História Maldição Myers. - Capítulo 5


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Categorias A Hora do Pesadelo, Halloween, Sexta-Feira 13
Personagens Personagens Originais
Tags Freddy Krueger, Halloween, Jamie Lloyd, Jason Voorhees, Michael Myers, Sexta Feira 13th
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Palavras 3.054
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Festa, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Me perdoem por demorar tanto com o próximo capítulo da Fanfic, ela demora um pouco para ficar pronta.

Capítulo 5 - Capítulo 3: Bem vindos a Crystal Lake


Fanfic / Fanfiction Maldição Myers. - Capítulo 5 - Capítulo 3: Bem vindos a Crystal Lake

31 de Dezembro de 1988

- 15:56

Meus olhos encaravam todo o perímetro daquela floresta. Parecia um acampamento abandonado, tem um cheiro forte de madeira e sangue. Estou sentada em uma mesa de madeira, observando o lago, e entendendo muito bem o sentido do nome desse lugar, a água era tão limpa e clara que parecia ser feita de cristal. Tio Michael e Jason estavam fora, eles mal trocavam palavras, mas pareciam se entender perfeitamente. Eu estou com fome, não teve almoço hoje, acabou os temperos e tivemos que comer o que tinha aí, e era apenas pão e presunto. É bem ruim comer com dois homens adultos e enormes, ele pegam muita comida de uma vez, eu deveria controlar isso, mas eles não me levariam a sério. 

Desço da mesa e caminho em direção a cozinha. Aqui é bem longe de Haddonfield e Jason disse, por meio de mensagens no bloquinho que ele carrega, que os policiais daqui não tem um mandato de busca para me procurar, ou seja, eu poderia caminhar livremente sem muita preocupação. Só de noite que eu não deveria de jeito nenhum sair, tanto que poderia ser perigoso, já que muita gente vem aqui para fazer eu não sei o que mas, dizem que não posso ver, quanto poderiam me reconhecer e chamar a polícia. Chego a cozinha e aquilo está uma zona, como dois adultos conseguiam bagunçar tudo daquele jeito? Procuro pelo pão, ele acabou, procuro pelo presunto, e ele também acabou. Eles acabaram de me deixar sozinha e sem comida, e eu estou com fome!

•••

- 22:00 PM

Eles finalmente chegaram e trouxeram pizza, umas duas caixas, podemos comer normalmente sem se importar com sobras ou faltas. Estamos deitados ao redor de um fogueira, sem dizer uma palavra, apenas apreciando o lindo céu estrelado. Nessa confusão toda eu deixei de notar que a lua estava cheia, e que as estrelas pareciam pequenos diamantes em um lindo tecido negro. Era como estava aquela noite. Tio Michael e Jason respiravam pesadamente, aquelas máscaras deveriam ser sufocantes.

- Ei. - Eu disse, pensando alto. - Essas coisas não incomodam vocês? 

Eles levantaram, olharam para mim com certa confusão em seus gestos de entortar a cabeça para um lado do ombro.

- As máscaras, elas não incomodam? - Digo o que queria dizer, e saber também, eles sempre estão com os rostos cobertos.

- Bem, não, nunca para mim pelo menos. - Jason apenas negou com a cabeça e começou a escrever no seu bloquinho de notas.

- Eu uso para cobrir meu rosto. - Era o que estava escrito. - Eu me acho feio. - Eu acahei melhor não insistir para que tirassem.

- Por que quer saber? - Tio Michael ri um pouco da pergunta, chegou minha hora de não entender.

- Eu me sinto meio fora d'água perto de vocês. - Eu rio da minha resposta, ela é bem bobinha.

- Fora d'água? Como assim? - Ele para de rir um pouco, acho que falei demais. Jason começa a escrever de novo e solta uma risada curta, abafada pela máscara. 

- Acho que é porque ela não está usando uma e nós sim. Chuto isso. - Eu ri, porque era isso mesmo. Minhas bochechas ficam quentes, era um motivo bem idiota.

- Não ria dela. - Tio Michael ficou sério. - Não precisa se sentir fora d'água Jay, isso é bobagem. Usamos máscaras porque nos sentimos confortáveis assim, não precisa usar uma também só porque estamos usando. - Ele se aproxima e me abraça de lado.

Jason zoa tio Michael, fazendo gestos de "Que bontinho!" ou então "Tão meigo!". Eu ri, eles eram muito engraçados e doidos. Talvez eu seja mais parecida com eles do que penso. Ele começa a escrever de novo no bloquinho e vira ele.

- Quer brincar de mimica? - Eu aceno, ainda não estou muito acostumada com Jason aqui. 

Ele aponta para mim, e mostra a mão dizendo que são duas palavras, aceno concordando. Jason começa a imitar alguém colocando uma máscara, e puxando um punhal que tinha em seu casaco, ele finge acertar outra pessoa.

- É um assassino? - Ele concorda, e começa a fazer outra imitação. Agora ele imita alguém colocando alguma roupa de zíper na frente, algo como um macacão. - Já sei, é o tio Michael! - Eu digo rindo e olho para meu tio, ele estava rindo e negando com a cabeça. 

Acabei percebendo que Jason é mais infantil e brincalhão que tio Michael, pelo menos teria alguém para brincar. Jason comemora e faz dois sinais afirmativos com dos polegares, dizendo que eu acertei. Ele volta a escrever no bloquinho e vira de novo.

- Agora é sua vez. - Eu levantei meio envergonhada e pensei em uma boa mímica.

Jason sentou ao lado de tio Michael e me assistiu começar a mímica. Indiquei ser apenas uma palavra, logo para começar a fingir entrar em uma sala com saltos altos, fazendo o som que eles emitem quando batem no chão, tirando um livro de uma bolsa, que finjo colocar em uma mesa, e começando a escrever em uma lousa. Os dois soltam pequenos risos e chutando algumas coisas.

- Assistente social? 

- Dona de negócios?

- Executiva, cara?

- Isso ai mesmo.

Eu estava me divertindo muito, eles estavam errando muito feio! Neguei com a cabeça, para depois reforçar ser apenas uma palavra. Pensei de novo em novas mímicas, fingi começar a corrigir provas, eu estava começando a ficar confusa se eles realmente não sabiam ou estavam tentando me deixar ganhar, mas a primeira opção começou a ficar clara.

- Ah já sei, é uma recepcionista?

- Recepcionistas usam saltos?

- Cara, toda mulher tem pelo menos um salto pequeno.

- Ela parece estar usando salto alto.

- Meu deus, Jason, larga de ser burro, obviamente é uma recepcionista, não importa a roupa.

- Acho que é uma Chefe de empresa!

- Você acha coisas demais.

Eu não me aguentei e comecei a gargalhar, a discussão deles estava muito engraçada. Não conseguia entender porque tanta confusão, talvez imitar uma professora fosse mais difícil do que pensei. Indiquei que só tinham mais uma chance, comecei a imitar fazer uma chamada, logo lembrando as outras dicas que dei.

- Hm, já sei! Uma professora?

- Acho que é uma RH.

- Você nem sabe o que é isso.

- Óbvio que sei, é quem contrata os funcionários, dahh!

- Ah é sabichão, então por que não pode ser uma professora?

- E por que não uma RG de empresa?

Eles estavam se encarando emburrados e discutindo, falando com toda a certeza do mundo que sua resposta estava certa. Decidi interromper pra dizer que tio Michael havia acertado, comemorei com pulinhos e palmas pequenas.

- Agora é sua vez, tio Michael! - Disse animada.

- Não estou muito criativo pra imitações, Jay. - Eu fiz um biquinho e implorei juntando as mãos em um pedido dócil, pelo menos eu me esforçava pra ser isso. - Você é cruel, sabe disso né?

- Eu sei. - Sorrio inocente e ele ri, fazendo cafuné na minha cabeça. 

Tio Michael levantou e enquanto pensava em sua mímica, algo se mexeu por meio dos arbustos. Eu gelei na hora, e Jason ficou atento. Eu fiquei me sentindo vulnerável, tio Michael e ele estavam silenciosos e cautelosos, isso me deixava tensa. O primeiro ato deles foi jogar terra na fogueira, para não deixar rastros de que tinha alguém ali antes. Jason me pegou rápido pelos braços e andou até sua cabana, que estava acabada pelo tempo. Haviam pichações ali, de palavras que nem eu sabia o significado, tinha embalagens e algumas tiras de borracha, acho eu, tinham um formato engraçado. Ele me deixou lá dentro e escreveu alguns garranchos rapidamente.

- Fique aqui, eu e seu tio vamos resolver isso. Não saia. - Ele saiu logo depois que eu concordei. Jason também me entregou sua lanterna, antes de sair, e eu decidi olhar toda a cabana.

Não era tão grande, não como as outras. Tinha lixo por todo o local, uma cama e uma cômoda, tudo de madeira e com um cheiro forte de podre. Percebi que em cima da cômoda tinha um porta retrato, andei devagar até lá, a madeira rangia a cada passo que eu dava, não parecia firme, observei o retrato atentamente. Era uma moça loira que estava nele, ela usava um casaco de lã branca e calças jeans. Ela também estava acompanhada de um menino, ele tinha uma aparência estranha, sua testa era torta e inchada para o lado esquerdo, dando a impressão que seu olho estava esbugalhado apenas de um lado, sua boca era inchada também, ou então seus lábios que eram muito grossos e deixavam o seu rosto mais estranho. Ele tinha um cabelo liso e meio comprido, era loiro e tinha lindos olhos azuis, mesmo com o defeito na testa, e na boca, eu achei ele bonitinho, do seu jeito mesmo.

A porta se abre de uma vez, mostrando Jason ofegante e todo sujo de sangue, segurando uma faca enorme em sua mão. Ele se aproxima de uma vez e eu me afasto da cômoda, tremendo muito e me encolhendo no canto do quarto. Ele abaixa o facão que estava em sua mão, pega seu bloquinho e escreve.

- Eu te assustei? - Demoro para responder a pergunta, negando com a cabeça. Ele volta a escrever. - Desculpe, não queria te assustar. 

Ele parecia mais calmo agora. Relaxou os ombros e colocou o facão ao lado da cama, onde sentou e suspirou pela máscara. Ele bateu a mão ao seu lado na cama, me chamando para sentar com ele, me recomponho e aos poucos me aproximo, Jason me acompanha com o olhar, diferente do tio Michael, ainda não sei ler suas emoções pela máscara. Ele escreve de novo.

- Estava olhando a foto?

- S-sim . . - Respondo com vergonha e medo, muito medo, encolhendo meu corpo, com vontade de sumir.

- Tudo bem, eu não estou bravo. - Sorrio  um pouco em resposta, ele estava mais a vontade. - Aquela é minha mãe.

- O-onde.. Ela está?.. - Sei que é falta de educação, mas fiquei curiosa.

- Ela morreu. - Ele pareceu bem triste agora. - Só queria me defender de todos, mas isso lhe custou a vida. - Ele pega o retrato, acariciando a moça da foto.

- Esse é você? - Digo, baixinho, e mais curiosa, querendo reforçar minhas dúvidas.

- Sim. Eu sou muito feio. - Ele diz em um tom de brincadeira, mas logo fica triste de novo.

- Eu achei você bonitinho, do seu jeito. - Eu sorrio pra ele, e Jason retruibi em um abraço de lado. 

- Obrigada, Jaime.

•••

01 de Janeiro de 1989

- 07:59

Acordei cedo demais hoje. Desmaiei de sono quando cheguei a minha cabana, estava cansada, mesmo não fazendo muita coisa. Dormir tarde e acordar cedo está virando rotina. Não lembro da resposta que tio Michael deu para o que era que estava entre os arbustos ontem a noite, mas era relacionado a adolescentes. Eu até sonhava com o dia que completaria 14 anos e viraria, oficialmente, uma adolescente, mas não espero que isso aconteça tão rápido, gosto de ser criança. Levantei da cama, ainda de pijamas, o único que eu tinha, e calcei meus chinelos, caminhando aos pulinhos em direção a cozinha, estava morrendo de fome. Não encontrei ninguém, novamente, pensei que ainda estivessem dormindo mesmo. Saio de lá e viro para a cabana ao lado, onde tio Michael estava dormindo.

O chacoalhei devagar, queria acordá-lo e não deixar ele de mal humor. Ele se mexeu na cama, estava só de camisa e com o macacão que tanto usa aberto. Naquela confusão de dois dias atrás, ele deve ter esquecido de trazer mais roupas. 

- Tio Michael? - Mexi em seu ombro, o cutucando com delicadeza. - Eu estou com fome. - O cutuco mais uma vez e ele finalmente acorda.

- A-ahn.. Jay? - Ele murmura, ainda com muito sono. - Que horas são?.. - Ele levanta e e senta na cama, onde aproveito para subir em cima, o chão estava frio, mesmo calçada.

- Umas 08:00 horas.. Desculpe te acordar tão cedo. - Olho para baixo, sentindo minha barriga roncar. 

- Com fome? - A dele também ronca, fazendo um barulho bem maior que o meu. - Bem, parece que eu também estou. - Achei graça, é engraçado, parece que ele nem sente mais dor para comer.

- É engraçado. - Eu sorrio, ele me encara confuso. - Você não sente incômodo quando está com fome.

- Eu me acostumei rápido com a dor, sou meio invulnerável. - Foi minha vez de ficar confusa.

- O que é isso? Invulnerável?

- É a dificuldade de alguém para sentir dor, ou as vezes, ele ou ela nem sente. - Tio Michael ri e arruma seu macacão. - Argh, isso já precisa de uma lavagem, está fedendo demais.

- Você só usa ele, não me supreendo. - Eu dou uma gargalhada. Eu levanto os braços e tio Michael me pega, me colocando em seus ombros.

- Cuidado com a cabeça! - Ele avisa.

Baixei a cabeça e caminhamos até a cozinha, sou colocada na mesa e lá encontramos Jason fazendo um café. Ele nos percebe ali e começa a escrever no bloquinho.

- Ah, estão acordados. Vão querer alguma coisa?

- Você parece uma garçonete muda anotando pedidos. - Tio Michael ri e Jason revira os olhos pela máscara.

- Então você pode fazer o seu.

Eu dou uma risada curta e balanço as pernas, esperando o café ficar pronto. Jason e tio Michael parecem ter uma mentalidade parecida mas ao mesmo tempo muito diferente, eles são infantis um com o outro, mas tio Michael ainda é mais maduro que Jason. Isso me chama atenção, é engraçado, queria saber porque isso acontece.

- Pronto. Jamie, venha comer. - Jason bate devagar uma colher na bancada de madeira e eu o olho, descendo da mesa e indo ao encontro da minha refeição.

- Aqui tem Waffles? - Tio Michael pergunta apontando para alguns pacotes dentro do freezer.

- Acho que jovens mortos não podem comê-los e seria desperdício deixar eles lá. - Jason diz como se isso fosse bem claro, eu acho engraçado.

Sirvo um pouco de café e torradas no meu prato. Como devagar, sem muita pressa, mesmo que estivesse bem cedo aqui. Vejo tio Michael e Jason ainda discutirem por mais bobagens, dessa vez eu tive coragem de perguntar.

- Tio Michael. - Digo, interrompendo a discussão. - Por que vocês pensam igual, mas agem diferente? 

- Que? Com assim princesa? - Ele diz sem entender e ri um pouco.

- Tipo, você e Jason sempre estão brincando um com o outro. Mas as vezes você parece mais.. maduro que ele. - Sinto minhas bochechas esquentarem um pouco. Não queria falar de Jason assim, mal o conhecia.

- Ha! Até minha sobrinha me acha mais maduro. - Ele ri e faz um 'L' na testa com o polegar e o indicador. Jason cruza os braços fazendo uma birra de criança, mas ele desiste de tentar insistir e aceita. - Mas falando sério.. As pessoas são assim as vezes, Jay, não é só porque você é adulto que de repente, a verdade e a maturidade vão estar ao seu lado como aliados. Isso acontece com o tempo.

- Ah, entendo.. - Jogo minha cabeça devagar para o lado, enquanto mastigo minha última torrada. 

- Bem, eu tenho que voltar a Haddonfield para conseguir umas roupas novas para você e para mim. Fique aí com Jason. Eu não demoro. - Tio Michael termina de comer rápido e afaga meu cabelo carinhosamente. - Tchau, princesa! 

- Tchau, tio Michael! - Sorrio, terminando meu café. O clima ficou um pouco constrangedor, era um silêncio desconfortável. Jason me encarava e escrevia algo seu bloquinho. 

- Vai querer brincar de algo? - Encarei sua pergunta e pensei, algo divertido para um adulto e uma criança brincarem juntos.

- S-Sim.. - Digo baixo, me senti boba por falar assim com Jason, achei que já estivesse acostumada.

- Ótimo. Vem, eu pensei em algo divertido. - Ele oferece sua mão e eu pego, sou puxada por cima da mesa e posta em seu ombro. - Eu não te machuquei, né? - Eu nego com a cabeça.

Saímos da cozinha e ele correu pelo espaço aberto que fica de frente para ela, se direcionando a beira do lago. Jason me desceu do seu ombro, e me pediu para esperar. Jason volta com um freezbie acabado e bem arranhado, acho que deve see pelo uso. Ele joga, devido a força, o freezbie vai parar na parede da cozinha, nós dois corremos até lá, eu cheguei primeiro e joguei, claro que com menos força que Jason, mas logo voltamos a correr atrás dele.

Ficamos assim por um bom tempo, eu ri e me diverti muito. Quando tio Michael chegou, eram mais ou menos 11:35 da manhã. Ele trazia um saco de pano grande e também parecia pesado. Eu e Jason estavamos escorados em uma árvore perto se uma mesa quando ele se aproximou.

- Finalmente. - Ele joga o saco de pano na mesa, suspirando cansado e se sentando nos bancos que haviam lá. - E aí, brincaram muito? - Tio Michael diz apoiando sua cabeça com a mão.

- Sim, bastante na verdade. - Sorrio, está sendo mais divertido que pensei.

- Ainda não tirou esse macacão fedido, cara? - Jason debocha, rindo bastante.

- Haha, hilário, amigão. - Tio Michael nega com a cabeça e ri sem graça. - E você princesa, está quieta hoje. Aconteceu alguma coisa?

- Não, só estou cansada mesmo. - Vou para seu encontro e o abraço. - É, Jason tem razão, está fedendo tio Michael. - Ele ri de novo e começa a me fazer cócegas. - Hey! 

- Você também deveria tomar um banho mocinha, ou vou ter que te jogar no lago para isso. - Jason joga uma pedra, mesmo que pequena, na testa do tio Michael, ele rosna por debaixo da máscara, e eu começo a achar graça.

Jason nega com a cabeça, como quem diz "Vira essa boca pra lá" ou então, "Nem sonhe em fazer isso com ela". Os dois começaram a se encarar por muito tempo e isso começou a me assustar.

- Tá tudo bem com vocês? - Antes que pudessem responder, ouvimos ronco de carros chegando. Meu corpo gelou. Tio Michael me pegou pelos braços e correu para me esconder na barraca do Jason, de novo. 

- Fique aí, venho te pegar depois que tudo passar. - Eu concordo com a cabeça sem ter muitas opções de escolha.

Está ficando difícil de se esconder aqui.



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