História Maps - Capítulo 3


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Categorias Naruto
Personagens Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags 100temas, Boxe Feminino, Marron 5, Naruto, Perseguição, Sasusaku, Trafico
Visualizações 104
Palavras 1.758
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Hentai, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Moodboard é da Ino sz

Capítulo 3 - Capítulo II - Payphone


Fanfic / Fanfiction Maps - Capítulo 3 - Capítulo II - Payphone

 

Maps

Fanfiction por Schin

Capítulo Dois – Telefone

 

Você virou as costas para o amanhã

Porque você se esqueceu do ontem

Você não pode esperar que eu esteja bem

Marron 5 – Payphone

 

Seu corpo chocou-se contra a parede do escritório enquanto recebia um beijo impetuoso e ardente. Tentou lembrar-se de como havia chego até ali, mas os beijos descendo por seu pescoço em direção a sua clavícula a fazia esquecer-se de tudo.

Nunca havia sentido nenhuma outra sensação que se assemelhava aquela. Ter aquele homem lhe tocando, e lhe causando aquelas sensações era algo beirando o inimaginável.

– O que você quer, querida? Diga para mim.

Ela arfou quando ele se afastou para olhá-la. Seu peito subia e descia em busca e ar, e ela se sentia queimar. Queimar como nunca. E sabia que só precisava de um pouco de sua gasolina, para se incendiar.

– Me toque. Me toque.

Porque naquele momento ele era tudo que ela precisava.

~*~

– Porra, Sakura! – Ele abaixou-se com as mãos no meio das pernas. 

Sakura o empurrou e limpou os lábios com as costas da mão.

– Eu nem te conheço, maluco! – Ela disse furiosa. – Nunca mais se atreva a me beijar sem minha permição.

E então atravessou a porta do quarto deixando uma Ino boquiaberta para trás, e um Sasuke completamente dolorido.

Ino jogou a franja loira para trás preparada para ouvir o chilique de Sasuke, mas o que ouvira fizera seus pêlos se arrepiarem.

Sasuke soltava resmungos baixos e roucos que se assemelhavam a risadas. Ele jogou os cabelos cumpridos para trás e ergueu o rosto, vermelho de tanto rir e inspirou.

– Ah, Ino... – sibilou com as mãos no joelho. – Eu senti tanta falta dessa mulher.

Ino abriu um mínimo sorriso. Ela também sentiu saudades de Sakura. Independe de qual Sakura fosse.

~*~

Sakura bateu a palma da mão sobre a pia e sacudiu os cabelos rosados. Em desespero.

– Droga! – resmungou socando outra vez.

Ela sentiu. Sentiu tudo aquilo que Ino descreveu quando falou de Sasuke. Ela sentiu o coração disparar e parar ao mesmo tempo. Ela sentiu as pernas tremerem. Ela sentiu o calor.

Então por que não conseguia se lembrar?

Aquela sensação de dependência expandiu quando o viu. Ela teve certeza de que precisava dele como nunca precisou de alguém. Precisava de seu calor. De seu corpo. De seu toque.

Mas por que não conseguia se lembrar?

Bateu a mão na cabeça e soltou um gemido de frustração. Ela queria se lembrar.

E toda a raiva transformou-se em tristeza. A frustração deu espaço a confusão, e ela escorregou até se sentar de costa para o armário.

– O que fizeram comigo?

Ino sentiu o coração despedaçar ao ver Sakura daquele jeito. Correu até ela e a abraçou enquanto se ajoelhava desajeitadamente em sua frente. E Sakura soluçou de medo enquanto chorava.

Medo porque não conseguia se lembrar. E sasuke se despedaçou em mim ao ver sua garota daquele jeito. Correu até Sakura e a juntou nos braços, erguendo-a do chão e levando-a ao próprio quarto.

As paredes salmão o fizera lembrar-se de que a um ano não a tocava. Não a sentia tão próximo. Um ano sem Sakura. Trezentos e setenta e nove dias longe de seu corpo e do seu calor.

Deitou-a na cama e acariciou seus fios rosados até que ela dormisse. Sentiu Ino parada na porta observando-os, e pos-se a olhar melhor a mulher deitada na cama.

Seu rosto estava pálido e com olheiras abaixo dos olhos. Estava ainda mais magra, já que facilmente via seus ossos faciais. A respiração agora calma denunciava noites mal dormidas, e Sasuke trincou o maxilar ao notar hematomas na pele antes alva. O busto, os braços expostos pela camiseta fina que ela agora usava. Os joelhos ralados, as mãos machucadas.

– Filhos da puta... – sussurrou ao pegar a mão de Sakura.

Ino se aproximou e tocou o ombro do homem e fungou.

– Isso tudo é... Se não fosse por... merda. É tudo culpa minha.

E ela chorou outra vez. E quanto mais a escutava chorar, mais Sasuke ficava possesso. Já haviam passado pela fase de culparem-se, mas... puta que o pariu. Se ela não fosse tão estúpida a ponto de...

– Olha o que fizeram com ela, Ino. – Ele sibilou entre dentes.

Ino sugou o lábio e balançou a cabeça, engolindo o choro.

– Me desculpe, Sasuke. Eu nunca quis que nada acontecesse a ela. Eu nunca quis que nada acontecesse a ninguém.

– Olha o que fizeram com ela, porra! – Sasuke empurrou Ino ficando de pé e jogando os cabelos para trás. Saiu do quarto ciente de que aquela conversa faria barulho, e o que menos queria era que Sakura acordasse. – Te avisamos, mas você não quis escutar! – Ele cuspiu outra vez, acusador. – Esses filhos da puta machucaram a minha mulher. Eles a manterão longe de mim por um ano! E eu juro que se esse desgraçado encostou nela, eu arranco seus dentes um a um!

Ino fungava enquanto o escutava bradar, furioso, sobre o que faria. Sasuke estava ainda mais descontrolado do que quando Sakura não estava por perto, mas ver aquela garota sorridente e confiante tão assustada e machucada os deixava loucos.

Aos dois.

E quando os outros souberem... para Ino não restavam mais dúvidas. Sai Motsumoto era um homem morto.

~*~

– Eu preciso saber onde esse rato está se escondendo – Sasuke dizia no celular. – Eu não estou sendo tão persuasivo quanto posso ser – ele ciciou roucamente. – Ache-o para mim se não quiser que eu encha seu cu de buracos! 

Ino o olhou da cozinha e tomou outro gole de seu café.

– Está falando com Suigetsu? – Ela quis saber.

Sasuke a olhou de canto e virou o rosto, ignorando-a. Ino balançou a cabeça e pegou uma xícara vazia enchendo-a e café. Andou em direção a Sasuke e deixou o pires na mesinha de centro entrando no quarto de Sakura.

Sasuke a viu desaparecer entre a porta e, com um suspiro, tomou sua xícara de café, pois aquela seria uma longa noite.

Ino fechou a porta atrás de suas costas e olhou para Sakura sentada na cama olhando curiosa a decoração.

– Eu sonhei com esse quarto.

Ino sorriu e se aproximou, pegando suas mãos.

– Ah, é? E o que sonhou?

– Sonhei que... que estava com Sasuke. – Sakura hesitou, envergonhada. – Estávamos nessa cama, e...

– Eu sei. – Ino a cortou, com um olhar sugestivo. Ela viu os olhos confusos de Sakura e suspirou. – Me desculpe, Sá. Por tudo. Eu nunca quis que isso acontecesse a você. Nunca foi minha intençãote machucar. Só... – ela ergueu as mãos. – Me desculpe.

Sakura mordeu o lábio e virou o rosto para o porta retrato em sua cômoda, vendo ela e Ino no retrato. As duas estavam de costas de frente para o mar. E em outra, com a maquiagem borrada e uma garrafa de tequila.

Sakura sorriu.

– Quem me levou, Ino?

Ino engoliu a seco. Não sabia como diria tudo àquilo para Sakura. Estava com tanta vergonha, com tanto medo. Sakura a olharia e a chamaria e burra inconseqüente. Ela não... não entenderia.

– Sai Motsumoto te seqüestrou. – Sasuke disse passando pela porta. Ninguém se deu conta que ele observava a tudo, em silencio. – Por um ano e duas semanas.

– Quem é Sai?

– Sai é...

– É um bandido. Um desgraçado que me usou, e se aproveitou de mim. – Ino se levantou da cama vendo Sasuke rolar os olhos. – Eu não sabia que ele também distribuía drogas. Eu não sabia que ele era O Pintor. Eu não sabia! – Ino gesticulava, afoita pelo quarto. – Ele começou a freqüentar a boate alguns meses antes de você ir até lá. Ele tinha um papo legal, ele era doce...

– Era fachada. – Sasuke resmungou, irritado.

– Eu não sabia! – Ino gritou. – Eu não sabia que ele queria me usar. Eu não sabia que ele queria apenas se aproximar para acabar com vocês, droga! Sai sempre foi gentil comigo. Nunca me deu motivos para desconfiar.

– Todos nós te avisamos, Ino. Sakura te avisou. Eu te avisei! Você não quis nos escutar. Preferiu continuar cega. E olha o que sua cegueira causou.

– Eu sei, e eu sinto muito.

– Não, não sente! Ainda não – Sasuke se aproximou dela, olhando-a furiosamente. – Não foi a sua vida que tiraram de você. Arrancaram Sakura de mim. Eu morri todos os dias, eu...

– Não falem de mim como se eu não estivesse aqui! – Sakura pulou da cama, empurrando os dois. – Eu não me lembro de nada. Não sei o que esse maluco fez comigo. Eu estou machucada, marcada feito um animal, droga! Quem você acha que se fudeu nessa história toda?

Então Sasuke a abraçou. O abraço que ainda não havia dado. Um abraço daqueles apertados, cheios de saudade. Ele a apertava para suprir toda a falta que ela havia feito.

E então Sakura chorou. E seu coração se quebrou em dois.

– Sasuke, eu... – Ino começou.

Ele negou com a cabeça e disse: – Agora não, Ino.

Andou até a cama com Sakura e se sentou com ela em seu colo, fungando como uma criança.

– Me desculpe, meu amor. – Sasuke sussurrou para Sakura. – Eu prometi que sempre te protegeria, mas eu falhei.

Sakura fechou os olhos sentindo as gotas escorrerem e suspirou.

– Está tudo bem.

– Não, não está. – Ele a apertou. – Você está fora de si e a culpa é minha.

– Não é. – Ela se levantou e o olhou. – A culpa não é sua, não é de ninguém. O único culpado é esse bastardo. Esse tal de Sai.

Sasuke soltou uma risada fraca e tocou as bochechas coradas de Sakura. Deslizou o polegar e suspirou descendo os dedos.

Sakura engoliu a seco sentindo seu corpo se arrepiar com o contato. Mordeu o lábio quando abaixou a cabeça e viu os dedos descendo sob seus seios intumescidos.

Sasuke soltou outra risada parando na barra da blusa dela. A olhou e esperou que ela protestasse, o que não aconteceu. Desejou alisando as mechas rosadas com a outra mão e adentrou a blusa, subindo os dedos até que eles tocassem a tatuagem.

Sakura o olhou, intrigada e umedeceu o lábio.

– Essa é nossa aliança, Sakura. – Ele roçou o dedo ali e pegou a mão dela, levando até seu dorso, onde Sakura sentiu uma tatuagem pequena, semelhante à dela. – Você também está tatuada em mim.

~*~

Ino pegou o celular nas mãos, tremula e discou os números. Os toques pareciam uma eternidade, e a espera era uma agonia.

Alô?

Ino respirou fundo e se aproximou da janela tomando coragem.

– Quero falar com o Gaara.

Da parte de quem? – A mulher do outro lado da linha questionou.

– Diz que é a Ino.


Notas Finais


Ei pessoal.

Essa será att amanhã - https://www.spiritfanfiction.com/historia/seven-12237473


E essa, no mais tardar; segunda - https://www.spiritfanfiction.com/historia/careful-what-you-wish-for-11978542


Até amanhã sz


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