ignorando a pergunta. – Mais um quilômetro e meio. Por favor. Por favor. Por favor.
Eu não sabia onde era lá, porém me vi inclinando-me para a frente na expectativa, querendo que chegássemos logo.
Do lado de fora, nada além de chuva e escuridão – o tipo de campos vazios que a gente vê quando vai para o extremo de Long Island. Pensei na Sra. Dodds e no momento em que ela se transformou naquela coisa com dentes pontiagudos e asas de couro. Meus membros ficaram amortecidos de choque retardado. Ela realmente não era humana. E pretendia me matar.

- Matar é uma palavra muito forte.... Hãm tá mais para lhe tomar algo que não está com você - Todos olham para ela em descrença enquanto os seus amigos reviram os olhos e murmuram algo do tipo "ela sempre vai proteger ele" e ela apenas dá de ombros.


Então pensei no Sr. Brunner... e na espada que ele jogara para mim. Antes que eu pudesse perguntar a Grover sobre aquilo, os cabelos de minha nunca se arrepiaram.
Houve um clarão ofuscante, um Bum! De fazer bater o queixo, e o carro explodiu.

 A tensão no ar era palpável eles, muitos se quer respiravam direto, todos qurendo saber oque acontece depois.


Lembro-me de ter me sentido sem peso, como se estivesse sendo esmagado, frito e lavado com uma mangueira, tudo ao mesmo tempo.
Descolei minha testa do encosto do assento do motorista e disse:
– Ai.

- Depois do carro explodir você apenas diz "Ai" ?! - pergunta Teddy não acreditando no que ouviu e Percy dá de ombros e fala

- Sim.


– Percy! – gritou minha mãe.
– Estou bem...
Tentei sair do estupor. Eu não estava morto,o carro não explodira de verdade. Tínhamos caído em uma vala. As portas do lado do motorista estavam enfiadas na lama. O teto se abrira como uma casca de ovo e a chuva se derramava para dentro.
Relâmpago. Era a única explicação. Tínhamos voado pelos ares, para fora da estrada.
Ao meu lado no assento traseiro havia uma grande massa informe e imóvel.
– Grover!
Ele estava caído de lado, com sangue escorrendo do canto da boca. Sacudi seu quadril peludo, pensando: Não! Mesmo que você seja metade animal de quintal, ainda é meu melhor amigo, e não quero que morra!

- Nossa motivador você em - fala um lufano tentando aliviar a tensão. Como eu disse tentando.


Então ele gemeu:
– Comida – e eu soube que havia esperança.

Nissdo todos começaram a rir, pois não tem como não rir.


– Percy – disse minha mãe –, temos de... – Ela titubeou.
Olhei para trás. Num clarão de relâmpago, 

- Ele fez isso? - Pergunta Piper não acreditando no que Zeus foi capaz de fazer.

- Fez, ele achava que eu era o ladrão - fala como se não fose importante.

através do para-brisa traseiro salpicado de lama, vi um vulto andando pesadamente na nossa direção no acostamento da estrada.
Aquela visão fez minha pele formigar. Era a silhueta de um sujeito enorme, como um jogador de futebol americano. Parecia estar segurando uma manta por cima da cabeça. A metade superior dele era volumosa e indistinta. As mãos erguidas davam a impressão de que ele tinha chifres.

- Chifres? - Alguém perguntou mas foi ignorado com sucesso.


Engoli em seco.
– Quem é...
– Percy – disse minha mãe, extremamente séria. – saia do carro.
Ela se jogou contra a porta do lado do motorista. Estava emperrada na lama. Tentei a minha. Emperrada também. Desesperadamente, ergui os olhos para o buraco no teto.
Poderia ser uma saída, mas as bordas estavam chiando e fumegando.
– Saia pelo lado do passageiro! – disse minha mãe. – Percy, você tem de correr. Está vendo aquela árvore grande?
– O quê?
Outro clarão de relâmpago e pelo buraco fumegante no teto eu vi a árvore a que ela se referia: um enorme pinheiro, do tamanho de uma arvore de Natal da Casa Branca, 

- Meu.... Thalia vai te matar - fala Rachel segurando o riso.

- Matar não decapitar - diz Piper e Percy engole em seco.

- decapitar não,esquartejar , fulminar, torturar - a essa altura ele já estava pálido.

- Ma...mas...eeee... Só se...alguem conter não é?! E vocês não vão contar nada certo? - fala gaguejando

- Certo - as três se entre olham e falam juntas e dão um sorriso macabro aumesmo tempo.

- Por que essa árvore é tão importante? E quem é Thaçia? E porque ela faria isso? - Pergunta um corvino cheio de dúvidas.

- Vocês verão - responde Percy ainda pálido.

no topo da colina mais próxima.
– Aquele é o limite da propriedade – disse minha mãe. – Passe daquela colina verá uma grande casa de fazenda no fundo do vale. Corra e não olhe para trás. Grite por ajuda. Não pare enquanto não chegar à porta.
– Mamãe, você também vem.
O rosto dela estava pálido, os olhos tristes como quando ela olhava para o oceano.
– Não! – gritei. – Você vem comigo. Ajude-me a carregar o Grover.
– Comida! – gemeu Grover, um pouco mais alto.
O homem com a manta na cabeça continuou indo em nossa direção, grunhindo e bufando. Quando ele chegou mais perto, percebi que não podia estar segurando uma manta acima da cabeça porque as mãos – enormes e carnudas – balançavam ao seu lado.
Não havia manta nenhuma. O que queria dizer que a massa volumosa e indistinta que era grande demais para ser sua cabeça... era a sua cabeça. E as pontas que pareciam chifres...

- Como...? - ninguém ousou da quinta mesa ousou responder, já sabiam oque estava por vir.

– Ele não nos quer – disse minha mãe. – Ele quer você. Além disso, não posso ultrapassar o limite da propriedade.

O ar estava tenso, todos esperando para vê no que ia dar e já sabiam que nada de bom pela cara das pessoas da quinta mesa.


– Mas...
– Não temos tempo, Percy. Vá. Por favor.
Então fiquei zangado

- Ouuu isso não é uma boa ideia - diz Melanie como se lembase de aluma coisa e as outras acentiram com a cabeça.

- Por que? - Pergunta Gina não entendendo o temor estampado na face das três meninas da quinta mesa.

- Terceiro livro - diz Melanie que na primeira vez na vida não deu una patada na madrasta por mais que merecesse.

– zangado com a minha mãe, com Grover, o bode, com a coisa chifruda que se movia pesadamente em nossa direção, de modo lento e calculado como... como um touro.

- Não - diz Minerva desacreditada no que estava ouvindo.

- Sim - responde como se fosse a coisa mais fácil do mundo.

- Mais você só tinha 12 anos - fala abismada.

- Tem pessoas que fazem coisas assim mais novas - diz olhando diretamente para Melanie, pois ele sabe do sru passado. A diretora olha para onde ele "indicou" e com olhos arregalados pergunta.

- Você é que nem eles? - enquanto ela confirmava  levemente com a cabeça - como eu não percebi antes estava tão na cara. Então foi por conta da quela duas coisas que aconteceram que você faltou durante um ano e meio? - Perguntou abismada pelo que a potter rejeitada teve que enfrentar. E deixando todos alem é clari dos que participaram da guerra sem entender.

- Isso não foi nem o começo dos meus problemas - fala com um olhar sombrio se lembrando de tártaro. Piper percebendo o que a amiga pensa sava a acalmou deixando todos curiosos e com receio do que se passava na vida dela. E um pai super intrigado com a vida da filha.

- Como assim " Você é que nem eles" , que coisas são essas? E como não é nem o começo do seus problemas? Como se você tivesse algum - Fala Gina com desprezo e um pingo de curiosidade na vida da enteada.enteada. 

Mais antes de Melanie responder, Minerva toma a frente.

- Você não sabe pelo que essa menina passou, se for oque eu estou pensando e é as coisas que o pai dela enfrento não chega nem aos pés do que ela passou, então mesa seu língua para falar da vida alheia - Todos ficaram espantandos com a reação da diretora, pois se era tão ruim para que as coisas que o pai dela passou não chega nem perto é muito grave. E ela lhe mandou um olhar agradecido a diretora e um de nojo ao pai que não serve nem pra defender um pouco rla serve.

E com o clima pesado Rachel continuo.

Passei por cima de Grover e empurrei a porta, que se abriu para chuva.

– Nós vamos juntos. Venha, mãe.
– Eu já disse que...
– Mamãe! Eu não vou abandonar você. Ajuda aqui com Grover.

- Defeito fatal - falam todos da quinta mesa, deixando todos anão ser a diretora sem entender.

Não esperei pela resposta dela. Eu me arrastei para fora do carro, puxando Grover comigo. Ele era surpreendentemente leve, mas eu não poderia tê-lo carregado para muito longe se minha mãe não tivesse ido me ajudar.
Juntos, pusemos os braços de Grover em nossos ombros e começamos a subir a colina aos tropeções, com o capim molhado na altura de cintura.
Ao olhar relance para trás, tive minha primeira visão clara do monstro. Tinha, fácil, mais de dois metros, e os braços e pernas pareciam algo saído da capa de uma revista. Músculos – bíceps e tríceps saltados e mais um monte de outros ceps, todos estufados como bolas de beisebol embaixo de uma pele cheia de veias. Ele usava roupas, a não ser cuecas – branquíssimas, da marca Fruit of the Loom 

- Você reparou na marca da cueca dele? - Perguntou Teddy e Percy deu de ombros.

-, o que teria sido engraçado não fosse o fato de a parte superior de seu corpo ser tão assustadora. Pelos marrons e grossos começaram na altura do umbigo e iam ficando mais espessos à medida que chegavam aos ombros.

Seu pescoço era uma massa de músculos e pelos que levavam à enorme cabeça, que tinha um focinho tão comprido quanto meu braço, narinas ranhentas com um reluzente anel de bronze, olhos pretos cruéis e chifres – enormes chifres preto-e-branco com pontas que você não conseguiria fazer nem num apontador elétrico.
Reconheci o monstro muito bem. Tinha sido uma das primeiras historias que o Sr. Brunner nos contara. Mas ele não podia ser real.
Pisquei os olhos para desviar a chuva.
– Aquele é...
– O filho de Pasífae – disse minha mãe. – Gostaria de ter sabido antes o quanto desejaram matar você.
– Mas ele é o Mino...

- Mino.... oque? - pergunta alguém que claramente não percebeu o clima que pairava na sala.


– Não pronuncie o nome – advertiu ela. – Os nomes têm poder.

- Vocês deveriam ouvir quando agente fala isso mas, NÃO vocês ainda falam os nomes.- diz Piper e Percy e Mel somente reviraram os olhos sem dar importância.


O pinheiro ainda estava longe demais – pelo menos cem metros colina acima.
Dei outra olhada para trás.
O homem-touro se curvou por cima de nosso carro, olhando pelas janelas – ou não exatamente olhando. Era mais como farejar, fuçar. Eu não sabia muito bem por que ele se dava a esse trabalho, já que estávamos a apenas quinze metros de distancia.
– Comida? – gemeu Grover.
– Shhh – fiz eu. – Mamãe, o que ele está fazendo? Não está nos vendo?
– Sua visão e sua audição são péssimas – disse ela. – Ele se orienta pelo cheiro. Mas vai perceber onde estamos logo, logo.
Como que na deixa, o homem-touro bramiu de raiva. Ele agarrou o Camaro de Gabe pela capota rasgada, o chassis rangia e gemia. Ergueu o carro acima da cabeça e atirou-o na estrada. Aquilo se chocou contra o asfalto molhado e deslizou em meio a um chuveiro de fagulhas por cerca de quinhentos metros antes de parar. O tanque de gasolina explodiu.
Nem um arranhão, lembrei-me de Gabe dizendo.
Oops.

Mesmo com o clima tenso as pessoas deram risada, ninguém gostava do gabe.


– Percy – disse minha mãe. – Quando ele nos vir, vai atacar. Espere até o ultimo segundo, depois saia do caminho. Ele não consegue mudar de direção muito bem quando já está atacando. Você entendeu?
– Como você sabe tudo isso?
– Estou preocupada com um ataque há muito tempo. Devia ter esperado por isso. Fui egoísta, mantendo você perto de mim.
– Mantendo-me perto de você? Mas...
Outro bramido de raiva e o homem-touro começou a subir pesadamente a colina.
Tinha nos farejado.
O pinheiro estava a apenas mais alguns metros, mas a colina era cada vez mais íngreme e escorregadia, e Grover ficava mais pesado.
O homem-touro se aproximava. Mas alguns segundos e estaria em cima de nós.
Minha mãe devia estar exausta, mas carregou Grover.
– Vá, Percy! Vá sozinho! Lembre-se do que eu disse.
Eu não queria me separar, mas tive a sensação de que ela estava certa – era nossa única chance. Pulei para esquerda, virei-me e vi a criatura avançando em minha direção. Os olhos pretos brilhavam de ódio. Fedia a carne podre.

- Eww - fala muitas meninas de todas as casas, juntamente de alguns meninos o que chocou a muitos.


Ele inclinou a cabeça e atacou, aqueles chifres afiados como navalhas apontados diretamente para o meu peito.
O medo no meu estômago me deu vontade de disparar, mas isso não daria certo. Eu jamais poderia correr mais que aquela coisa. Então fiquei parado e, no último momento, saltei para o lado.
O homem-touro passou por mim a toda como um trem de carga, depois bramiu de frustração e se virou, mas dessa vez não contra mim, mas contra minha mãe, que estava acomodando Grover sobre a grama.
Tínhamos chegado ao topo da colina. Embaixo, do outro lado, pude ver um vale, bem como minha mãe dissera, e as luzes de uma casa de fazenda tremeluzindo amarelas através da chuva. Mas estava a oitocentos metros de distância. Nunca conseguiríamos chegar lá.
O homem-touro roncou, escavando o chão. Ficou olhando para minha mãe, que recuava lentamente colina abaixo, de volta para estrada, tentando afastar o monstro de Grover.
– Corra, Percy! – disse ela. – Não posso passar daqui. Corra!
Mas fiquei lá parado, paralisado de medo, enquanto o monstro a atacava. Ela tentou sair de lado, como me dissera para fazer, mas o monstro tinha aprendido a lição. Jogou a mão para frente e agarrou-lhe o pescoço quando ela tentou escapar. Ele a ergueu enquanto ela lutava, chutando e dando murros no ar.
– Mamãe!
Então, com um rugido furioso, o monstro fechou os punhos em volta do pescoço da minha mãe e ela se dissolveu diante dos meus olhos, fundindo-se em luz, uma forma dourada tremeluzente, como uma projeção holográfica. Um clarão ofuscante, e ela simplesmente... se foi.

Muitos tinham lágrimas nos olhos, e algumas meninas estavam chorando, todos tinham se apegado muito a tia Selly. Melanie vendo o seu melhor amigo de cabeça baixa colocou a mão sob seu ombro direto e sorrio, os dois eram como irmãos, e não deve ser nada fácil lembrar a "morte" da mãe masmo sabendo que ela está bem.


– Não!
A raiva substituiu o medo. Uma nova força ardeu em meus membros – a mesma onda de energia que me veio quando a Sra. Dodds mostrou as garras.
O homem-touro foi na direção de Grover, que estava deitado na grama, indefeso. O monstro se curvou, fungando meu melhor amigo como se estivesse prestes a erguê-lo dali e fazê-lo se dissolver também.
Eu não podia permitir aquilo.
Tirei minha capa de chuva vermelha.
– Ei! – gritei, agitando a capa e correndo para um lado do monstro. – Ei, estúpido! Monte de carne moída!

Ninguém rio ou falou nada dos xingamentos ruins, todos estavam ainda muito abatidos.


– Raaaarrrrr ! – O monstro virou-se para mim sacudindo seus punhos carnudos.
Eu tive uma ideia – uma ideia boba, porém melhor do que não pensar em nada. Encostei as costas no grande pinheiro e agitei a capa vermelha na frente do homem-touro, pensando em pular fora do caminho no ultimo momento.
Mas não foi assim que aconteceu.
O homem-touro atacou depressa demais, os braços estendidos para me agarrar qualquer que fosse o lado para onde eu tentasse me esquivar.
O tempo começou a passar mais devagar.
Minhas pernas travaram. Eu não podia pular para o lado, assim saltei direto para cima, usando a cabeça da criatura como trampolim, girei o corpo no ar e caí sobre seu pescoço.

- Como...? - perguntara o mesmo aluno que fora ignorado antes e não seria diferente agora certo?.


Como eu fiz aquilo? Não tive tempo para descobrir. Um milissegundo depois a cabeça do monstro chocou-se contra a árvore e o impacto quase fez meus dentes saltarem da boca.
O homem-touro cambaleou de um lado para outro tentando se livrar de mim. Segurei com força em seus chifres para não ser arremessado. Os trovões e os relâmpagos ficavam mais fortes. A chuva caía em meus olhos. O cheiro de carne podre queimava minhas narinas.
O monstro se sacudia e corcoveava como um touro de rodeio. Poderia simplesmente ter chegado para trás e me esmagado completamente na árvore, mas eu começava a perceber que aquela coisa só tinha uma direção: para frente.
Enquanto isso, Grover começou a gemer na grama. Quis gritar para ele ficar calado, mas do jeito que estava sendo jogado de um lado para o outro, se abrisse a boca deceparia minha própria língua com uma mordida.
– Comida! – gemeu Grover.
O homem-touro virou-se para ele, escavou o chão novamente e se preparou para atacar.
Pensei em como ele havia espremido a vida para fora de minha mãe, como a fizera desaparecer num clarão de luz, e a raiva me abasteceu como um combustível de alta potência. Agarrei um dos chifres com ambas as mãos e puxei para trás com toda a minha força. O monstro se retesou, soltou um grunhido de surpresa, e então... pléc!

- Então foi assim que você conseguiu o chifre - falou Piper e Percy afirmou com a cabeça.


O homem-touro berrou e me atirou pelos ares. Aterrissei de costas na grama. Minha cabeça bateu contra uma pedra. Quando me sentei, minha visão estava embaçada, mas eu tinha um chifre nas mãos, um osso partido do tamanho de uma faca.
O monstro atacou.
Sem pensar, rolei para o lado e me levantei de joelhos. Quando ele passou a toda velocidade, enterrei o chifre quebrado bem na lateral de seu corpo, logo abaixo da caixa torácica peluda.
O homem-touro urrou em agonia. Debateu-se, rasgando o peito com suas garras, e depois começou a se desintegrar – não como minha mãe, em um clarão dourado, mas como areia se esfarelando, carregada pelo vento aos pedaços para longe, do mesmo modo como a Sra. Dodds se desintegrara.
O monstro se fora.

Todos soltaram o ar que não sabiam que tinha prendido desde do começo da luta, mas aduvida ficou na cabeça de alguns, humanos não morem daquele jeito então o que aconteceu?.

A chuva tinha parado. A tempestade ainda rugia, mas somente a distância. Eu cheirava a gado e meus joelhos tremiam. Minha cabeça parecia que ia se partir ao meio. Estava fraco, assustado e tremia de tristeza. Acabara de ver minha mãe se desvanecer. Queria me deitar e chorar, mas havia Grover, precisando de minha ajuda, portando consegui erguê-lo e descer cambaleando para o vale em direção às luzes da casa. Eu estava chorando, chamando minha mãe, mas me agarrei a Grover – eu não ia deixá-lo partir.
Minha última lembrança é ter desmaiado numa varanda de madeira, olhando para um ventilador de teto que girava acima de mim, mariposas voando em volta de uma luz amarela, e as expressões austeras e familiares de um homem barbudo e uma menina bonita, com cabelos loiros encaracolados como os de uma princesa. 

- Você chamou ela de princesa, que fofo - falou Melanie mas logo completou - Nunca vou deixar você esquecer isso. - terminou com um sorriso que daria calafrios em qualquer um.


Os dois olharam para mim e a menina disse:
– É ele. Tem de ser.
– Silêncio, Annabeth – disse o homem. – Ele ainda está consciente. Traga-o para dentro.

- Acabou quem quer lê? - Pergunta Rachel e Piper levanta a mão e pega o livro da mão da amiga.

- Bom... O título é........


Notas Finais


Bjs

Boa Noite.


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