História Maníaco - Capítulo 18


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


enjoy *~*

Capítulo 18 - Um bebê


ALICE 

Depois que Bryan foi embora, continuei plantada nessa cadeira esperando o Robert. Poxa, não acredito que ele vai furar. Quanta demora. Já é a minha quinta taça de vinho. 

— Nossa, você demorou ein. Aconteceu alguma coisa? — Pergunto, meio insegura. 

— Desculpa fazê-la me esperar por tanto tempo. Mas é que o trânsito está caótico. Você está brava, não é? — O mesmo me beijou no rosto e se sentou na cadeira em seguida.

— Não, imagina. Só estava ficando nervosa e preocupada. Porque com toda essa demora... 

— Compreendo. Está com fome?! 

— Muita, haha. — Sorri, timidamente. 

— Haha, imaginei. Vamos pedir, então. 

Robert me entregou um cardápio. Eram tantas opções, que eu não saberia qual escolher.

— Querida? — Pergunta ele, ao limpar sua boca com o guardanapo. 

— Sim? 

— Por que não está usando o anel que te dei? Você não gostou, não é? — Ele franziu a sobrancelha.

— Ah, o anel... eu gostei sim, é que... você promete que não vai ficar bravo? 

— Hum... claro que não. Fale. 

— É que no dia que você me deu, eu deixei em algum lugar pela minha casa e não consegui mais achar. Aliás, não lembro onde deixei. — Fiz cara de culpa. 

— Tudo bem. Você vai encontra-lo. 

— Espero... eu sei, ficou chateado não foi? — Pergunto, erguendo o braço para tocar em sua mão. 

— Não mesmo, não se preocupe com isso. É apenas um anel e você vai achá-lo. — Sorriu ele, tocando em minha mão de volta. 


(...) 


— Robert? Oi... bom dia? 

— Oi, dona Cecília. Bom dia. — Robert descia as escadas. 

— Bem... você dormiu aqui? 

— Bom, sim? Tem algum problema? Se sim, me desculpe... 

— Calma, haha. Não há problema nenhum. Aliás, você namora a minha filha. Não vejo o por que te privar de vir ou dormir aqui.

— Você não sabe como é um alívio ouvir isso, haha. Enfim, estou atrasado, tenho que trabalhar. Tenha um bom dia. 

— Você também, meu rapaz. 

— Bom dia. — Caminhei para a cozinha, ainda de pijamas. 

— Hum... bom dia. Pelo jeito a noite foi ótima! Haha. 

Mãe!! A não, eu vou subir de volta. Fico sem jeito, com essas coisas. — Cruzo os braços. 

— Relaxa filha. Desculpa, não te deixo mais sem jeito, haha. Mas enfim, estão mesmo, firmes? 

— Sim, estamos firmes. Inclusive a gente está planejando uma viagem. Mas não agora, só um pouco mais para a frente. 

— Sério? Que legal. 

— Eu preciso encontrar aquele anel. Ontem eu passei por uma saia justa... Robert me perguntou por ele. Eu tive que falar a verdade, né! Odeio ser desastrada, argh! — Abro a geladeira e tiro um garrafão de suco de laranja. Ponho em um copo de vidro e pego as torradas. 

— Deve estar pelo seu próprio quarto. Depois eu dou uma procurada. 

— Bom dia, flores do dia. — Arthur se aproximava. 

— Opa, bom dia. Está animado? Haha. 

— Acho que acordei com um humor exagerado, haha. O que temos para o café? — Sentou ele, na mesa. 

— Torradas? — Mostro meu prato com as torradas para o mesmo. 

— Pra já. 

— Tem psicólogo? 

— Ahn... sim, infelizmente. Acabei de lembrar que é daqui a pouco, puts. Vou me arrumar. — Arthur saiu correndo, para o quarto. 

— Ta... 

Depois de vários minutos, Arthur resolve descer. 

— Pronto, estou indo. 

— Espera, eu te levo. — Coloquei uma roupa e peguei as chaves do carro. 

— Eu ia pegar um táxi, mas já que insiste. 

— Bobo, vamos logo. Ainda vou para o FBI mesmo. Não precisa de mais nada? Beijo, mãe. — Dei um beijo no rosto da mesma. 

— Não, vamos.

— Beijo, se cuidem. — Diz ela. 

Entramos no carro e saímos.


BRYAN

— Hoje eu consigo, me aguarde John. — Consegui seguir John outra vez. Mesmo sabendo que poderia ser surpreendido de novo.

Chegando no mesmo local em que ele sempre vai, deixo meu carro um pouco distante da rua e caminho, levando comigo minha arma. 

Vi o mesmo saindo de uma casa, parecia sorridente, mesmo assim eu o rendi. 

— Parado!! — Apontei minha arma para ele, que apenas levantou suas mãos.

— Bryan? O que ta fazendo, cara? — Pergunta ele. 

— Eu que te pergunto. O que está fazendo aí ein, John? Por acaso está metido com algo ilegal? Ahn? 

— Quê? Que ideia maluca, claro que não. Espera, por acaso você estava me seguindo? 

— O que você acha? John, você anda muito estranho ultimamente. Então resolvi te seguir, agora fala logo de uma vez o que você faz por aqui. 

— Sério? Vem, eu vou te mostrar. — Ele me convida para entrar na tal casa. 

— Não sei não. Mas ok, você primeiro. 

Entramos, eu o seguia ainda apontando minha arma para ele. 

— Será que dá pra baixar essa arma? Eu não sou quem você pensa que eu sou. Pra ser mais claro: não sou nenhum tipo de bandido, ok? Agora... só, baixa. 

— John... é meu trabalho. Então não me diga o que fazer. 

— Ta bom, então...  Agora veja. 

O mesmo entra em um quarto. O quarto era de bebê e nele havia um bebê, dentro de seu berço. Era a coisa mais fofa que já vi. 

— Mas... eu não estou entendendo. O que essa coisinha fofa tem a ver com... — Digo, hipnotizado com tanta Fofura. 

— É por causa dele, que ando meio estranho ultimamente. Esse é meu filho, ele está com apenas duas semanas. E é por isso que ando estressado, preocupado, com insônia... Essa casa é dos meus pais, eu estou sempre vindo cuidar dele, minha esposa está descansando no quarto. Entendeu, agora? 

— Caramba, eu não sabia disso. Poxa, nem sei o que dizer, John... É que... deixa pra lá. Mas e por que uma das vezes que te vi aqui, você estava com luvas, e... 

— Sabe o que, que é, é que eu uso para limpar esse bebê, hahaha. Não sabe quanta sujeira essa criaturinha faz, você tem que ver. 

— Haha, não obrigado. Acho que entendi. Mas cara, por que não nos contou? — Guardei a arma de volta e fiquei ao lado do berço do bebê. 

— Ah, sei lá. Acho que isso não importa para algumas pessoas, então deixei em sigilo mesmo. Agora só você sabe. 

— Claro que importa. Eu fiquei feliz, com isso. Você não sabe como estou aliviado. Desculpa por suspeitar de você, John. — Seguro em seu ombro. 

— Relaxa, não fica assim. Eu entendo, que esse é o seu trabalho. Agora vamos dá o fora daqui, antes que ele acorde. — Saímos do quarto e caminhamos para a sala de estar.

Esse foi uma das coisas mais curiosas e engraçadas, que já me aconteceu. Quem diria, John tem um bebê. Ou melhor, uma família. Voltei para o trabalho em cima da hora. Apenas Alice estava me esperando na poltrona, jogada. Provavelmente estava sem fazer nada. 




Notas Finais


continua e.e


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