História Maníaco - Capítulo 17


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


boa leitura ^^

enjoy ~

Capítulo 17 - Perseguição


BRYAN

Uma semana depois. 

—... Sabe, andei pensando... o John está muito diferente, de uns dias para cá. Anda avoado demais para o meu gosto. Isso está ficando suspeito. Mas, já sei o que posso fazer. — Digo. 

— Bryan... vê lá, ein. — Disse Alice, em sinal de desaprovação. 

— Relaxa, Alice. Confia em mim, eu sei o que fazer. 

— Ta, e o que vai fazer? 

— Segui-lo, claro. Vou descobrir o que esse espertinho anda aprontando. — Dei uma piscada de olho.

— Sério? Acha que vai conseguir alguma coisa? Não sei não, pode não ser uma boa ideia. 

— Claro que é. Você vai ver. 

— Ta né, se está dizendo... então eu confio no que diz. 

— Haha, acho bom. 

(...) 

Olhei para o relógio que havia na parede da sala, e vi que já eram 7:15 da noite. Foi aí que ao sair na porta de casa, vi John passando no seu carro. Não pensei duas vezes, então segui-o. Peguei meu carro e fui em direção à rua em tentativa de conseguir alcançá-lo.

De hoje você não me escapa John, seu danadinho. 

Consegui alcançá-lo, devido ao sinal. Sinal finalmente abre e o mesmo dá partida, mas começa a ir um pouco mais rápido, e eu faço o mesmo, claro. 

Já estava à 100/h, quando dou uma olhada pelo espelho do carro e percebo um carro estranho, vindo atrás. Um carro preto, provavelmente estou sendo seguido, também. Com certeza estava, pois para onde eu ia, ele também seguia atrás, que merda. 

— Mas... que porra é essa? — Falo, olhando ainda pelo espelho. O carro ainda continuava me seguindo. 

Quando olho para a frente, percebi que perdi John de vista. Parecia algo planejado, pois ele estava quase em minhas mãos. Maldito seja. 

Continuando meu trajeto, ele bate na traseira do meu carro, tento não perder o controle e não sair da pista. 

— Caralho!!! — E outra vez, até fazer com que eu saia da pista, invadindo um calçadão público. Por sorte não haviam pessoas por lá.

Depois do susto, ainda ofegante e precisando urgentemente de água, liguei o carro e voltei para casa, tremendo. Eu quase morri, e pior, quase matei alguém.

— Caramba, o que aconteceu? Está pálido! — Brendon pergunta, tocando em meu ombro. 

— Eu quase morri, ok! — Falei, ao me sentar no sofá, ainda ofegante. — Me trás qualquer coisa que consiga refrescar minha garganta. 

— Ta... 

Brendon foi até a cozinha e me trouxe água. Aproveitei e tirei minha blusa, estava sufocado. 

— Alguém estava me seguindo. — Digo. 

— Como? Por que alguém iria te seguir? Explica isso direito, Bryan. — Disse ele, sentando ao meu lado. 

— Primeiro, eu estava seguindo o John. 

— John? Que John? — Me interrompeu ele. 

— Vai me deixar falar? — O mesmo assentiu. — Bom, eu estava seguindo o John, um colega. Ele também é um dos suspeitos. Só que percebi que também estava sendo seguido e no meio disso, acabei perdendo John de vista. 

— E aí? 

— Aí que ele bateu no meu carro duas vezes. Na segunda me fez sair da pista e invadir um calçadão. Por sorte não tinha ninguém e ou um poste, né. 

— Sério? Agora eu entendi o motivo de todo esse nervosismo. Poxa, que loucura. E aí, quem era a pessoa? 

— Eu não sei, quando vi já tinha ido embora. Mas relaxa, pode ser quem eu estou pensando e procurando à um tempo. — Falei, com muita certeza.

— Entendi... bom, eu vou dá uma volta. Não sei que horas estou em casa. — Brendon levanta, ajustando sua calça jeans. 

— Pra onde vai? 

— Lá vem, querer saber para onde vou. Vai me seguir também? Haha. 

— Não vi graça nenhuma, Brendon. Vê se toma um pouco de juízo, pelo menos. Vou tomar um banho. — Escuto a porta de saída batendo e subo para o quarto.

(...) 

—... Cara, isso foi muito doido. — Contava o acontecido para Alice quando a vi em um restaurante por coincidência. 

— E arriscado, também. Falei que não era uma boa ideia, nunca me escuta. Mas aí, não deu pra identificar quem seria? 

— Não mesmo, nada. Mas o carro era um corolla preto, completamente preto. Essa pessoa queria apenas me ferrar, mas não conseguiu, né haha. 

— Como consegue rir depois de toda essa situação? Mas isso é muito estranho, será que poderia ser... 

— O nosso psicopata? Sim, era ele. Eu tenho certeza absoluta, disso. 

— Vamos ter que tomar mais cuidado... 

— A, eu não ligo. Ele não é tão esperto assim. — Dei de ombros. 

— Ahan, ta. Mas e ai, como está o Brendon? — Alice colocava vinho em sua taça. 

— Bem, até. Ele resolveu agora sair toda noite. Agora para onde, eu não faço ideia. Mas também não importa, argh! — Franzi os lábios. 

— Claro que importa, esqueceu que ele também é um dos suspeitos? 

— Eu sei, não queria que fosse, mas... 

— Confesso que eu também não. 

Nos calamos por alguns minutos e pra tentar quebrar o gelo, comecei a falar novamente. 

— Mas e aí, como anda seu namoro com o...  Robert? 

— Bem, bem. Inclusive ele está demorando, até. — Alice olha para seu relógio.

— Caramba, eu tenho que ir. Não quero que ele me veja aqui, né. Vai pegar muito mal e ele pode ficar bravo. — Falei, quase levantando. 

— Calma Bryan, ele não vai ficar bravo. Aliás, você é meu amigo, e não estamos fazendo nada demais, ué. E como vai a Ema? 

— Ta, né... A Ema está ótima. É uma ótima companheira. Depois de você, é claro, haha. — Ri. 

— Hahaha, acredito. 

— Bom, vou indo nessa. Também tenho um jantar daqui a pouco. Ela vai me matar se eu atrasar, e eu não quero morrer, não agora. — Levanto e abraço Alice. 

— Tudo bem, dramático. Até amanhã, então.

Saio do restaurante e vou ao encontro de Ema, em sua casa. Por sorte não atrasei.

— Oi, amor... — Sorri, meio nervoso. — Vamos? — Ofereci o braço para que ela entrelaçasse o seu ao meu. 

— Hum, ainda bem que não atrasou. Ia ficar muito brava, você sabe. — Diz ela, com seu nariz empinado. 

— É... eu evitei esse seu lado hoje. Aliás, está linda. — Abri a porta do carro para que ela entrasse. 

— Obrigada, querido. Você também está magnífico. — Ela sorriu e me deu um beijo na bochecha. 

Ema estava com um vestido até os joelhos, o mesmo era vermelho e com as costas nua. Tinha também um decote espetacular. Seu cabelo loiro comprido, combinava muito com o vestido. Usava também scarpins beje. 

Eu, muito modesto, vestia uma blusa social jeans, calça justa preta e um sapato simples. Coloquei meu melhor relógio e um perfume, para complementar. 

Sou tão vaidoso, quanto à minha namorada.. 



Notas Finais


até o próximo :D


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