História Mar de Contos - Capítulo 15


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Categorias Histórias Originais
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NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Fluffy, Hentai, LGBT, Literatura Feminina, Mistério, Orange, Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
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Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 15 - Efeito Colateral


À medida que a escuridão se desfaz, ela recobra os sentidos e percebe que não conhece aquele lugar. É um velho cômodo, visivelmente abandonado e mal cuidado. Janelas com pintura marrom descascada, uma mesa e duas cadeiras, ambas velhas e de palha, uma antiga cômoda e algumas barras horizontais de ferro são ofuscados por um surpreendentemente conservado sofá de couro vermelho.

Um pouco ao lado do sofá está Carla, com tornozelos e pulsos atados às barras de ferro que pareciam ter sido colocadas ali com a única finalidade de prender alguém.

Agora, um pouco mais acordada, ela nota que está só de lingerie, e que com certeza não foi ela quem a despiu. Ainda se sente lesada, provavelmente devido ao efeito de algum tranquilizante. 

 

Lentamente o efeito se dissipa e dá lugar ao desespero. O que ela estaria fazendo ali, com mãos e pés amarrados em um cômodo isolado? E quem a levara para lá?

Repentinamente, algo interrompe seus desesperados e confusos pensamentos. É a porta se abrindo. Entra por ela uma mulher que aparentava ter entre 20 e 29 anos, vestida de calça jeans rasgada, camiseta branca e jaqueta de couro preta surrada, com os cabelos levemente desarrumados, comprimento médio e castanhos, e um físico que deixou Carla com falta de ar. 

Ela chegava com um sorriso safado no rosto.

- Olá, doce menina. - ela continuava sorrindo - Finalmente acordou.

- Quem é você? - gaguejou amedrontada - E por que eu estou amarrada?

- Sou uma...amiga. Pode me chamar de Lara. Quanto a segunda pergunta, acho que você descobrirá depois. Mas posso lhe adiantar que é para nosso prazer - vendo a expressão assustada de Carla, Lara continuou - Deixe-me explicar melhor. Dois meses atrás, vi uma linda garota que me encantou. Ela tinha longos e sedutores cabelos castanhos que se destacavam em sua clara e delicada pele cor-de-neve, grandes olhos cor de chocolate, lábios rosados e carnudos que me faziam - e ainda fazem - delirar, mãos e pés pequenos e delicados, seios médios, quadris fartos, mas proporcionais ao corpo. No entanto, algo em especial me chamou a atenção. Foi a pureza do seu olhar. Fiquei obcecada, e passei esses dois meses a observando. 

Observando-a reforcei a ideia de pureza. Não sei porque a pureza sempre me encanta; Talvez seja porque não posso tê-la por vontade da própria, e isso me permita caçar - vendo a expressão assustada da menina, ela continua - Mas não se assuste, as presas sempre acabam gostando de ser caçadas. Preciso dizer mesmo dizer quem é a doce menina que me encantou? - ela falava enquanto passava os lábios no pescoço de Carla -

A esta hora Carla já sabia bem que era ela a tal da garota. No entanto, ela ficou impressionada com a riqueza de detalhes sobre ela mesma, e com o modo com que Lara destacou inclusive coisas que ela nem mesmo gostava. Isso a deixava excitada e com medo.

- Por favor, não me machuque... - foi tudo o que ela conseguiu dizer.

- Não o farei, princesa. Não farei nada que não possa suportar. Tirarei sua pureza sim, mas garanto que irá gostar - ela sussurrou no pescoço de Carla, que estremeceu e se arrepiou dos pés a cabeça.

Então Lara inspirava fundo em seu pescoço, depois lambendo e mordiscando, tirando os últimos resíduos de medo de Carla, dando lugar a excitação plena.

Ela ainda está confusa. Como é possível uma estranha despertar um desejo tão ardente e arrebatador?

 



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