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História Mania de Você; taekook - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Olá, boa tarde! Aqui é yass e estou trazendo mais uma one-shot vos lerem nessa tarde entediante de domingo. Mais uma vez inspirada em uma das músicas da minha cantora nacional favorita.

Espero que gostem, desculpem qualquer erro que eu tenha deixado passar.

Boa leitura!

Capítulo 1 - Água na boca; capítulo único


Brasil, Verão de 1990.

Estava quente naquele dia, uma manhã de domingo ensolarada e preguiçosa. Os feixes de sol entravam por entre as frestas das cortinas cinzas do quarto, que se balançavam minimamente com a brisa fresca vinda diretamente da praia, irradiando os dois corpos em cima da cama com seus raios de luz.

Sobre os lençóis brancos da cama de casal antes perfeitamente arrumados e alinhados, agora que se encontravam bagunçados, estás os corpanzis de Jeongguk e Taehyung, estes que se encontram revirados em meio a tantos tecidos. As bocas estavam unidas em mais um dos beijo do dia, como uma primeira refeição ao acordar.

Jeongguk sempre foi o primeiro a despertar e seguindo essa rotina, se encaminhou até ao banheiro do apartamento em que morava junto de seu namorado, deixando o moreno ainda ressonando. Enquanto lavava o rosto com calma para depois escovar os dentes, sentiu a presença calorosa em suas costas, ao compasso que os longos braços de Taehyung rodeavam sua cintura, desejando um "bom dia" bem ao encalço de seu ouvido; a voz já notoriamente forte, se fazia mais grossa ao acordar, arrepiando os pelinhos na derme.

Riu quando Taehyung tentou beijou seus lábios cheia de espuma, se esquivando para enxaguar a boca e ouvindo os resmungos manhosos do companheiro por ter sido "rejeitado" pelo seu próprio namorado.

Após terem feito suas higienes matinais, Taehyung o arrastou de volta para a cama, alegando que a preguiça ainda estava impregnada nos seus músculos, e como não perderia a oportunidade de ficar de chamego seu "leãozinho", acabou aceitando, também porque era final de semana e poderia usufruir desse detalhe.

O beijo era calmo, mas carregado de emoções. Os beiços de ambos já estavam começando a ficar vermelhos e com a carne inchada, como uma fruta madura ao cair do pé. Eles não precisavam tomar café, porque a sua primeira refeição era a boca um do outro.

Ao fundo, a melodia Mania de Você embalava o momento, a voz calma e melodiosa de Rita Lee trazia ressaltava a calmaria e o erotismo do momento.

Jeongguk havia conseguido o disco em especial com seu amigo Namjoon, o seu eterno crush de adolescência. Que Taehyung não soubesse disso!

O homem de cabelos azuis cor de céu, trabalhava em uma loja apenas vendendo esses objetos. Jeongguk ficava encantada toda vez que ia no âmbito de trabalho do amigo, se sentia em casa rodeado do mais diversos discos de vinil; desde Queen a Caetano Veloso. E claro, que quando pôs os olhos no de sua cantora favorita, pertubou tanto Namjoon, que este foi obrigado a lhe dar de presente.

Agora as músicas do disco sempre alentavam os momentos mais íntimos dos dois, desde os mais alegres e genuínos até os mais eróticos e molhados. Como esse agora.

Se separam a contra gosto e ofegantes, ficaram se encarando por alguns segundos, e nossa! Não poderia haver música melhor para descrever o que estavam sentindo.

Entre as pernas bonitas e musculosas do seu moreno, Taehyung apreciava com afinco cada detalhe do corpo formoso abaixo do seu, sua mente sempre repetia quanta sorte possuía em tê-lo ao seu lado. As madeixas negrumes e pouco mais longas por tanto tempo sem cortar, espalhavam-se pelo travesseiro branco, como árvores despidas em uma floresta com névoa densa. Jeongguk é sempre seria a obra de arte mais bela que seus olhos já capturaram; como uma lua cheia fazendo reflexo no mar a noite, quanto ele, era o pôr do sol. Vibrante e caloroso, segundo o próprio Jeon, onde sempre fazia questão de lhe falar que era o bom mais bonito do mundo.

O corpo de ambos era receptáculo do prazer um do outro, davam-lhe água na boc. Vestindo fantasias, tirando a roupa, no caso a cueca que era a única peça de roupa que ainda os escondia.

Não foi preciso sibilar palavras ou pedidos, entre os dois nunca precisou verbalizar algo para se entenderem. Faziam amor por telepatia, não importava o lugar, no chão, no mar, na lua, na melodia.

Por isso Taehyung foi rápido em abrir a gaveta do criado ao lado da cama, pegando lubrificante e não perdendo tempo em lambuzar dois de seus dedos longos com o líquido e introduzi-los na entrada - também lubrificada - com cuidado que não combinava em nada com a impaciente de Jeongguk, era impaciente, sempre fora.

— Vai mais rápido, Tae. — Falou com dificuldade aparente, quando os lábios grossos beijaram com devoção o pequeno sinal em seu pescoço suado, mas ainda cheiroso com o típico odor de erva doce do creme hidratante que passava. Os dedos longos não demoraram a achar seu ponto erógeneo, já eram experientes no ato de tanto que faziam, conheciam cada nuance e ponto alto de prazer. Sabiam se desvendar como um livro com páginas abertas.

Jeongguk ofegava, sentindo Taehyung lhe torturar ao raspar apenas as pontas dos dígitos em sua próstata. Enquanto este segurava com uma mão os fios escuros e mantinha a cabeça inquieta no lugar para poder marcar as clavículas salientes e chamativas de Jeongguk para em seguida subir até os lábios que para si era como o manjar dos deuses.

Corpanzis molhados de tanto se beijar, de tanto se beijar.

Taehyung sentia seu pênis fisgar em exitação, pedindo atenção também, louco para estar no lugar quente, molhado e apertado em que seus dedos estavam. Quase não aguentou e derramou-se ali mesmo ao ver seu moreno vermelhinho e perdido em gemidos, chamando seu nome em misericórdia. O membro teso do Kim expeliu mais líquido pré-seminal com a visão abençoada.

— T-tae, não consigo mais aguentar, preciso te sentir agora! — Falou quase sem fôlego ao experimentar a dor aguda de uma mordida em seu mamilo.

— Eu vou cuidar bem de você bebê. — Taehyung limitou-se a dizer apenas isso, porque sabia que fraquejaria se tentasse falar algo a mais, não com Jeongguk naquele estado.

Despejou uma maior quantidade de lubrificante em seu pênis e se arrumou melhor entre o paraíso que era as pernas de Jeongguk. Afastou as bandas branquinhas que tanto ama morder e encontrou o caminho para a felicidade entre o vão dá bunda um avantajada, mas redondinha.

— Tae… — Entendeu o pedido mudo e encarou as orbes fênix, ele encarava cada uma das suas ações e foi impossível não se perder no olhar deste. A brisa já tornava o quarto quente, agora o bafo de calor parecia ter aumentado,parecia ferver e o cheiro do ato carnal inundava o quarto e os sentidos do casal.

É tudo o que eles mais gostavam, não importava as circunstâncias. Apenas os dois iniciando o dia com mais um sexo quente e inesquecível.

O pênis espesso entrou no canal do mais novo em único movimento certeiro. Jeongguk não tentou segurar o grito que regurgitou em sua garganta ao finalmente sentir todo o comprimento dentro de si, o preenchendo da melhor forma possível e impossível. Taehyung soltou um rosnado grosso a ter o aperto cruciante da entrada dilatada que apertava seu membro a cada pulsar.

Jogaram a cabeça para trás em sicronia, e gemeram juntos no primeiro movimento feito pelo quadril de Taehyung. Respeitava bastante o espaço de espera até Jeongguk se acostumar com a penetração, mas por agora nenhum dos dois queria e aguentavam esperar mais um segundo. E Taehyung sabia muito bem que aquele rostinho inocente escondia um masoquismo escondido, no fim eles sabiam que Jeongguk da dor.

Estava tudo tão molhado e escorregadio que era impossível não gemer alto. A prática sexual sem camisinha se tornava mais íntima, crua no último nível e real de um modo absoluto. Confiavam um no outro sem piscar, sabiam que eram limpos e sem eufemismo, apenas tornava tudo mais gostoso e concupiscente.

Os gemidos formavam uma melodia em contraste, os graves de Taehyung e os roucos, mas dengosos de Jeongguk.

Quando Jeongguk inclinou as pernas e as segurou na altura do peito, mostrando sua incrível flexibilidade que sempre impressionava Taehyung, o membro duro como uma rocha se aprofundou no canal estreito, espremendo o membro deliciosamente. Isso só fez com que a próstata sensível fosse atingida precisamente, fazendo a vista de Jeongguk embaçar e revirar os olhos com força.

O membro de Jeongguk era espremido entre os abdomêns melecados com o pré & gozo que saía abundantemente da fenda rosada e inchada e a cada roçar dos corpos, essa parte era estimulada quase como uma tortura por estar mega sensível.. Jeongguk rebolou com as pernas abertas para o delírio do bronzeado e arranhou com força a pele suada dos braços fortes, a ardência fez Taehyung chiar.

— Ah T-taehyung! E-eu vou… — Jeongguk mordeu a palma da mão quando o comichão de seu baixo-ventre deu nó.

O barulho estalado e animalesco das estocada entorpeceu todo o quarto, porra! Como amavam aquilo.

Jeongguk gemeu manhoso e altamente quando Taehyung esmurrou uma última vez sua próstata numa estocada bruta, sua anca segurada veneração pela mão grande. Os abdomêns foram molhados com os jatos espessos que saiam em abundância do pênis de Jeongguk.

As coxas ardiam pelos tapas e apertos, o peito queimava em busca de oxigênio. Quase chorou tamanha sensibilidade quando Taehyung tirou quase todo sua extensão e voltou com força, batendo lá dentro e gozando no canal alheio, gemendo rouca e longamente diretamente no ouvido de Jeongguk, arrepiando-o ainda mais; segurou com força os cabelos de Taehyung com uma mão e a outra nas costas largas, procurando apoio.

Taehyung caiu exausto em cima de Jeongguk, mesmo que não quisesse o esmagar, estava cansado em demasia e o corpo de Jeongguk era quentinho e cheiroso, ignorou o gozo na barriga malhada porque estava na mesma situação.

— Incrível como fica cada vez melhor. — Jeongguk falou depois de minutos em silêncio, abraçando o corpo do namorado.

Rita Lee ainda cantava pelo quarto, mas agora outra música.

— Uhrum, é porque somos nós, tem muito sentimentos envolvidos.

Taehyung respondeu, quando ergueu o rosto para olhá-lo o beijo veio com rapidez.

Os corpos se encontravam juntos e molhados, mas dessa vez na banheira do casal, não era muito grande, mas cabia os dois ali. Taehyung adorava porque segundo ele poderia ficar agarradinho com seu moreno.

Se limpavam dos resquícios de prazer que ficara grudados nas peles, Taehyung com as costas encostadas na borda e Jeongguk entre suas pernas, lavava as costas branquinha e beijava as pintinhas que encontrava no lugar. Eram muitas e gostava de pensar que se Jeongguk fosse um sorvete, seria do sabor flocos. Branquinho e com vários pedacinhos de chocolate, no caso as pintinhas.

— Sabe eu estive pensando. — Jeongguk falou com a voz suave, um verdadeiro anjo, menos na cama. Rompeu seus pensamentos paradoxais para dar atenção a outro.

— No que meu floquinho esteve pensando? — Jeongguk revirou os olhos perante ao apelido descabido de Taehyung, só ele mesmo para pensar nessas coisas.

— E se eu pintasse meu cabelo de um laranja quase cereja? — Lançou a pergunta se virando para olhar nos olhos cor de âmbar. Taehyung franziu o cenho a princípio, para depois sorrir.

— Em homenagem a Rita Lee ou David Bowie? — Devolveu com outra pergunta, pegando Jeongguk de surpresa, como ele adivinhou?

Estreitou os olhos, seu namorado o conhecia como ninguém mesmo.

— Aos dois, você sabe como eu os adoro. — Respondeu sorrindo, amando a ideia de homenagear seus dois ídolos. Os dentinhos de coelho fez Taehyung apertar as bochechas até formar um biquinho nos lábios rosinhas, plantou um beijinho no local.

— Eu amei a ideia, aliás, qual seria seu novo apelido? Cenourinha ou cerejinha? — Perguntou inocentemente.

O próximo barulho no banheiro foi de um tapa estalado no braço de Taehyung que grunhiu com a dor, Jeongguk até poderia ter um rostinho de coelhinho fofinho, mas tinha uma força como a de um leão.

— Idiota. — Limitou-se a dizer, ficando emburrado e formando um biquinho que nada se contradizia com o tapa que tinha dado. Ele era uma graça até irritado, sentia vontade de beijá-lo e mordê-lo todinho. Vá entender os que amam.

— Vem cá vem cerejinha. — Puxou-os pelos braços, ouvindo as reclamações falsas de Jeongguk ao tempo que mordia a boquinha pequena.

Eles eram assim, uma discussão nunca durava muito tempo. Se amavam demais para deixar qualquer empecilho os atrapalhar. Eram yan e yang, lua e sol. Duas forças complementares, que mesmo opostas, no caso deles na personalidade, eram fundamentais e complementares.

Depois do banho e de tomar café da manhã atrasado, iriam voltar para a cama, agora arrumada e com novos lençóis.

Porque não havia nada melhor do não fazer nada, só deitar e rolar nos lençóis macios.

Como já dizia Rita Lee.



Notas Finais


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Não posto nada de interessante por lá, mas iria adorar interagir com vocês. Bom, até a próxima floquinhos. 💜


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