História (malec)flower - Capítulo 19


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Categorias Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Clary Fairchild (Clary Fray), Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Magnus Bane, Personagens Originais, Simon Lewis
Tags Alec, Clace, Magnus, Malec, Sizzy
Visualizações 152
Palavras 1.985
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Pf não me matem!!
NÃO PARE DE LER A FANFIC PLEASE EU ESTOU EM ÉPOCA DE TRABALHO E PROVAS.
SÓ...continuem lendo.
Espero que gostem😶
Bjs de algodão doce.

Capítulo 19 - Confissão


No último cap~
(pov. Alec)
Ao chegar no hospital fui imediatamente ate o quarto dos dois. Avisaram que depois me passariam a base dos estados deles e que os dois estavam vivos.
Mas pra mim, isso não era o suficientes eu não descansaria ate ver com meus próprios olhos.
 - Magnus!!!
Ao abrir a porta, encontrei o que muitos chamavam de demônio, alguém inalcançável para os outros. Então pq para mim, só vejo um homem? Frágil e derrotado e que mesmo assim parecia o ser mais celestial a minha visão. Mesmo tão machucado quanto devia estar ele me deu seu sorriso sincero, belo e deslumbrante e só meu.
 - Como vai Alexander?_ depois dessa pergunta tão cínica, senti meu mundo tomar cor, meus olhos finalmente derramarem aquelas lágrimas tão difíceis de sair e meus dedos finalmente tocarem os seus agora tão frágeis.
 - Desculpe, desculpe, me desculpe_ dizia enquanto apertava sua mão.
 - Ei, pq se desculpa. Você esta aqui, não a nada que eu poderia pedir.
Beijou minha cabeça e em seguida meu olho esquerdo, foi ate meu nariz e minha bochecha para chegarmos em um beijo cheio de ternura.
 - Alexander, eu voltei.
Pov. Peter.
Chegamos ao hospital, e corri ate o andar que Alex tinha dito para a ruiva. Nunca pensei que o elevador serie tão lento. Ao abrir voltei a correr, nem vi se alguém vinha atrás de mim e se minha respiração estava quase audível.
Esbarrei em algumas pessoas mas nem liguei, precisava achar Alexander. Precisava contar a verdade, tudo que aconteceu, foda-se, se eu parasse na cadeia é a minha irmã que importa, pra mim, pra eles. Sei que cuidaram bem dela. Também sei que irão querer me salvar também mas eu também não tenho salvação.
Estava ficando sem folego e minhas pernas doíam, eu não podia parar, Sophie precisa de mim, eles precisam de mim, se eu desistir agora.... Merda!! Minhas lagrimas começaram a cair de novo, pq eu tinha que ser tão chorão?!olhei pra baixo, pelo menos tinha que manter meu orgulho, não deixaria que me vissem chorar, pois eu rio da loucura e insanidade e isso não mudara agora.
Engulo meu choro e volto a correr, quando chego no quarto indicado abro a porta e uso todo meu folego pra dizer.
 - EU SOU O IRMÃO DELA!!!
Pov. Magnus.
 - o que?... É piada, não é?
O sarcasmo e desconfianças na minha voz eram notáveis, porem o meu coração tinha certeza que ele estava sendo sincero. Enquanto todo o resto de mim diziam o contrario. Em quem confiar em um adulto ou em um menino de dezesseis anos? Mesmo que eu quisesse ter alguem que tivesse acreditado em mim naquela época. Merda, eu não sou bom com isso, pq não consigo fazer como faço com todos e negligenciar suas loucuras e expectativas... Merda.
 - Peter, ainda não fizemos as perguntas que deveria em responder certo? Podemos começar._  Alexander falou com aquela confiança própria dele e com aquela voz calma, típica de um anjo.
Peter se sentou perto de uma cadeira ao lado de Alec e a minha frente, seu olhar era de alguem desesperado, sua perna tocava o chão em um tique nervoso e havia lagrimas no canto de seus olhos. Ele respirou fundo e começou.
 - Quando eu era pequeno, meu pai e minha mãe sempre brigavam. Tínhamos uma pequena loja, que meu pai dizia que guardava o dinheiro para nossa faculdade, mas a minha mãe sempre pegava dinheiro escondido ate que um dia meu pai soube disso e a partir dai as discussões não paravam_ As lagrimas escorriam do seu rosto e ele soluçava muito, ao tentar dar conforto para continuar, Alexander encostou a cabeça do menino eu seu ombro_  meu pai nunca foi um homem forte, sempre teve um coração fraco, mas nos amava e sempre se medicava, ele sempre dizia que queria me ver com um grande amor e que queria ver a Sophie como uma adulta respeitável. Infelizmente em um dia comum ele teve um ataque cardíaco, seu coração não aguento. As únicas palavras de conforto que recebi do que deveria ser minha mãe foram " que bom, que me livrei desse estorvo"....
Minha cabeça estava rodando, não só com toda a informação, como o porque de existir alguém assim. Meu amor com Alexander sempre foi o mais forte para mim, foi o que me mantem em pé e que me fez esquecer o meu passado. Com Sophie não é diferente, ela confiou a mim sua vida e a capacidade de ser o que minha mãe foi. Por isso não entendo como alguem pode agir assim.
 - Imagino que essa não foi a única coisa que a cadela ladrou certo?_ eu disse com fogo nos olhos, claro que recebi um olhar de repreensão por aquele linguajar.
 - Hey Alexander prefiro esse seu olhar em mim depois, não agora se concentre hsjjs._ sussurrei em seu ouvido maliciosamente e o vi corar.
 - HORA SEU?! Enfim, sei que deve ser desconfortável falar de tudo isso mas por favor continue._ disse encabulado o que me fez dar um sorriso ladino.
 - Certo, logo depois desse dia minha mãe começou a fumar e beber e dizia para eu ir comprar as coisas para ela se não me deixaria sem comida. Meus dias se resumiam a acordar dar leite para a Sophie e ir ao colegio e na volta comprar os cigarros ou bebidas dela. Porém....quando eu cheguei em casa em um desses dias, vi ela estrangulando minha irmã.
 - O que?! _ Alexander tinha se exaltado, seu instinto protetor era maior que qualquer caso, mas sabia que aquela historia não havia acabado. Simplismente agarrei sua mão e a apertei forte.
 - Relaxe, você não é o único._ falei baixinho para ele.
 - Eu não queria ter feito aquilo, só queria proteger minha irmã. SE EU NÃO A MATASSE A SOPHIE ESTARIA NO SEU LUGAR!!EU NÃO QUERIA QUE TIVESSE SIDO ASSIM, NÃO PEDI PARA TER UMA MÃE DE MERDA E UMA FAMILIA EM DECADÊNCIA, MAS EU NÃO PODIA DEIXAR QUE ELA MORRESSE MESMO QUE EU FOSSE PRESO POR ISSO, EU SÓ QUERIA A FELICIDADE DELA!!POR QUE SERÁ QUE EU NÃO PODERIA SIMPLISMENTE MORRER CACETE!!
Após aquelas ultimas palavras, estava pouco me fodendo pra todos aquelas agulhas cheias de soros no meu corpo, o puxei para mim com todo minha força e o abracei, senti todo seu desespero molhando minha camisa.
 - VOCÊ NÃO VAI MORRER ESTA ME ENTENDO, PQ AGORA VC TEM A MIM, VC TEM A NÓS E POR MAIS EGOÍSTA QUE ISSO SEJA E-EU NÃO PERMITO QUE VC MORRA SEM MINHA PERMISSÃO ENTENDEU??_ disse o puxando ainda mais para mim. Agora nem eu conseguia mais conter aquelas lagrimas, com meus olhos todo embaçados vi Alexander sem saber o que fazer e somente nos olhando em silêncio segurando o seu choro. O estendi o braço, o chamando para aquele abraço.
 - Vamos Alexander pare de se fazer de forte, hshs não engana ninguém_ disse ainda chorando.
O vi pulando nos meus braços e abrindo o berreiro como uma criança.
Se bem que era o que nós três parecíamos, crianças que perceberam a maldade do mundo e que agora choravam juntas tentando se proteger de todo o mal.
Já um pouco mais calmo eu os disse.
 - Eu amo vocês.
Pov. Clary.
Vi a criança ir ao andar indicado, e eu fiquei para trás aproveitei para perguntar algo que me intrigou muito.
 - Com licença vc disse que o paciente em questão esta neste quarto, mas e o outro? Tinha... Tinha um bebê com ele.
 - Desculpe moça, não foi registrado nenhum bebê, não neste hospital.
 - O que?! Isso é impossível, tinha um bebê lá, uma menina, onde ela esta?!_ disse já com a voz embargada do choro. Não, não, não.
 - Desculpe senhorita mas terá que ver isso com a policia.
 - Ah!!Inútil_ bati no balcão e sai furiosa para encontrar Jace, me surpreendeu que ele estava bem atrás de mim.
 - Você ouviu?_ perguntei e ele assentiu_ Otimo, então não prescisamos demorar explicando. Antes de contar pro Alec e pro Magnus, ligue para a Izzy.
 - Também acha que  obra dele._ disse sussurrando.
 - Sim, mas não podemos dizer isso pra eles, chamaria muita atenção.
 - Bem, também chama a atenção, você armando barraco com a pobre da secretaria._ disse sarcástico.
O olhei com fúria nos olhos, mas nós dois sabíamos que era pura tensão do momento. Nenhum de nós queríamos que eles voltassem pois cada um de nós tínhamos pesadelos seja com os demônios do passado ou do presente. Mas também sabíamos que nunca estamos totalmente em paz.
 - Você pensa de mais. Vai ficar tudo bem...eu prometo._ ele beija minha testa e me acalenta em seus braços.
Agradeço todos os dias por ter ele por perto, muitos dizem que eu sou a sanidade pra sua loucura, porem sempre soube que ele era o centro do meu furacão. Pois quando eu estava prestes a me quebrar como um vaso frágil ele estava la.
 - Sempre seremos assim não é?
 - Assim como?
 - O complemento da loucura e sanidade um do outro.
 - Do que depender de mim sim.
 - Ótimo_ disse o dando um selinho ,o que me faz sorrir tanto como o faz corar.
 - Vamos encontrar o quarto de Magnus_ disse envergonhado e entrelaçando nossas mãos se voltando a caminhar.
Talvez eu ainda não tenha a paz que eu desejo, mas, com ele talvez eu consiga viver e conviver com meus erros e defeitos e assim não estarei totalmente só.
Pov. Alec.
Após aquele momento de lágrimas, sentimentos e revelações do passado. A enfermeira veio medicar Magnus e a pedi um calmante para Peter que logo dormiu escorado ao lado de Magnus.
Era tudo tão novo, de um dia para outro eu conheci uma linda bebezinha, no outro entro em um caso onde conheço um menino e no terceiro o que acontece meu marido é atropelado.
Porque tudo esta de cabeça pra baixo, quando aquele tempo acabou pensei que todas as loucuras também acabassem.
 - MERDA!!!
 - Alexander!!! O que houve, por que gritou?_ disse Magnus assustado e desnorteado acho que vou ter dois lindos pares de olhos querendo me matar hoje.
 - Esqueci de falar com a secretaria sobre a Sophie.
 - O que? Então o que esta esperando vai logo!!_ disse Peter que tambem tinha acordado com o susto.
 - Não precisa, já falei com ela. Logo depois de ser deixada na recepção não é mesmo Peter?!_ Clary e Jace estavam na porta, se percebia a cara de preocupação dos dois mas sabia que depois nos contariam.
 - E então onde ela esta?_ Peter perguntou, empolgado para ver a irmã.
 - E-Ela esta em observação ainda não podemos vê-la, mas disseram que logo poderemos._ O olhar de Jace se voltou para Magnus e trocaram olhares. As vezes me irritava que eles se entendiam apenas com olhar nas piores situações porém desta vez somente me causou preocupação.
 - Tudo bem, nesse caso acho que vamos ter que esperar.- fez carinho na cabeça de Peter e logo depois olhou pra mim com seus olhos, fazendo meu corpo se arrepiar- me desculpe mas acho que farei vcs voltarem novamente para o hospital.
 - Que nada!! Vou dar ótimas dicas para vc se divertir��, há só cuidado com a enfermeira das 13h ela sempre coloca umas musicas melosas._ disse Peter fazendo cara de nojo.
Rimos de sua frase e observei Magnus sorrir para mim o que me fez corar. Já que os sorrisos de Magnus nunca são só um sorriso, ele já quase ia pedir para Clary e os demais irem fazer alguma coisa.
Mas alguém um pequeno ser de olhos heterocromáticos foi mais rápido.
 - Ruiva, loiro, vamos comprar alguma coisa, nessa correria fiquei com fome._ disse já os empurrando para fora da porta.
E para concluir disse.
 - Divirtam-se.
 


Notas Finais


E então como foi? Hshs Peter safadenho, Sophie sumida wtf. E o tiozinho maquiavélico quem sera? Magnus é um amorzinho?


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