História Maneira de Dizer - Capítulo 2


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Marinette Dupain-Cheng (Ladybug)
Tags Adrinette, Gravidez, Marichat
Visualizações 75
Palavras 674
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Ecchi, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Espero que gostem.

Assim saberei se vale a pena continuar criando histórias no universo Miraculous.

=]

Capítulo 2 - Se Vira Gatinho


- Eu não estou entendendo Marinette! A situação aqui é grave, precisamos de toda ajuda possível! - Adrien Agreste, no momento sob o manto de Chat Noir, esbravejou. E o semblante que ele exibia na transmissão, denunciava que não estava nada satidfeito.

- Por favor Chat, eu não posso sair agora. Vão ter que controlar a situação sem mim. - Respondeu Marinette.

- Marinette, é sério: Você está me preocupando. - Continuou, incrédulo. - Sei que nem em um milhão de anos deixaria de estar aqui por causa de um vestido de noiva. - Afirmou, ciente de que a namorada não era negligente a tal ponto. - Me diz o que está acontecendo! - Insistiu.

- Eu já disse. - Repetiu a asiática. - Por favor, confia em mim. Eu juro que estou bem. - Garantiu.

- Você está ciente que eu não vou poder usar toda a extensão dos meus poderes se a Ladybug não estiver aqui. - Lembrou, sério. - É bom que saiba o que está fazendo.

- Sinto muito. Mas eu sei que você consegue lidar com isso. - Sorriu fraco, antes de encerrar a chamada, sem dar chance da conversa continuar. Afinal, Adrien não podia perder tempo. E ela também não.

- Tá legal. - Começou, encarando a pequena Kwami, que a olhava um tanto receosa. - Como pode ter tanta certeza de que estou grávida? - Insistiu. Afinal, a conversa que estavam tendo teve de ser, obrigatoriamente, pausada para que comunicasse a Chat Noir que não o acompanharia em missão, por um motivo que ela não tinha certeza, ma Tikki desesperadamente afirmava ser real.

- Você sabe que os Kwamis tem a habilidade de sentir a presença das criaturas Marinette. - A pequena respondeu. - Essa habilidade estende-se a pessoas ainda não nascidas. Podemos sentir a energia vital de qualquer ser. - Explicou.

- Você descobriu isso na última transformação? - Indagou.

- Não. - Negou Tikki. - Bem, isso aconteceu depois. - Contou.

- Mas Tikki, a última vez que me transformei foi há aproximadamente três semanas atrás. - Lembrou.- Está querendo dizer que esse bebê tem menos que isso, e ainda assim pode senti-lo? - Perguntou impressionada, e um tanto desacreditada por realmente estar considerando a própria gestação. Não que duvidasse da veracidade das palavras da Kwami, mas a ideia era assustadora demais para ser verdade.

- Energia de vida Marinette. - Repetiu. - Pude senti-lo desde o princípio. - Emendou, abrindo um sorriso tímido.

- Céus, como isso foi acontecer?!!! - Desesperada, a asiática apoiou as mãos na cabeça e inclinou-se, até que a testa tocasse os joelhos. Naquele, instante, a Kwami sentiu-se aliviada pela portadora estar sentada no chão. Caso contrário, é provavel que despencasse.

- Eu gostaria muito de dizer que não sei como aconteceu, mas as vezes Plagg e eu conseguimos escutar vocês lá da cozinha. - Respondeu, sem dar-se conta de que tratava-se de uma pergunta retórica. Marinette ruborizou, ante o comentário, mas rolou os olhos para cima, a fim de espantar qualquer constrangimento. Havia assuntos mais importantes com que se preocupar naquele momento.

- Desculpa Tikki. - Pediu, levantando-se e sacudindo a própria roupa. - Mas eu preciso confirmar isso. - Explicou, apanhando a própria bolsa e caminhando em direção a saída do ateliê.

- Eu entendo. - A pequena joaninha a seguiu, preparando-se para acompanhá-la. - Vocês humanos tem dificuldade de acreditar nas coisas até quando os fatos são óbvios. Não há problema em querer confirmar, Marinette. - Completou, adentrando na bolsa.

- Certo. - Disse a portadora, checando a rua, que continuava tranquila. - Pelo visto, nada de confusão por aqui. - Comentou, enquanto trancava o ateliê. - Acho que consigo ir até o laboratório e voltar a tempo de deixar o vestido pronto até às 16h. - Ponderou, duvidando intimamente que tivesse condições de terminar a peça.

- Uma farmácia não resolveria? - Indagou a pequena, de dentro da bolsa.

- Preciso de uma confirmação com e menor margem de erro possível. - Decidiu, começando a caminhar.


Notas Finais


E então? Estão gostando?

Até o próximo!


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