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História Manual de Sobrevivência das Secretárias - Capítulo 29


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Notas do Autor


alerta de hentai sasoka rs

Capítulo 29 - Não deixe o Manual das Secretárias vazar na internet.


VIGÉSIMO NONO MANDAMENTO: DESATIVE AS REDES SOCIAIS, E FUJA DOS SEUS CHEFES!

Perplexo com a novidade, o diretor jurídico da Sharingan não pensou duas vezes de correr, quase literalmente, até o respectivo andar do irmão caçula onde supostamente a sua querida noiva – que tinha fé de reconquistar e esclarecer a história com a melhor amiga da mesma – estaria trabalhando. Mas, aparentemente, não foi apenas ele que teve aquela brilhante ideia. Hinata e as demais secretarias também correram para a área de Sasuke, na esperança de que ele estivesse sofrendo e tão puto quanto os demais. Inutilmente, é óbvio.  O caçula não estava somente extasiado por ter a melhor amiga barra cunhada barra irmã como funcionária, como também jogou confetes para recepcioná-la e até mesmo encomendou um bolo e um kit festa para comemorar a contratação da sua principal cúmplice.

A Hyuuga escancarou a boca, indignada, e definitivamente enciumada, mas não mais que Itachi, prestes a ter um ataque cardíaco ou talvez até mesmo um derrame tamanho o ódio que ele fitava a cena; a porta do escritório convenientemente estava aberta, e Ino e Sasuke estavam rindo histericamente, brindando as taças cheias de suco de laranja uma na outra.  Os dois, percebendo que estavam sendo observados, rapidamente viraram-se para fitar os intrusos do departamento de Marketing e sorriam debochadamente.

—Mas o que diabos está acontecendo aqui?

—Uma pequena festa de boas-vindas, como você mesmo pode perceber — Sasuke sorriu, piscando sugestivamente para o irmão mais velho, que estreitou os olhos em sua direção.

—É mentira. — a Yamanaka ergueu a cabeça para fitar o moreno de cabelos cumpridos. — Estamos comemorando porque eu acabei de pedir para ele ser o padrinho do nosso baby — explicou, e o Uchiha caçula voltou a soluçar, cobrindo a boca com a mão.

Itachi respirou, parcialmente aliviado.

—Quer dizer que você desistiu de convidar o Sasori? Eu fico tão triste com uma notícia dessas... Ino, será que podemos conversar a sós...?

—Quando acabar o meu expediente, talvez — retorquiu sorrindo para ele e piscando os olhos divertidamente. — No momento eu estou ocupadíssima. — e jogou as pernas sobre a mesa do melhor amigo, que engasgou uma risada.  O advogado revirou os olhos, mas não insistiu, ainda que estivesse ligeiramente aborrecido.

Foi a vez de a Hyuuga, ainda catatônica num ciúme indisfarçável e palpável,  dar dois passos em direção ao escritório do noivo que parecia uma garotinha saltitante comemorando seus quinze anos. Ela estalou a língua.

—Você encomendou um kit festas, Sasuke?

—Tecnicamente — ele ergueu o dedo e apontou para a loira — Foi ela quem encomendou, eu estou apenas comendo e bebendo.

Ela estreitou os olhos, inclinando-se para pegar um dos salgadinhos e levou até a boca, na seqüencia, as demais secretarias alegremente adentraram o pequeno covil do Uchiha.

—Hm...Comida! — Karin sorriu, e levou um salgadinho até a boca, sendo imitada por Tenten, Sakura e Temari.

—Nunca pensei que eu fosse dizer isso, ainda mais para um frouxo como você, Uchiha,mas eu queria desesperadamente trabalhar você — declarou a Sabaku, de boca cheia, servindo-se com um pouco de guaraná.

—Frouxo que fez você gozar várias vezes, né querida? — Sasuke disparou, e a loira fuzilou-o com o olhar. — E além do mais, quem disse que eu iria querer contratá-la?

—Cala a boca, machista. — e então arremessou uma coxinha na cara dele, levando as demais a gargalharem histericamente.

—Uau, mas o que é que nós temos aqui? Uma pequena festinha particular? — Madara sorriu largamente, adentrando o escritório.  — Sasuke, se você continuar com a Ino aqui, vai engordar pelo menos umas setecentas toneladas. — e dito isso, ele próprio inclinou-se para pegar um dos salgadinhos.

—Ué — a voz de Shikamaru fizera-se presente no ambiente. — Estamos comemorando o aniversario de quem aqui?

—De que cu vocês saíram, afinal? — Sasuke franziu o cenho, irritadamente. — Era para ser uma comemoração particular entre mim e minha nova secretária.

—Qual é a ocasião? Estão comemorando o aniversário do chifre que colocaram no Itachi e na Hinata? — debochou Sasori, quando teve um estalo mental. — Ah! Não acredito, estão comemorando o aniversario do men... — Ino retirou o salto e virou-se, para acertar o Uchiha ruivo (ela nunca iria se acostumar com esse fato tenebroso) bem na cara, fazendo-o cambalear para trás. — Ai!

—Não é nada disso, seu babaca. É que eu pedi para ele ser o padrinho do meu bebê e ele aceitou.

—Desculpe-me a incredulidade — Neji piscou os olhos e estalou a língua. — Mas isso não é motivo para vocês fazerem uma festa, com balões e toda essa comida e todos esses refrigerantes — observou. — Não acho que seria humanamente possível, mesmo para uma grávida, comer todos esses salgadinhos sozinha, Ino.

—É verdade. — Indra espreguiçou-se. — O que as duas marmotas estão aprontando? Claramente me parece um golpe— estreitou os olhos. — Ou uma armadilha.

—Achei que estivesse comemorando o homicídio de um Uchiha — lamuriou-se Tobirama, adentrando o cômodo e cavalheiramente empurrando Indra para o outro lado da sala. — Ino, essa é a primeira vez na vida que você me decepciona.

—Festa! — cantarolou Hashirama largamente. — Você já descobriu o sexo do bebê? É um menino? Viu, Madara, eu disse que era um garoto! — gritou.

Sasuke revirou os olhos e retirou de dentro da gaveta uma buzina.

—Todos aqueles que não sejam minha secretária Ino, dêem o fora daqui imediatamente ou eu vou chamar os seguranças e... — ele fez uma pequena pausa, olhando no calendário. — Madara, você não disse que ia fazer o simulado de incêndio ainda hoje? — perguntou, intrigado.

—Houve um probleminha técnico — o tio sorriu forçadamente. — A simulação foi novamente adiada.

—Claro, claro. — Ino bebeu mais um gole de guaraná. — Vocês não deveriam estar trabalhando?

—É hora do almoço. — Neji sorriu divertidamente, comendo alguns salgados. Tenten fungou uma risada.

Meia hora depois de conversas fiadas e alfinetadas, e todos retornaram aos seus respectivos departamentos, deixando novamente o casal de melhores amigos sozinhos dentro do escritório.

—E então, você vai me contar o sexo, agora? — Sasuke sorriu divertidamente, encarando-a.

—Eu ainda não fiz a ultrassom — Ino respirou pesadamente. — Só vou fazê-la com o Itachi — esclareceu, e o outro concordou. — Eu queria pedir para você, padrinho, organizar o meu chá revelação. Você consegue fazer isso, Sasukinho?

—Acho que sim, afinal de contas, o que pode dar errado em me deixar responsável por um simples chá de bebê? — e sorriu esperançosamente.

[*]

Não era como se ela estivesse com ciúme daquele maldito, afinal, de qualquer forma aquela troca de departamentos era parte do plano para levá-los a ruína completa,e por conseqüência, a rosada sabia que ele teria de conviver com a hispânica por algum tempo, mas, Sakura não conseguia deixar de pensar que eles poderiam ter um remember a qualquer hora e isso, de certa forma, a incomodava. Prova irrefutável disso, é que ela estava praticamente mastigando a ponta da caneta. Respirou fundo.

Ela fora enviada para o departamento do ilustríssimo Nara Shikamaru, e por esse motivo, não precisou se preocupar com a possibilidade de ele,para sacaneá-la, sobrecarregá-la com trabalhos além da sua compreensão. Felizmente, seu chefinho era preguiçoso demais até para se vingar de alguém – com exceção de Temari, mas aí a história era diferente, já que havia fatores tais como tensão sexual e orgulho masculino em jogo – ainda mais de alguém que não ficaria muito tempo com ele. Pelo menos, era no que ele agarrava-se esperançosamente.

Inspirando fundo, Sakura espreguiçou-se, bocejando. Talvez a preguiça do Nara fosse contagiosa porque ela não conseguia pensar em outra coisa exceto no Indra pelado ou em dormir em cima da sua nova mesinha.

E se ele transar com a Tenten? Pensou subitamente, erguendo-se abruptamente na cadeira. Até onde Sasuke deixara bem claro, expondo as hipocrisias de cada um deles, não seria a primeira vez que alguma coisa do gênero acontecesse...

—Merda! — gritou a Haruno envaidecida, escondendo o rosto entre as mãos. Merda, merda, merda. Porra de Uchiha perfeito, caralho! Ela bufou, mordendo a boca com força. Droga.

[*]

Neji fez o sinal da cruz,e Temari encarou-o com desconfiança.  O Hyuuga passou por ela com hesitação, distanciando-se o máximo possível e a Sabaku perguntou-se mentalmente se ele realmente achava que ela iria mordê-lo no calcanhar. O que ele achava que era, afinal? Um cachorro? Lixando as unhas, a loira de olhos esverdeados encarou-o demoradamente, e o ceo lançou-lhe uma ultima olhadela, antes de fechar a porta do escritório com força. Ela fungou uma risada.  Frouxo até demais!

—Mas que visão maravilhosa a que estou tendo aqui! — infelizmente, ela foi a única das seis, a ser triplamente premiada. Não era apenas o Hyuuga seu mais novo chefinho e sim, para sua tristeza pessoal e gritante,  Madara e o gostoso do Hashirama.  Ela  não sabia dizer se o charme deles estavam no cabelo, mas era simplesmente fascinante como a personalidade dos três era contrastante.

Enquanto o Senju era um verdadeiro gentleman a moda antiga,  excepcionalmente profissional e amigável, Neji era um sádico cretino filho da puta e Madara... Era o Madara.

A Sabaku espreguiçou-se, jogando as pernas folgadamente em cima da mesa.

—Circule ou eu vou enfiar essa lixa de unha no seu bumbum guloso. — disparou. O Uchiha se benzeu e covardemente, tropeçou em direção ao escritório. — Bom dia, Hashirama! — ela sorriu largamente e o Senju piscou-lhe charmosamente, com bom humor.

[...]

O Uchiha estalou a língua, sentado confortavelmente em sua poltrona, lia as mensagens no famoso grupinho das secretárias e fungava uma risada, bebendo seu uísque indiscriminadamente. Elas achavam-se tão espertas! Mal sabiam elas que não apenas o celular de Ino continuava clonado, como o de todas elas também. Indra sorriu malevolamente, e então destinou atenção ao seleto e exclusivo grupo de ceos, que Madara e o imbecil do Hashirama não faziam parte.

[Sasuke]: acho que todos nós aqui concordamos que eu não devo seduzir a Ino.

[Itachi:] é, eu não vou fazer nada com a Karin também não. Não quero deixar a Ino ainda mais puta.

[Indra:] Vocês são uns inúteis mesmo. Para o plano funcionar, vocês vão ter que arriscar seus relacionamentos, caralho. Isso era óbvio desde o principio. Vocês querem ou não querem recuperar as suas secretárias?

[Neji:] se eu der em cima daquele homem com peitos que está do lado de fora da minha sala, à última coisa que eu vou conseguir é recuperar a Tenten.

[Shikamaru]: concordo. E você, Sasori?

[Sasori:] posso dar em cima da Hinata sem problema. Aliás, posso dar em cima da Sakura e da Ino também se vocês quiserem.

[Itachi]: nem fodendo.

[Sasuke:]nem fodendo.

[Indra:] isso pode funcionar.

[Neji:] se chegar perto da Tenten, é cova e foda-se.

[Shikamaru:] eu te imploro para você dar em cima da Temari, dinheiro aqui não é o problema.

[Sasori:] você ‘ta mesmo falando sério, Nara?

[Shikamaru}: sim! Tem minha benção, vai e arrasa, campeão! Além do mais, vocês por acaso se esqueceram de que nós estamos em greve de sexo indefinidamente?!

 [Indra:] eu tive uma ideia genial!

Antes que pudesse contar qual seria esse grande plano genial, porém, o Uchiha gritou assustadamente, quando a porta do escritório abriu-se magicamente, do nada, sem qualquer aviso prévio ou permissão antecipada, revelando-lhe Tenten com um olhar nauseado.

—A reunião do meio-dia, seu tarado. — e ela obviamente franziu o cenho, largamente desconfiada, ao vê-lo enfiar o celular dentro do bolso abruptamente e a sentar-se afobadamente na poltrona. Ela piscou os olhos castanhos demoradamente, e Indra fez a melhor pose de “poderoso chefão” que conseguiu improvisar. — Senhor Uchiha!

—Já escutei, porra. — ele levantou-se da cadeira e jogou os cabelos para trás. — Me acompanhe, por favor, senhora Mitsashi.

Ela arqueou a sobrancelha para ele, contudo, não disse uma única palavra que fosse, apenas seguiu-o para fora do escritório.

[...]

O Uchiha de cabelos ruivos respirou fundo,  desesperado, prensando a ruiva de cabelos castanhos contra a parede do toalete feminino. Karin  sorriu-lhe maliciosamente, e Sasori retribuiu ao sorriso com toda a volúpia que cabia-lhe. Em seguida,ele voltou a beijar-lhe a boca desesperadamente. A Uzumaki soltou um demorado suspiro contra sua boca  e puxou-o pelos fios rubros, mergulhando as mãos na cabeleira avermelhada, levando-o a gemer baixinho e num tom incrivelmente provocador, bem na curva do seu pescoço, que ele mordiscou levemente antes de desferir um chupão que definitivamente iria deixar marca.  A secretária gritou escandalosamente, quando as mãos ásperas e másculas agarraram-lhe nádegas e, de repente, ela era erguida do chão. O ceo agarrou vorazmente suas pernas, sem deixar de beijá-la e Karin roçou provocativamente contra a cueca-samba canção vermelha que o mesmo usava. Isso pareceu funcionar, já que  foi a vez de ele emitir sons eróticos perto do seu ouvido.

Voltaram a se beijar, cheios de um tesão há muito tempo reprimido, antes de Sasori retirar abruptamente a camiseta social que a deliciosa mulher de cabelos rubros vestia, rasgando-a no meio, e então baixou o sutiã para baixo abruptamente. Ambos sorriram  maliciosamente, e sem  qualquer hesitação, ela  puxou-o pelos cabelos, enfiando a cabeça dele contra seus seios volumosos. Ele soltou um gemido languido e satisfeito, lambendo o bico intumescido antes de mordiscá-lo brevemente, para intercalar com chupadas e apalpadas violentas. Sorrateiramente, Karin deslizou sua mão para puxar a samba canção que o mesmo vestia para baixo, e ele retribuiu,  removendo a saia cintura alta que a mesma usava. Dois minutos depois, era a vez de a calcinha dela ser rasgada ao meio no melhor estilo pornô literário.  Entre gemidos e gritos de prazer, roçou-se ainda mais sem vergonha alguma,contra o corpo sarado, másculo e bem-definido daquele seu clichê ambulante preferido. O ruivo ergueu a cabeça para fitá-la, com um sorriso capaz de derreter qualquer mulher frigida que pudesse existir.

—Karin, você precisa parar de gemer alto. Você não quer que eles nos descubram aqui, quer? — perguntou-lhe divertidamente, lambendo ambos os seios antes de subir a boca pela pele bronzeada da mesma, direcionando a mesma até os ombros, e então pescoço, subindo até o queixo, onde mordiscou-a brevemente e finalizou, beijando-a apaixonadamente, sendo correspondido antes de morder-lhe a boca. Ela jogou as mãos contra as costas branqueadas do seu ceo preferido, começando a arranhá-lo num tom bastante sugestivo e especifico.

—Com certeza não... — ela mordeu a boca, e precisou morder o ombro dele, para evitar um grito ainda mais alto, quando, finalmente, depois de muita enrolação, ele a penetrou em uma estocada firme e dura.  Inspirando fundo, rebolou alegremente contra o pau maravilhosamente rosado e grosso do ruivo, que lambia-lhe a boca,  as bochechas,  o queixo, e até mesmo o nariz. Para Sasori não havia mulher no mundo que conseguisse ser mais naturalmente gostosa que a Karin. Puta merda, aquela mulher era um verdadeiro tesão! Que delícia, pensou suspirando, indo mais fundo e rápido dentro dela,  que ora puxava-lhe os cabelos, ora lhe arranhava as costas,  aproveitando para beijá-lo, chupá-lo ou simplesmente lambê-lo no rosto, pescoço e ombros, comprimindo-o contra si e colocando em pratica algo que havia aprendido numa das suas aulas de sexologia, durante a faculdade. As respirações estavam ofegantes, e era gemido para cá e gemido acolá, os corpos esfregavam-se num frenesi apaixonado e intenso, os bicos roçando-se uns nos outros indiscriminadamente.

Sasori mordeu a boca, imaginando que aquela seria péssima ocasião para gozar rápido. Não queria que ela achasse erroneamente que ele era um homem-miojo, pronto depois de três minutos, então, esforçou-se para não desmanchar-se antes da hora. Contudo, o trabalho tornava-se muito complicado pela maneira com que a bocetinha dela o engolia, gulosamente. Ele soltou um rosnado, respirando fundo uma ou outra vez, mordendo as orelhas dela. Puta que pariu, aquela mulher deveria ser condenada a prisão perpetua pelo crime de ser gostosa demais. Ele então, voltou sua atenção as pernas, que até então segurava e apertou-as com força, desferindo tapas realmente fortes naquela região,  e levando a ruiva a gemer ainda mais alto,  gritando alucinadamente enquanto tombava a cabeça para trás.  Karin, novamente, o puxou pelo rosto, segurando-o com firmeza, antes de surpreendê-lo com um ósculo enlouquecido e surreal, os dentes chocavam-se, as línguas enroscavam-se afobadamente, e ele continuava com as estocadas indo cada vez mais rápido e firme.

Ele afastou-se da parede, ainda com ela erguida em seu colo e montada em seu pau,  rebolando de forma sensual e bem disposta.  O grude do suor acertava-lhe em cheio a testa e as bochechas, deslizando lentamente pelos ombros, e Sasori lambeu-os, volta e meia beijando-lhe a pele feminina tão delicada,sem deixar de estapeá-la nas nádegas. Ele subiu as mãos até os longos fios rubros dela puxando-os para trás, e foi exatamente nesse momento que, acidentalmente, o Akasuna barra Uchiha sentiu o pé chocar-se com algo.

Entorpecidos pela loucura do momento, mal perceberam a merda que tinham acabado de fazer, quando escutaram um barulho alarmante de água correndo dentro do banheiro. Paralisaram subitamente, antes de o banheiro ser novamente preenchido por gritos da Karin, mas dessa vez não era de prazer.

Acidentalmente, Sasori tropeçara em cima do que só podia pertencer ao encanamento e como conseqüência, começou a vazar água de literalmente todos os buracos. Ela deixou seu colo,enquanto ele, nu e trôpego, tentava achar uma forma de interromper o fluxo de água, foi quando escorregou e precisou apoiar-se na pia para não cair de cara no chão. Atrás dele, a sua musa inspiradora soltava inúmeros palavrões, procurando afoitamente pela porcaria do óculo, esquecido em algum canto distante.

—Sasori, fecha esse troço! — gritou. — Fecha esse troço, porra!

—Estou tentando! — rebateu ele nervosamente, molhado da cabeça aos pés,bem como suas roupas.   Ele soltou um palavrão e abaixou-se, peladão, para usar suas roupas sociais para tentar conter a água, em vão. — Mas que merda — grunhiu, escorregando no chão e rosnando indignado.

—Ah, caralho... — choramingou a Uzumaki, caindo com tudo no chão e a vista gravemente embaçada. Desesperada, começou a engatinhar pelo chão, na busca selvagem e desenfreada pelo maldito par de óculos.

Escutaram outro som, dessa vez ainda pior e mais indesejável e instantaneamente congelaram, com os músculos enrijecidos. O ruivo tinha os olhos arregalados, enquanto estupidamente tentava conter o vazamento do cano com as roupas. Era a porta, que era aberta lentamente.

Do lado de fora do banheiro feminino, Madara, Tobirama e todos os outros encararam-nos brevemente, antes, de claro, desatarem a gargalhar histericamente, como verdadeiras hienas, debruçando-se uns sobre os outros. Sasori soltou um gemido – dessa vez que passava longe de ser de prazer – quando escutou os inconfundíveis clicks de flashes sendo disparados na direção deles, merda!

Ele ainda tentou se virar para a ruiva e tentar cobri-la,para que não vissem-na inteiramente pelada, mas não adiantou muito e tudo o que conseguiu foi cair pateticamente no chão molhado, com as nádegas para cima.

O pai biológico, como o perfeito desgraçado que era, é claro, estava sem fôlego de tanto que chorava de ria, ao lado do Senju de cabelos prateados. Sasori optou em permanecer deitado no chão, completamente molhado, humilhado e sem a menor gota de dignidade.

[...]

Depois do incidente trágico, onde foi socorrida pelas amigas que  lhe emprestaram o blazer para esconder a nudez e ir atrás de roupas substitutas, Karin ficou profundamente tentada a fugir para um país distante, onde o uso de túnicas eram obrigatórios. Vergonha era muito pouco para o que ela estava sentindo.

Ela conseguia ouvir Itachi, trancado em seu escritório, gargalhando até soluçar e rezava mentalmente para que o infeliz se engasgasse e morresse de uma vez só. Argh, que mico. “Vocês foram um para o outro” havia afirmado Hinata, e ela passava a acreditar veementemente naquilo. Puta que pariu!

Mas, como desgraça para secretaria vingativa ainda é pouco, é claro que aquele não seria o único grande acontecimento do dia. Infelizmente. Depois do que aconteceu, ela passou a preferir que tivesse sido apenas o incidente envolvendo o encanamento hidráulico – aparentemente fajuto – do toalete. Mas, não. Não foi apenas isso.

—Merda! — praguejou em voz alta, escondendo o rosto entre as mãos por alguns segundos. Depois de ter prometido deliberadamente não descer ou subir para os departamentos das melhores amigas, que estavam rindo da sua cara, seria forçada a reunir-se com o bando de gazelas desalmadas. Tsc. Inspirando e respirando fundo, ela esfregou os olhos por alguns segundos e rapidamente desbloqueou a tela do seu celular, para abrir o grupinho particular das secretárias.

[Karin:] meninas! Esqueçam os memes! O papo é sério. Me encontrem no armário do zelador, mesmo local de sempre. Tenho uma bomba para contar para vocês.

[Hinata:] “esqueçam os memes”? meu deus a coisa foi séria pelo visto

[Karin:] Não vou entrar em detalhes por aqui, estarei esperando-as exatamente onde acabei de dizer.

E dito isso, desligou o celular para evitar que o clã iniciasse outra discussão e assim acabasse inutilizando completamente o que havia anunciado. Ela inspirou e respirou fundo, deixando o andar sem antes mesmo de avisar ao desgraçado do seu chefe.

*

Já reunidas mais uma vez dentro do armário do zelador, encararam-se mutuamente. Ino começou a hiperventilar, abandonando-se, nauseada.

—Eu não lembrava que esse lugar era assim tão apertado e abafado, estou passando mal — declarou, com uma careta realmente empalidecida.

—Não temos tempo para isso, Ino. — Karin respirou fundo e engoliu em seco. — Vazaram o nosso manual de sobrevivências na internet.

—O QUE?! — literalmente berraram, atordoadas.

—Sim — choramingou em meio a soluços a ruiva de olhos castanhos. — Estamos na internet  — tapou a boca com a própria mão. — E essa não é a pior parte.

—Essa não é a pior parte? — Sakura escancarou a boca, horrorizada. — Qual seria ela, então?

—A Sharingan está cheia de carros de emissoras, repórteres, jornalistas, paparazzis e curiosos a espreita.

Permaneceram em silêncio por aproximadamente um minuto, em luto não somente pelas suas brilhantes carreiras é claro, como principalmente pelos relacionamentos que esvairia de suas mãos no momento em que os seus diabólicos chefinhos colocassem seus olhos naquela porra daquele manual – que a principio deveria ser secreto, inclusive.

Entreolharam-se, fervorosamente nervosas e apreensivas. Então era daquela forma que as coisas acabavam? Não podia ser! Recusavam-se a acreditar, mas por outro lado...

—Não é possível que tenham vazado o manual na internet — gaguejou Temari, feito inédito nunca visto antes. — Deve estar havendo algum erro.

—Infelizmente não está havendo nenhum erro, e pior ainda — Karin inspirou fundo. — Vazaram o manual todo.

Abismalmente incrédulas, aproximaram-se da ruiva para passarem os olhos por cima dos títulos que conheciam muito bem.

“Não entre no escritório sem bater...”

“Chute ele dentro do elevador...”

“Não invada a casa do seu chefe...”

Elas voltaram a cobrir as bocas com as mãos, genuinamente horrorizadas, com pupilas dilatadas e rostos violentamente pálidos.  Ino cobriu a boca com a mão, contudo, não conseguiu resistir ao ímpeto e acabou vomitando bruscamente, sujando as outras cinco, que ficaram estáticas e cobertas de vômito numa cena tragicômica.



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