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História Mansão dos Anormais. - Capítulo 4


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Notas do Autor


Olá, mais um capítulo dessa obra, desculpa a demora, é que eu estava aguardando a inspiração, vcs autores de fanfics, me entendem.

- Hiro²⁵ -

Capítulo 4 - Livraria Ponce de Leon


Dorotéia e Ulysses saem do hospital e vão pela rua movimentada, desviando de transeuntes, Ulysses a indagava a cerca de suas cartas e documentos.


Ulysses: onde estamos indo?


Dorotéia: buscar suas cartas!


Ulysses: espere, onde estão?


Dorotéia: em minha loja!


Ulysses: espere, podemos ir na minha carroagem.


Dorotéia: não necessita, é perto!


Ulysses: você possui uma loja?


Dorotéia: negócios de família.


Eles chegam em frente à loja.


Ulysses lê o letreiro: Livraria Ponse de Leon? 


Dorotéia, em silêncio, procurava a chave no molho para abrir a porta.


Ulysses ao mesmo tempo percebeu que ela tinha um cheiro, um aroma agradável de lavanda. Sua pele branca, seus cabelos ondulados da cor do mel, somada a intrigante figura que estava diante dele, tudo isso começou a fascina-lo.

Enfim Dorotéia consegui achar a chave e abrir a porta.

A Livraria era pequena por fora mas surpreendentemente grande por dentro, nada que pudesse ser notado pela vitrine. Era como que uma mensagem para Ulysses, um convite implícito, a conhecer mais aquele ser que era Dorotéia.

Haviam muitos livros nas estantes, livros empilhados que provavelmente tivessem sido deixados para serem organizados  depois. Havia também um grande círculo no centro da loja, no qual era possível ver todos os livros organizados.

Dorotéia subia a escada em caracol, uma mão segurava a barra do vestido para não tropeçar e a outra ia no corrimão.  Ela olha para trás e vê Ulysses parado olhando embasbacado para os livros.


Dorotéia: Senhor Áries, creio que terá mais tempo para encontrar um título que o agrade uma outra hora, venha, ainda preciso voltar ao hospital.

Ulysses fica sério novamente e a segue.

Eles vão até o segundo andar da loja, no escritório dela. Ela abre a gaveta, retira as cartas, entrega em suas mãos e vai em direção a porta.

Ulysses poem seu braço em frente à porta, impedindo-a de sair, ele diz:


- Espere, onde pensa que vai? Você me deve explicações de ô porquê estava sobre posse de meus documentos? Quem lhe deu permissão de se apoderar de algo que não é seu?


Dorotéia: adoraria ficar e sanar suas dúvidas, mas não tenho tempo, há enfermos que precisam de mim no Bon'aventura. Agora se me dá licença. 

Ela passa por de baixo do braço dele e anda rápido. Ele vai atrás - espere você me deve explicações. Ele segura o braço dela. Ela puxa o braço se desvencilhando dele, ela diz:


- Eu não te devo nada, pelo contrário, se não fosse por mim, você estaria morto agora. Então, "não tem de que".


Ela desce as escadas, ele a segue, ela abre a porta e diz:


- Vamos, tenho o que fazer.


Ele vai até a porta, estando de frente à ela, ele a encara, ela vira o rosto com indiferença, ele poem a cartola e sai da loja bufando de raiva pela rua, até sumir no mar de gente, ela fecha a loja, respira fundo, e se dirige até o Bon'aventura.


Notas Finais


Obrigado por ler, amo vcs, obrigado pelo apoio. Seja lendo, favoritando ou comentando, sério, obrigado de coração.


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