História Manipulative - Capítulo 15


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Categorias Mamamoo
Personagens Hwasa, Moonbyul, Solar, Wheein
Tags Moonsun
Visualizações 91
Palavras 1.190
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Yuri (Lésbica)

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura e bons sonhos!

Capítulo 15 - Desmente


Fanfic / Fanfiction Manipulative - Capítulo 15 - Desmente

  Algumas semanas se passaram. Moonbyul agradecia aos deuses por não ouvir mais falar de Eric, tanto que já simpatizava com ele só por não o ver em volta de Solar.

Em compensação, Yongsun estava tendo que cuidar de seu pai, que estava doente há um tempo. Sua mãe já era ocupada o suficiente pelas tarefas rotineiras, então a garota continuava furando planos para os fins de semana com as amigas para cuidar do Sr. Kim.

Era totalmente compreensível, então ninguém reclamou ou praguejou sobre – mesmo que quisessem. Afinal, a mais velha fazia muita falta.

Moonbyul e Yongsun voltaram a se tratar normalmente, o que aliviou a ambas. Mesmo que... Moonbyul quisesse algo mais, apenas se sentir confortável ao lado da Kim era incrivelmente satisfatório.

Moonbyul acorda, se espreguiçando. Era um lindo sábado, ensolarado, fresco, pedindo para ser aproveitado. Então é isso que a garota fez. Saiu da cama, tomou um banho, não comeu, porque tomaria café na rua. Se trocou, flagrou o Sr. Won vindo fazer uma surpresa para a velha Gu Sora, uma embalagem em sua mão com algum presente dentro.

A rua ao lado do parque estava magnífica. As folhas caídas das árvores, carregadas pelo vento, foram parar no asfalto, colorindo um pouco o cinza que enche os olhos dos passantes todos os dias.

Continuou andando. Pássaros cantando, a brisa fresca atingindo seu corpo, o ar puro que preenchia seus pulmões.

Decide entrar um pouco no parque, não tinha pressa para nada aquela manhã. Após alguns passos, uma figura lhe chama atenção.

Sentado em um banco, um celular na mão. O copo médio de – provavelmente – chá ao seu lado.

Moonbyul se aproxima. Quanto mais perto fica, mais perguntas lhe enchem a cabeça. Finalmente, para ao lado do banco em que ele estava.

O homem, então, decide descobrir quem apareceu tão repentinamente. E assim que descobre, seu queixo cai.

“Sr. Kim?”

Ela acha que está ficando louca. Ou ele está ficando louco, de sair de casa tão doente.

“Moonbyul, menina!”

Ele guarda o celular no bolso e se levanta, sufocando uma Moonbyul confusa num abraço apertado, enquanto ria.

“Há quanto tempo! Você cresceu muito, acho que está até maior que minha Yongsun. Engraçado, porque antes ela era mais alta!”

Ele gargalha, se divertindo com as memórias. Moonbyul apenas sorri de leve, ainda tentando entender como um homem doente parecia tão animado.

“Venha, se sente um pouco comigo, se tiver tempo. Que tal colocarmos o papo em dia?”

Ele oferece, se sentando onde estava novamente. Moonbyul obedece, relutante. Será que o pai de Yongsun era um.. super humano, ou algo assim?

“Sr. Kim...”

Ela começa, prendendo a atenção do homem à sua frente.

“...você não acha perigoso sair de casa doente? Quer dizer, era melhor repousar, não acha?”

Ele parece pensar, então assente, tomando um gole de seu chá.

“Eu diria que é perigoso, sim. Nossa imunidade costuma estar baixa quando estamos doentes. Seria mais fácil contrair outras doenças – e até mesmo piorar a que já tem. Por quê? Você está doente, Moonbyul?”

A garota demora algum tempo para processar. Se antes não entendia um pouco, agora não entendia patavinas.

“Moonbyul?”

O homem insiste, parecendo preocupado. Ele toca sua testa, se certificando de que não estava quente.

“Eu não estou doente. Achei que o senhor estava!”

Sr. Kim ri, abanando o ar e negando.

“Eu não sairia doente, Moonbyul. Estou velho, mas não caduco.”

Oh. Estava claro, na frente dela. Estapeando sua cara, de tão óbvio. Yongsun... mentiu.

Agora ela tinha duas alternativas. Ela poderia dizer ao Sr. Kim que sua filha enganou as amigas por mais de uma semana, ou falar só com ela depois. Já que sabia como o pai de Yongsun era rigoroso, sendo uma de suas principais regras não mentir, decidiu pensar mais sobre isso.

Então ela mudou de assunto, contando ao homem sobre flores – o que vem prendendo seu interesse ultimamente, e o romance que testemunhava entre o Sr. Won e a Sra. Gu quase todos os dias.

Riram, atualizaram um ao outro sobre suas vidas. Então o homem avisa que tem de ir.

“Foi muito bom te ver de novo, Moonbyul. O que acha de jantar em casa essa noite?”

A garota pensa por um momento, então sorri.

“Seria um prazer.”

--

“Vamos naquele agora!”

Wheein pede, fazendo bico. Hwasa revira os olhos, suspirando.

“Wheein, estamos aqui há quatro horas... vamos nos sentar um pouco, por favor.”

A garota pede, alto o bastante para que os gritos vindos da montanha-russa não a atrapalhem. Seus pés doíam, mesmo tendo escolhido o par de tênis mais confortável que tem.

“Tá bom, tá bom... como você é sedentária, Hyejinnie.”

A menor provoca, rindo quando sua amiga lhe lançou um olhar mortal. As duas se sentam em um banco, observando os brinquedos do parque de diversões.

Já haviam ido em quase todos – só faltavam dois: a Roda Gigante e a Caverna do Medo.

“O que você acha que Byul e Solar estão fazendo agora?”

A questão pega Hwasa de surpresa, que franze as sobrancelhas.

“Não sei. Solar disse que estaria cuidando do pai dela... Byul unnie deve estar, sei lá, vendo algo sobre flores.”

Wheein gargalha com a suposição, porque Hyejin provavelmente estava certa.

“Ah, aquela unnie...”

Wheein comenta, secando uma pequena lágrima. Hwasa sorri pequeno e não diz mais nada.

--

Yongsun acorda no meio da tarde. Ela dormiu mais do que deveria, com certeza.

A menina acordou de manhã, tomou café, ajudou sua mãe em algumas coisas e dormiu depois do almoço. Planejou cochilar meia hora, mas aqui estava ela, no quarto pobre de iluminação.

Daqui a pouco anoiteceria. Ela se levanta e fecha a janela, antes que as dezenas de pernilongos tivessem tempo de entrar.

Estica os braços, soltando um gemido curto de satisfação ao sentir seu corpo sendo alongado e ouvindo os pequenos estalos em sua coluna.

Checa o relógio em cima de sua mesa de estudos. Faltavam alguns minutos para o jantar.

Decidiu tomar um banho antes de descer, assim só comeria e poderia dormir assim que subisse de volta.

Então entra no banheiro, ouvindo alguns murmúrios no andar de baixo. Não sabia por que seus pais estavam conversando tanto – eles não paravam um segundo. Mas também não estava reclamando, afinal, a casa não é só sua.

Coloca um pijama e desce, sua barriga roncando. Mas seus pais não estão na cozinha. As vozes vêm da sala.

Ela entra no cômodo, seus pais de costa para si, se viram quando a percebem chegar, revelando uma figura conhecida.

“Solar.”

Moonbyul sorri. Ela podia sentir o perfume da mais alta dali. Mas o que sua amiga fazia ali? Por que não avisou?

“Solar, hoje falei com Moonbyul e a convidei para jantar conosco. Não tem problema, certo? Vocês sempre tem algo para conversar.”

O homem avisa a filha, abrindo espaço para que as duas se cumprimentassem.

“Como você falou com ela, pai?”

Solar indaga, uma expressão confusa. Antes que ele pudesse responder, Moonbyul interfere.

“Oh, nos encontramos no parque hoje.”

Moonbyul ri baixo, percebendo o terror da menor quando percebeu que havia sido pega. E acrescenta:

  “Relaxe, Sr. Kim. Nós temos sim algo para conversar.”


Notas Finais


Agradeço por ler!
:)


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