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História Man Down. - Capítulo 6


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Notas do Autor


É oficial, vou postar uma semana na segunda e outra na quarta, acho que assim fica mais fácil... espero v:
E temos uma ceninha Sasodei, beeeeeem no começo
Não betado.
Imagem de キンタル (@quintal187_ura)
Vão ler!

Capítulo 6 - Capítulo 5 - Diálogo de foice, milícia e a rejeição.


Fanfic / Fanfiction Man Down. - Capítulo 6 - Capítulo 5 - Diálogo de foice, milícia e a rejeição.

A rua hoje parecia mais limpa, aquele ar sombrio não existia mais e Hidan não sabia se isso era bom ou ruim, ela também não se importava tanto assim, principalmente por estar tão feliz que viu hoje um sorriso de sua amada, parecia besteira, mas aquela mulher sorrindo era a coisa mais linda que Hidan já tinha visto na vida.

Entrando no bar, ela logo deu de cara com Deidara olhando para Sasori trabalhando, seus braços apoiados na bancada e o sorriso bobinho denunciava muito o loiro e Sasori parecia perceber isso. Hidan sorriu sacana e andou até os amigos.

— Alguma novidade? — Hidan perguntou de forma maliciosa.

Deidara corou em supetão e olhou para a amiga — O que você quer Hidan!? Hn!

Sasori sorriu de ladinho vendo o desespero de Deidara — Eu e Deidara estávamos pensando em sair para algum lugar.

Os olhos de Hidan brilharam — E quando você ia me contar porra? — Ela deu um soquinho no ombro de Deidara.

— Pare de se meter na vida dos outros Hidan. — Comentou Yugito, que estava com os braços cruzados e olhava julgadoramente para a albina.

— E você, vadia puta, pare de se meter nas conversas dos outros. — Hidan deu língua.

Dava para ver raios saindo dos olhos das duas mulheres, pareciam até que rosnavam uma para a outra. Sasori suspirou — Aliás, Yahiko quer falar com você Hidan.

A albina olhou confusa para Sasori e depois procurou Yahiko pelo olhar, o achando dentro do cubículo junto com Nagato e Konan e seguiu caminho para lá, deixando Yugito de lado que bufou, enquanto Deidara ria da situação. Quando Yahiko viu a albina se aproximar acenou para ela, vendo Konan e Nagato olharem imediatamente para ela e Konan convidou Hidan para sentar ao seu lado.

— Tá bonita hoje! — Konan elogiou — Por acaso se encontrou com alguém?

Hidan corou levemente — Não é da sua conta… — O trio olhou surpreso para a reação da albina — O que foi? — Perguntou Hidan.

Yahiko olhou para Nagato e Konan e engoliu a seco — Hidan, nós estávamos pensando e Nagato achou que seria uma boa ideia explicarmos o plano para você. — Vendo o olhar concentrado de Hidan ele prosseguiu — Como sabe, estamos finalmente conseguindo vender no distrito do Hanzo, conseguindo lucrar, mas temo que nossas vidas possam correr perigo com isso-

— Vai direto ao ponto Yahiko. — Hidan fez bico.

— Vá até Sasori e veja o estoque de armas dele e escolha alguma. — Konan terminou a explicação, rindo da cara de Hidan quando a viu arregalar os olhos em felicidade.

Hidan se levantou e correu para Sasori que nem precisou ouvir Hidan e guardou os copos que estava limpando e seguiu para os fundos do bar. Deidara e Hidan seguiram Sasori, saindo e caminhando até o outro lado da rua abandonada para um loft. Entrando, logo de cara dava para ver o mezanino bem decorado e embaixo dois sofás e alguns pufes com uma televisão no alto e as cores principais eram neutras. Hidan sentou no sofá e olhou o local atentamente vendo que no fundo tinha uma pequena cozinha e uma área externa e outra porta ao lado, talvez o banheiro? Bem, ela não se importava o bastante para perguntar e olhou curiosa para Sasori que tirava uma maleta por detrás do balcão e colocou na mesa de centro e a abriu, revelando um notebook e alguns objetos e o abriu na frente de Hidan.

— Escolha um. — Mandou Sasori.

A imagem era de algumas armas, Hidan não sabia usar pistolas ou coisas assim, ela queria algo mais afiado. Ela desceu mais a página, enquanto Sasori e Deidara voltavam a conversar, mas dessa vez Hidan não prestou atenção neles. Por algum motivo, o sorriso de Kakuzu veio em sua mente novamente, céus, a mulher estava invadindo sua mente e seu corpo já que o seu coração parecia uma bomba.

O que eu usaria para proteger Kakuzu?

Seus olhos púrpuras caíram em duas foices de punho, o cabo era vermelho e nas pontas preto enquanto a lâmina é prateada. O olhar brilhante de Hidan chamou rapidamente a atenção de Sasori.

— Gostou de algo? — Perguntou e observou Hidan virar o notebook e apontar para a imagem da foice de punho — Sério? — Sasori questionou os gostos de Hidan naquele momento.

— Vai se fuder. — Hidan mandou ao perceber a cara feia de Sasori.

Ele suspirou cansado — Procure mais, vai que goste de algo.

Hidan olhou de cara feia para Sasori, mas ela voltou a procurar algo, não custaria nada, certo? Ela passou as páginas rapidamente e seus olhos que já estavam brilhantes ficaram reluzentes, talvez aquilo fosse um dos maiores clichês do cinema, mas ela sempre sonhou em tem um bastão de beisebol, ela achava isso a coisa mais foda do mundo e principalmente ter o nome escrito “Diálogo” no bastão.

Ela vibrou com esse pensamento.

— Sasori! — A albina chamou, muito animada, assustando tanto Deidara quanto Sasori — Você pode colocar “diálogo” no bastão de beisebol?

O ruivo espreitou os olhos — Quantos anos você tem? 12? Claro que não.

A albina olhou irritada para Sasori — Como é que é cara de mucuim? Tá me tirando porra?

Tanto Sasori, quanto Deidara queriam saber o que era cara de mucuim, mas o ruivo não perdeu tempo com isso — Vai querer ou não?

Hidan fez bico torto, ela queria muito aquele bastão de beisebol, mas parecia que Sasori não faria o seu agrado, então ela teve uma ideia — Tudo bem, quanto vai custar?

— Konan pediu para sair na conta dela. — Deidara comentou e ao ver o rosto da albina se transforma em pura indignação ele logo retrucou — E nem adianta reclamar, você sabe como ela é.

Hidan ainda permanecia com bico torto, ela sabia que convencer Konan do contrário era simplesmente impossível. Em derrota, Hidan suspirou e coçou a nuca — Tá, tá caralho.

— Daqui a dois dias eu entrego para você. — Sasori tomou o notebook das mãos de Hidan e o guardou na maleta.


 

Hoje a limpeza estava além de impecável nos corredores da empresa, parecia até novo, mas Itachi estava muito preocupada para perceber isso, ela tinha problemas maiores, bem maiores. Ela não queria que nada de ruim acontecesse com a amiga de infância, Kakuzu, e Madara parecia especialmente irritado quando lhe ligou ontem de noite perguntando como foi a reunião.

E isso a deixou com medo.

Sabia do que o tio era capaz, ou a sua família inteira quando alguém se metia em seus planos, porém, sem a CEO é praticamente impossível fazer algo. Ela bateu à porta do escritório de Kakuzu e quando escutou a permissão ela adentrou vendo a mulher digitando algo no notebook, muito provável que esteja respondendo e-mail.

Kakuzu parecia bem-humorada hoje, Itachi imaginou que fosse por causa da moça albina de mais cedo, afinal, Kakuzu chegou com um sorriso bobo no rosto. Isso não era nada bom.

— Kakuzu, precisamos conversar. — Itachi chegou mais perto da escrivania, vendo que tinha total atenção da mulher mais velha, a morena prosseguiu — Aconteceu alguma coisa ontem? Você mandou mensagem.

O bom humor aparente de Kakuzu se tornou sombrio — Sim, eu… — Mas nada saiu, Kakuzu se odiou por isso, por fraquejar de tal forma.

— Você precisa aceitar a proposta, Kakuzu — Itachi falou devagar — Madara está irritado e eu tenho medo do que isso pode acarretar.

Kakuzu também tinha medo.

A morena mais velha cruzou os braços e olhou de forma irritada — Você sabe o que aqueles caras queriam Itachi, não se faça de sonsa. — Quando Itachi negou de forma descrente a mais velha levou sua mão até sua têmpora e massageou — Eles queriam milícia, lavar dinheiro da empresa, como fizeram com a Senju. — A morena mais velha sorriu debochada quando viu o olhar desacreditado da secretária — Não se faça Itachi, eu sei que você pesquisou sobre eles, em um dos e-mails que me mandou você disse para destacar sobre as ações e estatísticas da empresa, comparando com as da Senju.

Itachi engoliu a seco — Você está paranoica.

A mais velha bateu as unhas na mesa — Cale-se Itachi! — Ela se virou para o notebook, seu humor ficou péssimo dali, tantas coisas acontecendo e ela de mãos atadas e sabia como Itachi poderia ser insistente, só de imaginar que a outra mulher chegaria com outra conversa sobre isso a irritava profundamente — E essa conversa acaba aqui.

Por outro lado, a Uchiha mais nova sentia o desespero lhe consumir, Kakuzu estava certa, aqueles homens são da milícia e queriam fazer a maracutaia, mas por outro era Madara por trás e isso por si só assustava Itachi, ela queria contar para Kakuzu, sendo a CEO e a esposa do presidente tinha o total direito de saber o que o marido estava fazendo. Porém o medo do que aconteceria com ela depois era maior.

— Infelizmente isso não será possível. — Itachi e Kakuzu cruzaram olhares, ela sabia que estava cutucando a fera, mas era para o bem dela.

Kakuzu rosnou.

Depois disso o tempo praticamente se arrastou, tinha pouco trabalho para fazer hoje, mas isso estava desgastante além do normal, ficar estressada era normal para ela, mas por esse motivo? Inferno, parecia que as coisas não podiam piorar.

Mas elas podiam.

No fim do dia, Kakuzu saiu apressada da empresa, queria chegar em casa logo, pois sabia que lá ficaria sozinha, Madara nunca ficava em casa e pessoalmente ela não queria saber onde ele se metia, é melhor assim para ela. Mas ao sair, com o vento soprando e trazendo algumas folhas alaranjadas e algumas borboletas, se deparou com Hidan na frente do seu carro com as mãos no bolso fazendo a mais velha sentir uma agulha sendo enfiada em seu coração e suas pernas tremerem.

A albina, percebendo alguém lhe fitar, subiu o olhar e viu Kakuzu e um sorriso bobo automaticamente se formou em seus lábios róseos. As duas olharam uma para outra, Hidan com carinho enquanto Kakuzu estava tímida, mas ao se lembrar do seu dia horrível seu rosto fechou e andou até o carro.

— Parece que alguém tá com raiva. — Não foi uma boa abordagem Hidan.

Kakuzu olhou irritada para a mais nova — O que você quer Hidan?

Seu nome parecia perfeito na voz cadente da morena — Vim perguntar se a gente vai sair, no encontro sabe? — Hidan fez bico, enquanto chutava o chão e as mãos para trás.

— Hoje não vai dar. — Ela disse de forma seca, abrindo a porta do carro e jogando as pastas sobre o banco de forma irritada, fazendo a albina contrair a boca.

Mas Hidan não conseguia calar a boca mesmo percebendo a situação tensa — Poxa, porquê?

Ao suspirar, Kakuzu se perguntou muitas coisas naquele momento. Não querendo mais discussões ela adentrou no carro e seguiu sua viajem, deixando Hidan para trás e seu olhar se tornou sombrio e de relance olhou para a porta que dava a empresa, vendo uma mulher de porte médio observando a conversa.

Itachi se assustou e deu um passo para trás, nunca tinha visto alguém com um olhar tão arrepiante quanto aquela mulher de olhos púrpuros, mas se aquilo que escutou fosse verdade, talvez o problema seria pior ainda.

Hidan continuou olhando para a porta, uma áurea assassina se instalou nela com fervor e logo sorriu debochadamente para a espiã, Hidan sabia que aquela mulher estava ali desde o começo, talvez a responsável pelo péssimo humor de Kakuzu? Ela não sabia, então apenas deu de ombros e saiu andando dali, indo para casa e arrumar o resto de coisas do apartamento.


Notas Finais


Cara de mucuim: Um rosto pequeno v:
O que será que Madara é capaz? hmmmmmm


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