História Maldição de sangue - Capítulo 7


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Categorias Yu-Gi-Oh!
Personagens Faraó Atem, Jaden Yuki, Jesse Anderson, Mokuba Kaiba, Seto Kaiba, Yami Yugi, Yugi Muto
Tags Antigo Egito, Lemon, Puppyshipping, Puzzleshipping, Spiritshipping, Thiefshipping, Yaoi, Yu-gi-oh Gx, Yu-gi-oh!
Visualizações 35
Palavras 550
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Famí­lia, Fantasia, Lemon, Romance e Novela, Slash, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá a todos. O capitulo demorou mas, saiu. Pretendo trazer toda quarta feira a atualização dessa história. Eu sei que não é bem, quarta feira. Mas, esses meses tem sido corrido. Espero que gostem. Bjs.

Capítulo 7 - Capitulo 6 - O deserto.


 

 Capitulo6

 

 

  A menina que se ofereceu para guia-lós até o deserto se chamava Mana. No momento, as crianças, exceto Jaden estavam a seguindo pelo grande monte de areia. Seus camelos andavam lentamente, menos o de Syrus que parecia caminhar mais lentamente ainda.  Todos vestiam capuzes e mantos que os protegiam do calor intenso, impedindo que fossem queimados pelo sol.

_Então, vocês estão procurando pelo irmão da sacerdotisa Isis? - perguntou ela. 

_Sim. - disse Alexis com poucas palavras.- Só não sei como iremos encontrá-lo nessa imensidão.

 

  A febre do menino havia diminuído, Bakura torceu outro pano e o colocou na testa dele. Ele ouviu passos, talvez alguém que pudesse levar esse pirralho para casa. 

 

 Quando Jaden acordou, ele estava em um quarto, sozinho. Não se lembrava de nada que havia acontecido. Em meio a um turbilhão de pensamentos ele se lembrou do bilhete que Yugi havia lhe dado.

 

 

“Querido Jaden, essa carta é para lhe informar sobre Jesse. Esse Jesse do passado é muito diferente do Jesse que você conhece. O Jesse do passado é frio, insensível e cheio de mágoa em seu coração. Tudo foi retirado dele, pelo seu ancestral o rei supremo. Por isso, o modo que meu filho irá te tratar poderá ser diferente do que você está acostumado. 

 Jesse veio até nós do passado. Ele disse que foi mudado por alguém, eu acho que esse alguém é você. Eu espero que essa pessoa, seja mesmo você. Espero que nosso Jesse continue o mesmo de sempre quando vocês estiverem de volta, sãos e salvos.”

Assinado: Yugi.”

 Jaden leu a carta diversas vezes e suspirou. Parece que tanto faz se fosse passado ou futuro, ele e seu amado estariam conectados de qualquer maneira.

 

 Yugi bateu na porta e ouviu, um “Entre” em resposta.

Os olhos ametistas do faraó  o encarraram. O homem estava sentado em seu trono com um largo sorriso em direção ao menino.

_O senhor me chamou, Faraó?

 Atem se levantou de seu trono e disse:

_Lembra oque eu te disse sobre trabalhar aqui? 

O pequeno assentiu em resposta.

_Você vai ajudar Isis  com os doentes. Tudo bem? Não se preocupe, vai receber um salário por isso. 

_Obrigado, senhor. Mas, porque está me contratando?

  Os grandes olhos que Atem tanto admirava o encarou com curiosidade. 

_Eu sei que você e seu amigo são esforçados. Eu reconheço isso é quis ajudar.

_Obrigado, senhor.

_Pode se retirar.

  Yugi se curvou respeitosamente. Contente por sair logo daquele lugar. Estava feliz por não ter que trabalhar com o faraó. Assim, teria menos chance de ficar envergonhado na sua presença. 

 Atem queria manter o menino consigo um pouco mais. Porém, ele tinha que ser paciente. O pequeno estaria em seus braços uma hora ou outra.

 

  No deserto, as crianças cansadas queriam parar para descansar. Porém, algo no meio daquele monte de areia lhes chamou a atenção. Havia alguém carregando outra pessoa nas costas. Segundo depois, só havia alguém em meio a areia. Mana reconheceu o estranho como sendo Marik. Bakura achou melhor que a aprendiz do sacerdote levasse o menino de volta ao palácio. Afinal, seria melhor para ele ficar com a família. Um ladrão não era boa companhia. Porém, o rei dos ladrões não esperava que o mais jovem estava levando o anel do milênio com ele.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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