História Maldito Suigetsu - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Personagens Karin, Suigetsu Hozuki
Tags Hentai, Karin, Naruto, Suika, Suikarin, Uzumaki
Visualizações 195
Palavras 3.968
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Eu decidi escrever uma one SuiKa pelo simples motivo de não encontrar quase nenhuma história sobre esse shipp, ou encontrar praticamente alguma história sobre Karin.
A personagem não tem muitos fãs e também é simplesmente odiada pela maioria do fandom Naruto, então resolvi escrever nem que fosse uma one sobre a Karin, que é a minha terceira personagem favorita.
Se você é um fã da Karin ou shippa SuiKa, então essa one foi escrita especialmente para você. Agora se você não é fã e só está aqui parar ler um hentai, então essa one também é feita para você, rs.
.
O conteúdo dessa onefic possui linguagem imprópria e sexo explícito.
Enfim.
Boa leitura.

Capítulo 1 - Sentimentos ocultos


Fanfic / Fanfiction Maldito Suigetsu - Capítulo 1 - Sentimentos ocultos

Já faz mais de quinze anos desde que o antigo time Taka se desfez. Cada um levou um rumo diferente em suas vidas. Sasuke casou-se com Sakura Haruno e agora está em viagens pelas dimensões da deusa coelho, Kaguya. Aquele idiota do Suigetsu continua trabalhando para Orochimaru-sama e como sempre, continua sendo aquele irritante e estúpido. Juugo tomou o mesmo rumo que o infame do Suigetsu, porém agora está mais calmo e não se irrita facilmente como antes. Os dois continuam no antigo esconderijo de Orochimaru-sama e pelas notícias que ando tendo ultimamente, o tonto Suigetsu ajudou o Orochimaru-sama em mais uma experiência, criaram um clone de Mitsuki, o antigo não deu certo, pois acabou se voltando contra Orochimaru-sama e causando muitos problemas, fiquei sabendo das linhas gerais dessa experiência, o garoto tem doze anos e está na academia ninja de Konoha. E eu... bem, eu continuo trabalhando para Orochimaru-sama também, devo muito a ele, pois quando eu era criança, a aldeia onde eu morava foi atacada e incendiada por bárbaros que iriam me sequestrar pela minha linhagem Uzumaki, por sorte Orochimaru-sama estava por lá e me tirou daquele sofrimento.

Agora estou longe, em outro esconderijo no sul da aldeia do som, porém tenho que voltar imediatamente para o antigo esconderijo, e o motivo? Aquele maldito Suigetsu fez merda outra vez. Soube que Sarada-chan está lá junto com Sasuke, Naruto e outra garota que possivelmente deve ser alguma amiga dela. E como eu conheço aquele bastardo, deve ter feito algo de ruim com Sarada-chan. Agora tenho que ir e o pior de tudo, só vou saber do que se trata quando eu chegar lá. Então com toda rapidez eu arrumo minhas coisas e vou para o esconderijo norte, aquele maldito vai me pagar se ele fez alguma coisa horrível com a Sarada-chan, ela é um laço que ainda me mantém unida ao Sasuke, além de ter me tornado amiga da Sakura, a última vez que me encontrei com ela foi quando me pediu um óculos, Sarada-chan estava com dificuldades em enxergar. Agora estou levando comigo outro óculos, pois sei que aquele que eu dei a ela está pequeno demais para o seu rosto.

Eu peguei um atalho que sempre sigo quando quero chegar depressa no outro esconderijo, então não iria levar mais que algumas horas até chegar lá. Espero chegar a tempo de poder ver Sasuke e Sarada-chan, estou com tanta saudade, não vejo Sasuke há mais ou menos dez anos, queria saber como anda sua viagem, como eram as dimensões, se por acaso encontrou alguém que pudesse ajudá-lo. Eu tinha várias perguntas a ele.

Depois horas correndo, e de atravessar uma cachoeira, finalmente cheguei no esconderijo, estava começando a escurecer então entrei correndo na esperança de que Sasuke e Sarada ainda estivessem lá, andei por todos os corredores, entrei em todas as salas e quartos, entrei até mesmo no laboratório de Orochimaru-sama, mas não encontrei ninguém lá, literalmente não havia ninguém, nem Sasuke, nem Sarada e nem mesmo Orochimaru-sama, Juugo e Suigetsu. Fiquei frustrada por ter chegado tarde demais e por não ter encontrado nenhuma alma viva naquele lugar, vim até aqui a toa, mas não irei voltar para o esconderijo sul, irei passar a noite aqui porque gastei chackra levando para os pés afim de aumentar a minha velocidade, e está anoitecendo, não seria seguro.

Vou caminhando lentamente pelo corredor, indo em direção a minha sala, já que eu estou aqui vou aproveitar e colocar meus assuntos em dia. Quando eu avisto a porta da minha sala escuto barulhos vindos dela, apresso meu passo furiosa por alguém estar lá bisbilhotando nas minhas coisas. Aquela sala é parte de mim, tudo o que é meu está lá, mexer nas minhas coisas é mexer comigo e quem estivesse lá pagaria muito caro, deixo os pertences que eu trouxe no chão. Abro a porta furiosamente e para meu ódio e desprazer encontro o maldito Suigetsu colocando tudo de ponta a cabeça. Afinal eu não estava só.

— O que pensa que está fazendo? – pergunto, extremamente irritada, vendo que ele pega alguns papéis e os coloca dentro da gaveta, e em seguida pegando algo que faz meu coração disparar. Há, mas ele iria pagar muito caro.

— K-Karin... É... – ele gaguejou, colocando os braços para frente e abanando as mãos tentando se safar, e quando ele faz isso vejo que em suas mãos está o cordão umbilical de Sakura e Sarada.

— Aonde você encontrou isso, seu maldito? – pego de suas mãos com força. Ele parecia muito nervoso.

— Em uma das gavetas... eu precisei para ajudar a filha do Sasuke...

— O que? O que você fez? Eu exijo que se explique. – vociferei.

— Quem tem que se explicar aqui é você. – ele disse, apontando para a máquina de leitura de DNA. Estava na cor verde a palavra "correspondente". – Como escondeu que é mãe da Sarada?

Me aborreci de vez, entendi o que estava se passando. O imbecil do Suigetsu provavelmente fez um teste de DNA com o cordão umbilical achando que era meu e disse para a Sarada-chan que eu sou a mãe dela.

— Onde está Sarada-chan e os outros?

— Eles saíram faz algum tempo, o Orochimaru-sama e o Juugo tiveram que ir para outro esconderijo. – ele engole seco – Me escondi aqui com medo do Sasuke, por que você sabe como ele é. Imagina se ele descobre que fui que fiz a sua máscara cair contando a verdade a sua filha?

— Que verdade? A única verdade que vejo aqui, é que você é um completo otário imbecil.

— Vai negar que você é a mãe da Sarada?

Ele era mais idiota do que eu pensei.

— Claro que não sou!

— Hein!?

— Quem ajudou no parto da Sarada-chan fui eu! Como é que eu poderia ser mãe se nem estava grávida? Ô viagem...!!

— Então aquele cordão umbilical...–

— É da Sakura e da Sarada. – eu o interrompi, antes que ele falasse mais besteiras – Sakura estava procurando por Sasuke, então viajamos juntas por um tempo. Durante esse tempo, Sarada nasceu no meu esconderijo, no sul.

— ... Tá... Tá faltando sério...? – ele perguntou incrédulo, e ouso dizer que pareceu até aliviado, que otário. – Afinal, você só falava no Sasuke, era Sasuke aqui, Sasuke ali...

— Idiota! Quero que o Sasuke seja feliz, só isso já basta. – expliquei finalmente – Além disso, existe uma coisa chamada amizade entre mulheres.

— Hein...? Se você diz... – ele deu de ombros – Nesse caso – continuou – quer dizer que você deixou de ser louquinha pelo Sasuke?

A pergunta dele me calou por completa, e eu fiquei a refletir por um tempo. Claro que fui louca e completamente apaixonada por Sasuke, mas isso já foi há muito tempo, me apaixonei desde de que eu vi o seu sorriso pela primeira vez, quando ele me salvou daquele urso durante as provas chunnin e lutei desesperadamente para que ele ficasse comigo. Mas vi que minhas chances eram impossíveis. Durante sua viagem de redenção ele passou por um dos esconderijos onde eu estava, e eu percebi que quase sempre ele sentava debaixo de uma cerejeira e ficava chamando por Sakura. Desisti de insistir por isso. Além do mais, ajudei Sakura no parto da Sarada, e nos tornamos amigas alí. Sarada é o meu ponto de ligação com a família Uchiha, há laços de qualquer forma é até mesmo em amizade, amizade com Sakura, Sasuke e Sarada. Tudo o que eu quero é que Sasuke continue sorrindo. Que ele seja feliz.

— Você não tem idéia... – enfim respondi – existem muitas formas de se fazer laços.

Ele ficou em silêncio, e como eu não estava afim de esperar que ele respondesse alguma coisa (e nem me importava), tratei de arrumar o resto da bagunça que esse bastardo tinha feito. Ele nem me ajudou, ficou apenas me olhando e fazendo cara de idiota. Quando enfim terminei, me dirigi até a porta para poder pegar meus pertences que eu trouxe quando estava vindo até aqui, e quando eu abro a porta, ela fecha novamente, e senti Suigetsu atrás de mim, fiquei irritada imediatamente, ele não para de me incomodar e ainda teve a audácia de trancar a porta à chave.

— Por que fez isso? – perguntei, ainda de costas para ele, mostrando o meu pior tom de raiva.

Seu rosto se aproximou do meu e senti sua respiração na minha nuca, assim como o seu corpo, e suas mãos desceram pelos meus braços e cintura em uma carícia que eu nunca tinha recebido dele até então, estranhei sua atitude incomum e empurrei seus braços para longe. Virei meu rosto para o olhar nos olhos, a sua proximidade me intimidou de início e senti minhas bochechas corarem. O que estava acontecendo comigo? Eu estava corando por causa desse maldito? E sem pedir minha permissão, me deu um beijo no pescoço que me fez arrepiar. Droga.

— Saia de perto de mim, imbecil! – tentei me afastar dele, mas ele me pressionou ainda mais na porta.

— Por que eu faria isso? – senti seu sorriso malicioso e ele me deu outro beijo no pescoço, dessa vez com um chupão que me arrepiou dos pés a cabeça – Agora que eu sei que você não é mais louquinha pelo Sasuke, posso enfim te mostrar o que eu sempre quis fazer com você.

Suigetsu tratou de diminuir qualquer espaço entre nós, me envolvendo por trás, acariciando meu corpo e depositando beijos no meu pescoço e ombros, lambendo o lóbulo da minha orelha e dando leves mordidas. Eu não entendia o que estava acontecendo comigo, pois meu corpo respondia positivamente a cada toque e carícia que esse maldito fazia em mim, ansiando por mais, e quando ele começou a roçar a sua ereção na minha bunda não resisti em rebolar de volta. O que estava acontecendo comigo!? Ele é Suigetsu, o odioso Suigetsu, o maldito, ordinário e idiota! É sério que eu estava me sentindo atraída por ele e desejando seu corpo?

— Eu sei que você também quer, Karin. – sorriu malicioso, enquanto roçava seu pau cada vez mais rápido, senti seu volume crescendo. – Acha que eu não sei? Você está há muito tempo sem fazer, não é?

Me virei de frente para ele, com o rosto ruborizado, porém com uma expressão de raiva. Ele apenas sorriu. Idiota, vou acabar com ele. Puxei seu rosto até mim e sem ser nenhum pouco delicada tomei sua boca já pedindo passagem com a língua, ele me correspondeu na hora, explorando todos os pontos da minha boca, chupando minha língua com vontade e mordendo meus lábios complemente sedento. Eu enterrei uma das minhas mãos em seus cabelos brancos, puxando-os com força e com a outra massageava seu pau. Ele sorriu na minha boca, colocou uma de suas mãos dentro do meu short e afastou a minha calcinha, colocando seus dedos em meu centro e friccionando meu clitóris de um jeito tão lento que me enlouqueceu. Não segurei o gemido, que foi inevitável. A sua outra mão estava por baixo da minha blusa, apertando meu seio sobre o sutiã.

— Você está toda molhadinha. – ele sussurrou em meu ouvido – Vem cá.

Eu levei minha mão até meu óculos, afim de o tirar, mas Suigetsu me impediu.

— Não tire. Você fica bem mais sexy com os óculos.

Então ele agarrou minhas nádegas com força, apertando-as em seguida. Soltei um gritinho e ele sorriu lambendo meus lábios. Depois, Suigetsu me levou até a mesa, jogando tudo que estava por cima dela no chão, eu não me importei com a bagunça que ele fez, tudo o que eu queria agora era que ele fizesse comigo o que sempre quis, e de uma maneira bem prazerosa. Como ele prometeu, e do jeito que eu gosto.

Ele se apressou em tirar minhas roupas, me deixando apenas de lingerie e não pareceu se importar nenhum pouco com as cicatrizes que rodeavam o meu corpo, aquelas marcas de mordidas que me fizeram sofrer tanto na infância, pelo contrário, me olhou com tanta ternura que eu pude perceber em seus olhos que, se ele pudesse, mataria todos os que ousaram me tocar; ele acariciou minha face de uma maneira doce, então começou a depositar beijos suaves, primeiro na minha testa, bochechas, têmporas e boca, isso foi tão cativante para mim que, por um momento, me senti amada por ele. Suigetsu estava sendo gentil comigo, muito cuidadoso e parecia guardar sentimentos que antes eram ocultos a mim; depois ele deitou-me sobre a mesa gentilmente se colocou no meio de minhas pernas. Afastou a minha calcinha para o lado e sorriu de uma forma bem sinistra. Corei de imediato.

— O que foi? – perguntei, tentando parecer irritada.

— Vou te chupar bem gostoso, até você passar mal.

Maldito. Ele sabia bem o que dizer para me deixar sem ação nenhuma. E quando eu menos esperei senti sua língua em meu lugar secreto, revirei meus olhos em prazer. Molhada, quente e muito, muito deliciosa, foi a minha primeira impressão sobre a língua de Suigetsu. Eu já recebi um oral antes, mas não da forma gostosa que Suigetsu me fazia sentir. Quando ele chupou meu clitóris pude jurar que vi estrelas, e gritei alto, agradeci aos deuses por não haver mais ninguém além de nós dois alí. Ele continuou me estimulando, passando a língua pelo meu centro e aprofundando com movimentos de vai e vem colocando em seguida dois dedos na minha essência, minha mente estava começando a ficar em branco e eu apenas me concentrava aonde a língua dele estava. Ele fazia de um jeito tão delicioso, tão gostoso e tão experiente. Nunca foi tão bom com mais ninguém. Eu me contorci em espasmos violentos quando o orgasmo me atingiu, Suigetsu beijou meu sexo uma última vez antes de se afastar. Desferiu um tapa em minha bunda:

— Gostosa. Tão deliciosa! Estou ansioso para me enterrar bem fundo em você.

Sua língua afiada me fez estremecer com todas essas obscenidades. Me levantei da mesa indo em direção a ele, levei sua boca até a minha novamente, beijando de uma forma selvagem, de maneira que o deixasse zonzo, não teve nenhuma canto da boca dele que a minha língua não tivesse tocado. Me afastei, olhando em seus olhos liláses, que agora estavam escuros, cheios de luxúria. Coloquei meus braços para trás, desabotoando o meu sutiã e o jogando no chão. Vi quando ele olhou meus seios de forma desejosa e sua mão subiu acariciando o bico do meu peito, não tive vergonha de pegar sua outra mão e a colocar no meu outro seio. Fechei meus olhos sentindo o prazer daquele toque tão sensual. Gemi. E quando abri meu olhos, vi sua ereção querendo de alguma forma se libertar, não esperei e o empurrei até uma cadeira, fazendo com que ele se sentasse. Ele não entendeu minha reação, mas quando me abaixei ficando de frente para o volume que seu pau fazia ele sorriu maroto.

— Ah, você sabe o que eu quero fazer. – eu disse. – Vou ver se seu pau é mesmo gostoso como aparenta ser. 

Desabotoei sua calça e com a boca desci o zíper, e finalmente baixei sua cueca fazendo com que a sua ereção saltasse em direção ao meu rosto. Suigetsu era grande, e com certeza não caberia todo em minha boca. Peguei seu pau e lambi da base até a glande. O gemido que Suigetsu deu me excitou de uma forma tão intensa que abocanhei seu pau, chupando a glande com a minha língua em movimentos circulares e com a mão bombeava a base, uma vez ou outra beliscava seus testículos de leve. Queria proporcionar a ele todo o prazer que ele me deu.

— Isso... me chupa assim... que língua gostosa.

Olhei para ele, estava com o rosto tão sensual, corado como se estivesse febril. E não aguentando meu ritmo, ele pegou em meus cabelos, ditando o ritmo frenético em seu pau quente e pulsante, mas eu queria levá-lo a loucura, e tirei minha boca da glande, sua expressão de raiva me fez sorrir, e comecei a masturbá-lo apenas com a minha mão.

— Porra... Karin... você me enlouquece. – disse irritado, controlando outro gemido que ameaçava sair de sua boca.

Ele estava tão rígido e excitado, que eu não eu esperei mais, tratei de explorar todo o seu comprimento com a língua, de uma forma bem quente e sensual, olhei para ele sorrindo maliciosamente, eu queria fazer tantas coisas; lambi novamente da base até a cabecinha rosada do seu pau e o abocanhei, chupando e bombeando a sua base, rápido e depois lento demais fazendo a cabeça dele rodar em desespero por mim e minha boca. Ele gemeu meu nome, sabia que estava chegando ao ápice, comecei a chupar rápido e a alisar o resto do seu pênis que não cabia em minha boca, dessa vez sem parar. Quando eu chupei forte sua glande ele se derramou todo em minha boca, sem me fazer de rogada engoli tudinho, e ainda continuei chupando até não sair mais nada, ele se surpreendeu com a minha indecência, mas eu só sorri limpando o canto da minha boca. A respiração dele estava descontrolada, e seu peito subia e descia como se o ar do escritório não fosse suficiente.

— Safada. Agora eu vou te foder bem forte, do jeito que eu sempre quis. Aproxime-se, amor. – ele se apressou em tirar suas roupas, ficando completamente nu e me chamou, não hesitei em ir. Suigetsu tinha um corpo definido e um abdômen trincado que me fez babar com a visão dele, nunca passou por minha cabeça que ele fosse tão gostoso. Sem esperar mais, me coloquei em volta do seu corpo, me sentando em suas pernas, seu membro ficou no meio, estava quente e pulsante, ele soltou um rugido quando o apertei entre nós dois. Puxei seu rosto até mim para nos beijarmos, ele me dominou por completo com aquele beijo sedento e feroz, Suigetsu beijava tão bem, não estava mais delicado como antes, mordeu forte meus lábios antes de se afastar; pegou seu pau e começou a esfregar na minha entrada e em meu clitóris, involuntariamente eu comecei a rebolar contra seu falo. Suigetsu sorriu. Eu já não aguentava mais, queria senti-lo dentro de mim, se afundando sem piedade alguma. – Está ansiosa, é?

Maldito. Ele quer mesmo me enlouquecer. Mas não esperei por ele e coloquei seu membro na minha entrada, me afundando lentamente sobre sua verga grossa. – Karin... Ahh... porra... como você é apertada...!

Eu estava a tanto tempo sem sexo que ele teve dificuldade para se acomodar entre minhas paredes internas. Suigetsu era tão grande e tão grosso que ele me preencheu por inteiro. Então seguindo meus instintos comecei a me mover, subindo e descendo, sentando com força em seu pau. Ele colocou as mãos na minha cintura apertando e sem tirar os olhos de mim, atento a todas as minhas reações e expressões. Eu nunca imaginei que fazer isso com esse idiota do Suigetsu fosse tão bom e tão prazeroso. Nós nos encaixávamos com tanta perfeição, e eu sentia um turbilhão de sentimentos cada vez que me movimentava. Sem eu esperar ele abocanhou meu seio, chupando em uma intensidade prazerosamente boa que me fez revirar os olhos, mordendo o mamilo de leve e depositando beijos.

— Ahh... Suige-tsu... isso é tão bom... – gemi descontrolada, me movendo mais rápido, o quanto eu podia. E isso foi um incentivo para ele, pois segurou minhas nádegas, me fazendo enterrar em si com dureza e rapidez, e quando ele rebolou fundo dentro de mim eu não aguentei, me entregando a outro orgasmo. Meu corpo se contorcia em espasmos, apertando o pau dele dentro de mim, que gemeu, se controlando para não gozar.

— Ainda não. Não te fodi da maneira que eu quero.

Ele esperou que os espasmos abandonassem o meu corpo e me tirou de cima dele, se levantou e agarrando-me por trás, cheirou meus cabelos, passando seu nariz e beijou meu pescoço, não teve um lugar sequer no meu corpo que ele não tenha beijado. Então ele levou-me até a mesa e eu me apoiei com os minhas mãos sobre ela, Suigetsu retirou a única peça que faltava para ficarmos inteiramente ligados, minha calcinha; voltou a me penetrar por trás, minha mente ficou em branco novamente, ele se movia tão bruto e rápido, do jeito que eu queria. Gemi alto mais uma vez, sentindo ser preenchida e rasgada por dentro novamente.

— Ahh... mais... me fode com mais força... – não me envergonhei ao pedir por mais, meu corpo desejava mais que tudo um contato selvagem com o corpo dele. – Suigetsu...

— Mais forte? Então tenho que me enterrar mais fundo em você. – sorriu. aumentou a velocidade e dureza das suas estocadas, tudo o que nós dois podíamos ouvir agora eram o som das nossas coxas estalando, batendo uma na outra, e os gemidos que ambos soltávamos, eu o sentia tão fundo em mim e cada estocada que ele dava eu gemia pedindo por mais. Maldito, por que ele me deixa tão quente? Suigetsu maldito. Eu o odeio tanto quanto o desejo. E ele é tão cretino que quando eu já estava chegando ele parou de se mover e saiu de mim, me deixando desesperada por suas investidas.

— Infame. Por que saiu? – praguejei irritada.

— Calma, amor. – ele sorriu – Só vou fazer com que fique mais prazeroso para você. – então Suigetsu me colocou deitada, de lado, em cima da mesa, e deitou-se atrás de mim. Levantou a minha perna direita e voltou a me penetrar, dessa vez mais fundo do que antes, com rapidez e dureza. Gritei, ao sentir ele tocar em um lugar que nunca fora estimulado em mim antes, pelos deuses, como eu estava agradecida por não haver ninguém alí, pois estava gritando sem puder nenhum, entorpecida com tantas sensações maravilhosas. – Isso, confessa que só eu posso te foder de jeito e da maneira que você mais gosta. – eu já não sentia mais nada, eu estava muito sensível, todo o meu ser se mantinha concentrado no ângulo onde ele estocava, arrancando-me soluços de prazer, me enlouquecendo com tanta intensidade. – Você é a culpada por me deixar louco por você... eu sempre sonhei contigo assim, entregue a mim e não correndo atrás do Sasuke... você poderia ter tido tudo isso há muito tempo se tivesse notado o quanto eu desejo você...

— S-Sui-ge-tsu... – tudo o que eu conseguia falar era o seu nome, e ainda assim com dificuldade. Droga. Suas palavras me deixaram desconcertada. Ele me fez perder o fôlego. Estúpido, me arrebatava de uma forma inexplicável, e eu queria estar conectada a ele sempre. Eu estava em chamas, completamente drogada com todas as sensações maravilhosas que Suigetsu me fazia sentir.

— Eu não vou conseguir aguentar por mais tempo, não com você reagindo dessa maneira. – ele falou, sem ao menos diminuir os movimentos frenéticos contra o meu sexo inchado e sensível. – Eu não aguento mais segurar... goza... goza para mim, sim? Por favor, docinho... eu não aguento mais... Karin...

Então ele friccionou meu clitóris e se enterrou bem fundo em mim. Eu não pude me segurar e me desmanchei em seus braços.

— Ahh... – gritei, extasiada.

Suigetsu se derramou em mim, ainda se movimentando de leve, até que se esvaziou por completo. Ele saiu de dentro de mim e me puxou para que eu deitasse em seu peito, seu coração estava acelerado tanto quanto o meu.

— Isso foi incrível... – ele disse.

— Sim. – tive que concordar, nunca tinha sido tão bom com mais ninguém. Nunca senti tantas sensação incríveis como eu senti com ele.

Ficamos deitados na mesa por mais algum tempo, até que nos recuperássemos. Nossa sorte era que não havia ninguém, além de nós, nesse esconderijo. Depois nos levantamos e vestimos nossas roupas, nem liguei para o estado no qual meu escritório se encontrava.

Antes de eu sair ele me garantiu que teríamos uma segunda rodada ainda esta noite. Engoli seco. Eu sabia que depois disso ele nunca mais iria me deixar em paz. Mas se todas as vezes que nos encontrássemos fosse tão prazeroso assim, eu não queria me livrar desse encosto nem tão cedo.


Notas Finais


Bom, é isso.
Perdão por qualquer erro de ortografia ou incoerência encontrado.
Quero saber a opinião de vocês sobre essa fanfic, e até a próxima.


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