História Maldición - Capítulo 3


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Palavras 3.113
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


IV

Capítulo 3 - Hoy quiero cambiar


– Zidane, você está prestando atenção em algo?

– Oi?

Luca coçou os olhos, confuso, enquanto toda a sala caía na risada – se pela sua distração ou pela a cara da professora, ele não sabia dizer.

A sua distância era fruto de uma noite mal dormida e ele odiava as aulas que aconteciam no período da tarde porque sua mente que já não funcionava depois do almoço, funcionava menos ainda sabendo que Cristo ainda estava mal na enfermaria.

Ainda não havia visto o espanhol e nem tivera a coragem de se aproximar de Jorge para perguntar como eles estavam. Daniel falara por alto no café da manhã que ambos estavam bem apesar de Cristo continuar adormecido.

Luca queria mesmo era verificar tudo com seus próprios olhos, porém saber que Cristo não o queria ver era um bom motivo para se manter longe.

– Não estou me sentindo muito bem, posso ir a enfermaria? – Pediu fazendo sua melhor cara de doente.

A professora assentiu e pegando suas coisas com pressa, Luca deixou a sala. Ficou frustrado ao correr para a enfermaria apenas para a encontrar vazia, somente com a enfermeira lendo um livro.

Perguntou a mulher sobre Cristo e respirou fundo ao ouvir a resposta: saiu mais cedo com um rapazinho meio ruivo. É claro que Sergio viera atrás dele e ficava difícil acreditar que ele e Cristo não tinham nada com a maneira que se comportavam perto do outro e nos últimos dias aquele contato estava intensificado sabe-se lá porquê.

Era uma merda porque Luca se sentia sozinho. Com Cristo ocupado com Sergio, Hakimi passando a maior parte do tempo fora do quarto – Luca tinha certeza que o amigo estava de rolo com alguém porque toda vez que sumia por algumas voltava sorridente –, Daniel sempre se desdobrando para se dividir entre os amigos, os estudos e o namorado, e Fede um pouco distante, restava a Luca apenas passar muito tempo sozinho.

Sabia que seus amigos não faziam por mal e ele também não colaborava às vezes; declinava os convites deles para a grande das coisas que queriam fazer com ele e ao invés de arranjar um hobby, preferia ficar nos cantos reclamando, como Enzo já havia cansado de chamar sua atenção.

Reclama muito para quem tem quase tudo e por isso só dá valor as coisas e as pessoas a sua volta quando começa a perdê-las, era o que o irmão mais velho sempre dizia.

Enzo tinha razão em afirmar que Luca tinha quase tudo; porém lhe faltava algo essencial e que por causa dele mesmo, não podia ter.

Por que não podia apenas assumir o relacionamento, se é que ainda existia algum, de uma vez? Podia negar o tempo todo, mas no final Luca sabia que ele queria mais do que o próprio Cristo.

– Oi, oi, oi!

A alegria de Federico podia ser sentida de longe e antes mesmo do uruguaio estar ao lado de Luca, ele já estava sorrindo, tomado pela sensação boa que sempre acompanhava Valverde.

– Ele parece melhor. – Fede comentou olhando Cristo caminhar ao longe ao lado de Sergio.

– Parece ótimo. – Luca resmungou, virando as costas para os dois.

– Você está com ciúme sem motivo! – O braço de Federico passou por entre o de Luca, o agarrando e ambos começaram a caminhar na direção contrária. – Sabe que Cristo é doido por você.

– Isso não o impede de ficar com outras pessoas, Fede.

A risadinha esperta de Federico não passou batida para Luca e olhando desconfiado para o amigo, continuou a guiá-lo para uma das muitas partes arborizadas da academia.

– Migo, vou te contar uma coisa, mas você não pode dizer ao Cristo, ou ao Sergio e ao Hakimi que você sabe, ok? Eu nem devia contar nada, porque Javi fica dizendo “vidinha, se você ficar contando isso pode interferir no futuro e tal, tem que deixá-los se entenderem sozinhos”, mas eu não aguento! – O mais novo parou em frente a Luca, quase pulando de tanta animação.

– Sánchez te chama de vidinha mesmo?

– Sim, não é fofo? Ele é tão amorzinho, mesmo sem sentimentos. Ai que saudade dele, inclusive, ele beija tão bem! Mas enfim, vamos ao que interessa. – Federico segurou nos ombros de Luca, respirando fundo antes de iniciar sua fala.

O que interessava era que Hakimi e Sergio teriam uma filha juntos dali uns anos e parando para prestar atenção nos sinais, Luca se sentiu burro por não reparar antes nos olhares. Estava, como Federico dissera, sentindo ciúme sem motivo e duvidando da palavra de Cristo por pura insegurança.

– Eu acho que consigo te mostrar, acabou virando uma lembrança minha. Relaxa o corpo e esvazia a mente. – Federico pediu tocando a testa de Luca.

– Você nunca fez isso antes. Quer dizer, desde quando você pode mostrar suas lembranças a outra pessoa? Não é coisa de telepata?

– É, mas tenho alguns truques na manga que nem eu conhecia e depois que andei beijando Javi, eles resolveram surgir. Achraf está me ajudando com essa coisa de lembranças. Aliás, será que ele não consegue devolver as lembranças de Nacho? Me lembre de falar com ele sobre isso depois.

Luca viu a si mesmo sentado em uma cama, acariciando o rosto adormecido do garotinho deitado ao seu lado. Podia identificar com perfeição todos os detalhes dessa vez, e era como se pudesse sentir a maciez das bochechas gordas e o brilho do cabelo com um tom próximo ao seu lado o fez sorrir fora da lembrança, assim como a chupeta com o nome gravado. Martín.

O carinho no ambiente também era palpável e no momento que Luca cravou os olhos em Cristo, ele sentiu vontade de chorar pelo o tanto de amor que podia ver nos olhos azuis.

A lembrança mudou e daquela vez Luca estava dentro dela, assistindo um sorridente Cristo balançando a garota no colo e intercalando o olhar carinhoso entre a pequena e Luca.

– Isso cansa. – Federico arfou se afastando, levando a mão até a cabeça. – Agora fiquei com dor de cabeça. – Fez bico.

– Vem, vou te levar para comer alguma coisa. – Segurou o braço do amigo novamente.

– Não vai falar nada sobre o que acabou de ver? – O Zidane negou. – Se soubesse nem tinha mostrado então. Quero só que você deixa essa teimosia de lado para dar o amor que ele merece. Poxa, Luca, o cara te ama. Acho que não é exagero dizer que por você ele dava até a vida!

A sensação amarga na boca de Luca fez ele parar por alguns segundos, mas se manteve quieto, mesmo que o eu também amo ele estivesse na ponta da sua língua e implorando para sair.

***

Confusão logo de manhã não era o prato preferido de café da manhã de Luca, e tudo se tornava mais indigesto ainda quando tinha que enfrentar a única pessoa na academia que sabia que não seria capaz de ferir.

– Se você não o soltar agora, eu vou ter que agir. – Cristo disse baixo, dando um passo à frente.

Tudo tinha começado muito de repente.

Aparentemente ninguém sabia que Javier estava de volta e quando ele entrou pelo refeitório, com as roupas pretas de sempre e toda a aura sombria que Luca aprendera a ignorar, ninguém deu muita atenção além de Federico, porém o francês soube no instante que viu Cristo e Jorge levantarem que o Sánchez não estava se aproximando da mesa deles para cumprimentar Federico.

Achraf não teve lá muitas chances de defesa quando o punho de Javier se projetou contra o seu rosto e a força do soco foi o suficiente para que o marroquino fosse ao chão. As maiores habilidades de luta de Sánchez eram desconhecidas para Luca, e das poucas vezes que ele participava das aulas de combate, mostrava que no corpo a corpo era excelente e por isso que a partir do momento que Hakimi tentou revidar e não conseguiu nem fazer cócegas no Sánchez, Luca se ergueu pronto para intervir.

Prendeu Javier com muita facilidade e antes que parasse para pensar em como aquilo era estranho, já via o sangue escorrendo pelo o dedo indicador de Jorge e a mudança de cor nos olhos de Cristo, como no dia na aula.

– Eu não vou soltar ele até explicar porque bateu no Mouh. – Luca fechou mais a mão, apertando a corda brilhante ao redor de Sánchez. – Por que você bateu nele? – Indagou novamente.

– Por que eu não bateria nele?

– Chega, Luca. Solte Javier agora. – De Frutos ordenou dessa vez.

O francês negou vendo pelo canto de olho Daniel abaixado a frente de Achraf, tentando estancar o sangramento de seu nariz. Espinhos. Javi não deu um pio sequer quando os espinhos que surgiram na corda perfuraram os seus braços.

Aitnetop ue.

Assim que Cristo terminou de sussurrar as palavras a magia de Luca pareceu se esvair por tempo o suficiente para Javier se colocar ao lado dos amigos, com um sorriso que Luca identificou como deboche. Isso o desgraçado entende.

Com a aglomeração ao redor deles, logo uma instrutora apareceu, mandando a multidão se dispersar e naquela dispersão, Luca viu o trio de amigos deixando o refeitório.

Aquilo havia sido estranho e a parte da raiva momentânea que estava sentindo por Cristo por proteger Javier quando ele estava claramente errado, era melhor ajudar o seu amigo.

– Por que ele te bateu? – Perguntou se abaixando ao lado de Sergio, que encarava tudo com apreensão.

– Não sei. – Achraf respondeu. – Vem comigo até a enfermaria? – Perguntou a Sergio.

Você foi burro, Luca, a maneira que Sergio sorriu e o fato de Hakimi ter pedido diretamente a ele e não há um dos amigos mostrava mais uma vez para ele o que estava rolando ali.

– Você está bem? – Brahim o questionou enquanto o melhor amigo se afastava junto de Achraf e Daniel. – Federico?

O uruguaio assentiu, mas os olhos marejados dele diziam outra coisa. Luca suspirou. Se existia alguém mais sensível que Federico no mundo ele desconhecia e depois de o ouvir contando com tanta animação como estavam as coisas entre ele e Javi que Luca não queria nem imaginar a decepção de Valverde ao vê-lo atacar tão covardemente um dos seus amigos.

– Não é nada, só não quero falar mais com ele hoje. Mesmo que esteja morrendo de saudade. Como odeio ser tão sentimental as vezes, fala sério. – Fungou, fazendo a mesma cara de uma criança birrenta. – Vamos lá ver como o Mouh.

Luca assentiu. Mas se Cristo e os amigos estavam pensando que as coisas ficariam por aquilo mesmo, estavam enganados.

***

– Nós precisamos conversar.

Cristo fechou o livro a sua frente e Luca olhou algumas vezes para o lado antes de se sentar à frente de González.

– Depois do que aconteceu no refeitório acho que não precisa se preocupar de nos verem juntos e pensar outra coisa. E eu sigo sem querer falar contigo.

O moreno juntou os livros em cima da mesa e quase correndo deixou a biblioteca; Luca praguejou, no entanto se levantou e correu atrás de Cristo, o alcançando com rapidez.

– Porra, é rápido. Juro. – Segurou o braço de Cristo, esquecendo por um momento que estavam em uma área aberta e que os internos por ali não demorariam a parar para ver o que estava acontecendo.

O sobrenome de Luca lhe dava aquele tipo de atenção e seus desempenhos nas provas e aulas da academia também, só que em momentos como aquele ele não gostava daquilo, muito menos quando pintavam que a rivalidade de seu pai e do pai de Cristo recaia sobre eles, porque não era assim.

Nunca tinha sido.

– Por favor, eu só quero conversar. – Suplicou.

– Ei, Zidane, o vilãozinhos está te incomodando?

O não de Luca não chegou a tempo de impedir que uma esfera de luz explodisse na frente do rosto de Cristo, provocando um corte em sua bochecha e pequenos ferimentos pelo seu rosto.

– Caralho, será que vocês não podem dar a porra de um tempo?! Deixem ele em paz! – Luca esbravejou.

O corpo de Cristo tremeu e por instinto Luca o agarrou, o conduzindo com pressa para o dormitório do mais velho.

Entraram e Luca fez Cristo se sentar imediatamente, passando os dedos pelo ferimento, guardando um xingamento bem no fundo da sua garganta, para não voltar e lançar um encantamento no idiota que machucara Cristo.

– Está doendo? – Perguntou, sentando-se nas pernas de Cristo para analisar melhor o ferimento.

– Sim. – Mas que pergunta óbvia, Luca. Não era aquilo que queria dizer, mas era o que havia saído. – Pode ir, eu me viro. – Empurrou levemente o corpo de Luca para fora do seu colo.

O francês não se moveu. Não ia sair de jeito nenhum.

– Deixa eu cuidar de você. – Murmurou. – Se machucou por minha culpa, é o mínimo que tenho que fazer.

Os olhos azuis chorosos mostraram a surpresa de Cristo ao ouvir aquilo. Luca também estaria surpreso se fosse com ele, claro. Nunca era carinhoso e de repente estava sendo; mas queria muito cuidar de Cristo, independentemente de qualquer estranheza.

– Você está fazendo isso só para manter a consciência limpa? – González abaixou a cabeça, evitando os olhos verdes. – Não foi sua culpa, afinal, só estavam se preocupando que o garoto malvado machucasse o bonzinho.

Luca segurou o rosto machucado entre suas mãos e selou os lábios ao de Cristo, sentindo-se quebrado ao ter nenhuma correspondência.

– Eu cuido de mim mesmo. Pode me deixar só?

– Cristo, eu não...

– Por favor, Luca. Me deixa sozinho.

– Não, e a discussão acaba aqui.

Se levantou, pronto para ir buscar as coisas para limpar o ferimento de Cristo, porém a mão de González o parou.

– Eu não estou te colocando só para fora do meu quarto, Luca. Estou te colocando para fora da minha vida, antes que me machuque mais do que já estou machucado por te amar sozinho.

Não ama sozinho, não mesmo. Luca abriu a boca para rebater aquela blasfêmia, mas Cristo não deixou.

– A maldição do meu pai consiste basicamente em que um Zidane dê a vida por um González. Acho que nada deixaria seu pai mais envergonhado que isso e por desde o dia que te conheci eu pensei, é, é esse cara que vai morrer por mim, e sabe, eu não me importava, mas aí a gente começou isso aqui. – Apontou para eles dois. – Isso por si só imagino que faria seu pai querer se esconder do mundo, porque olha só, um filho do grande Zidane namorando o único filho do homem que quase o matou e queria destruir tudo.

– Não somos nossos pais, Cristo.

– Exatamente, não somos e é por isso que as coisas chegaram a esse ponto. Eu nunca deveria ter dado o primeiro beijo, porque naquela época não pensava que quem ia sofrer era eu. A maldição não vai se cumprir, Luca, mas nós temos que nos separar agora.

Luca tentou se aproximar, sem entender o que diabos estava acontecendo. Ele tem saber da visão.

– Federico nos viu dois juntos. Você sabe. Nós dois e dois filhos, nossos filhos.

Lembrou-se do sonho e levou a mão até a barriga. Aquele não era real, mas dali uns anos teria um, teria Martín e a menina que ainda não sabia o nome; era sinal que ficariam juntos, não deviam se separar e Luca estava disposto a começar a mudar se significava ficar bem em um futuro bom.

– As visões de Federico estão erradas, Luca, porque eu sei que vou morrer logo. – As lágrimas escorreram pelo rosto de Cristo e com a irresistência provocada pelo choro, Luca o abraçou.

– Como você sabe disso?

– Javi contou mais cedo. O baile, mês que vem, vai ser a noite da minha morte. – Aquele fodido do Sánchez ficou louco?! Não era possível que ele, que tanto pregava que não contava sobre as suas mortes para a pessoas, estava fazendo isso com o próprio amigo. – Eu não quero morrer agora e sei lá, o melhor jeito de não fazer isso é não estando aqui, e com tudo isso da Ordem... eu vou para o lugar que pertenço. Mandei uma carta ao senhor Ramos e ao seu pai, eles concordaram em me mandar para a contenção amanhã.

O chão de Luca sumiu, seu ar faltou e tudo deixou de fazer sentido.

Cristo não podia morrer, as visões de Federico não podiam estar erradas. Aquilo tudo não podia ser tirado deles daquela forma.

Ele entendia que talvez não merecesse tanta felicidade pelas as coisas que fazia e pela maneira que tratava Cristo, mas González merecia. Merecia toda a felicidade do mundo e Luca não deixaria que ele não a tivesse.

– Eu preciso ir. – Falou agarrando o rosto de González e o beijando. – Mas já volto.

Abriu o portal para sua casa desajeitadamente. Caiu exatamente no lugar que queria, assustando seu pai.

– Você não pode mandar ele para a contenção! – Disse. – Pai, o senhor não pode deixar Cristo ir para lá! – Segurou o cabelo, os puxando com força por causa do seu nervosismo.

– Luca? Filho, não estou entendendo. – O Zidane mais velho deu a volta na mesa. – É um pedido dele, e dado a maneira que o De Frutos atacou os colegas e a maneira que o González atacou você, íamos os mandar para lá mais rápido ainda.

Luca ergueu as mãos, balançando-as.

– Não, vocês não podem, porque... – Mordeu o lábio inferior com força, hesitando.

Essa vai ser a maior mentira que vou contar em toda minha vida, mas é realmente necessária.

– O Jorge está esperando um bebê. – Colocou o máximo de firmeza que conseguia na voz naquele momento, vendo o seu pai piscar os olhos, absorvendo aos poucos a informação. – Então ele não pode ir, por causa dessa criança, e tem também o namorado dele, não é justo separar o casal e o pai do seu bebê. – Argumentou com mais confiança.

– Sim, mas ainda assim o González, se ele mesmo deseja ir...

– E eu também estou esperando um bebê.

Seu pai arregalou os olhos, abismado.

– O pai é o Cristo e o senhor não pode mandar ele para longe de nosso filho.

A fúria ou seja lá o que seu pai estava sentindo no momento ficaria para depois, porque tão rápido Luca chegou, ele saiu.

O quarto de Cristo o trazia uma sensação de paz que por muito Luca repudiava e, com medo de se apegar até a aquilo, evitava vir até ali, porem naquele momento ficava feliz de estar naquele lugar e tão perto de Cristo que estava mais que confuso com tudo.

– O que...

Luca o interrompeu, o agarrando em um abraço apertado que se transformou em beijo e por fim ele estava mais uma vez entregue a Cristo, sentindo-se completo nas mais diversas vertentes de seu ser.

Sua mentira não duraria muito, mas seria tempo suficiente para ele encontrar um jeito de mudar tudo.



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