História Mãos - Capítulo 33


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Aventura, Destinos, Drama, Mãos, Suspense
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Palavras 1.392
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 33 - Parte II


Fanfic / Fanfiction Mãos - Capítulo 33 - Parte II

Rosanna em frente ao seu filho na entrada da casa chorava enxugando seu rosto na toalha papel que já estava pesada com o volume de liquido que era consequente do seu desespero. Joe ficou com um semblante de espanto e levantou as duas mãos como se fosse esclarecer a situação, mas preferiu desfazer a reação que tinha ao ver a mãe e abaixar as mãos. Olhou para o lado demostrando certa impaciência, parecia que essa cena sempre se repetia. Joe já não se preocupava tanto em dá explicações para sua desesperada mãe. Ele fez sinal para adentrar em sua casa, Rosana esquivou para esquerda abrindo passagem para o franzino garoto a qual demostrava agora uma cara de conformidade.

-Por que você faz isso, Joe! Não me deixe preocupado meu filho. Tu tem uma longa vida pela frente, não vai querer desperdiça-la com essas coisas que anda fazendo.

-Que coisas mãe? A senhora se preocupa demais, poxa. Eu só fui pegar um ar fresco na rua abandonado, nem isso posso fazer mais?! – Joe agora tirava o casaco com as pontas rasgadas e colocara sobre a mesa simples com duas cadeiras brancas de ferro.

-O que aconteceu naquele dia com o rapaz no bar, Joe. Meu garoto você não sabe como o que você anda fazendo é perigoso. Eu quero o seu bem Joe Phillips! – Rosanna tentava esbravejar sua cara, mas o choro continuava agora menos.

-Mãe eu estava na minha, foi ele que quis tirar sarro da minha cara. A senhora entende muito bem como funciona a merda desses nova iorquinos brancos que acha que podem fazer tudo. – Joe se direcionava para a escada, enquanto sua mãe se aproximava para tentar não acabar com a conversa.

-E aqueles amigos que te trouxeram no dia. É pra esse tipo de coisa que eu te criei. SEU PORRA, NÃO FUJA DO ASSUNTO. Der-me explicações. – Rosanna não aguentou manter o padrão de voz quando avistou seu filho tentando subir as escadas que levavam para o seu quarto

-Esses amigos são passageiros. Tenha calma que eu estou bem, é melhor você ir tomar um banho e limpar esse teu rosto. – Rosanna via seu filho subir as escadas e mais uma vez à conversa acabara do jeito a qual ela odiava.

Joe voltava a hastear sua face como estivera antes de ter esse encontro disturbado com sua mãe. Rosanna ao terminar de vê-lo entrar em seu quarto na porta do corredor que saía da escada foi em direção à sala de estar. Uma sala retangular com duas janelas com os entornos brancos e de vidro, a mesma visão do segundo andar de avistar mais algumas casas e acima a ponte de trilhos do trem. Dois sofá de três e dois lugares marrom acinzentado, um em frente à pequena CCE de 24 POLEGADAS LED, e o outro do lado direito com vista para o local de entrada da casa. Uma mesa de centro de madeira, ao fundo na instante com a TV o piso se elevava um pouco. Um abajur simples ao lado da instante e ao fundo da sala de estar, um armário com diversos objetos e porta-retratos. 

Rosanna com a continua pesada expressão sentou sobre o sofá de três lugares. Ela começou a refletir o estado de vida que o filho tivera naquele lugar. Ele dava poucas informações de onde estava; sempre saía e nunca dissera qual era o destino. Os únicos colegas que ela avistou foram dois rapazes que aparentava ser da mesma idade, morenos, e tinham certa expressão de desconfiança. Rosanna desconfiava que não fosse boas pessoas para estarem junto ao seu filho. Ela insistia na hipótese de seu filho voltar aos caminhos a qual levaram uma pessoa preciosa dela a pior. Ela já tinha se mudado de casa para tentar conseguir parar de o filho usar drogas. Ele começou isso aos 18 anos por influencia de antigo professor do colegial que levara para passeios noturnos. Rosanna sempre desconfiava do antigo professor, até ter confirmado a certeza quando uma das suas antigas amigas de vizinhança avistou o menino com o professor fumando algo que parecia maconha na rua antes de entrar em sua casa. Rosanna ao descobrir se mudou do local, e agora com o máximo de suas condições tenta tirar o filho da pior em um dos piores bairros do Queens. Mesmo com a pouca condição que ser diarista nessa cidade lhe proporcionava, ela sempre comprava o padrão bom para seu filho. O que ele mais pedia eram jaquetas do estilo anos oitenta e DVDs dos clássicos do Rock. Ela comprava com a grana que sobrava roupas padronizadas, perfumes medianos, e umas joias mais sofisticadas quando a grana da patroa vinha em alta. Rosanna amava seu filho, era o maior prestigio que tinha em cuidar daquele jovem garoto. Ela só não conhecia o seu novo lado. O que resultou das mais persistentes manobras de enquadramento ao padrão. Ele agora, também, traficava drogas. Rosanna nunca pensaria nessa hipótese que o filho chegaria a fazer.

Joe fechou a porta do quarto e cai bruscamente sobre sua cama de uma nova coberta vermelha forte. Ele olhava para o teto, ao canto de sua visão avista o ventilador de teto parado. Ficou minutos parado sem explorar novos ângulos com seu olhar aquele teto, estava bastante reflexivo. Não imaginava agora como a distribuição iria ficar. Pensou momentaneamente como uma passagem do antigo raciocino mais profundo sobre o seu amigo Chaves, o cara era o melhor amiga que agora tinha mesmo sua mãe não gostando de tê-lo encontrado no dia da briga. Finalmente ainda pensativo olhou para o lado do seu quarto, na parede havia um pôster grande com o símbolo da banda Pink Floyd entre a única janela e seu closet. Voltou com uma cara mais séria a pensar sobre Alan, o moreno tinha descendência latina, sua mãe era porto riquenha, ele era o outro jovem a qual Joe chamava de amiga e sua mãe o detestava. Chaves e Alan era cooperadores da distribuição de remessas nos arredores de sua casa, eles pegavam o pacote com um dos tocas que trazia de fora da cidade o mercado, Otta era o chefão responsável da manutenção do capital para os chefes maiores. Joe agora limitava o seu pensamento a sua mãe, não gostava de ver ela daquele jeito, pensou rápido sobre ela, pois ele não gostava nem de refletir com deixava sua mãe, mas era necessário.

Ele se levantou da cama e parou em frente do seu Closet com as roupas na parte debaixo caídas em grande parte no chão. Agachou-se e começou a revirar todas as calças, shorts que alguns remetia aos anos oitenta como calças boca de sino e shorts jeans com agora alguns rasgos que gostava de fazer. Depois de tirar varias peças de roupas que agora estavam mais ainda espatifadas sobre o tapete redondo, encontrou uma caixa de madeira velha, o abriu e tirou já pronto os cigarros de maconha que guardava para usar como entretenimento. As drogas mais pesadas como cocaína e Crack usava raramente quando estava disposto na casa do chefe.

Ele pegou o cigarro e tirou sua cadeira giratória do Pc e colocou em frente a janela. Abri o vidro para entrar um ar mais puro do que iria se confundir em seu quarto. E começou solenemente a tragar o seu cigarro de maconha, a cara de preocupação sucumbia à felicidade do seu gostoso hobby. A fumaça de poluição nova iorquina se estendia sobre o final alaranjado de tarde. Joe fumava com vista ao céu, e mais ainda visando à ponte do trilho de trem. Já era a hora do trem passar, o barulho agitante movimentava o raciocínio de Joe. O trem passava, sempre voltava a passar, é só esperar mais uma hora que voltava a desperta o profundo sono dos aparelhos de hobbies.

Chegado o final de semana, era sábado com um tom de premissa de continuidade da rotina da semana. O PC marcava 11:34, Joe se preparava para encontrar novamente o chefe. Ele se direcionava para o prédio do chefe, Chaves estava estacionando a moto e Alonso ainda estava para chegar. O chefe abriu a porta e, a avistar Joe abaixou um revolver ponto quarenta Smith C.A que apunhava como medida de segurança.

-O bom garoto a casa torna! Entra samaritano, temos que planejar como vai funcionar o padrão do ouro americano.


Notas Finais


Espero que gostem e até a próxima parte!


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