História Maldita Noite de Sexta-feira! - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Lemon, Romance Gay, Sexo, Yaoi
Visualizações 86
Palavras 1.149
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente, Lemon, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Bom pessoas, aqui estar mais uma fic minha ^^ Espero que vcs gostem. Essa fic terá os cap. Mas longo do que as outras. To começando a aprender a fazer cap “grandes” kkkk eu espero do fundo do meu pulmão, que vcs gostem, pois eu gostei kkkkk sem mais delongas, vão ler o cap! Boa leitura!

Capítulo 1 - Capítulo 1


Depois daquela maldita noite. Se eu tivesse ficado em minha casa naquela sexta feira. Eu não teria beijado o David. Eu não teria magoado o Arthur, meu irmão provavelmente não teria conhecido o Raul. Eu não estaria aqui agora chorando por conta do David, não teria brigado com meu irmão, não teria feito o Raul ficar com raiva de mim. Tudo estaria diferente, se não fosse aquela maldita noite de Sexta-feira!

Três semanas antes...

 

Abri os olhos minimamente, a claridade no quarto me incomodava. Me espreguicei ainda deitado na cama. Respirei fundo sentindo o cheiro de café fresco. Me levantei direto pro banheiro. Depois de um banho bem gelado para acordar. Vesti apenas a calça comprida. E fui pra cozinha.

- BOM DIA MEU AMOR! – minha mãe falou alto, vindo em minha direção e me dando um beijo em cada lado do rosto. – está animado pra hoje? – na verdade na verdade não. Quem em sã consciência quer ir para uma escola nova no meio do ano?

- to mãe. – respondi não muito interessado. Sentei à mesa e me servir.

- seu pai vai sair as seis e meia. Vai pega carona com ele? – perguntou ela voltando a fazer o que estava fazendo antes de eu achegar.

- é pode ser. – concordei. Bebendo um gole do café com leite. – Victor ainda não acordou?

- só se for aquele mesmo para acordar uma hora dessa. Pode ir chamar ele?!

- claro. – falei me levantando e subindo até o quarto do meu irmão mais novo de 16 anos. Abria a porta com cuidado, encontrando Victor todo enrolado, e parecia esta em um sono profundo. Andei em passos curtos e com cuidado. Cheguei bem perto dele e gritei:

- VICTOR! – ele se assustou quase caindo da cama, me fazendo ri, e instantaneamente dar passos para tras, pois eu sabia que a primeira coisa que ele visse, ele ia jogar em mim. Antes mesmo de chegar a porta fui acetado por um travesseiro. O que foi bom, porque a duas semanas atrás ele me acertou o celular, me deixando com uma bela macha roxa nas costas.

- IDIOTA! – gritou pra mim com raiva nos olhos. Ri e fechei a porta do quarto. 

 

- você não tem jeito Cauã. – minha mãe falou quando voltei para cozinha. Ri.

- foi tão alto assim? – perguntei ainda rindo. Já que os quartos ficavam no andar de cima.

- bom dia! – meu pai apareceu na cozinha. Eu e minha mãe respondemos o “bom dia” juntos. Ele deu um beijo no topo da cabeça da minha mãe. E se sentou a mesa comigo. – animado? – quantas vezes eu ia escutar essa pergunta? concordei sem muito interesse. – vou só tomar esse cafezinho e saímos. Certo? – concordei novamente.

Até duas semanas atrás meu pai trabalhava em uma empresa, onde ele cuidava de alguma coisa relacionada a dinheiro. Mas uma das filiais da empresa estava precisando de um funcionário como ele para essa cidade, então ele acabou sendo transferido para cá. Onde moramos agora.

Não foi nada fácil sair de uma cidade onde você nasceu e viveu lá até então. Mas depois de muita conversa, meu pai convenceu a todos a vim com ele. Deixe alguns amigos. Mas que ainda converso pela internet, não é a mesma coisa, mas nós viramos.

- certo! vamos! – falou se levantando. Levantei indo pro quarto, vestindo o uniforme da escola o tênis e peguei a mochila.

O Victor iria estudar em outra escola mais perto de casa. Ele não queria estudar dois turnos, como eu ia estudar. A escola onde eu iria estudar bem não é dois turnos de estudo é apenas pela parte da manhã, onde estudávamos as matérias normais como: Português, matemática, biologia... e pela tarde fazíamos algumas atividades extras, - que não era todos os dias, apenas três vezes na semana - como robótica, teatro, futebol... Era um jeito de nos manter na escola, e no final se conseguimos nos destacar, talvez ate conseguisse uma bolça pra alguma faculdade.

Meu pai parou na frente da escola, que era enorme por sinal. Era a mais renomada do estado. Os alunos eram divididos, meninos em uma ala, e meninas em outras.

- tchau pai!

- tchau! – desci do carro e segui para entrada da escola, que era grande, revestidas em azulejos claros. Dos lados muros altos também revestido com azulejos claros. Fora da escola havia alunos sentados na grama ou em alguns bancos espalhados pelo extenso espaço.

Entrei na escola, as portas eram giratórias. E segui olhando para os nomes a cima das portas. Até encontra a secretaria. Entrei, havia um grande balcão em branco e azul. Mas ao fundo três escrivaninhas ocupada por funcionários. Assim que cheguei uma moça de cabelos preso em um rabo de cavalo veio até mim.

- bom dia.

- bom dia... Eu sou novo aqui, e me disseram para pegar o horário no primeiro dia e saber o número da sala.

- Qual seu nome, e qual o ano que vai estudar? – perguntou ela, pegando um tipo de caderneta em cima do balcão.

- Cauã Lira. O terceiro.

- certo. – ela começou a folhear a caderneta. Depois saiu até umas das escrivaninhas mexeu em uma pasta e puxou duas folhas. – aqui. – falou colocando as duas folhas em cima do balcão. – aqui está o número da sua sala, as aulas. E aqui a atividade que você escolheu, tem a turma os horários e dias.

- ok, obrigado.

- por nada. – sorriu amigavelmente. Peguei os papeis e sai da sala. A procura da minha classe, olhei para as duas folhas. Minha sala era terceiro ano 20. Primeiro andar.

Subi as escadas, o fim dela era um enorme corredor com várias portas de madeiras com uma abertura quadrada em vidro. Novamente fui olhando para as portas, vendo os números. 3º 15, 16, 17... Aqui terceiro ano vinte. Girei a maçaneta entrando na sala, media, mais ou menos umas trinta a quarenta cadeiras em azul e carteiras cinzas detalhadas com azul. As paredes tinham cerâmica até um metro de altura mais ou menos e para cima pitadas de azul, quase o mesmo tom das cadeiras. O teto era forrado com gesso. 

Procurei uma cadeira no canto da parede, mas atrás, já que provavelmente as da frente já fossem ocupadas. Tinha apenas quatro meninos na sala. Sentei em minha cadeira colocando a mochila em cima da carteira. Procurei o celular. Procurando no aplicativo de mensagem o nome de Agatha, minha amiga da antiga escola onde eu estudava. Andei um oi, não demorou até ela me responde e ficamos conversando até, o sinal da escola tocar. Me despedi dela, e observei os alunos entrarem na sala. Alguns olhares foram pra mim, outros nem perceberam minha presença ali. Logo quase todas as cadeiras ficaram ocupadas. Uns cinco minutos depois o professor entrou na sala de aula, saldando os alunos já conhecidos. Respirei fundo. Hoje seria um longo dia.


Notas Finais


isso é o primeiro cap. pessoas espero q tenham gostado, sei q é cedo pra isso... mas se gostou n deixe de favoritar, comentar!


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