História Manual de uma suicida - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 1.510
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Romance e Novela, Survival, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Fotos dos cap são aleatorias até que eu faça algo fixo, atenção esse capitulo contém gatilhos, se você tem algum tipo de peoblema com drogas sugiro que não leia, aqui também contém tentativa de feminicidio, agressão e suicidio.

Capítulo 1 - Capitulo 1- Veneno


Ela sentia as batitas do coração tomando um rumo perigoso ao que a agulha perfurou a sua pele pela milessima vez, mas dessa havia sido perigosà, tinha exagerado e sabia disso, mas era o que queria, queria a droga lhe matando, queria morrer. Mas ela não estava satisfeita, ela ainda precisou se levantar do chão sujo e ir até a sua mesa de madeira podre e velha, alí ela pegou uma garrava barata de vodka e a virou, derramando o liquido pela garganta o sentindo queimar, era como fogo puro lhe rasgando a garganta de forma bruta, um pouco pior do que os penis sujos que lhe violavam a boca sem dó alguma, ela era suja e se odiava por isso. Seu corpo quase não respondia suas ordem, ela suava frio, podia sentir a sua temperatura diminuir drasticamente, ela andou tombando nos poucos moveis daquele apartamento quase destruido, ela ia batendo o corpo nos moveis sem se importar, pelo menos conseguiu chegar até o banheiro, ao chegar lá ela pegou seu frasco de comprimidos os mais fortes que tinha, Paxil, ela queria a morte mais do que tudo, ela pos 3 daqueles na palma e em seguida na boca os engolindo a seco. Seu corpo despencou no chão e suas bateram contra a parede, sua turva já ficava negra, sua conciencia se esvaia, mas ainda podia ouvir ao longe uma voz a chamar, gritava seu nome sem parar, então sey corpo começou a tremer e confussionar, ela estava prestes a ter uma overdose e não a nada que pudecem fazer agora, sentiu seu corpo ser acolhido no que parecia ser um abraço, seus olhos não se focavam em nada o rosto da pessoa era borrado, mas ela ouviu distante as suplicas para que ela não se fosse.

-Não more! Por favor acorda, não me deixa, vamos pra casa, eu preciso de você.

Ouvindo essas palavras ela soubequem era, seu nome era Cristian, ele um dia foi a razão para nunca mais se drogar, mas ela havia a abandonado havia dito que não a amava mais, então porque estava aqui, porque ensistia?

-T-Tar...De d-de.... ma.... is

Foram as ultimas palavras de Emily Lost a garota, havia se matado, ali naquele banheiro sujo caindo aos pedaços, não se matou por amor, não foi porque havia sido abandonada no altar, se matou porque havia se cansado. E eu irei te contar o motivo dela ter se cansado.


Três anos antes...


Emily estava sentada em frebte a lareira, ela lia um livro com nomes para bebês enquanto acariciava seu ventre já de seis mêses, aquela criança nem havia nascido e já era a alegria da casa,seu casamento seria em uma semana, iria se casar mesmo com aquela barriga já muito grande. Sentin um arrepio lhe percorrer o corpo quando maos macias lhe tocaram a pele e o perfume de seu noivo lhe envadiu as narinas lhe fazendo sentir leve como uma pluma.

-Oque acha de Lizandra? Ou Kiandra? São nomes lindos não acha?

Emily perguntou ao noivo que drpositou em seu rosto um celinho delicado.

-Que tal Emanuelle? Ou Atena? Nós dois sempre amamos mitologia grega.

Emily colocou sua mão por cima da mão de Cristian em seu ombro e sorriu.

-Humm então que tal Ártemis? Ou não? Atena é melhor 

Falou rindo e Cristian se sentou ao lado dela no sofa aconchegante passando seu braço pelo ombro da noiva

-Humm eu acho Ártemis bonito, mas Atena é lindo. Oque acha de Sakura?

Sim os dois tinham 21 e 22 anos, mas eram apaixonados por Naruto, fazer o que se o anime era tão bom?

-Sakura? Não amor, Hinata então... Ou Izumí, sabe que não gosto da Sakura amor.

Falou a garota mostrando ao noivo mais opções para que ele se esqueceçe de Sakura

-Tudo bem, Tudo bem. Izumi então

Ele concordou beijando os labios da noiva com delicadeza e acariciando a sua barriga.

-Izumi é perfeito meu amor

Ela diase o abraçando, e os dois ficaram assim por um bom tempo, até que o sono os pegasse e eles tivessem de ir para o quarto.


O dia do casamento...


Emily estava nervosa, ela podia sentir que algo ruim estava prestes a acontecer, suas mãos suavam e ela teve que as limpar em um lenço diversas vezes, sentiu mãos carinhosas lhe tocarem os ombros e sorriu.

-Vamos querida se acalme tudo bem? Está assustando sua filha!

Sua irmã mais velha falou em tom ameno, porém a repreendendo e só então percebeu que sua criança estava muito agitava fazendo ondas em sua barriga, então acalmou o seu coração alisando sua barriga sobre o vestido branco de noiva e respirou fundo.

-Esta na hora querida 

Sua irmã falou segurando seu buque, como ela não tinha ninguém ela entraria com a sua irmã e isso a deixava um pouco mais tranquila

-Estou com tanto medo irmã

Falou indo até a porta junto a sua irmã

-Não se preocupe tudo dará certo tudo bem?

Emily concordou segurando a mão da sua irmã ao envez de engatar em seu braço, a porta foi aberta e a musica ceremonial passou a tocar, as pessoas que estavam ali, amigos e família por parte do noivo, se levantaram a olhando admirados, muitos não a aprovavam por culpa do seu passado ruim, então nem se davamao trabalho de levantar e faziam qquestão de lge lançar olhares de raiva, a garota engoliu a vontade de chorar aoseus olhos encontrarem os olhos do seu noivo, algo neles dizia que algo nnão estava certo e isso a assustou. Ela passou a andar em passos calmos até o altar se soltando com carinho de sua irmã ao chegar lá, seu noivo segurou suas mãos porém não olhou nos seus olhos.

-Amor? Está tudo bem?

Perguntou baixinho ao ouvir o padre iniciae a cerimônia fazendo as pessoas se sentarem, porém ele não respondeu, parecia estar pensando muito, então algum tempo depois quando o padre fez a pergunta a ele, se ele aceitava Emily Lost como sua legitima esposa, para ama-la e respeita-la até que a morte dos separe, ele vacilou, suas mãos se desvencilharam das de Emily devegar e ela viu uma lagrima escorrer.

-Emy me desculpa...

Ela disse a fazendo se assustar

-Amor? Como assim? O que está acontecendo?

Ela tentou tocar o rosto dele porém ele se recusou a afastando

-Não posso aceitar me casar com você Emily, porque eu não te amo... e também não sei se um dia já amei.

O mundo de Emily desabou, ela o olhou incrédula enquanto as lagrimas já começavam a descer, sua irmã correu até ela a abraçando.

-Minha irmã está esperando uma filha sua, como você tem coragem de fazer isso???

A mais velha falou o atacando com acidez.

-Eu sei, eu vou dar de tudo pra nossa filha, nunca vai faltar nada, mas eu não posso, não posso me prender a você.

Emily se soltou da irmã e caminhou passos lentos até ele, ela olhou em seus olhos e erguendo a mão acertou em seu rosto o tapa mais forte que tinha guardado.

-EU AMEI VOCÊ, EU LARGUEI TUDO POR VOCÊ, EU VIVI POR VOCÊ, EU ME ENTREGUEI A VOCÊ

Ela gritou con raiva na frente dele que ainda não acreditava no que ela havia feito enquanto tinha a mão em seu rosto no local aonde foi dado o tapa.

-Eu entreguei a minha vida a você, você era tudo para mim, como você teve coragem de fazer isso? De dizer isso? O QUE VOCÊ ACHA QUE EU SOU?

Ela já choraca de maneira dessesperada enquanto soluçava, mas não esperava que a irmã mais nova dele se levantasse e gritasse.

-UMA DROGADA, NÃO PASSA DE UMA DROGADA SUICIDA E IMPRESTAVEL! MEU IRMÃO SENTIU PENA DE VOCÊ, ELE SENTIU PENA, ESSA CRIANÇA?? NÃO PASSA DE UM DESCUIDO, ELE NUNCA A QUIS, FOI UM ERRO, IGUAL A VOCÊ.

Ela pensou que ele fosse defender ela, pensou que ele fosse negar, mas não fez, então ela saiu, correndo dali como nunca antes, ela queria um lugar para se esconder, um pra não sair nunca mais. Ela correu na chuva fria sentindo todo seu corpo se enxarcar, seu corpo todo doer pelo peso da barriga e do esforço, o vestido começava a pesar a atrapalhando de correr, já estava tão longe que nem sequer sabia aonde estava, ela via muitos carros sabia que estava perto de um lugar movimentado, ela grutou com todas as suas forças enquanto a água caia na sua pele sem dó alguma, ela voltou a correr mais parou quando um raio cortou o céu, o trovão assustado-a, então ouviu uma buzina e quando olhou para o lado um carro já estava perto de mais para freiar, e ela sentiu a dor do impacto, sentiu seus ossos se quebrarem e a pele se rasgar, seu corpo caiu girando no asfalto e ela cuspiu sangue sentindo sua conciencia se esvair, sua conciencia ia e voltava, a primeira vez que ficou conciente estava na ambulância sendo encaminhada para o hospital e se dessesperou ao ouvir antes de desmaiar novamente.

-Ela vai sobreviver, mas o bebê não há oque fazer.

Ela tinha a perdido, sua menininha, havia perdido sua criança.










Continua?




Notas Finais


Não tenho o que falar aqui


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