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História Malvie- Os Vilões Agora São Outros - Capítulo 7


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Notas do Autor


Não corrigi, mais um pra vcs hj. Comentem pra eu saber se estão gostando, gente.
A menina na foto é a Alessia Cara, representando Jessie.
Espero que gostem.

Capítulo 7 - A Varinha


Fanfic / Fanfiction Malvie- Os Vilões Agora São Outros - Capítulo 7 - A Varinha

Ao anoitecer os rapazes deram uma rápida fugida ao quarto das meninas, que estavam ocupadas, Jessie havia roubado alguns itens interessantes enquanto Clara resetava e configurava o notebook que Jessie havia roubado do quarto de alguma princesa descuidada que havia deixado a porta do quarto destrancada. Não demorou muito e Clara já havia baixado vários jogos e aplicativos, ela era mesmo uma gênia da tecnologia. Jessie ao ver aquilo deixou o tablet roubado de lado e começou a empurrar a amiga para que ela pudesse jogar também e logo as duas meninas estavam discutindo de novo.

-Hey, dá para vocês duas pararem com isso?- Mason gritou irritado se jogando na cama e olhando na direção das meninas, Jessie bufou frustrada e voltou para perto de seu amigo, onde estavam os eletrônicos roubados e começou a testar para ver se algum tinha senha e estava em bom estado. - Para que você roubou isso tudo?

-Tava só aproveitando o tempo que temos aqui pra algo útil. -Ela falou como se fosse óbvio e o de cabelos roxos revirou os olhos.

-Ou... você pode deixar aí e pegar tudo de novo quando nós tivermos dominado o mundo todo.- Ele falou com um sorriso perverso e convencido.

-Você falou igualzinho a sua mãe!-Evil falou olhando rapidamente para o melhor amigo, antes de voltar a sua atenção para o enorme espelho no quarto das meninas, ele estava realmente tentado a roubá-lo, elas não precisariam mesmo.

-Obrigado!-Mason falou feliz e animado antes de se levantar e fechar a expressão, se lembrando o porquê de estar ali. Hey, nós temos uma missão aqui. -Ele falou sério e logo atraiu a atenção de todos, Clara fechou o notebook, Evil parou de se olhar no espelho e se virou em sua direção, Jessie parou de avaliar seus objetos roubados, todos agora sentiam o peso do que estava sobre eles.-E quanto mais rápido pegarmos a varinha, mais rápido iremos libertar e orgulhar nossos pais.-O silêncio reinava no quarto, a vida toda eles eram os piores possíveis para fazer seus pais felizes, e nunca era suficiente, agora eles finalmente conseguiriam.  - Evil, por quê você não usa seu espelho pra achar onde tá a varinha da Fada Madrinha?

-Claro, espera. - Evil procurou em sua jaqueta e achou, segurando o espelho com dúvida ao que iria dizer.- Espelho, espelho... na mãozinha?!-Ele falou meio incerto, mas logo continuou a rima. -Me mostre onde está a varinha.

Logo o espelho se embassou em fumaça e mostrou a imagem da varinha estando envolta de uma luz azul lhe protegendo.

-Espelho mágico, não tão de perto. -Evil falou rapidamente e logo a imagem foi se aproximando aos poucos conforme ele ordenava, até que a imagem se concentrou na entrada do prédio em que a varinha estava.

-Museu Cultural de Auradon? Nós sabemos onde é isso?-Mason perguntou olhando aos demais que negaram, mas então Clara usou seu computador e achou a localização no mapa. Não demorou muito pra que os outros saíssem correndo silenciosamente em direção ao museu, Clara ficou para trás pra jogar, mas ao ser chamada por Mason ela bufou e colocou seu casaco e saiu correndo desajeitada atrás dos outros.

O museu era a três quilômetros de distância da escola, então eles não demoraram muito pra chegar, eles eram bons corredores, então foi bem fácil. Ao chegar lá eles procuravam uma entrada quando Mason disse:

-Por que não checa seu espelho?-Ele olhou para Evil que já começou a procurar o espelho em seus bolsos.

-Por quê? Meu cabelo ta bagunçado?- Ele os as mãos em seu cabelo perfeitamente penteado procurando por algum defeito.

-Tá. -Mason mentiu naturalmente. - E aproveita pra procurar no espelho onde está a varinha. -Falou e lhe olhou debochado enquanto o outro assentia e procurava o lugar, logo tomando a frente para lhes guiar ao lugar certo.

Ao chegar à entrada eles se depararam com um guarda e se esconderam por medo dele lhes avistar.

-E agora, como a gente vai entrar sem ser visto?-Jessie perguntou em voz baixa e voltou a olhar pelo vidro da porta, puderam avistar alguns itens mágicos, até que ela avistou a roca de Malévola e começou a rir baixinho junto com Clara. - Aquela é a roca da sua mãe?

-Cala a boca, é mágico, não precisa ser assustador.  - Ele falou meio ofendido e abriu o livro de feitiços entregue pela sua mãe antes de ir para Auradon .- Agulha mágica sem demora, fure o dedo da vítima agora.- Dito isso nada aconteceu, Jessie e Clara só riram mais e Evil lhe olhava com piedade, ao menos o espelho quebrado de sua mãe funcionava.

-Que impressionante!- Jessie debochou e Clara logo completou:

-Me arrepiou!-Ela falou mostrando o falso arrepio para Jessie que fingiu interesse e logo ambas caíram na gargalhada.

-Quer saber?-Mason folheou mais um pouco o livro de feitiço de sua mãe e achou um perfeito.- Fure o dedo bem profundo, que ele durma num segundo.- No momento em que ele completou o feitiço o segurança se levantou e foi até a roca, olhou com curiosidade e espetou o indicador, o mesmo bocejou e se deitou, rapidamente começando a dormir profundamente

-Não é tão cafona agora, né?!-Mason falou convencido enquanto olhava as meninas ficarem incrédulas. Logo ele tocou a maçaneta e tentou abriu, mas estava trancada. - Droga, ta trancada.

-Para trás!-Jessie falou sorrindo e se afastou, já estava mais que acostumada a arrombar portas. Logo pegou impulso e voltou correndo, mas não deu tempo antes que Mason soltasse outro feitiço.

-Sem demora 1,2,3 , abra a porta de uma vez! –Dito isso a porta se abriu e Jessie passou direto e caiu no chão, os outros começaram a rir e Mason deu um leve chute nela.- Vamos lá, Ladra Sem Limites.

Logo os outros três seguiram Mason para dentro do Museu e eles passaram por várias galerias, até que eles pararam de frente para a Galeria de Vilões e todos ficaram chocados com o que viram, Clara foi a primeira a se pronunciar hipnotizada com as estátuas de seus pais.

-Eu nunca mais esqueço o Dia das Mães...-Eles todos estavam com medo, mas também orgulhosos, todas as histórias contadas ganhavam vida ao olhar para aquela antiga versão de seus pais.

Jessie desviou o olhar da estátua de se pai, aquela figura inanimada a fazia lembra das vezes que seu pai se irritava por ela não ter roubado coisas o suficiente pra  loja, como punição ele a colocava pra dormir em seu tapete sujo em baixo da prateleira de madeira quase quebrando pelo peso de várias das televisões velhas e enferrujadas da loja. Jessie não precisava daquela estátua para se lembrar quem era Jafar; é fácil derrotar um vilão, o difícil é conviver com ele e chamá-lo de pai.

-Vamos, pessoal. A varinha não ta aqui. -Ela se virou e saiu, logo Clara e Evil foram juntos, sobrando somente Mason, que olhava vidrado para a estátua maligna de sua mãe. Evil parou ao perceber que Mason havia ficado e perguntou:

-M, você não vem?-Chamou com calma, vendo a forma que Mason olhava para a estátua de sua mãe. –Temos que ir.

Já vou. –Evil suspirou, mas resolveu seguir e dar um momento ao amigo, acreditando que logo o mesmo o seguiria.

No entanto, a pressão de orgulhar e libertar sua mãe era tão grande que o garoto começou a imaginar coisas. As torturas de Malévola eram físicas e psicológicas, só que Mason era fisicamente mais forte, mas sua mãe era capaz de manipular sua mente de maneira que ele não sabia sua força, ele tinha medo da mãe e lhe obedecia sem hesitar, essas torturas lhe gerava algumas alucinações, e ele estava tendo uma bem ali, na Galeria dos Vilões enquanto observava a estátua de sua mãe,  a Rainha das Fadas das Trevas.

-Mason, eu encontrei a varinha, vamos! – Evil voltou com um sorriso no rosto e tirou Mason de sua alucinação em que o mesmo cantava e dançava com sua mãe.

Logo ambos voltaram juntos para onde Jessie e Clara esperavam.  Ao chegar lá, Mason pôde ver a Varinha flutuando, eles desceram as escadas, indo até onde estava a varinha, que estava protegida por uma luz azul. Infelizmente, eles descobriram da pior maneira  –Jessie tentou pegar a varinha, mas foi jogada pra longe.– que a luz era um campo de força que ao ser tocado disparava uma sirene ensurdecedora.

O guarda do museu despertou pelo barulho e as luzes piscando e os adolescentes tiveram que dar a volta e sair por onde voltaram, mas ao ouvir o telefone tocando Clara até parou para atender e sem querer ajudou a desligar o sistema de alerta, mas logo teve que sair correndo atrás dos outros.

-Ótimo,  Jessie! –Mason gritou para a amiga enquanto todos corriam como se não houvesse amanhã com medo de serem pegos. –Agora temos que ir pra aula amanhã!


Notas Finais


Até mais, stay alive
Beijossss


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