1. Spirit Fanfics >
  2. Maldita Detetive - DinahSiren >
  3. Capítulo Único

História Maldita Detetive - DinahSiren - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Continuação de Maldita Ladra galerinha, mesmo eu tendo recapitulado um pouco da história, eu recomendo que a leiam antes de iniciarem a leitura.
Espero que gostem ;)

Capítulo 1 - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction Maldita Detetive - DinahSiren - Capítulo 1 - Capítulo Único

Laurel Lance teve um começo de vida bastante feliz, ela nasceu em uma família de classe média e seus pais eram muito amorosos, Dinah era professora e Quentin trabalhava na companhia elétrica da cidade. Quem conhecia a família Lance podia afirmar com convicção que eles eram perfeitos, Laurel acreditou nisso por muitos anos, até que as coisas começaram a desandar.

Quando ela tinha sete anos seus pais começaram a ter muitas brigas e, na época, a menina não entendia o porquê. Eles a mandavam para o quarto para que não presenciasse as discussões, mas os gritos de Quentin e Dinah ultrapassavam as paredes e Laurel ficava encolhida debaixo da cama até que a casa voltasse a ser silenciosa.

Meses depois ela descobriu o motivo de seus pais brigarem tanto: Dinah tinha um amante e estava grávida dele.

Quentin só permitiu que a mulher continuasse em casa porque não colocaria uma grávida para fora, porém se manteve afastado durante toda a gravidez, ficando cada vez mais viciado em seu trabalho (e também no álcool). A mente infantil de Laurel não conseguia processar tudo o que estava acontecendo, mas a menina sabia que sua mãe tinha feito algo muito ruim e acabou se afastando para o lado do pai.

Quando Dinah deu à luz a uma menininha gorducha e loirinha, ela fugiu da maternidade para nunca mais voltar, não queria ter que enfrentar criar um bebê sozinha e perder sua família ao mesmo tempo. Os médicos procuraram Quentin para saber o que fariam com o bebê, afinal todos achavam que ele era o pai da criança, ele não conseguiu repudiar aquele pequeno ser e acabou levando a menina para casa, para cria-la como se fosse sua.

— Veja querida, essa é a sua irmãzinha. — Ele disse ao tirar a bebê da cadeirinha e coloca-la nos braços de Laurel, que estava sentada no sofá de pernas cruzadas — O nome dela é Sara, ela vai morar com a gente.

— E a mamãe? Ela não vai voltar do lugar onde as pessoas têm seus bebês?

— Não, a mamãe nunca mais vai voltar.

Laurel olhou para o bebê em seus braços e, mesmo que estivesse encantada com a irmã, que parecia uma boneca de porcelana, ela não conseguiu não a culpar pelo abandono de Dinah. E assim os anos foram passando, Quentin se esforçou para ser um bom pai para suas filhas, mas seu vício na bebida o fez perder o emprego e ele precisou começar a trabalhar como entregador de pizza para pagar as contas.

Laurel se tornou uma adolescente rebelde e irresponsável, aos quatorze anos já tinha sido apreendida pela polícia uma dúzia de vezes, ela gostava de cometer pequenos furtos em famílias consideradas perfeitas pela sociedade, era seu jeito de lidar com a falta da mãe. Quando o pai estava em casa ele sempre lhe dava sermões e as brigas entre eles eram frequentes, Sara tentava se esconder quando isso acontecia porque a irmã mais velha costumava descontar sua irritação nela.

— É tudo culpa sua! — Laurel gritava contra seu rosto banhado de lágrimas, a garotinha não conseguia entender o porquê de sua irmã ter tanta raiva de si — A mamãe foi embora, o papai se tornou um bêbado imprestável, e tudo isso porque você foi concebida!

O lado racional de Laurel a recriminava por ser tão dura com uma menininha de sete anos, mas ela não conseguia não enxergar Dinah sempre que olhava para Sara, os olhos azuis como o oceano eram idênticos aos da mãe, na realidade a menina era a cópia de Dinah, enquanto Laurel era a de Quentin. Foram poucas as vezes em que Sara recebeu carinho se sua irmã, teve um dia em que Laurel chegou em casa com uma sacola cheia de doces e a deixou pegar alguns, desde que não contasse nada para o pai delas. Houve também uma ocasião em que alguns meninos da idade Laurel decidiram implicar com Sara, Oliver e Tommy tinham pegado seu bichinho de pelúcia favorito (um canário) e ficavam jogando o brinquedo entre si, enquanto a garotinha chorava tentando pegá-lo de volta.

— Devolvam! Ele é meu! — Sara pulava o mais alto que conseguia para tentar agarrar seu bichinho, mas os meninos não paravam com a brincadeira.

— Olha só Tommy, ela está chorando, que gracinha!

 — Vamos Sara, pule mais alto, quem sabe você não acaba voando como esse seu bichinho horroroso?

Tommy estava prestes a jogar o brinquedo sobre o telhado da escola quando Laurel apareceu e lhe deu um soco forte no rosto, derrubando-o no chão. Oliver tentou ajudar o amigo, mas foi inútil, a loira também o derrubou com alguns golpes e os dois correram para longe, ambos com o nariz sangrando.

— Ninguém mexe com a minha irmã! — Ela gritou na direção dos garotos, depois disso se voltou para a menininha, que agora segurava o canário de pelúcia nos braços — Fica esperta tampinha, se algum garoto vier mexer com você, chute-o no meio das pernas.

Aquilo ficaria marcado para sempre nas memórias de Sara.

Infelizmente, tudo que já está ruim, pode piorar. No dia do aniversário de 15 anos de Laurel o pai delas decidiu comprar um bolo especial para a garota, ela ficou feliz com aquilo porque fazia anos que não ganhava bolo em seu aniversário. No entanto, Quentin começou a demorar muito para voltar, as duas meninas não sabiam se deveriam se preocupar ou não, até que um policial bateu na porta da residência dos Lance.

— Olá meninas. — O oficial tirou o boné da cabeça e o segurou nas mãos, Laurel sabia que aquilo significava que algo muito ruim tinha acontecido — Infelizmente eu tenho uma notícia muito triste para dar, um motorista bêbado acabou batendo contra o carro do pai de vocês, ele não se machucou gravemente, mas Quentin faleceu à caminho do hospital. Eu sinto muito.

Sara começou a chorar desesperadamente e Laurel a pegou no colo, abraçando-a o mais forte que conseguiu. A Lance mais velha não derramou uma lágrima sequer, mas seu coração se despedaçou como se tivessem batido nele com uma marreta. Querendo ou não, Quentin era quem tinha continuado cuidando da família quando Dinah foi embora sem olhar para trás, Laurel podia ter vários problemas com o pai, mas o amava mais do que tudo na vida.

Como as duas só tinham uma tia-avó como parente elas seriam enviadas para viver com a mulher, mas Laurel fugiu antes que a assistente social viesse busca-las. Ela arrumou uma mochila com roupas e alguns poucos pertences antes de se despedir de Sara, a garotinha não queria deixa-la ir.

— Laurel, por favor, eu não quero ficar sozinha!

— Sara você não vai ficar sozinha, a tia Amélia vai cuidar de você e te dar uma vida digna. — Se abaixou para ficar da altura da irmã, secando as lágrimas que insistiam em descer por suas bochechas — Seja uma boa menina, está bem? Não siga pelos caminhos que eu segui, faça nosso pai se orgulhar de você. E, não se esqueça, de uma forma ou de outra eu sempre estarei com você.

As irmãs se despediram com um último abraço antes de Laurel fugir pela escuridão da noite, ela queria encontrar o assassino de seu pai e sabia como conseguir aquilo. Tinha tido contato com alguns criminosos em suas aventuras e, com eles, aprendeu que se queria a morte de alguém, deveria falar com Ricardo Diaz.

O mafioso segurou o riso quando a adolescente toda suja por passar três dias na rua veio falar com ele, oferecendo todos os seus cem dólares para que matasse o homem que tinha matado seu pai. Se fosse qualquer outra pessoa ele teria mandado seus capangas a tirarem de seu bar imediatamente, mas Diaz viu algo no olhar de Laurel, a garota era diferente e ele poderia se aproveitar disso.

— Minha querida, cem dólares não servem nem para encomendar a morte de um rato.

— Por favor, eu faço qualquer coisa para você me ajudar!

— Qualquer coisa?

— Sim!

E ali Laurel vendeu sua alma para o diabo, Diaz a convenceu a assinar um contrato de um bilhão de dólares em troca da morte do motorista bêbado, como a loira não tinha aquela quantia ela trabalharia para o criminoso até que a dívida fosse quitada. E assim ela fez, vinte anos depois da morte de Quentin, Laurel era a ladra mais conhecida na cidade. Ela usava o codinome de Sereia Negra para disfarçar sua verdadeira identidade e costumava roubar os mais ricos de Star City, mesmo que variasse seu repertório quando se sentia entediada.

 Foi assim que ela conheceu a detetive Dinah Drake, a loira estava assaltando uma velhinha que a tinha xingado dias antes quando passou pela rua acompanhada de uma ficante casual, e acabou sendo capturada pela polícia por causa de uma distração. Até tentou fugir, conseguiu chutar as partes baixas do policial que tinha ido atender a ocorrência, mas não adiantou. Laurel foi levada para a delegacia.

A ladra foi o caminho todo planejando como faria para escapar de lá antes que alguém informasse sua irmã, ela e Sara não tinham o melhor dos relacionamentos e a caçula odiava quando precisava livrar a barra de Laurel. Como o previsto, Sara teve uma excelente educação e se formou em Educação Física, hoje em dia tinha uma academia no centro da cidade e era namorada da capitã da polícia, Ava Sharpe.

É, Laurel também não queria encontrar a cunhada.

Enquanto era guiada pelos corredores da delegacia, o policial acabou sendo bastante rude com ela e a empurrou, isso atraiu a atenção de uma detetive que passava por ali. Laurel ficou encantada com a beleza daquela morena, ela percebeu logo de cara que a oficial tinha ficado interessada nela e aproveitou a tensão sexual para seduzi-la, aquela seria sua chance de fugir.

Mas, por Deus, como ela poderia imaginar que seria a melhor transa da sua vida? Dinah a tinha proporcionado momentos tão prazerosos que Laurel não conseguia se esquecer dela, nem da situação em que a tinha deixado. Será que Ava havia demitido Dinah? Laurel esperava que não, não tivera a intenção de prejudicar a detetive ao deixa-la algemada na sala enquanto fugia com seu cartão de acesso.

Voltando ao presente, essa seria uma noite muito especial para Laurel, finalmente ela ficaria livre das garras de Diaz. Só precisava roubar um colar de diamantes rosa da esposa do prefeito Oliver Queen, o valor da joia quitaria sua dívida de uma vez por todas. Não foi difícil para a Sereia Negra invadir a mansão Queen e tomar posse do colar, vinte anos roubando ricaços a tinham dado toda a experiência necessária.

— Não importa quantos anos se passem, eu sempre vou me lembrar de você como sendo um moleque babaca que importunava crianças. — Ela resmungou olhando para uma foto de Oliver abraçado com Felicity, sua esposa — A propósito, eu já comi sua mulher.

Laurel voltou para seu apartamento quase pulando de alegria, a sensação de liberdade tomou conta de seu corpo e ela nem percebeu que um carro seguia sua moto à distância. Ela não tinha muita comida em casa, mas sua geladeira ainda possuía alguns pedaços de pizza e a loira pretendia fazer uma pequena comemoração solitária com eles e com os donuts que tinha comprado pela manhã.

Ela tirou a jaqueta de couro e os sapatos assim que passou pela porta, ficando assim apenas com o espartilho preto e calças jeans. Foi até a cozinha e encheu um prato com os pedaços e de pizza e outro com os doces, mas levou um susto tão grande quando voltou para a sala que quase derrubou a louça no chão.

— O que você está fazendo aqui?!

— Boa noite Laurel, é bom ver você. — Dinah sorriu de canto e cruzou os braços musculosos, Laurel sentiu as pernas bambearem — Nós precisamos conversar.

O cérebro de Laurel pareceu derreter com a visão da detetive, tanto que a loira precisou de alguns segundos antes de colocar os pratos sobre o balcão e de forçar seu corpo a sair correndo dali. Como Dinah havia descoberto onde morava? Será que ela sabia que Laurel era a Sereia Negra? Droga, em um momento de fraqueza pós sexo, a ladra acabou revelando sua identidade secreta.

— Calma Black Siren, relaxa, eu não invadi seu apartamento para te prender. — Dinah impediu que Laurel fugisse abraçando seu corpo por trás, imobilizando a loira completamente — Ao menos não como detetive, eu perdi meu emprego.

— Olha, sinto muito por isso, não queria te prejudicar, mas agora me solte e saia da minha casa! — Laurel tentou se desvencilhar do abraço da morena, mas Dinah era forte demais. A ladra engoliu em seco, ter os seios da mais alta pressionados contra suas costas nuas a estava deixando desconcentrada.

— Laurel, eu não fiquei te rastreando por um mês para te soltar tão fácil assim. — Dinah riu rente à orelha de Laurel, seus lábios formaram um bico e sugaram o lóbulo da loira — Eu fui uma boa garota e você me tratou muito mal, isso merece um castigo.

Antes que Laurel pudesse responder qualquer coisa, ela teve seu corpo virado para Dinah e prensado contra sua pequena mesa de jantar. Os lábios da morena foram de encontro com os seus com certa agressividade, Dinah mordeu deu lábio inferior e o puxou lentamente antes de invadir sua boca com a língua, a dor misturada com um arrepio gostoso na espinha fez com que Laurel deixasse um tímido gemido escapar.

Os lábios de Dinah deixaram a boca de Laurel e foram para seu pescoço, lugar onde a morena fez questão de deixar muitas marcas de chupões e mordidas. A loira jogou a cabeça para trás para permitir que sua amante tivesse mais espaço para trabalhar, suas mãos estavam no pescoço de Dinah e puxavam os cabelos de sua nuca como forma de descontar o tesão.

— Essa noite nós vamos nos esquecer do nosso passado e eu vou te ter de todas as maneiras possíveis... — Dinah murmurou com a voz rouca antes de morder mais uma vez a pele já avermelhada de Laurel, que arfou em satisfação — Está de acordo?

— Completamente...!

Tendo o aval necessário, os beijos de Dinah foram descendo pela clavícula de Laurel até chegarem no vale de seus seios, os quais estavam bem fartos devido ao espartilho. Enquanto deixava beijos molhados e chupões na região, as mãos de Dinah se ocupavam em abrir o zíper da calça da loira, que a ajudou a retirar a peça pesada.

Tendo a amante agora vestindo somente o espartilho preto e calcinha de renda na mesma cor, Dinah afastou o rosto dos peitos de Laurel para que pudesse admirar a deusa à sua frente, suas mãos nunca deixando a cintura da loira. Laurel tinha a respiração acelerada e os cabelos bagunçados de forma sexy, ela abriu um sorriso malicioso ao ver como conseguia mexer com Dinah, a morena a olhava de forma... Faminta.

— Gosta do que vê?

A resposta de Dinah foi sorrir maliciosamente e umedecer os lábios, ela tirou uma algema do bolso da jaqueta e ergueu uma sobrancelha, num pedido silencioso de permissão. A parte racional de Laurel apitou em alerta, mas ela estava tão embriagada na morena que acabou por concordar em ter seus braços algemados para trás, assim como aconteceu na primeira e única vez em que já tinham estado juntas.

Dinah fez com que se inclinasse contra a mesa e, consequentemente, empinasse sua bunda para a morena. Laurel suspirou quando a amante começou a passar os dedos gelados por sua pele, por vezes até ultrapassava os limites da calcinha e chegava perto de onde a loira mais precisava de atenção. Até que, num movimento repentino, Dinah deixou um tapa estalado contra a nádega direita de Laurel.

— Porra Dinah, isso doeu... — Gemeu em reclamação, a morena aplicou um carinho sobre a pele avermelhada agora com a marca de seus dedos, e depois deferiu mais um tapa contra Laurel — Drake!

— Eu disse que você seria castigada.

Vários tapas depois Laurel estava extremamente dolorida e excitada, ela gemia alto sempre que a mão de Dinah acertava seu traseiro. Quando se deu por satisfeita, a morena se ajoelhou e beijou a pele sensível da loira, seus lábios se demoraram ali por um tempo até que seus dedos longos retiraram a calcinha de Laurel.

A ladra gritou quando a língua de Dinah encostou em sua intimidade pela primeira vez, a morena não se fez de rogada e percorreu toda a entrada encharcada de Laurel, fixando-se por fim em seu clitóris. A loira tentou rebolar contra o rosto de Dinah, mas a morena a impediu ao segurar firmemente sua bunda, queria ser sua única fonte de prazer. Dinah inseriu dois dedos na amante ao mesmo tempo em que trabalhava com sua língua, os movimentos fortes e rápidos de sua mão faziam a mesa balançar no mesmo ritmo e causar um barulho tremendo. Pobre vizinho do andar de baixo...

— Eu vou... Eu vou...!

Laurel não conseguia formar frases completas devido à sua situação, vendo que a loira estava prestes a gozar, Dinah intensificou seus movimentos até que sentisse seus dedos serem apertados dentro da loira. Ela continuou com estocadas lentas até que Laurel parasse de tremer, então retirou os dedos de dentro dela e os colocou na boca, tinha ficado viciada no gosto da ladra.

Assim que teve seus pulsos soltos, Laurel se virou e atacou a morena com um beijo selvagem enquanto a empurrava até o sofá, foi tirando as roupas de Dinah tão rápido que, quando a jogou sobre o estofado macio, ela já estava nua. Dinah assistiu com satisfação Laurel retirar majestosamente o espartilho e se sentar sobre suas pernas, causando um atrito delicioso entre suas intimidades.

— Eu estava planejando comer donuts como sobremesa, mas acho que achei algo mil vezes melhor. — Laurel disse contra os lábios de Dinah, a morena tinha as mãos em sua cintura para fazê-la rebolar contra si, enquanto que a ladra tinha cada mão sobre um dos seios de Dinah.

A morena jogou a cabeça para trás quando a língua de Laurel pincelou seu mamilo já sensível, ela o sugava como se fosse feito do mel mais saboroso da Terra. Aos poucos a ladra foi deitando sua amante e se colocou entre suas pernas, deixou uma trilha de beijos e mordidas por todo o corpo de Dinah até que estivesse diante de seu sexo molhado.

— Não seja tímida, eu quero te ouvir gritar o meu nome.

E Dinah gritou o nome de Laurel muitas vezes, em meio a xingamentos e súplicas para que ela não parasse seus movimentos com a língua. Uma das mãos da loira mantinha as coxas de Dinah afastadas enquanto a outra apertava seu seio direito, seus lábios sugavam o monte de nervos da morena enquanto olhava para cima, queria gravar em sua memória o momento em que a amante se derramasse em sua boca.

A morena se sentiu envergonhada quando sentiu o tecido abaixo de si ficar encharcado com sua ejaculação, mas Laurel não pareceu se importar com aquilo nem em estar com o rosto todo molhado, na realidade ela estava satisfeita em ter promovido tamanho prazer à amante. A loira subiu depositando beijos por todo o corpo de Dinah até voltar para seus lábios, suas línguas travavam uma dança sensual enquanto suas mãos deslizavam por seus corpos.

— Sabe Drake, eu ainda não estou satisfeita...

— Nem eu, o que acha de irmos para o seu quarto?

Laurel e Dinah só foram adormecer quando já era final da madrugada, a morena acordou algumas horas depois e tinha seu corpo abraçado pela loira. Sorriu pesarosa e acordou Laurel com uma série de selinhos, convencendo-a a tomar um banho consigo. Depois de mais momentos quentes debaixo do chuveiro, elas vestiram suas roupas e a mais alta disse que prepararia um café da manhã para elas antes que fosse embora, Laurel agradeceu e voltou para o quarto checar se Diaz tinha mandado alguma mensagem por causa do colar.

Entretanto, antes que conseguisse pegar o aparelho nas mãos, foi empurrada para a cama e Dinah conseguiu algemar seus pulsos na cabeceira. Laurel olhou completamente chocada para a morena, não era possível que Dinah tivesse feito tudo aquilo apenas para lhe dar o troco.

— Dinah, o que está acontecendo?

— Eu menti Laurel, eu não perdi meu emprego. Quando descobri que você era a maior ladra da cidade eu comecei a te investigar, passei o mês todo seguindo seus rastros até descobrir que você era Laurel Lance, cunhada da capitã.

— Então você me usou, é isso?! — Dinah sorriu de canto e montou sobre as pernas de Laurel, deixando seus rostos praticamente colados — Eu te odeio!

— Não odeia não, eu sou a melhor transa da sua vida e você adora esse nosso joguinho sexual. — Deixou um selinho em Laurel e se levantou, o sorriso nunca deixando seus lábios — Os policiais chegam em alguns minutos, foi um imenso prazer ser a sua sobremesa.

Laurel gritou inúmeros xingamentos quando Dinah a deixou algemada no quarto, não demorou muito para que os policiais chegassem e a levassem para a delegacia. Teria que enfrentar Sara e Ava, dessa vez não havia como fugir daquela situação inconveniente em que tinha se metido.

Maldita detetive!


Notas Finais


Pra quem é fã de Avalance, eu tenho uma fic abordada nelas e também em outros personagens, incluindo Dinah e Laurel
Link de Minha Salvação: http://fics.me/19788516


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...