História Maldição Doce - Capítulo 17


Escrita por: ~

Postado
Categorias Hora de Aventura
Personagens Bastão de Caramelo, Beemo "BMO", Cake, Canelinha, Conde de Limãograb, Dona Tromba, Dr. Sorvete, Esposa Princesa Monstro, Fionna, Marshall Lee, Principe Chiclete, Príncipe de Fogo, Rainha Gelada, TV, Viola
Tags Fiona, Gumlee, Hora De Aventura, Marshall Lee
Visualizações 247
Palavras 940
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Canibalismo, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


ALERTA DE LEMON

Capítulo 17 - Piscina


-Preciso te mostrar um lugar.

E foi assim que Chiclete levou Marshall para uma de suas piscinas aquecidas no subterrâneo.

Chiclete precisava relaxar. Seus ombros estavam tensos. Aquele lugar era o seu santuário.

Marshall observou o Príncipe agachar-se e passar a mão na água azulada. Em sua mente, ele não parava de pensar na fome que alastrava e tomava conta de seu ser.

O rosado olhou para trás em um movimento súbito.

-Eu fico aqui às vezes. Para refletir. E eu estou precisando muito disso agora. Preciso encontrar uma fórmula para você. Também pensar em o como sair daqui. Como acabar com isso tudo.

Marshall Lee engoliu a seco. Sentia o sangue que restava correr em suas veias mais rápido do que o normal. Os batimentos cardíacos também estavam mais rápidos. Sentia seu peito mais quente. Encarando a nuca dele, seus olhos desceram até as costas, depois para o traseiro. A mão de Chiclete desenhava círculos na água da piscina.

Marshall começou a suar. E ele afastou-se, dando passos para trás até suas costas baterem contra a parede.

A mão de Lee movimentou-se para abrir a camisa xadrez. A brisa do ar condicionado batia contra sua pele pálida.

Não sabia de onde tinha vindo tanto calor.

-Você quer entrar na...? - Chiclete parou, ao olhar para o que ele estava fazendo. Estava tirando a camisa xadrez.

Seu peito despido era resistente e desenvolvido. Forte, por assim dizer. Havia veias sobressaltadas em seus braços tensos.

 - Está tudo bem? Você parece...

Transtornado? Perturbado?

Lee não respondeu. Jogou a camisa de lado e fechou os olhos. Chiclete o estava perturbando. Ele era o motivo de seu suor, da queimação em seu peito, em suas mãos trêmulas.

Na sua fome.

-Chiclete.

Ele ergueu-se.

-Acho melhor sair daqui.

As presas de Lee latejavam.

-Eu vou lhe dar uma chance de se livrar de mim.. Agora. Saia daqui. Me tranque, se puder..

A voz dele soava cruel, tão grave e profunda a ponto de deixar as palavras quase ininteligíveis.

A de Chiclete, por outro lado, era preocupada:

-O que houve? Por que está assim?

-Você entende o que estou dizendo? Se você não for embora, eu... vou perder o controle.

-Por que isso agora? Está com fome? Já?

-Não é... esse tipo de fome.

Chiclete aproximou-se.

-Eu posso dar um jeito. Só me diga do que você precisa.

Marshall abriu as pálpebras. Seus olhos brilhavam em um intenso rubi.

-Você.

Chiclete estremeceu. Mas não se afastou.

Um forte rugido escapou da boca de Lee, o tipo de som que deixou o rosado alterado, assustado.

-Chicletinho. Por favor. Isso dói.

-Eu quero ajudar.

-Se você não for embora, eu estarei inteiro dentro de você no próximo minuto e meio.

Chiclete ergueu o queixo.

-Se isso for impedir que você perca o controle.

Marshall deu um passo à frente. Seu peito descia e subia, e suas mãos se curvaram, formando punhos fechados.

Lee não foi gentil ao se abaixar e agarrá-lo, deixando-o de pernas balançando e apoiadas na dobra de seu braço.

Enquanto Marshall caminhava carregando-o como se ele fosse um prêmio, Chiclete o encarava. As sobrancelhas dele estavam franzida Z sua boca entreaberta de modo a exibir duas presas, seu rosto iluminado pela excitação. Ele queria aquilo. Precisava daquilo.

E não havia retorno.

Um vampiro não podia perder o controle. Chiclete faria o que fosse necessário para impedir que o Príncipe das Sombras cometesse uma chacina em seu reino. No entanto, não faria aquilo apenas por obrigação. Ele também queria.

Marshall o colocou em uma cadeira de encosto deitado.

O calor daquele ar pesado e úmido deixava o corpo do rosado ainda mais lânguido.

-Não tem volta.

Chiclete apenas assentiu com a cabeça.

Marshall ainda lutava contra seus sentidos, contra o seu instinto selvagem de possuí-lo. Mas não hesitou e nem lutou quando chegou perto dele. Tomou seus lábios com fúria.

Passando o braço em volta da nuca de Marshall Lee, ele o abraçou apertado enquanto os lábios se movimentavam um contra o outro e a língua de Lee penetrava a boca dele. O beijo foi glorioso. Fogos de artifício explodiam ao redor deles.

Marshall Lee tremia. Ele queria ser gentil. Queria parar por ali, pois sabia que não podia fazer aquilo. Ele levantou o quadril e movimentou com urgência seu enorme membro que, naquele momento, quase estourava sua calça jeans.

-Viu o que você faz comigo?

Antes que Chiclete pudesse responder, Marshall livrou-se das roupas de Chiclete, em uma rapidez absurda. E ainda desnorteado, o rosado não teve tempo...

Ele arqueou o corpo e gritou. Conforme a voz dele ecoava pelo teto alto, Marshall se enterrava, forçando-se para dentro, abrisse seu caminho, rígido. Era a primeira vez em muitos e muitos anos que Marshall Lee experimentava uma ereção. Era difícil se excitar sendo imortal.

Chiclete tentou acomodar a enorme ereção que lhe causava dor. A expressão de urgência dizia a Marshall para ir mais devagar.

Mas ele não estava tão consciente quanto imaginava.

Seus olhos brilhavam como lasers.

Marshall pendeu a cabeça para trás. A boca entreaberta e as presas longas brancas cintilando. Os braços trêmulos prendiam as pernas dele.

Gemendo no fundo da garganta, Marshall colocou seu corpo em movimento. Quando o ritmo estava prestes a fugir do controle, Chiclete se agarrou à ele com todas as forças que. restavam. Seu coração despedaçando-se e recompondo-se e então, explodiu. Marshall aproximou-se do peito dele.

As presas se cravaram no pescoço do rosado. E o orgasmo se estendeu. Chiclete o abraçou enquanto seus olhos se reviravam, o líquido sujava a pele dos dois.

Mas, Marshall não parava. O ritmo subitamente aumentou. Ele pôde se entregar as próprias contrações selvagens, sua pélvis estocando até a liberação o jato contra sua entrada.

Marshall ergueu a cabeça e olhou para ele. Não havia nenhuma expressão clara em seu rosto.

Seus lábios, sua boca e seu queixo estavam manchados de vermelho. O sangue de Chiclete.

Marshall afastou-se. Chiclete rapidamente sentou, buscando suas roupas.

-Não deveríamos ter feito isso. 


Notas Finais


kkkkkkoisdds


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...