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História Malec! Quando tudo acontece... - Capítulo 11


Escrita por: jsolpa

Notas do Autor


Bom dia...
Boa tarde...
Boa noite...

E boa madrugada! ( Também leio muito durante as madrugadas. Tamo juntos!)

Em primeiro lugar, agradeço por lerem! Muito obrigada!🥰😘
E para aqueles que leem e comentam... um agradecimento especial pois vocês são meu termômetro e meu guia.

Um beijo no coração de todos❣❣❣

Capítulo 11 - Eu e Você!


Fanfic / Fanfiction Malec! Quando tudo acontece... - Capítulo 11 - Eu e Você!

"Lá vai o meu coração batendo

Porque você é o motivo

Por estar perdendo o sono

Por favor, volte agora

Lá vai a minha mente correndo

Pois você é o motivo

Porque ainda estou respirando

Estou sem esperança agora

Eu escalaria todas as montanhas

E nadaria todos os oceanos

Apenas para estar com você"
 

You Are The Reason - Calum Scott


 

Alec não via Magnus desde Segunda-feira,  hoje já era quinta. Estava na fossa. O procurou no seu apartamento, no escritório e sempre a mesma situação. Não o encontrou!

Como ele pôde sumir assim e não dar nenhuma satisfação? Será que tudo o que viveram juntos, tudo o que disseram um para o outro foi uma mentira, uma ilusão, um sonho?

Izzy tentou, Jace, Simon e Clary. Ninguém conseguiu notícia alguma. Desde aquele e-mail dizendo que ele e Asmodeus não defenderiam mais o Collins, não ouviram falar mais nada deles. Parece até que Asmodeus por um passe de mágica também desaparecera. 

Mesmo assim, tinha que cumprir com seus compromissos.Trabalhar até lhe ajudava a  esquecer por algumas horas seu lamento. Estava chegando mais cedo do que o normal e indo embora mais tarde, depois que todos já tivessem ido. Pois evitava ficar em casa tanto tempo sozinho.

Deixou seu carro no estacionamento do prédio e foi tomar um café alí perto. Não estava comendo direito, nem dormindo, mas sem um café, não conseguiria ficar com os olhos abertos. Quando voltou ao prédio, ainda no passeio, conheceu uma pessoa que mudaria toda a sua situação.

_ Oi, bom dia!

_ Bom dia... - Continuou andando sem ao menos saber de quem se tratava. Já estava de costas quando ouviu.

_ Você não me conhece e aliás eu só te conheço de foto. - Catarina disse e Alec parou de andar, se virando para ouví-la. - Eu sou Catarina Loss. Amiga de Magnus.

Quando Alec ouviu aquelas palavras, seu coração parou de bater. Será que ela trouxera alguma notícia ruim? Ela estendeu a mão direita para cumprimentá-lo sendo prontamente correspondida.

_ Olá, Ca-Catarina... ouvi falar muito de você! - Alec disse já um pouco nervoso.

_ É um prazer finalmente conhecê-lo. - Fez uma pausa.- Olha Alexander, eu vim aqui por que meu amigo está sofrendo. E pelas suas olheiras e seu semblante, mesmo que eu nunca o tenha visto, sei que não deve estar muito melhor do que ele. - Cat o observava atentamente.

_ Você sabe onde Magnus está? E-eu o procurei até em necrotério.  - Estava descontrolado. - Você não sabe o que estou passando.

_ Ele está em minha casa. Desde segunda. Eu vim para ajudar você reencontrá-lo. - Cat estava pensativa.- Ele é turrão, um cabeça dura. Mas ele te ama, Alec.  

Alec ao ouvir que Catarina sabia onde ele estava, que ele estava a salvo em sua casa, sentiu seu coração acelerar ao ponto de deixá-lo ofegante. E ouvir da boca dela o que seu coração já sabia, que Magnus o amava, só fez ele querer achá-lo e tê-lo em seus braços o mais rápido possível. Só pôde dizer:

_ Eu preciso vê-lo,  preciso saber porque ele sumiu assim.

_ Olha, só quem vai poder te responder isso é ele. Eu quero que você saiba, que ele não sabe que eu vim aqui. Estou indo fazer um plantão e resolvi passar aqui e falar com você. - Abriu sua bolsa e pegou algo.- Toma! Este é meu endereço e meu número de celular. - Cat lhe entregou um cartão. - Se ele se fizer de difícil, me ligue. Eu dou um jeito nele.

_ Obrigado, Catarina. Eu nunca vou esquecer sua ajuda.

Trocaram um sorriso e Catarina seguiu seu caminho, enquanto Alec ía pegar seu carro para ir atrás do homem que ele amava e sem o qual não sabia viver.

O endereço de Catarina, era um pouquinho mais afastado da casa de Magnus. E a cada metro percorrido, mais seu coração ficava em frangalhos. Estava cheio de perguntas sem respostas e as ansiedade estava o matando aos poucos.

Estacionou em local apropriado, uma quadra antes do prédio de Cat. Percorreu o resto a pé e atento nos rostos das pessoas com quem trombava na calçada. Não sabia o motivo do sumiço dele, mas sabia que tinha algo a ver com Samuel. Pois além de Joana, o porteiro havia confirmado a presença dele no prédio, naquele dia. Desde então, estava mais atencioso com relação às pessoas à sua volta. Subiu de elevador, foi até o apartamento e tocou a campanhia.

Ao ouvir a campanhia, Magnus estava deitado na cama, no quarto de hóspedes de Catarina. Não vinha dormindo bem. Na verdade, mal dormia. Achou que fosse o entregador do supermercado. Cat havia mencionado algo antes de sair. Então,  foi logo atender sem ao menos olhar no "olho mágico" da porta. Quando abriu a porta, congelou com a boca aberta.

_ A-Alexander... c-como me achou?

_ Magnus... - Alec foi abraçá-lo, estava engasgado com lágrimas reprimidas. Mas Magnus o impediu colocando a mão em seu peito.

_ Você não deveria estar aqui. - Falou com muita frieza.

_ Do que você está falando? - Enxugou uma lágrima que rolou pelo seu rosto. - Eu estive louco esses dias te procurando.

_ Vá embora, Alexander. - Começou a fechar a porta porém Alec não o permitiu.

_ Eu não vou embora. Você vai ter que me explicar porque sumiu? Porque não atende minhas ligações? Porque não responde minhas mensagens?

Magnus entrou e Alec foi atrás, fechando a porta atrás de si.

_ Você me deve explicações! Ou tudo o que me disse... tudo o que me fez acreditar era mentira... Você mentiu para mim, Magnus?!  - Alec falava enquanto Magnus se mantinha de costas para ele. Percebendo a frieza do outro, ele continuou. - Você nunca me amou, não é? É isso?

Ouvindo aquelas acusações falsas, Magnus se virou e tomado de fúria por tantas ideias sem sentido, resolveu acabar logo com aquilo:

_ Eu nunca menti para você! Alexander... nunca!

_ Então porque você sumiu, sem dar explicações... porque? - Aproximou-se dele, segurou em seus braços. Lágrimas molharam mais seu rosto alvo bonito e que agora também apresentava olheiras roxas além de estar muito pálido.

Magnus não estava conseguindo continuar o ignorando, estava sendo difícil demais. Agora, seu rosto também estava banhado por lágrimas, lágrimas de arrependimento. Mas tinha que ser forte. Amanhã seria o julgamento e ele não poderia pôr tudo a perder.

_ Nunca menti! Mas não quer dizer que vamos ficar juntos. - Lhe doeu demais dizer aquilo. Mas ele tinha que afastá-lo. Tinha que fazê-lo acreditar que não poderiam ficar juntos.

_ Samuel voltou. Eu já sei... é por causa dele? Você preferiu ele? - Alec enxugava as lágrimas, ele tinha cólera nos olhos.

_ Sim. É por causa dele sim! - De certa forma era verdade. Era por causa de Samuel mas não pelos motivos que estava fazendo Alec acreditar.

Alec não era um tolo. Como advogado, sabia ler o corpo das pessoas perfeitamente. Ler os sinais que o corpo dá, gestos, pequenas reações que uma pessoa desatenta não perceberia. Além do fato do que Catarina havia lhe dito há menos de uma hora atrás. Então, colocou sua máscara de conquistador, um predador que só pensa em caçar uma presa e mostrou ao outro que também poderia jogar esse jogo. No lugar de olhos chorosos, de um rosto triste e de palavras doces, fez o que sabia fazer de melhor.

_ Certo! Claro... - Passou a língua em seu lábio inferior, enquanto ajeitava seus cabelos, passando a mão neles para trás. Observando os olhares de Magnus. Então retirou seu terno. O jogou sobre o sofá. Retirou sua gravata e viu os olhos do outro se arregalarem.

_ O que está fazendo? Você tem que ir embora. - Magnus ficou atordoado.-  Você está ficando louco? Não entendeu? Vá embora!  - Faltou pouco para gritar.

_ Eu vou sim. Eu vou assim que eu te foder. Assim que você amolecer em meus braços esgotado de tanto urrar de prazer. - Alec estava com sua gravata em suas mãos, avançando para cima de Magnus. - Eu vou embora só depois que eu fizer com você o que eu quiser na cama. - Tinha malícia nos olhos. - Se é para ser a última vez que eu te vejo, vai ser do meu jeito!

Magnus foi caminhando para trás, enquanto o outro se aproximava, só percebeu que não havia mais para onde ir, quando seu corpo topou com a parede.

_ Você não pode fazer isso. Você não pode me forçar a nada.

_ Quem está falando em forçar? - Alec tinha olhos azuis intensos, pupilas muito dilatadas e a boca com um leve sorriso sacana. - Eu achava que já havíamos concordado com isto! - Viu a confusão nos olhos do moreno  enquanto lançava a gravata no sofá. - Acho que não se lembra. Então permita-me te lembrar... - Colou seu corpo no de Magnus, o fazendo sentir seu corpo sarado, lambeu do seu pescoço até seu lóbulo macio e depois mordeu firme, fazendo o outro arrepiar e soltar um chiado de dor. Agarrou seus cabelos, o obrigando a dar acesso ao seu pescoço. Mordeu e chupou marcando com os dentes o local. Então sussurrou em seu ouvido. - E eu sei exatamente o que você quer, seu corpo me deseja! Assim como eu te desejo.

Magnus que estava com o corpo e as mãos coladas na parede, estava estático. Sem reação. Então Alec continuou.

_ Ou você me mostra onde é seu quarto ou vou de comer nesse sofá e eu te garanto, Catarina não vai gostar nada nada da bagunça.

Magnus estava entregue. Não tinha como fugir. O olhou nos olhos e simplesmente se entregou a ele, beijou-o com todo o seu ser, com toda sua alma. Num beijo luxurioso, pecaminoso, descontrolado. Foram andando de costas, sem deixar de beijarem-se. Bateu seu corpo na porta, Alec passou sua mão atrás das costas dele, pegando na maçaneta e abriu a porta. Quando já estavam dentro do quarto, sessaram o beijo. Alec disse para o outro:

_ Agora seja bonzinho... e tire estas suas roupinhas. - Apontava para o corpo de Magnus.

Magnus estava de boca aberta e rogou maldições ao seu corpo traidor. Retirou tudo, tendo os olhos de Alec o tempo todo sobre si. Como aquele homem poderia mandar nele assim? Estava tão afetado, tão entregue e seu pênis estava latejando, louco para se liberar.

Quando terminou, Alec percorreu seu corpo com os olhos, fazendo Magnus queimar e arder na expectativa.

_ Agora fique de quatro sobre a cama, abaixe a cabeça e levante esse seu traseiro redondinho para mim. - Mantinha uma voz sedutora.

Foi prontamente atendido. Magnus iria gozar só de estar tão exposto. Nem havia sido penetrado e já sentia-se ao ponto de explodir.

_ Hummm.... delícia!!! - Engoliu sua saliva. Retirando as suas roupas, proferindo ordens. - Abra mais as pernas... eu quero te ver!

Alec já estava nú, seu membro extremamente rígido, percorreu seu dedo indicador da nuca até o meio das nádegas de Magnus, enquanto posicionava sua glande na frente da sua entrada aroxeada. 

_ Você não imagina como está tão sexy nesta posição.

_ Alec... Por favor..

_ Por favor o que? - Como o outro não respondeu, Alec acertou-lhe um tampa bem dado em sua coxa direita. - Diga! Por favor o que? - Foi ríspido.

_ Você não disse... - Magnus estava ofegante. - Disse que ía me foder até meu corpo amolecer? - Sussurrou no final. - Estou vendo muitas palavras e pouca ação, Lightwood...

_ Ooo meu gostosinho... tão exigente, tão precipitado! - Molhou dois dedos com saliva e estocou sem aviso prévio o moreno o fazendo assustar e gemer. - Agora... você quer agora?

_ Sim... - Gemeu alto quase gritado.

_ Sabe, meu amor... eu vim desprevenido. - Silenciou pensativo. - Você por acaso teria... - Alec gesticulava tentando falar, com a mão livre, sem deixar de estocar o outro com os dedos. -  Camisinha?

Foi nessa hora que Magnus ficou extremamente corado. Não tinha preservativo. Como sabia que ambos estavam "limpos" não seria isso que os impediria. Pois ele seria capaz de morrer se não fizesse sexo selvagem agora com Alec.

_ Faça o que quiser comigo. Ou desistiu de me foder... - Estava ofegante, o provocando com as palavras.

Alec simplesmente parou de pensar. Já que era isto que Magnus queria, era isto que teria.

Seus dedos já tinham alargado aquele buraquinho, mas mesmo assim quando Alec se enterrou para dentro do corpo quente do moreno, sentiu o quanto aquela entradinha estava apertada, fazendo Magnus contrair um pouco o canal.

Segurou o quadril de Magnus enterrando seus dedos em sua carne. Magnus grunhiu ao ser penetrado com força. Primeiro Alec se colocou todo dentro dele, depois que o outro se acostumou, começou a se movimentar desenfreadamente. Ele estava com muita saudades daquele corpo que se incendiada ao seu toque. Principalmente quando era fodido, Magnus se transformava. Era sempre quieto até mesmo um pouco tímido. Mas na cama, ahh na cama ele se entregava.

_ Eu não estou te ouvindo... tesão... Geme para mim!!! - Alec deu o comando.

Aquela ordem fez Magnus gritar de prazer. A cada estocada que levava mais queria, mais sentia a sua próstata ser esmagada.  E o fato de estarem sem preservativo, estava gostoso demais! Como pode não ter feito isso antes?

Alec trabalhava firme, com movimentos que fazia o corpo do outro todo tremer. Magnus não iria se aguentar  por muito tempo. Com mais duas, três estocadas fortes, ele chegou no seu ápice.

_ Alec... e-eu vou... - Mal conseguiu falar, gozou forte e quente sujando todo o lençol da cama.

Alec sorriu satisfeito enquanto ainda o estocada com força, prolongando o orgasmo do seu homem. Quando chegou no seu limite, quando o ápice chegou, gritou preenchendo o outro por completo e desabando sobre as costas de Magnus. Ambos estavam suados e sujos, mas felizes, extremamente satisfeitos. Ficaram sobrepostos até quando suas respirações e batimentos cardíacos normalizaram. Então Alec conseguiu dizer:

_ Eu amo você... - Sussurrou no ouvido do outro, fazendo Magnus sorrir.

_ Você... não sabe levar um não  como resposta? - Magnus fingiu estar indignado fazendo o outro sorrir.

_ Magnus... você me ama? - Levantou seu tronco para poder olhá-lo nos olhos.

_ Amo... amo muito...

_ Então não me machuca mais! - Alec esboçava tristeza e angústia nos olhos, fazendo Magnus ficar com o coração pequenininho. - Me conta o que está acontecendo!

_ Alec... e-eu... - Interrompeu-se, calando.

_ Se você não falar, vou te amarrar na cama, colocar um anel peniano e um plug anal em você... e vou ligá-lo, deixar você se contorcer,  gritando com vontade de gozar e sem poder.

Magnus abriu a boca para protestar, mas passou em sua cabeça tudo aquilo o que  Alec dissera, o fazendo contorcer. Fato este que não passou despercebido pelo o outro.

_ Magnus... Magnus você se interessou ? - O moreno não respondeu. - Você quer usar esses brinquedinhos? - Alec pulou para cima do colo dele. - Você quer?

_ E-eu não me importaria de usar alguma coisa... assim... que fosse segura... Afinal, entre quatro paredes com consentimento... - Não conseguiu terminar. Estava muito corado. E a expressão de Alec de surpresa o deixou sem graça. - Não me olhe assim! - Tentou tampar o rosto com as mãos.

Alec sorriu, o agarrou forte num abraço.

_ Você! Magnus Bane... - Balançou a cabeça em negação. - Acho que te perverti. Mas... apesar desta ideia ser muito tentadora... não mude de assunto! - Fechou o semblante.

Não tendo como fugir mais, Magnus sentou-se,  fazendo Alec descer do seu colo, acariciou seus cabelos dizendo.

_ Vamos tomar um banho e depois a gente come algo enquanto eu te conto tudo. 

 

Foram para o banho. Alec já estava no box relaxando sob a ducha quente, com suas mãos apoiadas na parede. Magnus entrou o abraçando por trás. Colou seu rosto no pescoço alvo e sussurrou no ouvido alheio:

_ Estava morrendo de saudades de você... desse seu corpo gostoso. - Apalpou a nádega direita de Alec, encostando seu pênis que já ganhava vida. - Estou louco para te... te... - Respirou fundo, alisando seu traseiro. 

_ Me possuir? - Disse Alec com os olhos fechados.

_ É... É isso... - Ofegava ao dizer.

_ Então... me possua...

Magnus adorava isso em Alec. Ele era o ativo, era o passivo, era dominador e também sabia fazer sexo com amor. Se sentia completo ao seu lado. Muito realizado.

Magnus o puxou um pouco para fora da água, abaixou abrindo suas nádegas e lambuzando sua entrada, logo introduziu seus dedos da mão direita, para prepará-lo para recebê-lo. Enquanto o estocava com os dedos, segurava-o com o braço esquerdo, para firmá-lo em seu tórax,  tendo acesso livre ao seu pescoço. Deixava marcas, fazendo Alec gemer com a intromissão de seus dedos e de suas mordidas que levava logo acima do ombro direito.

Quando foi o suficiente, quando sentiu que Alec estava preparado o sufiente, foi deslizando seu membro molhado, bem lentamente,  saboreando cada sensação de pele com pele. Gemeu no processo,  por que sentí-lo assim, foi uma das melhores coisas que lhe aconteceu nos últimos tempos.

O membro de Magnus era bem grosso, e com pouca lubrificação fez com que Alec sentisse um pouco de dor até estar inteiramente preenchido. O moreno revirou os olhos, num gemido rouco. Sentiu o ponto de prazer do outro tão macio, tão presente, tão lá que não soube nomear as sensações.

Já haviam alguns anos, que Alec não transava sem proteção, sentiu seu corpo amolecer, ainda bem que Magnus o amparava, sem barreiras era bem melhor e não pôde deixar de dizer:

_ Magnus.... - Gemeu.- Seu amiguinho aí...

_ O que tem meu amiguinho? - Estava com a voz embargada de tesão.

_ Vai dee...va..gar... - Disse arrastado. 

_ Porque?... Tá doendo?.. ãhnnn... - Magnus até salivava, então retirou um pouco e empurrou de volta, fazendo Alec chiar. - Vou fazer com carinho. - Disse agarrando o pênis do outro e iniciando uma masturbação lenta. - Aiii Alexander... você é tão... apertadinho..

Alec estava com os olhos fechados, só sentindo, só esperando, ansiando, querendo mais. Jogou o quadril para trás e comentou:

_ Agora é você que está falando demais... - Instigando o outro a se movimentar.

Magnus soltou o pênis do outro, começou os movimentos de vai e vem, tendo suas mãos apoiadas em seu quadril. 

Tudo foi a princípio lento, porém foi ganhando agilidade a medida em que a busca pela liberação aumentava. Só ouvia-se o barulho dos seus corpos molhados batendo um no outro. Magnus estava entorpecido de prazer. Alec era delicioso!!!

Quando o orgasmo atingiu Alec e logo depois Magnus, ambos urraram de tanto prazer. Magnus disse o abraçando por trás:

_ Como eu estava louco de saudades de você... - Alec sorriu satisfeito.

Terminaram o banho, já há muito tempo esquecido, e todo o banheiro estava com uma neblina branca devido a água quente que saia da ducha.

_ Acho que vou ter que pagar a conta de água da Catarina. - Magnus disse em um tom de brincadeira, fazendo Alec olhá- lo e rir do moreno.

☆☆☆

Já estavam vestidos e alimentados, passavam das 10 horas da manhã, quando iniciaram a conversa, sentados no sofá. Magnus contou tudo do que sabia, tudo o que foi dito naquela reunião de segunda-feira entre ele, Asmodeus e Samuel.

Alec ouviu tudo atentamente. Sem dizer uma palavra. Ao terminar, Magnus o olhou com um semblante cansado e derrotado.

_ Agora entendeu porque eu sumi? Ele nos ameaçou.

_ Entendi, mas você deveria ter confiado em mim. - Pegou as mãos de Magnus e apertou forte.

_ Olha, Alexander, não pense que foi por falta de confiança, estava desnorteado. Não quis te envolver nesta sujeira toda. E também tem o julgamento amanhã. Quero que tudo dê certo. Como tem que ser.

_ Está certo! Você tinha um ponto. Agora, quero que daqui para frente você confie em mim,  ok? Somos um casal! - Alec olhava  em seus olhos sem piscar.

Magnus observando e ouvindo-o, sentiu-se tão cheio de amor e carinho. Agora, estando assim tão próximo de seu homem, achou precipitada a decisão de se afastar. Deveria ter confiado nele, no quão forte e decidido ele é. Então, se confiança é uma das qualidades que integram um relacionamento, não teve dúvidas ao terminar de contar .

_ Alec... eu... eu contactei um hacker!  - Disse envergonhado. 

_ Oi? - Perguntou sem saber se ouviu direito. - Magnus, isso é contra a lei.

_ Eu sei, eu sei... Precisava descobrir mais sobre Samuel. Precisava descobrir se ele é assassino, psicopata, sei lá! Não estava conseguindo dormir pensando nisto. Estava com medo da possibilidade dele fazer algo a minha família ou.... a você! - Abaixou a cabeça

Alec aproximou-se dele, levantando seu queixo para olhá-lo nos olhos.

_ Hei... não precisa se envergonhar. Acho que eu também faria o mesmo. Mas... o que descobriu? - Disse em tom calmo.

Magnus levantou do sofá e andou até a janela.

_ Não muito, ainda... Ele está devendo muito a bancos, agiotas, é viciado em jogos de casinos... Na verdade, estava em Las Vegas jogando e  a construção dos apartamentos está parada há uns 6 meses.

_ Nossa... quer dizer que ele nem tem um "império" mais. Quero dizer, não sei como está bancando de milionário ainda.

_ E pelo visto os imóveis do meu pai serão revendidos para a construção monumental que ele está fazendo. - Deu de ombros.

_ Bom. - Alec levantou-se do sofá.- Agora, vamos juntar suas coisas. Vou te levar para meu apartamento, tenho que ir trabalhar.

_ O que? - Magnus se virou para olhá-lo, estava confuso.

_ Isto que ouviu. - Aproximou-se do outro acariciando seu rosto. - Não vou ficar mais um dia sequer longe de você! Você não ouviu nada do que eu disse?

_ De qual parte você fala?! - Havia uma ponta de diversão na voz de Magnus.

_ Que eu te amo e que você é meu! - Enfatizou a última palavra. - No caminho, a gente passa no seu apartamento e pega mais roupas e o que precisar.

_ E Samuel, Alec?!

_ Pelo o que seu "hacker" descobriu, ele não tem condições alguma de nos afetar. - Magnus arregalou os olhos com o que ouviu. - Ele mal consegue se sustentar! Não se preocupe... agora, vamos, meu amor!

Magnus escutou aquele "meu amor" e o sorriso que deu, mal cabia em seu rosto. Estava ficando cada vez mais natural as demonstrações de carinho vindas de Alec. Isso o deixava radiante.

_ O que foi?

_ Você!

_ O que tem eu?

_ Além de gostoso é lindo! - Suspirou. - Amo você!

☆☆☆

 

_ Alô!

_ Michael Miller?

_ Sim, quem fala?

_ Sou Asmodeus, Asmodeus Bane. Gostaria de marcar uma reunião com você.

Ao ouvir aquele nome, Michael ficou tenso, sem saber como reagir. Então, conseguiu dizer:

_ Eu não te conheço e não tenho nada a tratar com o senhor.

_ Bom, é... acho que tem sim. É um assunto de seu interesse.

_  Acho que não... passar bem!

Antes que pudesse desligar, ouviu Asmodeus dizer:

_ Pois eu acho que sim. Michael Miller ou posso te chamar de Michael Davis. - Houve uma pausa. - É sobre seu pai, John Davis.  


Notas Finais


Então, meus queridos e minhas queridas!

Espero que tenham gostado😘

Comentem❣❣❣

Se quiserem 😉


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