História Malditos lábios cor de cereja - Capítulo 1


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Categorias EXO
Personagens Byun Baek-hyun (Baekhyun), Oh Se-hun (Sehun)
Tags Exo, Fluffy, Friendship, Sebaek, Yaoi
Visualizações 25
Palavras 397
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Droubble, Fluffy, Lemon, LGBT, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Espero que gostem ♥♥♥

Capítulo 1 - E lá estava eu mais uma vez


Tinha chamado ele para jogar um pouco e assistir uns filmes, como dois amigos normalmente fazem, mas logo nos primeiros segundos nos beijamos e eu fiquei extremamente puto. Já nos pegamos tantas vezes, mas isso foi no passado em que eu estava revoltado com o término com o Chanyeol, agora eu era diferente. Mas quem disse que eu resisto aqueles malditos lábios? E ainda mais quando ele me solta a porcentagem de "Você é 75% virgem". Foi assim, ele veio aqui numa noite pra me consolar depois de ter chorado ao lembrar do Yeol, e ao invés de chorar acabei o beijando e... Bom, ele estava com a boca no meu caralho, e quem disse que eu ia interrompê-lo se estava tão bom? Desde então ele fica me zoando com isso. 

— Fofo. — soquei o ombro dele e o mesmo riu me abraçando apertado, e eu acabei o abraçando de volta.

Meus pais o adoravam e minha mãe ainda soltou a pérola de que achou que namoravamos, o que me rendeu uma cara vermelha de raiva e ele rindo, me chamando de namoradinho pistola. 

— Te odeio. 

— Também te adoro. — e segurei o rostinho dele o beijando, o maldito sorriu e retribuiu o beijo. 

Não gostava dele, mas ao mesmo tempo agradecia por ser meu amigo e aparecer mesmo tarde da noite pra me acudir. A porta então foi aberta e minha mãe chegou bem na hora, fiquei paralisado por ela ter me pego no flagra o beijando e a mesma apenas riu. 

— Agora estamos oficialmente namorando? — provocou ele. 

— Cala a boca e sai do meu quarto. — resmunguei e o mesmo riu, mas não sem antes encher meu rosto de beijos pra me irritar mais ainda. 

Odiava aquele ser, mas ao mesmo amava por ser exatamente como era, e eramos amigos desde criança, por isso tinha intimidade suficiente para expulsá-lo a hora que eu queria. Mas foi só ele passar pela porta, que eu ouvi ele chamar minha mãe de sogrinha linda, bufei e ele riu sabendo que eu ia matar ele se voltasse para o quarto. Não queria namorar, mas se um dia eu fosse... Talvez, mas provavelmente não, aceitaria se ele quisesse apenas porque o conheço muito bem e beija bem... Nada além disso. Revirei os olhos quando o ouvi perguntar qual seria o nome dos nossos filhos e ignorei a pergunta, voltando a jogar, definitivamente não. 



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