História Mansão Flawless! - Capítulo 4


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Big Bang, Blackpink, IU, Sistar
Personagens G-Dragon, Hyoryn, Jennie, Jeon Jungkook (Jungkook), Jisoo, Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Lee Ji-eun "IU", Lisa, Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais, Rosé
Tags Bangtan Boys (BTS), Big Bang, Blackpink, Sistar
Visualizações 7
Palavras 1.040
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura!

Capítulo 4 - Liberdade - PARTE ll


Fanfic / Fanfiction Mansão Flawless! - Capítulo 4 - Liberdade - PARTE ll

O velho sorriu e estendeu a mão ao se aproximar.

- O meu nome é Park Don Wook, espero que possamos nos dar bem. - Levanto a mão relutantemente.

- Prazer. Sou a Lee Ji Eun! - Lanço um sorriso forçado.

- E eu sou Park Jimim. - O anão se pronúncia sorrindo de orelha a orelha.

Ergo as sobrancelhas e não retribuiu o sorriso. Não fui com a cara daquele loiro de farmácia. Ele parecia ser muito sonso.

- A sua papelada está concluída, senhorita Lee Ji Eun. - O delegado chama a minha atenção.

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NO LADO DE FORA:

- Nem acredito que passei por tudo isso e ainda estou viva. - Murmurei.

- Tem pessoas que passam por coisas piores. - O loirinho enjoado comentou atrás de mim.

- Quem te perguntou? - Indaguei virando para encarar ele. Aproveitei que o Park Don Wook não estava para ser grossa.

- Ninguém. - Ele respondeu sorrindo - Eu falo quando eu quiser, a boca é minha. - Rebateu.

- Olha só criança, eu não sou do tipo mal-educada, mas você não está me dando opção! - Falei alto.

- E vai fazer o quê, sua esquisita? Para de se fazer de coitada - Ele alfinetou. 

Eu não sei porque estou tão nervosa e sensível esses dias, mas eu vou bater nesse garoto!

- Me fazer de coitada? Moleque, por que primeiro não fica preso injustamente por dois meses, com vários homens que não conhece e depois me diz o que acha? 

- Isso pode até ser horrível, mas eu não ficaria tentando prejudicar a vida dos outros depois disso.

- A única prejudicada aqui sou eu; Criança, volte para a escola! 

- Pare de me chamar de criança, enquanto ainda estou pedindo e sendo cortês. - Ameaçou.

Eu senti meus ossos sacudir e minha cabeça mandar sinal de alerta. Eu estava ultrapassando o limite de ódio que um ser humano poderia ter.

- E você vai fazer o que, criança? - Eu sorri trêmula - Eu tenho energia o suficiente para acabar com a sua cara, seu intrometido!

Segundos depois eu sinto meu cabelo sendo puxado, levanto o rosto e chuto o tornozelo dele. O garoto me empurra com força. Seguro o braço dele e jogo o topo da minha testa na direção do nariz dele. Pronto. A briga havia acabado tão rápido quanto começado.

Eu não havia colidido com muita força. Mas ele se retorceu de dor e me soltou.

- Eu só não pego pesado com você por que é mulher. - Ele cuspiu as palavras.

Eu sentei no chão também. Meu couro cabeludo estava doendo demais. Se não estivesse doendo tanto, eu batia de novo naquele loiro enjoado.

- Que ridículo vocês dois, hein? - Uma pessoa que eu não conheço comentou.

- Pois é, brigando na frente de uma delegacia. - Outro disse também.

- Vocês estão bem? - Eu olhei para trás e percebi que havia uma platéia de 6 meninos. Que vergonha!

- Eu estou bem. A criança ali não - Murmurei. Indiquei o Jimim.

- Cala a boca! - Ele deu língua para mim. Dei de volta.

- Meu Deus! Parecem duas criancinhas - Outro cara exclamou.

Eu fiz um esforço e levantei. Sacudi a roupa que estava vestida e comecei a caminhar em direção ao outro lado da rua. Eu queria distância com aquele loirinho! 

Mas até que me senti mais leve depois de ter batido nele.

- Ei, garota! - Ele me chamou. Olhei para trás. - Eu vou dar o troco, me aguarde! - Sorriu e levantou.

Eu relutantemente sorri de volta.

- É... A gente se vê por aí...

 

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Eu decidi que não ficaria pensando muito na situação. Eu precisa agir, precisava trabalhar, estudar e essa seria a minha volta por cima.

Por várias vezes enquanto estava presa pensei em quando sair, ser coronel do exército ou uma celebridade. Alguém poderoso ou influente.

Eu somente queria mostrar que o fato de eu não ter família, ou dinheiro não me impede de frequentar os melhores lugares, as melhores festas e tudo mais que uma pessoa importante pode usufruir.

Eu também nem gosto muito de estudar medicina, vou pensar em algo muito melhor e que me ajude mais.

O dinheiro que recebi do senhor Don Wook vai ser todo para as coisas que eu sempre quis: Roupas que fiquem bonitas em mim, calçados de qualidade, maquiagens, massagens, depilações e o que mais eu quiser.

Eu não sou do tipo superficial, mas como toda garota comum sempre gostei de coisas bonitinhas, mas raramente podia comprar.

Pessoas pobres e orgulhosas virariam para mim agora e me condenaram por ter pego o dinheiro. Mas se você sofreu um dano, por que deve ter vergonha de ser indenizado? Quem erra é quem tem de se sentir constrangido.

 

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1 MÊS MAIS TARDE:

 

Cortei as pontas do meu cabelo, coloquei uma franja, cacheei levemente os fios. Fiz um tratamento intenso na pele com uma dermatologista que havia conhecido. Isso foi o suficiente, não havia mais nada que pudesse fazer.

Eu não morava mais no dormitório. Apesar de ninguém ter ficado sabendo que fui presa, odiava aquele lugar.

Aluguei um apartamento no centro da cidade. Seul era grande, mas muito movimentada. Por isso, o aluguel é muito caro.

É claro que roupas fazem toda a diferença. Vesti uma blusinha branca com flores azuis e manga longa; uma saia branca simples e uma bota preta de cano baixo.

Prendi meus cabelos em um coque e fiz uma maquiagem leve.

Eu finalmente estava pronta! 

A minha dermatologista me convidou para comparecer a um jantar de tarde com ela. Nós nos tornamos muito próximas. 

Apesar de que, eu não confio totalmente nela, não confio em ninguém totalmente. Depois de algumas situações que passei, prefiro ser prevenida com as pessoas.

- Você está naturalmente bonita - Ela me elogiou ao estacionar o carro para me buscar. Entro no carro.

- Obrigada Hyolyn, mas é tudo graças a você. - Ela sorriu. 

- Mudando de assunto, vai ter muito homem bonito nessa festa. Quem sabe eu arrumo um para me agitar um pouco?

- E quem sabe eu não arrumo um para acalmar a minha vida? Preciso de calma.

 


Notas Finais


😁😁


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