História Man Down - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Hopev, Seoktae, Taeseok, Vhope
Visualizações 288
Palavras 1.500
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - What started out as a simple altercation


Fanfic / Fanfiction Man Down - Capítulo 2 - What started out as a simple altercation

– Sou Kim Taehyung. – me apresentei assim que entrei na sala. Estava apressado e com os papeis nas mãos, ele não olhava diretamente pra mim e sim para a pequena e única janela que havia na sala, esta que era gradeada e por isso permitia que a luz do sol de fim de tarde entrasse. E nesse meio tempo eu pude observá-lo, parecia tão absorvirdo em seu mundo e eu aqui querendo entender o porque ele não poderia ao menos me contar o motivo que o estava levando ao corredor da morte. Nada fazia sentido e nem muito menos sua total tranquilidade.

 

Mas não era somente isso que eu via dentro de seus olhos, havia algo mais ali. Algo que o deixava tranquilo e tão absoluto de si que me intrigava ainda mais. E com esse pensamento que eu continuei lhe observando, tão bonito e tão jovem. E eu confesso que não queria que ele morresse, por alguma razão. Mas ficava complicado defendê-lo quando ele havia assumido o crime. Quando havia contado tudo aos policiais e eles estavam entrando em contato comigo apenas para simplesmente nada. Só para dizerem que ele teve direitos. Coisas que não deixava de ser verdade. Mas era em vão.

 

– Eu sei. – ele disse com um meio sorriso torno, bonito demias. Tudo nele estava me chamando a atenção e isso me preocupava muito. Tentei espulsar aquilo da mente. Poderia ser apenas uma situação causada pela pena que eu estava sentindo dele. – Um Kim. – ele comentou e isso me intrigou. O nome do rapaz que ele havia assassinado era Kim MinJae, um rapaz da minha idade e que deveria ser conhecido dele, já que o mesmo não levou nada da vítima e ficou olhando para ele por um bom tempo, o que todos acharam estranho. Ele estava executando uma vingança e disso eu tinha completa certeza.

 

– Bem, eu estou aqui para lhe ajudar. – começei. – E preciso que me diga exatemente o que te levou a matar Kim MinJae. – fui sincero e ele apenas me olhou de soslaio. Depois se virou para mim, sentando-se corretamente na cadeira.

– De que isso vai adiantar? Não vai me livrar de nada e na realidade quando eu puxei aqule gatilho eu já sabia que tinha de pagar pelo que eu fiz, assim como ele está pagando pelo que ele fez. – disse simplista, baixando o tom a medida que falava.

– E o que ele fez? Eu gostaria de saber se fosse possivél. – me ajeitei melhor na cadeira. Estávamos apenas nós dois de frente um para o outro naquela sala, já que eu havia dispensado a presença do guarda. Jung HoSeok não era perigoso e eu sabia disso.

– De que isso vai adiantar agora? Ele não já está morto? Era exatamente isso que eu queria. Não tenho porque explicar mais coisas. – ele disse com um tom sério, seus olhos marejavam, mas ele estava firme, não choraria na minha frente. Mas eu queria que sim, que ele mostrasse que era um pouco mais humano, mais do que o que eu via.

– Seria bom saber porque. – continuei. – Assim, dependendo do caso eu poderia conseguir uma redução da sua pena. – menti. Ele não tinha jeito, não quando assumia tudo assim sem mais e nem menos e quando estava atestado como são. – Você não se preocupa com sua mãe, amigos? – fui jogando aos poucos, queria ver se algo estava o afetando, mas nada parecia impactá-lo. – Uma pessoa que ame. Alguém para quem queira voltar. – nesse momento ele apenas riu sem nenhum resquicio de humor e seus olhos se desviaram dos meus. Pareciam cheios de amargura e com um pesar maior do que o que eu podia notar dali, eu sou bom em dedução intuição e essas sempre foram umas das minhas maiores caracteristicas e naquele instante pude deduzir que ele deveria ter ou teve algo com a vítima, seu jeito e linguagem corporal denunciavam isso. Ele estava desconfortável e eu pude aos poucos constatar que sim, ele tinha algo com a vitima.

– Não. Não tenho ninguém. Minha... – ele hesitou por um momento – minha mãe nem sabe disso e nem nunca vai saber. Minha única irmã, ela bem...se soubesse concordaria com o que eu fiz. Então... – ele me olhou no fundo dos olhos – não há mais ninguém.

 

 

 

What started out as a simple altercation (O que começou como uma simples briga)

Turned into a real sticky situation (Transformou-se numa situação real e pegajosa)

Me just thinking on the time that I'm facing (Só de pensar no tempo que eu estou enfrentando)

Makes me wanna cry (Me dá vontade de chorar)

 

 

 

Ele ficou em silencio e eu não pude deixar que as coisas continuassem assim. Ele estava mentindo e eu sabia disso. E porque eu queria entender o porque daquela morte era o que me deixava ainda mais perturbado. Eu iria descobrir de um jeito ou de outro. Isso por saber que aquele ser não era o que dizia ser. Eu sentia pelo seu jeito inquieto e pela forma que brincava com os dedos entrelaçados em cima da mesa. Não me olhava mais, imtercalava o olhar entre o chão, os seus dedos, a mesa. Menos para mim. Ele sabia que se ele olhasse em meus olhos ele choraria. Podia ver o quanto eles estavam começando a ficar avermelhados e o quanto eles estavam tentando fugir de tudo.

 

– Porque essa pessoa, para quem você tinha de voltar, fora a que você matou? – disse como em um único tiro e isso atraiu a sua atenção. Ele me olhou no fundo dos olhos e nesse momento ele deixou que uma lágrima caisse, lágrima essa que ele catou de forma rude e depois voltou a desviar o seu olhar do meu.

– Você não sabe de nada. Não tem porque ficar especulando. – ditou de forma fria e eu balancei a cabeça em tom de confirmação.

– Mas parece que eu acertei, não? – continuei e ele tornou a me olhar.

– O que você realmente quer de mim? Eu sou um caso perdido. – dissia enquanto não queria deixar que as lágrimas caisem, mas estas pingavam em cascasta. – Ah, já sei, não quer perder um caso. Deve ser seu primeiro, suponho. E deve estar com raivinha de não poder ganhar. – incrivelmente ele acertara em cheio, mas não era só isso e felizmente disso ele não sabia.

– Não é só por isso. – eu disse. – Eu sei que você não o matou porque é um sem coração que merece queimar no inferno como muitos por ai. – usei quaisquer palavras que pudessem lhe causar um impacto. – Ele deveria ter lhe roubado algo para que você sentisse a necessidade de lhe roubar algo da mesma maneira. – fui incissivo e ele parecia surpreso. Seu rosto dizia que eu havia acertado. Era fácil demais de ler aquele homem e talvez isso fosse frustante para ele. – Acertei, não?

– Porque? Porque quer saber disso? – ele continuou com a mesma ladainha. – Eu vou morrer e...

– Eu não quero que você morra. – eu estava perdendo a paciência e nem ao menos entendia porque, já que eu sempre fui alguém que nunca fui de ser assim. Nunca. – Eu sei que há algo dentro de você que me diz que você não merece morrer. E você não vai. – fui sincero e ele me olhou nos olhos.

 

De certo ele estava procurando algo que delatasse que eu estava mentindo, que eu estava sendo superficial e que nada daquilo era verdade. Acredito que no fundo as pessoas sempre esperam o pior e nunca alguém que possa ou queira ajudá-las pelo simples fato do querer simples e sem necessidade de retorno. Acredito que ele pensava assim e isso estava vidrado em seus olhos, assim como na sua postura e na forma como ele tentar tragar as lágrimas, – em vão – que caiam em cima do tampo da mesa. Eu precisava que ele confiasse em mim. Eu queria isso.

 

– Eu sei que existe algo dentro de você que me fará querer mover céus e terras para te salvar ou ao menos tentar. – O que eu estava dizendo? – Mas precisa confiar em mim. Precisa me dizer, contar a verdade. O que foi que ele te fez para que você sentisse a necessidade de matá-lo? – nesse momento ele chorou. Chorou com tudo o que tinha e eu senti uma vontade estranha de abraçá-lo e dizer que tudo ficaria bem. Mas era algo que nem eu mesmo sabia e no fundo eu apenas queria manter essa esperança firme dentro de mim.

Mas tudo o que fiz foi ficar ouvindo ele soluçar por um bom tempo, até que ele abrisse de novo a boca e em meio a sussurros e choramingos dissesse o que eu queria ouvir.

 

– Eu não queria que você soubesse. – aquilo me confundiu. – Você me parece um bom rapaz e eu acredito que vai me odiar depois. De verdade. – como assim, odiar? – Mas se quer tanto assim saber. Eu vou lhe contar toda a história, desde o começo. De como eu conheci até o dia em que eu matei Kim MinJae com as minhas pŕoprias mãos naquela estação.


Notas Finais


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